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Titanio
Guest
Já agora vou contar mais uma passada comigo na mesma AE.
Um "lindo" dia, pela manhã, ía eu entrar na AE, na Maia e, antes de passar a Via Verde verifico a existência de uma fila logo à entrada!
Parei de imediato o carro no meio da via, mesmo a estorvar quem pretendia seguir (se bem que apenas poderiam seguir alguns metros, dado o estado do trânsito)!
Dirigi-me ao escritório e "exigi" que me arranjassem uma alternativa para voltar para trás! De início o indivíduo riu-se e disse que não podia... Respondi-lhe que retirasse os cabos que separam as vias ou que arranjasse outra solução qualquer; eu não tiraria dali o carro, desse para onde desse!
O curioso é que ele acabou, após alguma discussão "acesa", por telefonar para o Hotel Ibis (um pouco mais à frente) e disse-me que poderia dar a volta na saída para o Hotel e voltar para trás. Assim fiz e o portageiro já tinha lá a minha matrícula registada para deixar passar sem pagar!
Moral da história: Não devemos pactuar com estas situações e devemos (para além de termos o direito) exigir aquilo a que temos direito para que as coisas funcionem devidamente.
Ao longo de todos estes anos já vivi algumas histórias interessantes. Sei que sou um pouco irreverente mas revolta-me que não veja ninguém a defender os seus direitos como seria de esperar. Deixemos de ser "bananas"!
Um "lindo" dia, pela manhã, ía eu entrar na AE, na Maia e, antes de passar a Via Verde verifico a existência de uma fila logo à entrada!
Parei de imediato o carro no meio da via, mesmo a estorvar quem pretendia seguir (se bem que apenas poderiam seguir alguns metros, dado o estado do trânsito)!
Dirigi-me ao escritório e "exigi" que me arranjassem uma alternativa para voltar para trás! De início o indivíduo riu-se e disse que não podia... Respondi-lhe que retirasse os cabos que separam as vias ou que arranjasse outra solução qualquer; eu não tiraria dali o carro, desse para onde desse!
O curioso é que ele acabou, após alguma discussão "acesa", por telefonar para o Hotel Ibis (um pouco mais à frente) e disse-me que poderia dar a volta na saída para o Hotel e voltar para trás. Assim fiz e o portageiro já tinha lá a minha matrícula registada para deixar passar sem pagar!
Moral da história: Não devemos pactuar com estas situações e devemos (para além de termos o direito) exigir aquilo a que temos direito para que as coisas funcionem devidamente.
Ao longo de todos estes anos já vivi algumas histórias interessantes. Sei que sou um pouco irreverente mas revolta-me que não veja ninguém a defender os seus direitos como seria de esperar. Deixemos de ser "bananas"!