Peças e assistência vais onde irias com qualquer outro carro. Se queres ir aos ex-concessionários vais, se queres ir ao Ti Joaquim da esquina vais, ou então Bosches e Norautos e etc.
Durante o próximo ano já cá estará de novo a MG com outros concessionários (novos ou antigos) e serão mais uns pontos de venda e assistência.
Problemas, esse carro tem vários: ruídos parasitas (alguns mais que outros) e junta da cabeça.
Os ruídos é tratar deles à medida que vão aparecendo. A junta é tratar dela quando aparecer. Mas tratar dela como deve de ser, e nessa altura já estarás sobejamente informado do que fazer, qual o melhor material a utlizar e onde o fazer (até pode ser no Ti Joaquim desde que tu leves todo o material mais indicado e digas exactamente o que é que tem de ser feito e medido).
Que fazer para evitar ou retardar o aparecimento do síndrome junta? Exactamente o que se deveria fazer em qualquer outro carro a gasolina atmosférico, ou seja, com o motor frio não acelerar para lá das 3.000-3.500 rpm nos primeiros 4 minutos (é mais ou menos o tempo que a "água" demora a aquecer até à temperatura normal), aguardar uns bons 10-15 minutos antes de brincar entre as 6.000-7.200 rpm (ele corta aí a diversão). O óleo a usar sempre será um semi-sintético 10W40 de marcas conceituadas (tanto melhor quanto mais tempo ele andar em altas rpm) e mudá-lo todos os 12.500 km caso haja muita cidade e/ou condução demasiado agressiva.
Revisões da praxe todos os 25 mil km, mudar o anticongelante nos prazos indicados (4-5 anos e utilizando sempre o O.A.T. original ou equivalente de longa duração), mudar o kit de distribuição e bomba de água todos os 6 anos ou 150 mil km (ver se esse já mudou isso) e não me estou a lembrar para já de mais nada, mas é capaz de haver. Ah, o óleo dos travões é igual os outros, é mudar a cada 2-3 anos ou purgar um pouco em cada muda de pastilhas e assim anda sempre novo.
O que é que é preciso fazer nesse motor que nos outros não é? Ou eventualmente deviam porque isto de juntas corre a vez a muitos, não é só a estes. [

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É trocar esse reservatório de expansão que agora lá estará e colocar o modelo mais actual com sensor de nível e avisador sonoro e visual para te avisar caso haja alguma fuga de líquido de arrefecimento (eu não tenho isso e não senti ainda necessidade de o fazer mas isto é mesmo assim "faz o que eu digo, não faças o que eu faço").
Aí de mês a mês espreitar os níveis de óleo (acrescentar um pouco se for necessário) e do líquido no reservatório de expansão. Se alguma vez o nível de líquido estiver mais baixo do que estava (de preferência é deixar isso inicialmente no Máximo, se fôr 1 cm acima disso também não morre ninguém) então é considerar logo que há por aí uma fuga algures e não é andar anos ou meses a meter mijinhas de água lá para dentro. Se há fuga é tratar dela quando possível, mas não ao fim de um ano ou mais (porque acaba por dar bronca da grossa).