Multa de Radar , inpugnar ou não !

toze1

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Olá a todos mais uma vez .

Sou por norma bastante cumpridor no que toca a cumprir o código.
Mas desta vez caí no radar, sendo que já estava à espera que qualquer dia também eu não escapava.
Não é por ter sido apanhado, mas sempre fui dos que condeno esta caça à multa, confesso que não ando a 50 numa avenida enorme vazia, mas tento cumprir sempre na zona dos radares, acontece que não sabia que também havia e há radar na avenida Brasilia.
Era noite e o avisador de radar estava apagado, só dei conta quando senti o flash.
Fiquei meio aparvalhado a pensar se seria para mim ou na avenida paralela, como ia sozinho na avenida percebi logo que se fosse na minha tinha sido apanhado.
Quando cheguei a casa fiz pesquiza e percebi que era mesmo para mim.

73 km hora e 120 € , felizmente posso pagar, mas como condeno veementemente esta pratica quero no mínimo chatear.
Agora que estão a par ,queria a vossa ajuda...

Para impugnar qual o melhor pretexto ?

Para pedir a prova fotográfica , tenho que ir fazer algum pagamento 1º ?

Posso indiciar que não sei quem ia a conduzir , se a minha mulher ou eu, ou o meu filho por ex. uma vez que trocaram de condutor.

Se pedir só a prova fotográfica sem pagar nada 1º, podem aumentar o valor da coima ?

É preferível pagar e esquecer o assunto ? Queria mesmo dar trabalho.

Agradeço desde já os comentários que possam responder a estas questões, àqueles que quiserem a mandar bitaites não esperem de mim qualquer comentário.

Obrigado e fiquem bem
 
pagar a titulo de deposito e impugnar é quase sempre a melhor opção.
de qualquer forma, depois de pagares, faz a impugnação a dizer que não ias em excesso de velocidade e pergunta se os radares estavam calibrados etc etc..
se queres despachar isso, paga e guarda a notificação e o registo de pagamento 2 anos.


edit - faz isto tudo se a consciência não te pesa. porque claro está, se sabes que ias em excesso de velocidade, tens noção que estavas errado.
 
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73 km hora e 120 € , felizmente posso pagar, mas como condeno veementemente esta pratica quero no mínimo chatear.

A que pratica é que te referes?

O radar está identificado, apesar de estar no código da estrada o limite para a via o mesmo também está na via, e circulas a quase 50% mais do que o permitido.

Porra o que é que vocês querem agora? que vos mandem parar e façam logo um teste no oftalmologista?
 
Olá a todos mais uma vez .

Sou por norma bastante cumpridor no que toca a cumprir o código.
Mas desta vez caí no radar, sendo que já estava à espera que qualquer dia também eu não escapava.
Não é por ter sido apanhado, mas sempre fui dos que condeno esta caça à multa, confesso que não ando a 50 numa avenida enorme vazia, mas tento cumprir sempre na zona dos radares, acontece que não sabia que também havia e há radar na avenida Brasilia.
Era noite e o avisador de radar estava apagado, só dei conta quando senti o flash.
Fiquei meio aparvalhado a pensar se seria para mim ou na avenida paralela, como ia sozinho na avenida percebi logo que se fosse na minha tinha sido apanhado.
Quando cheguei a casa fiz pesquiza e percebi que era mesmo para mim.

73 km hora e 120 € , felizmente posso pagar, mas como condeno veementemente esta pratica quero no mínimo chatear.
Agora que estão a par ,queria a vossa ajuda...

Para impugnar qual o melhor pretexto ?

Hem???

Para pedir a prova fotográfica , tenho que ir fazer algum pagamento 1º ?

Não. O acesso a provas suspende os prazos.

Posso indiciar que não sei quem ia a conduzir , se a minha mulher ou eu, ou o meu filho por ex. uma vez que trocaram de condutor.

Quando a multa vai para casa, presume-se que era o proprietário a menos que ele identifique outra pessoa como condutora no prazo de 15 dias. Portanto, esquece.

Se pedir só a prova fotográfica sem pagar nada 1º, podem aumentar o valor da coima ?

Desde que cumpras o prazo de pagamento depois de ela vir, não.

É preferível pagar e esquecer o assunto ? Queria mesmo dar trabalho.

Tu é que sabes.

Agradeço desde já os comentários que possam responder a estas questões, àqueles que quiserem a mandar bitaites não esperem de mim qualquer comentário.

Obrigado e fiquem bem

A bold.

Vai aqui: ANSR
 
Olá a todos mais uma vez .

Sou por norma bastante cumpridor no que toca a cumprir o código.
Mas desta vez caí no radar, sendo que já estava à espera que qualquer dia também eu não escapava.

Mau. Ou és cumpridor ou não és. Haja coerencia [;)]
 
Podes identificar outro, mas de pagar não te deves livrar visto que há provas, para impugnar acho que tens de pagar antes logo...
Se fosse radar móvel daqueles que os escondem em sítios que não lembram a ninguém até achava bem que os "chateasses", só mesmo pelo trabalho(defendo quase sempre as autoridades, mas estes radares por vezes são ridículos), no fim ias pagar na mesma, agora radares fixos...

Quanto ao seres cumpridor, não faz de ti mais que ninguém, se aparecer alguma carta, estás notificado(ou quem quer que fosse a conduzir) terás de pagar.
 
A malta esquece-se que é proibido prestar falsas declarações.
pode não ser habitual irem atrás de quem o faz, mas está previsto e vai mesmo virar moda, porque rende muito.
há por ai malta que foi apanhada e ficou ver multas aos quadradinhos. consta que depois custa arranjar emprego.

Fizeste asneira, acontece, assumes e andas pra frente com a tua vida. não é mesmo nada mais complexo que isto.
 
Não entendo a lógica de impugnar quando sabes que tiveste culpa.
E 73kmh são já praticamente 50% de excesso.
 
O melhor que tens a fazer é mesmo o que já te disseram, ca** no assunto, pagas e segues em frente.

Numa zona de 50, ias a 73 (atenção não me estou a fazer de santinho, pois não o sou), ou seja não te vai valer de nada chateares - te.
 
Fala com um advogado especialista. Há várias formas de impugnar isso.
Um dia quando realmente precisar dos diversos serviços envolvidos nessa "operação", ainda vai dizer que são uns incompetentes que não sabem trabalhar e demoram anos a resolver processos!

Se todos nos entalarmos uns aos outros é que o país anda pra frente.
 
Eu sou adepto de que a prevenção é sempre mais eficaz que a punição.

O radar não estava identificado? não estava a funcionar o aviso luminoso? então deixa de ser prevenção e passa a ser punição.
Caso ele estivesse a funcionar, este condutor não iria circular a mais de 50km/h e dessa forma estariam a prevenir uma serie de probabilidades de acidente por excesso de velocidade, mas ok, é o pais que temos em que é mais importante punir (COBRAR COIMAS) do que prevenir os acidentes.

Nesse sentido, podes eventualmente reclamar o facto de não estar identificado o radar, de nada te vai servir, pois de acordo com o nosso sistema legal isso não invalida absolutamente nada.

Num país onde a policia de transito anda nas AE de subaru à paisana, colados à traseira dos outros veiculos, tudo é possivel.
 
Eu sou adepto de que a prevenção é sempre mais eficaz que a punição.

O radar não estava identificado? não estava a funcionar o aviso luminoso? então deixa de ser prevenção e passa a ser punição.
Caso ele estivesse a funcionar, este condutor não iria circular a mais de 50km/h e dessa forma estariam a prevenir uma serie de probabilidades de acidente por excesso de velocidade, mas ok, é o pais que temos em que é mais importante punir (COBRAR COIMAS) do que prevenir os acidentes.

Nesse sentido, podes eventualmente reclamar o facto de não estar identificado o radar, de nada te vai servir, pois de acordo com o nosso sistema legal isso não invalida absolutamente nada.

Num país onde a policia de transito anda nas AE de subaru à paisana, colados à traseira dos outros veiculos, tudo é possivel.


Eu julgava que eram os condutores que deveriam deveriam ter cuidado para prevenir os acidentes, mas afinal não.

Como o aviso luminoso do radar estava apagado, a sinalização toda e as regras do Código que impõem o limite de velocidade naquele local deixam de ter validade.

Será que vale a pena gastar dinheiro em campanhas de prevenção rodoviária? Sempre achei que não, infelizmente as pessoas só percebem quando lhe vão ao bolso, ou quando alguma tragédia acontece.

Muito raramente os condutores são multados sem estarem a cometer uma infracção portanto as queixas não passam de uma lamentável falta de responsabilidade e capacidade de viver segundo regras. Podemos não concordar com elas, mas são as que existem e são para cumprir.
 
Eu julgava que eram os condutores que deveriam deveriam ter cuidado para prevenir os acidentes, mas afinal não.

Como o aviso luminoso do radar estava apagado, a sinalização toda e as regras do Código que impõem o limite de velocidade naquele local deixam de ter validade.

Será que vale a pena gastar dinheiro em campanhas de prevenção rodoviária? Sempre achei que não, infelizmente as pessoas só percebem quando lhe vão ao bolso, ou quando alguma tragédia acontece.

Muito raramente os condutores são multados sem estarem a cometer uma infracção portanto as queixas não passam de uma lamentável falta de responsabilidade e capacidade de viver segundo regras. Podemos não concordar com elas, mas são as que existem e são para cumprir.

Isso não passa de uma linda utopia de um mundo perfeito em que todos são felizes e se dão bem.

Obviamente não faz a minima ideia sobre as caracteristicas do ser humano enquanto condutor e sobre as estratégias que funcionam e o que não funcionam relativamente ao combate do comportamento desviante no transito.
Está tudo mais que estudado e sistematizado, aliás já desde o sec IXX nos primeiros estudos sobre aprendizagem e comportamento humano.
Há países aqui na Europa onde a prioridade é diminuir a sinistralidade e nesses países a aposta é na prevenção, com primazia de patrulhas identificadas, ações de esclarecimentos, etc etc. Há países que até cartazes com a imagem de carros da polícia colocam na estrada.
Por cá a prioridade é encher os bolsos do estado... Por isso a caça à multa prevalece.

Nesse mundo utópico que relata, muito ao jeito de filmes como o homem demolidor, não seria necessário sequer policia ou radares ou outros sistemas de controlo e fiscalização, já que todos cumpriam as regras, aliás, regras também nãob seriam necessárias, apenas recomendações de utilização...

No mundo real, eu preciso que haja prevenção na estrada. Garanto que cumpro melhor o código com este tipo de estratégia.

Somos todos seres humanos.
 
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Chama-lhe prevenção então, levas com a talochada de 120€ e já tens a prevenção feita [;)]

Querem falar de prevenção? Então este sinal é prevenção:

sinal-do-limite-de-velocidade-cinq%C3%BC%C3%AAnta-13477499.jpg


Está lá para prevenção e informação ao infractor que o limite é 50kmh. Depois levam com o radar e chamam caça à multa. Está bem abelha [:)]
 

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Depois as pessoas admiram-se, por exemplo, quando têm um sinistro, não têm culpa e o outro interveniente vira as coisas de pernas para o ar para ter razão, atrasando e complicando a resolução da atribuição de responsabilidades!

Infelizmente hoje em dia há uma tremenda dificuldade em ASSUMIR RESPONSABILIDADES!

Somos adultos para trabalhar, para passear, para comprar, para vender, para casar, para reclamar, para fornicar, para emigrar, para tudo e mais um par de botas, mas assumir que erramos e pagar, civicamente, por isso? Uiiiii, isso é que não, nem pensar, a mim ninguém me põe o pé em cima...

Este caso ainda é mais engraçado pois o user até assume a responsabilidade mas quer impugnar só para chatear, para perder tempo, para ocupar recursos, etc! Isto até poderia ser do mal o menos, caso não fossemos todos nós a pagar esse gasto de recursos só...porque sim!

Chamem-me paladino do CE ou o quiserem, mas há coisas que não entendo, sinceramente! :sh)
 
Last edited:
I
Há países aqui na Europa onde a prioridade é diminuir a sinistralidade e nesses países a aposta é na prevenção, com primazia de patrulhas identificadas, ações de esclarecimentos, etc etc. Há países que até cartazes com a imagem de carros da polícia colocam na estrada.

Vai a França ou à Alemanha ver isso que vais provar o que é doce. Se achas que cá há caça, lá até te falta o ar.
 
[h=3]http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3107492&page=-1


O lamentável hábito da “caça à multa”[/h] [h=5]Sou favorável a políticas de prevenção eficazes. Mas essas passam muito mais pela utilização de semáforos controladores da velocidade, ou radares e policiamento visíveis, do que pela insidiosa “caça à multa”[/h] Texto de Gabriel Leite Mota • 18/01/2015 - 17:55
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Portugal é um país onde a sinistralidade rodoviária é alta e onde existem maus hábitos de condução: muitos condutores fazem das estradas pistas de competição, outros guiam sob o efeito de álcool ou outras drogas e há ainda as manobras perigosas perpetradas pelos aselhas. Enfim, é um problema que está ligado ao baixo civismo dos portugueses (ainda fruto da sua pobreza e pouco tempo de democracia) e ao desprezo pela lei que muitos exibem.

Por tudo isso, a prevenção rodoviária é uma área fundamental de actuação das autoridades.

Ao longo dos anos, tem sido possível ir diminuindo o número de vítimas dos acidentes rodoviários, graças a uma multiplicidade de factores: melhores carros, melhores estradas, melhores condutores e maior fiscalização.

Porém, nem tudo é bom nesta história. É que, por vezes, a falta de civismo também se verifica nas autoridades. São ainda demais as vezes em que as polícias rodoviárias demonstram não estar à altura da sua função. O caso paradigmático é a estratégia da “caça à multa”.

Em Portugal, acredito que quase toda a gente já deve ter passado pela experiência de ser apanhado em excesso de velocidade nas situações mais inusitadas. Naquelas estradas onde se sabe que mais facilmente os limites de velocidade serão, inadvertidamente, quebrados (não por especial perigosidade mas porque as estradas são boas, não há muito trânsito e, tantas vezes, são a descer), aí aparecem as autoridades, plantadas num esconderijo, para “caçar a multa”.

Estiveram a fazer prevenção, estiveram a fazer pedagogia, estiveram a evitar que acidentes graves se dessem? Não, estiveram apenas a encher o pecúlio estatal. Quais pescadores de tainhas junto ao esgoto, estão, nessas ocasiões, a ter uma postura incorreta. O objectivo das forças de autoridade rodoviária devia ser a diminuição da sinistralidade e a manutenção de um fluxo de trânsito sem percalços. Não a recolha de receitas para o Estado.

Sou favorável a políticas de prevenção eficazes. Mas essas passam muito mais pela utilização de semáforos controladores da velocidade, ou radares e policiamento visíveis, do que pela insidiosa “caça à multa”. Afinal o objectivo não é “apanhar” muitos infractores, é fazer com que as infracções não ocorram! Penso, também, que se devia debater a questão dos limites de velocidade sem tabus. Afinal, qual o sentido de ser 50km/h o limite dentro das localidades? Quantas estradas não permitem já andar a mais do que isso sem que esteja em causa a segurança rodoviária? Nas autoestradas, o mesmo: porque não ter diferentes velocidades máximas em função do troço em questão ou das condições do tráfego?

Enfim, penso que a evolução nos comportamentos se devia dar nas duas direcções: cidadãos mais conscienciosos e responsáveis, autoridades mais pedagógicas, preventivas e formadoras. Talvez assim, os maus hábitos do passado (como a condução irresponsável ou a insidiosa “caça à multa”) comecem a desaparecer.
 
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