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Então porque evidenciaste todo contente a questão das horas extraordinárias?...citação:Originalmente colocada por J.R.
ELES PRODUZEM, PAGAM IMPOSTOS, DÃO LUCRO[}].
LUCRO
Pq aqui há uns dias tinha dito que as horas extraordinárias em Portugal e a rigidez nas relações laborais são um forte facto contra o investimento e competetividade.citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Então porque evidenciaste todo contente a questão das horas extraordinárias?...citação:Originalmente colocada por J.R.
ELES PRODUZEM, PAGAM IMPOSTOS, DÃO LUCRO[}].
LUCRO
Então, pelos vistos, estavas (mais uma vez...citação:Originalmente colocada por J.R.
Pq aqui há uns dias tinha dito que as horas extraordinárias em Portugal e a rigidez nas relações laborais são um forte facto contra o investimento e competetividade.citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Então porque evidenciaste todo contente a questão das horas extraordinárias?...citação:Originalmente colocada por J.R.
ELES PRODUZEM, PAGAM IMPOSTOS, DÃO LUCRO[}].
LUCRO
Ainda hoje vários sindicatos do sector textil assinaram um histórico acordo. Das 700 carreiras do textil passaram a 60 já com a inclusão de novas.
E na FP pensa-se passar das 700 para 600 e... e.... é um Luxo
Pq é preciso ALTERAR o que nos prejudica o crescimento.
Para sairmos desta vida.
Parece-me que não entendeste bem o sentido, não sou eu que está a responder em bugalhos, talvez sejas tu que não tenhas gostado dos alhos.citação:Originalmente colocada por MercFan
citação:Originalmente colocada por Nthor
citação:Originalmente colocada por MercFan
(...)Se querem ganhar mais, mostrem produtividade, aumentem o valor humano e real da empresa, depois sim se pode falar de um possivel aumento (...)
citação:As diferenças entre os salários contratuais e os salários reais dos trabalhadores portugueses chegam a atingir de 30%. O facto foi denunciado ontem pelo economista João Ferreira do Amaral, citando dados do ‘Livro Verde das Relações de Trabalho’, no decurso de um seminário sobre o tema organizado pela UGT.
“Isto permite dizer que há uma parte importante do salário que é muito flexível consoante as condições das empresas, sustentou o economista. Ferreira do Amaral sublinhou a necessidade de se desmistificar a ideia que existe em Portugal de que salários elevados prejudicam a competitividade.
“Não penso que o nível dos salários possa ser invocado como um factor decisivo de falta de competitividade”, considerou por seu turno o jurista Monteiro Fernandes, sublinhando que se assim fosse, “com os baixos salários que há em Portugal o país seria o grande concentrador do investimento europeu”.
Monteiro Fernandes chamou a atenção para o facto de que quando se fala em competitividade “tudo se discute – o preço do dinheiro, das instalações, da matéria-prima, do custo do trabalho – mas nunca se discute os lucros”. “Fala-se em moderação salarial, mas não tenho ideia de ter ouvido falar em moderação das margens de lucro para relançar a competitividade”, frisou.
O jurista que vai coordenar a comissão que proporá as orientações para a revisão do Código de Trabalho, falou ainda da falsa rigidez das regras de despedimento em Portugal e da necessidade de se saber para que servirá a flexibilização antes de a permitir, no que foi secundado pelo vice-presidente do PSD, Luís Pais Antunes, e pelo secretário-geral da UGT, João Proença.
Sandra Rodrigues dos Santos
@ http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=217632&idselect=11&idCanal=11&p=200
eu refiro-me a alhos, respondes com bugalhos ?
São assuntos diferentes, um de base o outro de exploração ...
SE não são criadas condições..... como querem mais ?
Agora já nao ha subsidios para comprar BM's e afins..... a realidade nas empresas vai ser pagar o base, e cortar com as "ajudas de custo" ... quem quer quer... quem nao quer... larga.
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Então, pelos vistos, estavas (mais uma vez...) enganado, pois a gestão da AutoEuropa não deve estar a jogar para perder! Se eles podem conceder é porque é possível...[
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citação:Originalmente colocada por J.R.
(...)Pq aqui há uns dias tinha dito que as horas extraordinárias em Portugal e a rigidez nas relações laborais são um forte facto contra o investimento e competetividade.
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citação:As diferenças entre os salários contratuais e os salários reais dos trabalhadores portugueses chegam a atingir de 30%. O facto foi denunciado ontem pelo economista João Ferreira do Amaral, citando dados do ‘Livro Verde das Relações de Trabalho’, no decurso de um seminário sobre o tema organizado pela UGT.
“Isto permite dizer que há uma parte importante do salário que é muito flexível consoante as condições das empresas, sustentou o economista. Ferreira do Amaral sublinhou a necessidade de se desmistificar a ideia que existe em Portugal de que salários elevados prejudicam a competitividade.
“Não penso que o nível dos salários possa ser invocado como um factor decisivo de falta de competitividade”, considerou por seu turno o jurista Monteiro Fernandes, sublinhando que se assim fosse, “com os baixos salários que há em Portugal o país seria o grande concentrador do investimento europeu”.
Monteiro Fernandes chamou a atenção para o facto de que quando se fala em competitividade “tudo se discute – o preço do dinheiro, das instalações, da matéria-prima, do custo do trabalho – mas nunca se discute os lucros”. “Fala-se em moderação salarial, mas não tenho ideia de ter ouvido falar em moderação das margens de lucro para relançar a competitividade”, frisou.
O jurista que vai coordenar a comissão que proporá as orientações para a revisão do Código de Trabalho, falou ainda da falsa rigidez das regras de despedimento em Portugal e da necessidade de se saber para que servirá a flexibilização antes de a permitir, no que foi secundado pelo vice-presidente do PSD, Luís Pais Antunes, e pelo secretário-geral da UGT, João Proença.
Sandra Rodrigues dos Santos
@ http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=217632&idselect=11&idCanal=11&p=200
Estou a falar das horas extraordinárias que penalizam e muito os custos de produção.citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Então, pelos vistos, estavas (mais uma vez...) enganado, pois a gestão da AutoEuropa não deve estar a jogar para perder! Se eles podem conceder é porque é possível...[
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citação:Originalmente colocada por Nthor
Há algum medico na sala, com experiência em retirar palas dos olhos?
Pois é, mas aí é que está o erro da questão, que assenta no desconhecimento geral de quem não está "por dentro"! Na verdade há (as célebres) diferenças entre sectores da função pública e se, com efeito, muitos não dão LUCRO muitos outros DÃO e outros ainda RECUPERAM muito dinheiro ao Estado!citação:Originalmente colocada por mundano
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Então, pelos vistos, estavas (mais uma vez...) enganado, pois a gestão da AutoEuropa não deve estar a jogar para perder! Se eles podem conceder é porque é possível...[
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Se calhar até podiam dar mais...
Mas isso não tem nada a ver com a função publica.. A FP, só pode ser verdadeiramente aumentada, quando os FP's forem muitos menos, mais qualificados, mais produtivos e mais ageis...
Enquanto a FP for o pantano que é, e as finanças publicas estiverem como estão, não contem com aumentos acima da inflacção..
É triste para todos, porque ninguém aqui quer o mal dos outros.. Mas é impossivel sustentar o crescimento das despesas publicas em Portugal ao ritmo que vinha a acontecer.. Nós em poucasdecadas passamos de 30 e tal % de peso do estado na economia, para praticamente 50%..
A AutoEuropa é o paradigma, o exemplo do que é possível por cá, mesmo ficando aquém do que ainda poderia ceder...citação:Originalmente colocada por J.R.
Estou a falar das horas extraordinárias que penalizam e muito os custos de produção.citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Então, pelos vistos, estavas (mais uma vez...) enganado, pois a gestão da AutoEuropa não deve estar a jogar para perder! Se eles podem conceder é porque é possível...[
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Vão dar o aumento que querem e podem mas se vier para cá a produção do modelo que salva a fábrica por uns 7 anos têm que baixar para metade as horas extraordinárias.
E a Autoeuropa já é bem mais flexivel que os restantes.
Mais alguma coisa transcendente[:I].
citação:Originalmente colocada por Carlos.L
Desculpem lá, mas eu percebo um pouco destas coisas.
Na AutoEuropa trabalha-se, tem-se objectivos muito concretos e aí a Administração e a CT debatem quais as contrapartidas de parte a parte. É justo.
Mas o que é que os FP produzem para o bem deste País?
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Pois é, mas aí é que está o erro da questão, que assenta no desconhecimento geral de quem não está "por dentro"! Na verdade há (as célebres) diferenças entre sectores da função pública e se, com efeito, muitos não dão LUCRO muitos outros DÃO e outros ainda RECUPERAM muito dinheiro ao Estado!citação:Originalmente colocada por mundano
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Então, pelos vistos, estavas (mais uma vez...) enganado, pois a gestão da AutoEuropa não deve estar a jogar para perder! Se eles podem conceder é porque é possível...[
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Se calhar até podiam dar mais...
Mas isso não tem nada a ver com a função publica.. A FP, só pode ser verdadeiramente aumentada, quando os FP's forem muitos menos, mais qualificados, mais produtivos e mais ageis...
Enquanto a FP for o pantano que é, e as finanças publicas estiverem como estão, não contem com aumentos acima da inflacção..
É triste para todos, porque ninguém aqui quer o mal dos outros.. Mas é impossivel sustentar o crescimento das despesas publicas em Portugal ao ritmo que vinha a acontecer.. Nós em poucasdecadas passamos de 30 e tal % de peso do estado na economia, para praticamente 50%..
Logo há que estabelecer diferenças, que nem aqui são feitas, diferenças essas que, mais uma vez, existem mas são camufladas por toda uma série de factores...
Bem, essa pergunta revela o quão vazio é o teu conhecimento da função pública...[xx(]citação:Originalmente colocada por J.R.
Lá se foi a solidariedade-
Oh PéLeve. Mas qual sector da FP dá lucro???
citação:Originalmente colocada por Carlos.L
Desculpem lá, mas eu percebo um pouco destas coisas.
Na AutoEuropa trabalha-se, tem-se objectivos muito concretos e aí a Administração e a CT debatem quais as contrapartidas de parte a parte. É justo.
Mas o que é que os FP produzem para o bem deste País?
Já que está tudo a gritar:citação:Originalmente colocada por Carlos.L
Desculpem lá, mas eu percebo um pouco destas coisas.
Na AutoEuropa trabalha-se, tem-se objectivos muito concretos e aí a Administração e a CT debatem quais as contrapartidas de parte a parte. É justo.
Mas o que é que os FP produzem para o bem deste País?
Importas-te de responder????citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Bem, essa pergunta revela o quão vazio é o teu conhecimento da função pública...[xx(]citação:Originalmente colocada por J.R.
Lá se foi a solidariedade-
Oh PéLeve. Mas qual sector da FP dá lucro???