O estilo Sócrates

como é que o Bush tirou o curso?

Nada a ver, as faculdades norte americanas é outro mundo.

O semestre passado tive um professor que tirou um mestrado no MIT e em plena aula, começou a falar do MIT, e deu exemplo de perguntas básicas que viu em exames finais de algumas disciplinas ( de licenciatura...), e eram mesmo básicas, e era o MIT, que tem a fama que tem, agora imagina as outras univ, embora tenha ideia que o Bush até estudou numa das melhores univ de lá, mas lá por ele ser assim não quer dizer que seja burro, mas estávamos a falar do Sócrates.
 
Edit: Mas o que é mesmo triste é conhecer gente a trabalhar como caixa de hipermercado com mais formação académica que o nosso 1º...

Mas que tem um curso a ver com ser Primeiro-Ministro. Aqui o que está em causa é mentir no currículo, não é não ter formação. Que eu saiba ainda não existe nenhum curso para Primeiro-Ministro!

Ouviram esta do MST agora na TVI:

Então o sr. Procurador acha que não há razões para investigar este caso do PM com tudo o que já veio a público?? Não foi ele que criou uma equipa especialíssima para investigar o PC com base num livro da Carolina Salgado?

[:)][:)] apr:)apr:)

Bem.. Do MST é preciso sempre retirar aquilo que vale a pena. Pessoalmente o que ele diz entra-me a 100 e sai a 200.
 
Se houver decencia, só tem uma saída, a porta do fundo.


Nada disso.

Não lhe caiem os parentes na lama se vier a publico pedir desculpa aos portugueses por ter sido omisso ou ter faltado á verdade quanto ás suas reais habilitações ou ter usurpado o titulo por antecipação.

Até pode ser bom governante ou PM, mas um mentiroso ou se retrata ou será sempre um mentiroso eternamente.

E não venha com a desculpa que disse correctamente as suas habilitações, ou outros é que interpretaram mal e erraram, tendo publicado que ele era "Engenhocas" e ele deixou que o logro continuasse ... sabia-lhe bem.
 
Eu acho uma coisinha... eu tirei uma licenciatura e nao tenho nenhuma prova que a tirei, bem, a unica coisa que tenho é... o meu diploma. Se me pedirem mais que isso, nao tenho. Se a univ. tem a minha info? acredito que sim... se o ministerio tem? Espero que sim...


No teu caso podes estar descansado, os Serviços Académicos da UMinho têm a tua vidinha toda informatizada, não só as cadeiras que frequentaste, a nota que tiraste, e o docente que te deu a nota e em que ano, como guardam registo de todas as pautas de todos os exames a que estiveste inscrito, o que significa que se amanhã fores ministro e um jornalista tiver acesso aos teus dados na Universidade até sabe quantas vezes foste a exame de análise matemática ou discreta, quantas vezes chumbaste a essas cadeiras e ao fim de quantas tentativas conseguiste passar (isto supondo que ninguém passa às análises e a discreta à primeira!)[:)]

Mas que tem um curso a ver com ser Primeiro-Ministro. Aqui o que está em causa é mentir no currículo, não é não ter formação. Que eu saiba ainda não existe nenhum curso para Primeiro-Ministro!

Sim, não existe curso para primeiro-ministro, e ter formação académica não é condição obrigatória para ser primeiro ministro, mas a mim, pessoalmente sentia-me ligeiramente melhor saber que os nossos políticos são pessoas com estudos do que sem eles...
Tipo, ando eu aqui a estudar sabe Deus com que sacrificio e a ouvir a ladaínha dos velhos do restelo a dizer que tenho de estudar e tirar um curso se quiser ser alguém na vida (quantos de nós não ouvimos isto em alguma altura na vida) e afinal ando enganado, vou largar os estudos e candidatar-me à presidência da república!?!
Acho que de certa forma esta história vem descredibilizar ainda mais a classe política em geral...

De resto concordo e compreendo que o problema está no tempo que durou esta mentira e na mentira em si, e não no simples facto de não ter estudos que dizia ter!

Cumprimentos
 
Eu tenho a certeza que vai ficar. Criaram uma confusão algo estranha... nenhuma universidade pode "dar" cursos. simplesmnete nao consegue... agora... ter um diploma falso é possivel... mas se houver provas de um lado e de outro, pagamentos, exames, etc etc... tudo fica esclarecido.
 
Então não é que [citação do Público] "António José Morais, então director do Departamento de Engenharia Civil da UnI, leccionou 4 das 5 cadeiras concluídas na Independente. Segundo o próprio, este grupo de disciplinas, algumas do 3º ano, outras do 5º, representava todas as cadeiras leccionadas por aquele professor na UnI. António José Morais foi, simultaneamente ao período em que deu aulas, adjunto do secretário de Estado da Administração Interna, Armando Vara, colega do Governo de Sócrates, e mais tarde director do Gabinete de Equipamento e Planeamento do Ministério da Administração Interna."

Um professor que lecciona 4 cadeiras. 4! Que simultaneamente é boy do PS e que posteriomente é nomeado novamente pelo PS para um alto cargo na Administração Pública.

Estou a ver na Sic Noticias e o irónico é que inicialmente ao Público quando questionou quem tinha dado estas 4 cadeiras, respondeu que não se recordava! :sh)
Se ainda fossem 4 profs. diferentes tudo bem, agora, a pessoa que foi, que é conhecida de José Sócrates, lecciona-lhe todas as 4 cadeiras e ele diz inicialmente que não se recordava?
Humm... aqui tem de haver gato!

Cumprimentos
 
O Rigor, A excelência...

Boys, boys...

Isto nunca teria acontecido numa universidade pública!!!

OS FPS (do quadro, não os assessores) são o garante da legalidade.
 
O Rigor, A excelência...

Boys, boys...

Isto nunca teria acontecido numa universidade pública!!!

OS FPS (do quadro, não os assessores) são o garante da legalidade.
Isso é verdade...

Bendita uminho...

Acho esta publicidade muito má para as univ. privadas.
 
"Primeiro-ministro atribui “lapso” à Assembleia da República

Sócrates diz ser “alheio” a erros na biografia dos deputados de 1993
10.04.2007 - 20h01 PUBLICO.PT


A referência nas biografias oficiais da Assembleia da República de 1993 à licenciatura em Engenharia Civil de José Sócrates “está errada e constitui um lapso ao qual o primeiro-ministro é completamente alheio”, refere uma nota do gabinete do chefe do Governo divulgada hoje.

No site do Governo, o gabinete de Sócrates explica que nas indicações curriculares fornecidas pelo actual primeiro-ministro aos serviços da Assembleia da República, “tanto na V Legislatura (1987-91) como na VI Legislatura (1991-95), foi expressamente mencionada pelo próprio a sua condição de Engenheiro Técnico e de titular do bacharelato em Engenharia Civil”.

As biografias oficiais da Assembleia da República de 1993 já apresentavam José Sócrates como licenciado em Engenharia Civil, três anos antes de ter concluído a sua licenciatura na Universidade Independente, avançou hoje o Rádio Clube Português.

Nos registos do Parlamento sobre o então deputado socialista eleito por Castelo Branco surgia uma licenciatura em Engenharia Civil, apesar de o actual primeiro-ministro já ter afirmado que apenas terminou a licenciatura em 1996, o que coincidiu com o exercício de funções de secretário de Estado adjunto do Ministério do Ambiente.

Nesse ano de 1993, o registo académico de José Sócrates incluía apenas um bacharelato em Engenharia pelo Instituto Superior de Engenharia Civil de Coimbra, que foi concluído no fim da década de 1970.

Desde então, José Sócrates frequentou o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa e a Universidade Independente, tendo obtido aí o diploma em Setembro de 1996."

Em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1290799&idCanal=34
 
"Distinção entre vida privada e responsabilidade pública

Francisco Louçã: Sócrates deve esclarecer se favoreceu ou foi favorecido pela Independente
10.04.2007 - 17h50 Lusa


O coordenador da comissão política do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, defendeu hoje que o primeiro-ministro, José Sócrates, deve esclarecer publicamente se favoreceu ou foi favorecido por alguma universidade privada.
"O que é importante e indispensável saber é se o primeiro-ministro em algum momento favoreceu uma universidade ou se a universidade em causa o favoreceu a ele em algum momento da sua vida. O favorecimento não poderia nunca ser aceitável e sobre isso deve haver explicações", afirmou Francisco Louçã, em declarações aos jornalistas, na sede do BE, em Lisboa.

Louçã, que foi o primeiro líder partidário a prestar declarações sobre a polémica em torno do currículo de José Sócrates, foi cauteloso nas afirmações e disse "fazer a distinção" entre a vida privada e a responsabilidade pública.

Primeiro-ministro e fecho da Independente

O deputado argumentou que falou agora sobre o assunto porque a questão "se misturou" com o encerramento compulsivo da Universidade Independente, anunciado ontem pelo ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, numa conferência de imprensa em que também se pronunciou sobre o currículo académico do primeiro-ministro.

"No contexto do debate sobre a Universidade Independente tem sido muito discutida a evolução do curso do primeiro-ministro [na Universidade Independente]. (...) Há uma questão maior, que é saber da relação entre empresas e interesses privados e responsáveis públicos. Essa é a primeira questão e é por ela que se deve começar", defendeu Francisco Louçã.

Em relação a outros aspectos, como "saber se foi dez ou 17 valores, se faltava às aulas ou se não faltava", Louçã considerou que "não interessa, não é relevante, não é politicamente significativo".

"Teria sido bom" que Sócrates tivesse esclarecido assunto há mais tempo

No entanto, Francisco Louçã defendeu também que "teria sido bom" que José Sócrates tivesse esclarecido o assunto há mais tempo.

Questionado sobre o facto, hoje conhecido, de José Sócrates surgir na Biografia dos Deputados da Assembleia da República como licenciado em Engenharia Civil em 1993, um diploma que apenas obteve em 1996 na Universidade Independente, Francisco Louçã disse apenas esperar que "seja esclarecido".

"Eu não estava na Assembleia da República nesse momento, não tenho nenhum conhecimento senão indirecto, enfim, espero que seja esclarecido", disse o líder do BE.

Fecho da Independente: "O Governo fez bem"

Sobre o encerramento da Universidade Independente anunciado pelo ministro do Ensino Superior por degradação pedagógica da instituição, Francisco Louçã defendeu que "o Governo fez bem".

Louçã desafiou o ministro da tutela para que faça uma auditoria sobre "as universidades privadas e sobre o desenvolvimento de tantos cursos desnecessários, desorganizados e improcedentes".

"A clareza sobre o ensino superior é o que deve ser exigido neste momento ao Governo", afirmou ainda o coordenador da comissão política do BE."

Em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1290790
 
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