Novo Citroën C5

O actual da Peugeot é um processo de transição que se iniciou com o 207 e agora com o 308...

A marca esta a mudar a filosofia e agora com o novo presidente ainda vai mudar muito mais com, existe uma restuturação subtil da parte dele. O resultado disso mesmo não se vê para já nem num espaço curto de tempo. As baterias estão apontadas para 2010...

O primeiro lugar do top de vendas está muito longe de ser um objectivo facil, e nem sempre é interessante porque obriga a uma estrategia comercial que a Peugeot não quer ter..

O objectivo futuro nem será esse...

Infelizmente isso não se faz num ano nem em dois...

Com um bocado de sorte em 2010...

Estes ciclos fazem parte da vida normal das marcas...

Agora a marca esta muito longe de estar mal...mesmo com um 207 sem motores pequenos, é o carro do segmento mais vendido na Europa...

Como estás "por dentro", decerto que tb saberás que a Citroën nao está a dormir. Espera o novo C3 para 2008 ou ainda o C-Sportlounge para finais 2008/2009, o qual é suposto ser uma especie de vitrine para a Citroën com motores hibridos(diesel suponho).
 
Acho que a industria automovel europeia percebeu finalmente que seguir os americanos numa política de "badge engeneering" não resulta na Europa.

A PSA está finalmente a enveredar por uma política de diferenciação visual absoluta com partilha de componentes mecânicos, à semelhança do que o Grupo VW também já começou a fazer (só que neste os designers estão alegremente a arruinar a Seat e a Skoda).

Questiona-se então as opções nas "franjas": C1/107/Aygo, os C8/807/Ulysses/Pherda e estes SUVs.
Julgo que por serem segmentos "menores" a análise custo de canibalização -benefício de escala será positiva.
 
Acho que este C5 vai conseguir fazer muito bem o que o C4 e a C4 Picasso já vêm fazendo, conquistar para a marca clientes que provavelmente há 5 ou 6 anos atrás diziam "Citroen nunca".apr:)

Há 6 anos atrás ainda se vendia o Xantia
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O interior do C6 tem um ar muito mais sóbrio e elegante, carro de executivo 45/55 anos, o C5 é muito mais espalhafatoso, tem ruido visual a mais para o meu gosto, muito pimp my ride, rapper mtv style.

Depois como podem ver nesta imagem a porta do C6 é peça única, material da melhor qualidade de cima abaixo, espaço de arrumação fechado e revestido com sistema de abertura suave, enquanto que a porta do C5 está dividida como é normal nesse segmento numa parte de cima, a preto, de melhor qualidade, e numa parte debaixo em plástico mais duro e menos agradável ao olhar e ao tacto.

Depois o tablier, as imagens falam por si. C5 vs. C6
 
O interior do C6 tem um ar muito mais sóbrio e elegante, carro de executivo 45/55 anos, o C5 é muito mais espalhafatoso, tem ruido visual a mais para o meu gosto, muito pimp my ride, rapper mtv style.

Depois como podem ver nesta imagem a porta do C6 é peça única, material da melhor qualidade de cima abaixo, espaço de arrumação fechado e revestido com sistema de abertura suave, enquanto que a porta do C5 está dividida como é normal nesse segmento numa parte de cima, a preto, de melhor qualidade, e numa parte debaixo em plástico mais duro e menos agradável ao olhar e ao tacto.

Depois o tablier, as imagens falam por si. C5 vs. C6

Eu acho que relativamente ao C6, muitos se deixam levar precisamente pela consola central para formular 1 opiniao sobre a qualidade do carro, que é errada. As portas que referes é de facto 1 excelente pormenor. Tenho ideia que é mesmo o único no segmento a fazê-lo(incluindo os premium). Ainda ha uns dias tive dentro de um E, e o plástico + duro que referes do C5, o E tb tem ao fundo, na zona da "gaveta". No entanto está parcialmente revestido a tecido ou com 1 tira de veludo. Nas portas do C6, nao ha lugar a plasticos duros.

O mesmo se refere ao tablier, onde o mesmo material o cobre completamente, começando na zona superior até ao fundo, a acabar na alcatifa do chao. Novamente, nao ha lugar a plasticos duros. Estes apenas existem nos pilares centrais. Num E os pilares estao revestido a tecido ou com 1 tira de veludo...mas nao se enganem, é plástico "toc toc" na mesma, ou seja, durinho lol -)
 
O interior do C6 tem um ar muito mais sóbrio e elegante, carro de executivo 45/55 anos, o C5 é muito mais espalhafatoso, tem ruido visual a mais para o meu gosto, muito pimp my ride, rapper mtv style.

Depois como podem ver nesta imagem a porta do C6 é peça única, material da melhor qualidade de cima abaixo, espaço de arrumação fechado e revestido com sistema de abertura suave, enquanto que a porta do C5 está dividida como é normal nesse segmento numa parte de cima, a preto, de melhor qualidade, e numa parte debaixo em plástico mais duro e menos agradável ao olhar e ao tacto.

Depois o tablier, as imagens falam por si. C5 vs. C6

E concluiste isso tudo por umas fotos? [:p]
 
Que as baterias apontadas para 2010 dizem respeito á PSA, Peugeot e Citroën, e nao somente á primeira.

Eu estou a falar da Peugeot, e não da PSA. Não têm nada haver com a PSA. O lançamento comercial de uma viatura com um motor hibrido não têm haver com o que estou a dizer. Coincide com esse facto e isso é comum aos dois, mas não me refiro a isso em particular.
 
A autobild ja conduziu, em exclusivo, 3 versoes diesel pré-série do C5II: 136cv, 170cv e o V6 204cv. Nao deixa de ser estranho esta escolha da Autobild para um exclusivo, já que das 3 principais revistas alemas(AutoZeitung, Autobild e AutoMotorUndSport) me parece ser a que mais critica os carros franceses.

"Le circuit pour les essais est hermétiquement fermé puisque aujourd’hui commencent les essais avec des voitures de présérie non camouflées de la nouvelle Citroën C5. Auto Bild a eu le privilège exclusif de tester trois versions diesel différentes : les deux litres de 136 et 170 cv ainsi que la version V6 haut de gamme avec 204 cv.

Première impression : une alternative réussie – non seulement par rapport à une Mondéo ou 407 mais également par rapport à la nouvelle Audi A4. Avec 4,78m, la C5 atteint presque les dimensions d’une BMW série 5. Par conséquent, on retrouve sous la jolie carrosserie, la plateforme de la C6.

Abstraction faite d’un empattement légèrement raccourci, la nouvelle Citroën possède la même suspension haute technologie que la C6 la plus faiblement motorisée (C6 Hdi 170 cv). L’hydropneumatique est de série sur les version V6 et en option sur les versions à moteurs deux litres essence de 140cv ou diesel de 170 cv.

Les suspensions métalliques (standard sur les plus faibles motorisations) ne disposent pas d’amortissement piloté, mais cela ne constitue pas un inconvénient. Tout au contraire, la mécanique réagit doucement, d’une manière progressive et gratifie les passagers d’une sensation de rouler comme Dieux en France.

Aussi quant aux moteurs, le moins peut être un plus : Le petit des diesels tourne plus harmonieusement que la version de 170 cv. Au démarrage il paraît moins « excité » et un joli couple est déjà présent dès le départ.

Très souverainement motorisée est la version V6 qui est mariée obligatoirement à une boîte automatique à 6 rapports.

Etant donné que les livraisons ne débuterons qu’en mars 2008, les détails techniques ne sont pas encore fixés. La tendance est pourtant claire : un peu plus de pep, moins de consommation et des prix quasi inchangés.

Une version hybride ne figure pas au menu. Mais, il y aura par contre une UrbanHybrid. Ce dispositif combinera le système automatique Stop and Start avec un récupérateur d’énergie au freinage par condensateurs. Il pourra délivrer ponctuellement une puissance supplémentaire de 7 cv.

Les trois lignes d’équipement exclusive (hdg), harmonie (luxe) et caractère (sport) partageront une habitabilité généreuse, des sièges confortables, un bon niveau d’équipement et des commandes intuitives mêmes pour des non-citroënistes.

Le tableau de bord d’une finition impeccable pourrait être d’origine Audi. Le volant à moyeux fixe facilite le positionnement de l’airbag mais la plupart des boutons ne sont accessibles qu’avec des doigts très longs. Aussi la console centrale surchargée de boutons aurait mieux fait d’avoir été mise à la retraite. Ainsi, la C5 reste tout de même un rien biscornue. Il eût été dommage si on lui avait enlevé tout particularité.

Conclusion : ce qui est top avec la nouvelle C5, c’est cette façon atypique pour une Citroën de laquelle elle se présente au conducteur. Cette voiture fonctionne sans perturber, elle plait sans diviser, et elle convainc sans devoir s’excuser pour des extravagances. Si maintenant la fiabilité et la qualité à long terme seront également au rendez-vous, les voitures établies de ce segment auront un problème. Car c’est aussi une voiture qui se fait remarquer."

Quem comparou o C5II ao novo A4 foi a Autobild, atençao -)
A confirmar(ou n) mais tarde.
 
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