ManuelJasmim
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Começou ontem o congresso do PS em santarem.
Ninguém deverá ficar indeferente a este exercicio politico, afinal, muito do aqui ali for discutido poderá, ou não, influenciar a nossa vida nos próximos tempos.
No entanto, os sinais, não apontam no melhor sentido. Quando seria de esperar alguma vivacidade entre os congressitas, encontramos uma apatia, só explicada pela ansia de poder, sacrificando assim os próprios valores em prol, quem sabe, do amor ao seu "querido líder".
Com a excepção dos crónicos contestários, quase sempre desenquadrados e geralmente a caminhar no sentido oposto da procissão, o congresso tem sido acima de tudo um gigantesco e demorado comicio politico, onde os congressitas no poleiro (e os que anseiam por ele) desfilam e justificam, justificando o injustificavel, ou seja, tentanto encontrar razões para:
- desculpas para não se cumprirem as promessas
- porque se governa contra a sua própria base eleitoral
- tentar perceber onde é que estão os motivos para rir
Alguns congressistas dizem que é preciso explicar aos portugueses, assim como se fossem muito burros...Como se este PM não fosse hábil na arte de "explicar".
Outros congressistas dizem que é preciso ler os sinais da rua...
E ainda, a eterna discussão, será que o PS ainda é de esquerda? esquerda moderna, esquerda reformista, esquerda, esquerda e mais esquerda? Do punho fechado, do polegar levantado, do vermelho ou da rosa? Ninguém parece entender-se.
No fundo é isto. Estamos a ser governados por um partido que ainda anda á procura da sua identidade poltitca e que nos entretantos, à falta de orientação, apoia cegamente o seu querido líder, numa lógica que em democracia é perigosa.
Ninguém deverá ficar indeferente a este exercicio politico, afinal, muito do aqui ali for discutido poderá, ou não, influenciar a nossa vida nos próximos tempos.
No entanto, os sinais, não apontam no melhor sentido. Quando seria de esperar alguma vivacidade entre os congressitas, encontramos uma apatia, só explicada pela ansia de poder, sacrificando assim os próprios valores em prol, quem sabe, do amor ao seu "querido líder".
Com a excepção dos crónicos contestários, quase sempre desenquadrados e geralmente a caminhar no sentido oposto da procissão, o congresso tem sido acima de tudo um gigantesco e demorado comicio politico, onde os congressitas no poleiro (e os que anseiam por ele) desfilam e justificam, justificando o injustificavel, ou seja, tentanto encontrar razões para:
- desculpas para não se cumprirem as promessas
- porque se governa contra a sua própria base eleitoral
- tentar perceber onde é que estão os motivos para rir
Alguns congressistas dizem que é preciso explicar aos portugueses, assim como se fossem muito burros...Como se este PM não fosse hábil na arte de "explicar".
Outros congressistas dizem que é preciso ler os sinais da rua...
E ainda, a eterna discussão, será que o PS ainda é de esquerda? esquerda moderna, esquerda reformista, esquerda, esquerda e mais esquerda? Do punho fechado, do polegar levantado, do vermelho ou da rosa? Ninguém parece entender-se.
No fundo é isto. Estamos a ser governados por um partido que ainda anda á procura da sua identidade poltitca e que nos entretantos, à falta de orientação, apoia cegamente o seu querido líder, numa lógica que em democracia é perigosa.