Mitsubishi i MiEV 63Cv 180Nm Vmax 130Km/h

(...) O Volt/Ampera não é propriamente eficiente para o que faz, e é caro como tudo. (...)

Nos países ditos desenvolvidos e em forte desenvolvimento económico, milhões de potenciais consumidores particulares e institucionais aguardam com curiosidade o surgir nas representações comerciais destas e outras propostas do género, as marcas automóveis não dispendem um cêntimo de euro ou dólar nestas coisas sem planeamento prévio, e com um depósito extra de combustível fóssil a assegurar uma mobilidade segura, :rolleyes:

E o preço do barril de petróleo continua a subir actualmente.
 
Última edição:
(...)

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O Euro NCAP divulgou os resultados dos seus testes mais recentes, efectuados a oito veículos, entre os quais os primeiros eléctricos. Foram eles: BMW X1, Citroën C-Zero, Dacia Duster, Hyundai ix20, Mitsubishi ASX, Mitsubishi i-Miev, Nissan Juke e Peugeot iON.

Nos testes de segurança realizados, receberam a pontuação máxima de cinco estrelas, o BMW X1, o Hyundai ix20, o Mitsubishi ASX e o Nissan Juke.

Tanto o Mitsubishi i-Miev como os seus «gémeos» Citroën C-Zero e Peugeot iON receberam a pontuação de quatro estrelas. O Dacia Duster recebeu a pontuação mais baixa de todo o grupo (três estrelas).

Pela primeira vez, o organismo atribui ainda um reconhecimento a uma tecnologia na área da segurança: o sistema de alerta para transposição de faixa da Infiniti.

Em http://www.autohoje.com/index.php?option=com_content&task=view&id=78579&Itemid=364
 
(...) Mitsubishi est un partenaire de PSA pour (entre autres) la construction de la Peugeot Ion et de la Citroën C-Zero. Fournisseur indirect des batteries via la i-Miev Mitshubishi, GS Yuasa équipe aussi certains modèles Peugeot par des batteries classiques à l'acide. Désormais, GS Yuasa sera le fournisseur du groupe PSA pour l'ensemble des batteries lithium-ion du groupe. L'accord implique la fabrication de batteries lithium-ion sur le site de Shiga (Japon) pour 50.000 véhicules par an. Les batteries seront ensuite envoyées en Espagne, via Mitsubshi, sur le site de Vigo où les Partner et Berlingo électriques vont êtres assemblés

Em http://news.autoplus.fr/news/1439266/Mitsubishi-i-Miev-GS-Yuasa-Peugeot-iOn

[;)]
 
Que o i-Miev cumpre cabalmente na cidade já o comprovámos. Mas como são poucos os portugueses que, mesmo morando no centro da cidade, resistem à voltinha de fim-de-semana pelos arredores, desta vez ficámos com o Mitsubishi elétrico um par de dias para descobrirmos se, no caso de ser o carro único lá de casa, consegue levar-nos àquele restaurante tão famoso nos arredores ou visitar o amigo que escolheu viver no campo. Depois de um dia apressado na cidade, confirmando os extremos das capacidades dos carros eléctricos – no pára-arranca parece que a carga da bateria nunca mais acaba enquanto nas velozes vias rápidas circundantes perde 10 km de autonomia a cada três percorridos – menos de cinco horas ligado à corrente restabeleceu a totalidade da carga de bateria.

Na manhã seguinte, bem fresca e húmida, depois de desligado da tomada e arrumada a extensão na bagageira, o computador de bordo indicava um total de 136 km de autonomia, prometendo um folgado dia de romaria. Meia dúzia de quilómetros à frente, na primeira rotunda, a uns normais 50km/h, o escorregar exagerado da frente denunciou o baixo atrito dos finíssimos 145/75 Dunlop Enasave e pôs a piscar a luz do controlo de estabilidade. Dessa luz, o olhar desviou-se para a autonomia que entretanto – 5 ou 6 km depois – já estava nos 90 km... Mau, isto assim já não chega para ir e voltar do almoço. A memória relembra as palavras da Mitsubishi “a climatização é o equipamento que rouba mais energia eléctrica...” Por isso, toca a desligar o aquecimento e a ventilação, o que restabeleceu de imediato a autonomia para 120 km. Para atenuar os menos de dez graus exteriores, pouco menos do que no interior, lá encontrámos o escondido botão da resistência que aquece os bancos e que faz parte do equipamento de série. Não é a mesma coisa, mas sempre aconchega o corpo e o seu consumo quase não se reflecte na autonomia eléctrica.

Andamento sem poupanças
De resto, não poupámos em mais nada: fomos de rádio ligado, já que a música, além de entreter, também disfarça os ruídos parasitas dos plásticos que envolvem o aparelho e que são, de resto, o único sinal de uma montagem melhorável; luzes ligadas e, claro, com as escovas a desviar a chuva do pára-brisas. E no andamento também não houve quem nos pudesse acusar de empata. As boas prestações do i-Miev estendem-se às estradas nacionais: mantém, e excede, se necessário, os 80 ou 90 km/h sem quaisquer dificuldades, mesmo a subir uma íngreme serra.

Ultrapassámos vários carros com a maior facilidade, até porque a aceleração até aos 100 km/h é surpreendente (a recuperação do i-Miev dos 40 aos 100 km/h bate a maioria dos utilitários 1.3 a gasolina em 3ª). Nota muito positiva também para o nível de conforto. A suspensão digere com facilidade os buracos e as imperfeições do asfalto e a generosa distância entre eixos garante espaço suficiente para que nenhum dos quatro se sinta apertado.

Voltámos a casa com 77,7 quilómetros feitos em estradas nacionais com um gasto inferior ao da gorjeta do almoço – as auto-estradas também são caras e sorvem electricidade como uma esponja a 120 km/h – e com uma autonomia restante de 18 km.

Em http://www.autohoje.com/index.php?option=com_content&task=view&id=78729&Itemid=364

Se a concepção dos centros urbanos a par de uma rede capaz de transportes públicos dessem uma preciosa ajuda, talvez este tipo de automóvel tivesse uma oportunidade real no mercado ao nível de particulares, [s)]
 
pra começar nao esta mal,vamos ver o que o futuro nos reserva

pra começar nao esta mal,vamos ver o que o futuro nos reserva

pra ser dos primeiros veiculos electricos em circulação ,não esta mal.
pena o preço 35 000euros.se fosse mais barato ....
se pensarmos como eam os primeiros automoveis,no inicio do seculo xx.
uma coisa que deixa confuso é que os fabricantes ainda ano desenvolveram mudanças como nos restantes automoveis .de certo isso iria aumentar a autonomia(se pensarmos que o nosso carro a combustivel fossil em primeira tb nao iria longe.boas curvas a todos.
 
pra ser dos primeiros veiculos electricos em circulação ,não esta mal.
pena o preço 35 000euros.se fosse mais barato ....
se pensarmos como eam os primeiros automoveis,no inicio do seculo xx.
uma coisa que deixa confuso é que os fabricantes ainda ano desenvolveram mudanças como nos restantes automoveis .de certo isso iria aumentar a autonomia(se pensarmos que o nosso carro a combustivel fossil em primeira tb nao iria longe.boas curvas a todos.

isto tem a ver com a maneira como o motor entrega a potencia

este tem o binario máximo desde as 0 rpm de forma que a caixa pode ser bastante longa o que leva a essa mudança aguente baixa e alta velocidade sem que gaste mais por isso

mudanças apenas seriam necessárias para virtualmente aumentar um pouco a velocidade maxima
 
Quando cheguei lá não estava ninguem... Tipo como se não tivesse havido nada...
Faz-me impressão q isto n tenha sido divulgado nem no site havia horas nem local nem nada. Só vi q era no rossio porque no site da câmara estava lá o Senhor Élio "Bigodes" Maia ao lado de um carro a sorrir e dizia q era no rossio.

É um bocado estranho.
 
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