O estilo Sócrates

Hein?

Continuo sem perceber. Qual é o filme desta vez?


Ele pulou os varios estágios que são exigidos ao português normal.

1º Centro de saude da area de residência
2º Médico de familia e credencial para o hospital
3º hospital central da area de residência

Se estava doente quando chegou, se já apresentava sintomas, recorria a tudo na sua area de residência.

Recorre tu com uma febre a um hospital que não seja o da tua área de residência e depois vem cá contar.

Além de que ... foi declarado algum caso ou alerta de surto de dengue na Venezuela ?

Pois, bem me parecia.



Para concluir Taveirada, não é filme é constatação de factos.
 
Eu fui a uma clinica privada um médico deu-me uma carta assinada por ele a dizer que devia fazer exames complementares, e entrei directamente no hospital sem fazer triagem com uma carta de um médico!

Conheço quem tenha feito algo diferente, foi com um médico directamente ao hospital.

E agora? Sou um alien?

E aparentemente eu tinha uma dor de cabeça e febre.

Nota: Não se preocupem, era só cansaço.
 
Uma coisa é certa. O médico para o mandar ao hospital é porque era algo mais que não querem que se saiba.

Alguma vez o teu medico te mandou ao hospital por um sindroma gripal?

Pelo que li no jornal qualquer(publico prai), houve algum receio que podesse ser alguma gripe tropical ou assim apanhada enquanto esteve na américa do sul.
 
Então digo-te eu!

Foi o medico da comitiva que o aconselhou!

dificil entender...

Mas o que interessa é criticar. E para criticar por criticar é sempre melhor só saber as coisas a metade. Assim há sempre mais coisas por onde pegar, mesmo não se sabendo do que se fala...


Desculpa,

mas onde é que eu o critiquei por ter ido ao hospital?!:confused:

Eu apenas critiquei a situação pós-hospital quando o Sr. Sócrates satirizou com os jornalistas e veio com a hipocrisia de que a sua abstinência não tinha sido o motivo do seu mau estar.

Quanto ao hospital, é-me indiferente...
 
Acontece a todos os PMs. Gerir um governo não é tarefa fácil, ainda por cima com Ministros trapalhões[:D]

É excesso de trabalho e preocupações. Aconteceu o mesmo ao Guterres e ao Barroso. E ainda por cima são mal pagos.

Um PM em Portugal devia ganhar, no mínimo, 250,000 euros por mês. A sério!


250 mil não digo, mas bem mais do o que ganham. Tal como os deputados. Só assim se atrai para a política pessoas competentes.

Mas as pessoas preferem ter políticos a ganhar uma miséria para depois poderem falar mal deles por coisinhas sem qqr relevancia nacional, como se vê aqui. É uma maneira de passar o tempo.
 
Desculpa,

mas onde é que eu o critiquei por ter ido ao hospital?!:confused:

Eu apenas critiquei a situação pós-hospital quando o Sr. Sócrates satirizou com os jornalistas e veio com a hipocrisia de que a sua abstinência não tinha sido o motivo do seu mau estar.

Quanto ao hospital, é-me indiferente...
Hipocrisia??

Eu vi uma piada... mas ok. fica lá com a tua...
 
250 mil não digo, mas bem mais do o que ganham. Tal como os deputados. Só assim se atrai para a política pessoas competentes.

Mas as pessoas preferem ter políticos a ganhar uma miséria para depois poderem falar mal deles por coisinhas sem qqr relevancia nacional, como se vê aqui. É uma maneira de passar o tempo.
Há uma serie de tópicos neste forum que demonstram isso mesmo.

Neste país ainda se dá pouco valor à excelencia. E geralmente excelencia = gatunos que ganham muito e roubam o povo. O pessoal prefere que as pessoas ganhem menos e que ande tudo à rebaldaria. É a conclusão que retiro.

É por isso que quando vejo alguns tópicos da critica vazia, irrita-me.
 
A questão que se coloca, mais do que centrar atenções na pessoa em questão que, para o caso, não releva, é, terá sido esta uma verdadeira urgência? Terá a triagem sido feita como é norma?

Ó Pé Leve, tu e a tua demagogia da treta também já cheiram mal. Vai lá a um hospital, diz que acabaste de vir do Brasil e tens febre e outros sintomas do género, da triagem já não sais cá para fora e vais directo para o médico juntamente com quem te fez a triagem e imediatamente fazes análises e outros exames.

E segundo sei, seja o PM seja o PR, na sua comitiva existem sempre médicos, médicos esses que aconselharam o PM a ir a um hospital efectuar análises e exames médicos, penso que eles devem saber o que fazem não?

Sabes que eu já fui ao hospital porque tinha caido mal e aleijei-me no braço. Fiz a triagem, não tinha dores nem nada e fiquei à espera. No mesmo hospital entrei com uma cólica renal e da triagem fui imediatamente para exames médicos e recebi analgésicos. Também com o mesmo problema, ao contrário de outros pacientes, após fazer exames que me tinham sido passados pelo médico com uma carta do mesmo, tive imediatamente acesso aos resultados (demorou apenas 1 hora) e tive ordem imediata de voltar ao médico para mostrar esses mesmos exames.

O serviço de saúde funciona, a triagem é eficaz e separa realmente os casos graves, dos assim assim e daqueles que nem deviam estar no hospital. Neste caso, tendo em conta o local de onde veio o PM com as recentes epidemias e o conselho dos médicos que o acompanham justificam bem esta medida e a respectiva visita ao hospital.
 
Última edição:
se alguém telefonar para a linha telefonica da saude, com sintomas de doenças tropicais é imediatamente enviado para o hospital.

cumprimentos
 
Ó Pé Leve, tu e a tua demagogia da treta também já cheiram mal. Vai lá a um hospital, diz que acabaste de vir do Brasil e tens febre e outros sintomas do género, da triagem já não sais cá para fora e vais directo para o médico juntamente com quem te fez a triagem e imediatamente fazes análises e outros exames.
Deixa lá o odor das opiniões dos demais... Aliás recomendo-te mais correcção nos termos usados, OK?

No caso, e do que saiu nas notícias, os exames foram breves e o homem saiu medicado, sendo publicitado apenas um "síndroma gripal". Com um síndroma gripal tu, eu, ou quem quer que seja... não passa pelas urgências de hospital nenhum sem que seja feita uma triagem.

Mas eu até estou de acordo que as pessoas passem pela urgência se estiverem aflitos. Se bem te lembras sempre aqui defendi isso noutros tópicos do género, afinal não sendo nós médicos é-nos impossível saber se o nosso problema de saúde é para urgência ou não, certo?

E segundo sei, seja o PM seja o PR, na sua comitiva existem sempre médicos, médicos esses que aconselharam o PM a ir a um hospital efectuar análises e exames médicos, penso que eles devem saber o que fazem não?
Concerteza. Nunca disse o contrário.

Sabes que eu já fui ao hospital porque tinha caido mal e aleijei-me no braço. Fiz a triagem, não tinha dores nem nada e fiquei à espera. No mesmo hospital entrei com uma cólica renal e da triagem fui imediatamente para exames médicos e recebi analgésicos. Também com o mesmo problema, ao contrário de outros pacientes, após fazer exames que me tinham sido passados pelo médico com uma carta do mesmo, tive imediatamente acesso aos resultados (demorou apenas 1 hora) e tive ordem imediata de voltar ao médico para mostrar esses mesmos exames.
Já passei algumas vezes com um familiar meu nas urgências de um hospital aqui perto e só o atenderam quando eu resolvi que 4 horas de espera eram demais e entrei pelo Banco de Urgência dentro (explicando lá dentro determinadas coisas...). Foi remédio santo. O meu familiar (com três operações ao coração, com histórico oncológico e duas intervenções cirúrgicas que retiraram algumas coisas...) foi de imediato atendido e recebi um muito convincente pedido de desculpas!

O serviço de saúde funciona, a triagem é eficaz e separa realmente os casos graves, dos assim assim e daqueles que nem deviam estar no hospital. Neste caso, tendo em conta o local de onde veio o PM com as recentes epidemias e o conselho dos médicos que o acompanham justificam bem esta medida e a respectiva visita ao hospital.
Por acaso perdemos um filho porque, precisamente, isso não é verdade, nem em todos os hospitais nem em todas as situações. A triagem não é sempre feita devidamente e, por vezes, as pessoas morrem em consequência disso. No caso deu processo crime...
 
Nada de chocante aqui (mais uma vez)

1- Sistema de manchester- tempos máximos previsos de espera. Já fui com pulseira azul e fui atendido em meia hora. Para tal basta o hospital não estar demasiado cheio.

2- Vindo de paises africanos onde pode haver doenças mais sérias, parecia-me OBVIO (mas os médicos do forum podem opinar) que uma visita às urgencias é recomendada caso se desconfie de alguma doença.

Enfim, espero não ofender ninguem, mas acho este mais um caso de se fazer noticia de uma coisa que não o é. Tal como a TVI que é capaz de fazer uma reportagem sobre um gato que chegou ao topo de uma arvore e não sabe descer. E só vem confortar o meu post sobre o "ferramenta engraçada"...
 
Juro que não percebo o porquê de tanto alarido...

O PM foi ao hospital (se não tivesse ido era criticado por não confiar no SNS... se foi não devia ter ido... preso por ter cão, preso por não ter)

O PM não foi sujeito a triagem (que me recorde o PM, o PR e outros altos dirigentes de estado têm tratamento preferencial, o que acho muito bem!)

O PM tinha febre e arrepios (tanto pode ser uma gripezita como pode ser sintoma de algo pior, o que por vezes só com exames mais aprofundados é possível identificar)

O PM acabou de chegar da América Latina (ora aí está uma forte razão para ir a correr para a urgência com uma "febrezita", principalmente com os casos de doenças tropicais que se têm registado)

O PM foi atendido no HSA, no Porto, fora da sua área de residência (mal de nós se só pudessemos ser atendidos na nossa área de residência! Presume-se que o PM só terá ido lá porque os sintomas só se terão manifestado nessa altura... para qualquer doença há um período de incubação)

O PM foi aconselhado pelos seus médicos a ir ao hospital (ora ainda bem! Incauto seria o médico de um PM que perante este tipo de sintomas e depois de uma visita a um local "perigoso" não sugerisse a realização de exames complementares de diagnóstico)

Com tudo isto resta-me dizer "As melhoras, Sr. PM".
 
O PM foi atendido no HSA, no Porto, fora da sua área de residência (mal de nós se só pudessemos ser atendidos na nossa área de residência! Presume-se que o PM só terá ido lá porque os sintomas só se terão manifestado nessa altura... para qualquer doença há um período de incubação)


Não ...

(...) Vinha com febre no avião e vim só fazer umas análises.
(...)

e como já disse uns posts atrás a diferença está ai.
 
Não ...



e como já disse uns posts atrás a diferença está ai.

Ok, não foi logo... mas isso também não me espanta... quantas e quantas vezes uma febrezita não é encarada com leviandade e depois se vai a ver que é algo pior?

Se ele for como eu só ao 3º dia de febre é que vai ao médico! :sh)

Entretanto estive a ver e ele foi ao médico no mesmo dia em que chegou da Venezuela. Teve a inauguração da A17 pelo caminho e só à noite foi ao médico. Não vejo nada de extraordinário.
 
Última edição:
Não vejo nada de extraordinário.

Eu também não vejo nada de extraordinário, um cidadão recorrer a uma urgência, mas para isso é preciso que haja coerência.

Coerência essa que vai faltando, é que muito se tem dito sobre evitar o recurso ás urgências ...

Artigo de opinião do Ministro da Saúde, Correia de Campos, publicado no jornal Público, edição de 6 de Dezembro de 2007.




A política do Ministério da Saúde (MS) de desenvolver o atendimento regular de consultas externas programadas, quer em hospitais quer em centros de saúde, em vez de responder à procura, apenas com urgências e consultas de SAP, continua a dar resultados positivos.


Assim, na comparação entre 2004 e 2006, as consultas externas hospitalares aumentaram 9,4 por cento, ou seja, mais 865,8 milhares de consultas. No mesmo período, as urgências hospitalares subiram 5,1 por cento, ou seja, mais 311,4 milhares, abaixo das consultas.


As consultas em centros de saúde, programadas, subiram 3,5 por cento, ou seja, mais 923,2 milhares. Mas as consultas em “SAP e afins”, não programadas, baixaram 10,3 por cento, ou seja, 743,2 milhares de consultas a menos.
No total, em dois anos (2004 a 2006), adicionando consultas programadas em hospitais e centros de saúde, a utilização aumentou 4,8 por cento, ou seja, mais 1.669 milhares de consultas. Adicionando urgências e “SAP e afins”, no mesmo período, a utilização baixou 3,2 por cento, ou seja, menos 432 mil contactos.


O SNS não só ampliou a sua oferta-utilização global em ambulatório, líquida, em mais 1,237 milhares de actos, como reduziu a importância relativa das consultas de urgência e em “SAP e afins”, de 28 por cento para 26 por cento - o que significa indiscutível melhoria da qualidade.


Esta tendência acentuou-se, em 2007, com os dados já colhidos dos primeiros nove meses. Adicionando urgências hospitalares e consultas em “SAP e afins”, a importância relativa do atendimento não-programado no total de contactos em ambulatório baixou de 25,9 por cento para 23,8 por cento, sendo provável que para todo o ano de 2007 não suba acima dos 24 por cento.



É expectável que, quando terminar 2007, se acentue esta tendência de redução da importância relativa dos contactos não-programados - o que é positivo.


Algumas consultas de urgência e muitas de “SAP e afins” são consultas com menor valor acrescentado que uma consulta programada em hospital ou em centro de saúde.


Ela representa redução de procura trivial, pelo facto de os meios programados – centro de saúde e hospital – terem ampliado a sua resolutividade, isto é, os cidadãos sentirem que a sua assistência lhes resolveu os problemas, sem necessitarem de voltar ao SAP ou à urgência.



Pode também ser atribuível ao novo atendimento telefónico do Centro de Atendimento Saúde 24. E até pode acontecer que parte desta procura corresponda a estractos sócio-económicos médio-alto e alto e tenha sido encaminhada para o sector privado, onde se observa um aumento de oferta de atendimento permanente, em Lisboa (Público, 01/12/2007).


É indiscutível a reorientação do sistema para a melhoria da qualidade, normalmente associada a consultas programadas.


A mais importante melhoria no acesso em ambulatório consiste no lento mas firme crescimento das primeiras consultas no total das consultas, tanto em hospitais como nos centros de saúde.



No sector hospitalar, as primeiras consultas passaram de 24,9 por cento em 2005 para 26 por cento no total acumulado até Agosto do ano de 2007.

E nos centros de saúde, as primeiras consultas, no total dos atendimentos, subiram de 20,2 (2004) para 26,6 por cento (2007, oito meses). O SNS aperfeiçoa-se de forma consistente.
Correia de Campos
Ministro da Saúde
Fonte: Público, edição de 6 de Dezembro de 2007


Ou seja os Médicos da comitiva do nosso PM e o nosso PM acabaram por ser negligentes, por não actuarem da mesma forma como pedem aos cidadão para actuarem, recurso imediato ao centro de Saúde para não sobrecarregar as URGÊNCIAS.
 
Eu também não vejo nada de extraordinário, um cidadão recorrer a uma urgência, mas para isso é preciso que haja coerência.

Coerência essa que vai faltando, é que muito se tem dito sobre evitar o recurso ás urgências ...




Ou seja os Médicos da comitiva do nosso PM e o nosso PM acabaram por ser negligentes, por não actuarem da mesma forma como pedem aos cidadão para actuarem, recurso imediato ao centro de Saúde para não sobrecarregar as URGÊNCIAS.

Julgo que o facto de ele ter sido consultado pelo médico pessoal substitui a ida ao Centro de Saúde / SAP e se deveu à possível gravidade da situação, isto porque os exames feitos terão sido em princípio semelhantes aos que seriam feitos no Centro de Saúde. Que eu saiba um CS não tem meios de diagnóstico para despistar possíveis doenças tropicais, mas quanto a isto era bom ter a opinião de quem conhece esta realidade por dentro.
 
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