Saiu um Cx9 mais pequeno em vez de algo mais próximo do que saiu na China, é pena.
Mas esse chinês ainda pode chegar À Europa, complementando o CX-5.
Este é o familiar, o que precisa de levar pessoas e respectiva bagagem.[

]
De resto, que salto.
Muito mais convincente que o actual CX-5 em todos os departamentos (pelo menos visuais).
O anterior nunca me convenceu totalmente do ponto de vista visual.
A primeira iteração da linguagem "Kodo" não parecia fazer uma transição eficaz para um volumoso crossover.
Olhando para o novo, o desenho revela de forma clara uma ambição de elevar-se em posicionamento.
Perdeu praticamente todos os indícios visuais de algum "utilitarismo" ou até preço baixo.
Pode-se discutir o tamanho ou o tratamento dado À grelha - não sou grande fã do espesso contorno inferior-, e tal como o CX-3, a Mazda precisa urgentemente de arranjar uma solução para reduzir a overhang frontal.
Mas a modelação das superfícies, os elementos mais esguios como as óticas e até o friso cromado e a forma como alarga e remata a linha base das janelas, contribuem para uma criatura de aparência bem mais sofisticada e direi ... premium?
A Mazda está a efectuar um excelente trabalho na evolução da sua linguagem Kodo. Souberam depurar bem a coisa, reduzindo o número de linhas na carroçaria.
A modelação é subtilmente complexa e sofisticada. A herança Bangle está lá na presença de superfícies empenadas (à lá BMW Z4 E85), que transitam naturalmente de um plano horizontal para um vertical. E o que seria um pesadelo em "desatar" toda aquela área complicada e cheia entre pilar A, capot e arco de roda dianteiro, é resolvido de forma exemplar, sem criar transições estranhas ou incoerentes.