Livros - O que andam a ler?

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Quando terminar dou a minha opinião. Mas promete.

Um livro que toda a gente devia ler! É muito pequeno e a escrita é muito fluida e acessível. É uma fábula que nos dá uma lição preciosa sobre como reagirmos a situações com que nos deparamos ao longo da vida. Quer seja no emprego ou nas relações familiares/interpessoais. É uma verdadeira aula de gestão pessoal.
O próximo (está a chegar da Amazon) será este (é na mesma linha do anterior):
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Eu ando a ler um chamado:

"O Décimo Segundo Planeta" mas uma edição muito antiga que já nem encontro a foto da capa no google.

É do meu pai. Mas a leitura já se arrasta há meses. :sh)
 
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ofereceram-me este livro. comecei a ler hoje e parece que despertou em mim o gosto pela leitura.

quero desbravar mais obras deste autor, bem como do Mario Vargas Llosa e da Isabel Allende (pelo que ouvi falar dela). [;)]
 
Hoje comecei este:
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Dama de Espadas, Mário Zambujal
Com o seu admirável ritmo narrativo e clareza de escrita salpicada de humor, Mário Zambujal apresenta-nos Eva Teresa, garota de onze anos, e Filipe, rapaz de dezoito, que namora com a irmã, Rosália.

Há uma grande empatia entre a pequena e o futuro cunhado, mas a vida afasta-os com a viagem da família para o Brasil.

Eva torna-se mulher e Filipe acaba por se apaixonar por ela, levando-o a viajar ao seu encontro...

Entre episódios imprevisíveis que enlaçam mistério e comicidade, ambos só se reencontram em Sintra onde iniciam um romance atribulado.

No seu estilo inconfundível, Mário Zambujal traz-nos uma obra em que se aliam a vontade de saborear cada passo da trama e o prazer da leitura.
 
Ora bem, resumindo:

Após o "100 dias entre o Céu e Mar" de Amyr Klynk (actualmente, é o meu herói), reli, do mesmo autor, "Paratii - Entre Dois Polos" que relata a invernagem que o velejador efectou a bordo do seu Paratii, na Baía Dorian, na Antártida e também a viagem que fez quase até ao Polo Norte, no mesmo barco.

Depois li, também dele, "Mar Sem Fim", onde a bordo do mesmo barco, efectuou uma volta ao mundo, 360º na única zona do mundo onde é possível efectuar essa viagem sem encontrar terra pela frente, ou seja, à volta da Antártida.

Agora, estou a ler "A Ameaça" de Ken Follett. Foi-me oferecido no Natal. É a história da responsável de segurança de um laboratório onde se investigam curas para doenças, de onde é roubado um vírus. Estou a gostar.
 
Acabei de ler O exército perdido de Valerio Massimo Manfredi.

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Sinopse

Xenofonte não foi apenas o biógrafo de Sócrates, foi também o comandante militar da famosa Retirada dos Dez Mil. Esta é a sua história - e a história de uma mulher que, por amor, tudo abandonou...

A vitória não é o único caminho para a glória. Ano 401 a.C.Trinta anos de guerra entre Esparta e Atenas levaram a Grécia ao limite das suas forças. Nesse momento de profunda crise, Ciro, irmão do imperador persa Artaxerxes, decide reunir um enorme exército de mercenários gregos, que passará à História como o "Exército dos Dez Mil". Ainda que tenha anunciado que o seu propósito era combater tribos rebeldes, o verdadeiro objectivo desta marcha de três mil quilómetros continua a ser um dos grandes enigmas da Antiguidade. Depois da morte de Ciro numa batalha, os mercenários ficaram abandonados à sua sorte num território que lhes era hostil. Pouco depois, os chefes gregos seriam aniquilados numa emboscada. Xenofonte, um culto guerreiro ateniense, toma o comando da fracassada expedição e empreende o regresso à pátria. A seu lado, sempre, uma figura de mulher: Abira, a jovem que tudo abandonou para o seguir.

O Exército Perdido narra a épica aventura dos Dez Mil e, simultaneamente, a história de um amor incondicional que nunca vacilou diante das maiores adversidades.

In: O Exército Perdido

Gosto de ler romances históricos para durante a leitura da história ir aprendendo alguma coisa sobre as várias civilizações e acontecimentos da história humana.

Não acho o livro nada de especial. Não entusiasma no enredo e no final também não senti que tivesse aprendido nada de especial. Mas é bem feita pois já me tinha acontecido o mesmo noutro livro deste autor e mesmo assim resolvi insistir. [:D] :sh)
 
Eu há uma semana e tal acabei

Trópico de Capricórnio
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Tenho esta colecção relativamente antiga de livros da Visão lá por casa, e à custa dela tenho conseguido ler alguns clássicos da Literatura muito bons.
Este não é o caso...

O livro é autobiográfico e como cartão de visita temos logo a impossibilidade de, durante 3 décadas, não ter tido autorização para ser editado nos States, devido ao teor do mesmo.
"Trópico de Capricórnio" é extremamente sexual (e quase nunca sensual), com relatos impressionantes da vida de Henry Miller, mas também é enfadonho em várias passagens. A forma de escrita faz-nos perder o fio à meada de vez em quando também.

Não fiquei fã do autor (pelo menos nesta autobiografia), mas por outro lado já ouvi falar bem da Trilogia "Sexus, Plexus, Nexus"... Fico na dúvida, mas nos próximos tempos não pego neste autor.[:D]
 
Depois d'A Ameaça de Ken Follet, voltei a um dos meus autores favoritos, Pepetela. Estou a 2/3 ou mais de "O Planalto e a Estepe".

A história (baseada em factos verídicos) de um amor (quase) impossível. Mas não é nada de lamechices. Uma história muito interessante, especialmente se pensarmos que alguém terá passado por algo semelhante.
 
Planisfério Pessoal de Gonçado Cadilhe, Oficina do Livro.

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Bem engraçado para quem gosta de viagens. Embora o tipo surja algumas vezes com as suas opiniões desnecessariamente vincadas e pejorativas do povo português. Tem um complexozinho de inferioridade. Há sempre algo de errado com as pessoas que encontra também a viajar pelo mundo fora, ora uns só querem drogas e são uns perdidos da vida, ora outros são demasiado "cómodos" e não sabem no que se meteram, mas ele é que está sempre bem e adequado ao sítio onde se encontra.
Mas não deixa de ser uma boa leitura.
 
Acabadinho de ler Patria de Robert Harris.

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Sinopse:

Estamos em 1964, em Berlim, e a cidade prepara-se para uma grande efeméride: daí a uns dias será o 75º aniversário do Führer, Adolf Hitler.Mas… esperem lá! Como é que é? Hitler? Em 1964?!?

Pois, é exactamente este o ponto de partida do livro de Robert Harris, um thriller policial disfarçado de romance histórico. A Alemanha ganhou a Segunda Guerra Mundial, domina um império que se estende para Leste até aos Urais e conta para Oeste com uma Comunidade Europeia conivente e rendida à hegemonia teutónica. Neste universo alternativo, até mesmo os Estados Unidos se apresentam como possível nação “amiga”, embora continuem a dar algum apoio aos Russos, por debaixo do pano.

Mas o império está a sofrer grandes revezes no Leste (que continua a resistir à ocupação) e o corpo nu de um alto funcionário do partido nazi aparece num lago dos subúrbios. Xavier March, inspector da Kripo (Kriminal Polizei), fica encarregado de investigar este caso.

Na aventura que se segue, este vai descobrindo dentro do partido uma teia cada vez mais intrincada que o leva a pôr (ainda mais) em causa a sua confiança no Estado. E a questionar de forma cada vez mais veemente o que aconteceu aos judeus, supostamente “evacuados” para Leste, mas de quem ninguém mais ouviu falar.

O livro é historicamente correcto até cerca de 1942 e baseia-se inclusive em alguns documentos oficiais e conhecidas personagens do regime nazi. Mas acaba por ser principalmente um excelente policial que nos prende do princípio ao fim, para terminar, como não podia deixar de ser, de forma algo inesperada.

Li e gostei e admito que não gostei mais porque li este género de livro - policial - da forma que não se deve. Aos bochechos, pelo menos inicialmente. O que acabou por me provocar alguma inércia na dinâmica de leitura. Comecei a lê-lo antes de me deitar e lia apenas umas quantas páginas pois as pálpebras começavam a pesar rapidamente. No outro dia tinha que voltar mais umas páginas para perceber a história. [:D]

Sempre gostei da história da II Guerra Mundial e de certa forma para mim foi fácil gostar do livro. Afinal de contas o contexto era do meu interesse.

Não nos vamos enganar, o livro é acima de tudo um policial mas num contexto diferente, num universo paralelo que talvez não tenha estado tão longe.

Embora haja muita ficção também há factos reais como os documentos citados.

Acho giro, lê-se facilmente e até acho que seria um livro facilmente adaptável ao cinema.
 
Os Filhos da Droga
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Pois bem, este era um livro que já devia ter lido durante a minha adolescência. E não foi por falta de sugestões. Diria até que a minha mãe se fartou de me chatear para o ler, mas eu, como sou um bicho teimoso e do contra, nunca o li... Até hoje.
A história penso que toda a gente conhece minimamente, já que este livro teve um sucesso tremendo na década de 80. É a história de Christiane, uma pré-adolescente alemã de 12 anos que se mistura no mundo da droga e, consequentemente, da prostituição.

É um livro cru, pesado e brutal em todos os sentidos. Faz-nos mergulhar no mundo desta jovem, que consegue transmitir na perfeição as suas ideias, os seus pensamentos, as suas acções.
Além disso, aborda temáticas muito interessantes, que vão desde a (falta de) estrutura familiar, da mudança de ambientes e da existência de bairros - numa vertente mais conjuntural -, passam pela amizade, pela adição a diferentes tipos de drogas, em especial à heroína, com todos os efeitos que ela provoca - a depedência física, a necessidade de arranjar dinheiro para a dose diária e tudo o que isso implica (prostituição masculina e feminina juvenil), a desintoxicação e as recaídas, os tratamentos em clínicas, etc.

A história da vida de Christiane durante 2 ou 3 anos está muito bem estruturada e prende-nos do início ao fim.
Sem dúvida um livro que todos deviam ler!

Como é normal, depois de ler o livro, tive curiosidade de saber o que foi da Christiane depois de todo este caso, e é pena que continue constantemente na corda bamba.
Descobri ainda que houve um filme, que tenciono ver brevemente!

[;)]
 
Os Filhos da Droga
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Pois bem, este era um livro que já devia ter lido durante a minha adolescência. E não foi por falta de sugestões. Diria até que a minha mãe se fartou de me chatear para o ler, mas eu, como sou um bicho teimoso e do contra, nunca o li... Até hoje.
A história penso que toda a gente conhece minimamente, já que este livro teve um sucesso tremendo na década de 80. É a história de Christiane, uma pré-adolescente alemã de 12 anos que se mistura no mundo da droga e, consequentemente, da prostituição.

É um livro cru, pesado e brutal em todos os sentidos. Faz-nos mergulhar no mundo desta jovem, que consegue transmitir na perfeição as suas ideias, os seus pensamentos, as suas acções.
Além disso, aborda temáticas muito interessantes, que vão desde a (falta de) estrutura familiar, da mudança de ambientes e da existência de bairros - numa vertente mais conjuntural -, passam pela amizade, pela adição a diferentes tipos de drogas, em especial à heroína, com todos os efeitos que ela provoca - a depedência física, a necessidade de arranjar dinheiro para a dose diária e tudo o que isso implica (prostituição masculina e feminina juvenil), a desintoxicação e as recaídas, os tratamentos em clínicas, etc.

A história da vida de Christiane durante 2 ou 3 anos está muito bem estruturada e prende-nos do início ao fim.
Sem dúvida um livro que todos deviam ler!

Como é normal, depois de ler o livro, tive curiosidade de saber o que foi da Christiane depois de todo este caso, e é pena que continue constantemente na corda bamba.
Descobri ainda que houve um filme, que tenciono ver brevemente!

[;)]

Estás quase 20 anos atrasado em relação a mim [:D]

Mas tens razão, mesmo agora, anos depois do lançamento do livro, este continua a ser uma leitura pesada. Não sei como é que consegui, mas acho que lê-lo aos 12/13 anos me fez bem.

A capa da edição que li:

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