O estilo Sócrates

Como queiras, aqui ninguém intrepretou á linha, e sim tens razão. No entanto a frase vem na alusão da velha ideia "quem não deve não teme".

Insinuações populistas e apregações de policias politicas por alguém mover um processo por alegada prejurio ou seja lá o que for é que não. O alguém visado é 1º ministro que tem tanto direito como os outros de defender o Bom nome,
Por este mundo virtual fora existe provavelemnte muita materia que podia ser alvo de novelas deste tipo, desta vez o visado esteve para se chatear.

Mais uma vez bem dito[;)] , antigamente era melhor escrevia-se um artigo de opinião num jornal/revista mas com identificação prévia do autor da escrita assim não havia "máscaras".
 
O arguido deste caso também não escrevia sob o anonimato.

Eu sei[;)] mas também já disse noutro tópico que fala sobre este assunto o seguinte.

Citação:
Originalmente Colocado por Manoel
O homem não fez uma coisa nem outra.


1. Apontou factos e contradições, sempre documentados. Opinou. Trata-se então de delito de opinião...

2. Identificou-se; coisa rara no mundo dos blogs...Está lá para assumir. Assim estivessem todos.


Nada a temer então.
 
O tal das 4 cadeiras...

O tal das 4 cadeiras...

António José Morais foi acusado pelo Ministério Público de crimes de corrupção e branqueamento de capitais no âmbito do inquérito sobre a construção de uma estação de tratamento de lixo na Cova da Beira. Neste processo, segundo informações recolhidas pelo Expresso, foram constituídos cinco arguidos, mas o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa determinou alguns arquivamentos.
O ex-professor de José Sócrates na Universidade Independente esteve ligado à construção do aterro sanitário, em 1996, através do seu gabinete de engenharia o GEASM que preparou o projecto, o programa do concurso, o caderno de encargos e avaliação técnica das propostas. O gabinete de António José Morais foi representado por Ana Simões Morais, a sua ex-mulher, uma vez que ele estava à frente do Gabinete de Estudos, Planeamento e Instalações (GEPI) do Ministério da Administração Interna.O dono da obra foi a Associação de Municípios da Cova da Beira e o projecto foi executado pela empresa HLC.
Só em 1999, após uma denúncia anónima, a Polícia Judiciária começou a investigar as suspeitas de corrupção denunciadas. O inquérito arrastou-se no tempo devido ao atraso nos pedidos de colaboração internacional feitos pelas autoridades portuguesas que procuravam o rasto de dinheiro que terá circulado em contas bancárias de alguns dos intervenientes neste processo.
José Sócrates, à altura dos factos secretário de Estado do Ambiente, nunca foi ouvido no inquérito no qual foram constituídos cinco arguidos. Além de Morais e da sua ex-mulher, foram ainda constituídos como arguidos Silvino Rui Alves, Horácio Luís de Carvalho (dono da empresa HLC) e Jorge Cruz Pombo, antigo presidente da Câmara da Covilhã. O Expresso não conseguiu apurar sobre quais destes arguidos é que foi proferido despacho de arquivamento.

in Expresso.pt
 
António José Morais foi acusado pelo Ministério Público de crimes de corrupção e branqueamento de capitais no âmbito do inquérito sobre a construção de uma estação de tratamento de lixo na Cova da Beira. Neste processo, segundo informações recolhidas pelo Expresso, foram constituídos cinco arguidos, mas o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa determinou alguns arquivamentos.
O ex-professor de José Sócrates na Universidade Independente esteve ligado à construção do aterro sanitário, em 1996, através do seu gabinete de engenharia o GEASM que preparou o projecto, o programa do concurso, o caderno de encargos e avaliação técnica das propostas. O gabinete de António José Morais foi representado por Ana Simões Morais, a sua ex-mulher, uma vez que ele estava à frente do Gabinete de Estudos, Planeamento e Instalações (GEPI) do Ministério da Administração Interna.O dono da obra foi a Associação de Municípios da Cova da Beira e o projecto foi executado pela empresa HLC.
Só em 1999, após uma denúncia anónima, a Polícia Judiciária começou a investigar as suspeitas de corrupção denunciadas. O inquérito arrastou-se no tempo devido ao atraso nos pedidos de colaboração internacional feitos pelas autoridades portuguesas que procuravam o rasto de dinheiro que terá circulado em contas bancárias de alguns dos intervenientes neste processo.
José Sócrates, à altura dos factos secretário de Estado do Ambiente, nunca foi ouvido no inquérito no qual foram constituídos cinco arguidos. Além de Morais e da sua ex-mulher, foram ainda constituídos como arguidos Silvino Rui Alves, Horácio Luís de Carvalho (dono da empresa HLC) e Jorge Cruz Pombo, antigo presidente da Câmara da Covilhã. O Expresso não conseguiu apurar sobre quais destes arguidos é que foi proferido despacho de arquivamento.

in Expresso.pt

Falsidades! Esse sr. deve ser um cidadão e prof. universitário exemplar!

Faz tudo parte da cabala contra o Socrates![:D]
 
Tudo boa gente...

É por isso que os aterros sanitários do tempo do Guterres cheiram
mal que se fartam. Pelos vistos não são só os aterros que cheiram mal,
mas também os intervenientes da sua construção.
No fundo os aterros estão feitos à semelhança de quem os fez. [:)]
 
"Engº" Socrates e a Mordaça (Do Estado ???)

"Engº" Socrates e a Mordaça (Do Estado ???)

Após cerca de DOIS ANOS E MEIO, a veicular a mesma versão na Blogosfera o autor blog "Do Portugal Profundo" foi colocado na justiça portuguesa pelo sr. Engº José Socrates Primeiro Ministro da Republica Portuguesa.

DOIS ANOS E MEIO, e só agora, é que alguém se encheu de pruridos, e alega um atentado contra o seu bom nome!
DOIS ANOS E MEIO depois, e após muita tinta e investigações de orgãos de comunicação social, e o Sr. Primeiro Ministro sai-se agora com esta !?

Não percebo !

Fica a resposta do auto do blog, publicada ontem.




Mordaca.jpg



Informa hoje, 26-6-2007, o Público que o Dr. José Maria Martins já terá entregue a petição na Assembleia da República para inquérito parlamentar sobre o Inquérito Cova da Beira.

Perante a indignação popular sobre a desvergonha na administração do Estado, o sistema retalia com a perseguição política da liberdade de expressão e a convocação do poder judicial, formalmente independente, para essa mordaça.

O Público de hoje, 26-6-2007, refere ainda o caso do anunciado processo por difamação (!?...) do primeiro-ministro José Sócrates contra mim. Também o PortugalDiário de há pouco (26-6-2007, 10:24) noticia a resposta ao processo intentado pelo primeiro-ministro.

Os cidadãos não têm de aceitar a sujeição ao abuso do Estado. Eu entendo que, em democracia, não é correcto o recurso aos tribunais por causa de supostos delitos de informação ou de opinião - quando não se concorda, contra-argumenta-se, contestam-se os factos e expõem-se as razões.

Não queria crer, conforme expliquei aos media na sexta-feira passada, dia 22-6-2007 (oiça-se o original de dois extractos na TSF), porque não acredito na vingança, mas parece que é real. Um primeiro-ministro que processa alguém, como eu, que, há dois anos e quatro meses! - como salientou, no programa "As Escolhas de Marcelo", o professor Marcelo Rebelo de Sousa na RTP-1 no domingo, dia 24-6-2007 (aos cerca dos 29 minutos e 12 segundos da gravação) - por este ter levantado dúvidas fundamentadas e publicado a verdade sobre a utilização indevida do título de engenheiro e o seu percurso académico age contra a liberdade de expressão. Aliás, na mesma linha de contestação, António Barreto escreveu na sua coluna no Público (com o título de "OPA sobre o País", no mesmo dia 22 de Junho, que "o processo que Sócrates intentou agora contra um "bloguista" que, há anos, iniciou o episódio dos "diplomas" universitários do primeiro-ministro é mais um passo numa construção que ainda não tem nome" - Barreto não lhe arrisca o nome, mas o povo, em surdina, já o segreda.

Porém. Se forem processados pelos detentores do poder, os cidadãos não devem amochar, sendo a partir daí, legítima a resposta no mesmo foro, responsabilizando o cumprimento da constitucional independência dos tribunais. Os cidadãos não têm de comer um processo e calar a sua voz, com a resignação dos súbditos perante o todo-poderoso, sem denunciar o abuso sofrido e pedir a sua reparação. De outro modo, deixamos resvalar a liberdade para a beira da cova.


Pós-Texto: este post foi actualizado às 12:34 de 26-6-2007, além das usuais emendas após publicação.


Limitação de responsabilidade (disclaimer): José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa não é suspeito ou arguido no seu percurso académico do cometimento de qualquer ilegalidade ou irregularidade; nem, por isso, a Universidade Independente, os seus dirigentes e docentes.

Publicado por António Balbino Caldeira em 6/25/2007 09:01:00 AM

BLOG do Portugal Profundo
 
Pois...

"Sócrates o ditador"

por António Barreto



«A saída de António Costa para a Câmara de Lisboa pode ser interpretada de muitas maneiras. Mas, se as intenções podem ser interessantes, os resultados é que contam.



Entre estes, está o facto de o candidato à autarquia se ter afastado do governo e do partido, o que deixa Sócrates praticamente sozinho à frente de um e de outro. Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração. Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal.



A ponto de, com zelo, se exceder: prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar. Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido. Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos.



Onde estão os políticos socialistas? Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado? Uns saneados, outros afastados. Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão. Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo. Manuel Alegre resiste, mas já não conta.



Medeiros Ferreira ensina e escreve. Jaime Gama preside sem poderes. João Cravinho emigrou. Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão.



Almeida Santos justifica tudo. Freitas do Amaral reformou-se. Alberto Martins apagou-se. Mário Soares ocupa-se da globalização. Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores. João Soares espera. Helena Roseta foi à sua vida independente. Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância. O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado. Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista. Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.



Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa. Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão. E não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais. Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente. Mas tratava-se, politicamente, de questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.



O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário. Crispado. Despótico. Irritado. Enervado.



Detesta ser contrariado. Não admite perguntas que não estavam previstas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Deseja ter tudo quanto vive sob controlo.



Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.



Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer. Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.»



[ Público assinantes]
 
Impossível.
O Zezé Sócrates é um bom rapaz e vocês são uma cambada de más línguas [:D]
O homem limitou-se a oferecer uns ETARs ao seu futuro professor que por sua vez até se disponibilizou-se a oficializar uma licentiatura num domingo [:)]
O que é que vocês querem mais? Se não se faz nada, queixam-se. Agora que aparecem estes empreendedores, amigos dos seus amigos, a trabalharem num domingo, armam logo confusão????[:)] [:)] [:)]
 
"A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa."

Há, pois, muitas formas de amordaçar...

Já nem é necessário ameaçar com as prisões.
Basta insunuar algo parecido com isto: vais ficar sem vencimento sem 300 dias. Já pensaste como vais pagar as prestações que te batem à porta no final do mês? Juizinho!!!!
 
Joe "parvenu" Berardo sobre Sócrates:

«Pensei que já não havia homens assim em Portugal! É um homem que sabe mandar e fazer obedecer.»
 
Parte desta batalha só poderá ser ganha se a imprensa tiver coragem de bater com a mão no peito e enfrentar mano a mano o sistema e os seus multifacetados lobbies.

Parece-me que uma aragem começa a soprar nalguns media - o winds of change - mas ainda é preciso percorrer um longo caminho para que o grande publico se aperceba das mentiras, do teatro, das fachadas, dos embustes, manobras de contra-informação, desinformação e do significado de determinadas "carreiras politicas" e de como a democracia não tem sido exercida na sua plenitude.

A internet há dez anos era uma realidade completamente diferente, hoje em dia evoluiu, como um monstro na garagem, e apanhou de surpresa um sistema organizado e corrupto que conseguiu sempre controlar a maior parte das fontes de informação.

A vox populi dos blogs, dos fóruns e mais recentemente do Youtube - autentico speakers corner -está lentamente e sem que nos apercebamos a abrir brechas grandes neste muro de manipulação da classe politica sujeita a círculos fechados e herméticos que tal como um parasita se alimentam e definham o organismo que os faz viver.

Este processo a Balbino Caldeira foi um erro crasso e apenas fará com que o que estava já a começar a decompor seja exposto e feda na praça publica.

Tony Blair referiu recentemente que a internet deve estar sob alçada do Estado e controlada num estilo que em tudo parece inspirada no chinês.

Isto será o suficiente para que um dia se faça uma revolução, tal como dizia Fernando Pessoa "a mentira não tem ninho, tudo é verdade e caminho"
 
O que tu ainda esperas da imprensa e dos media!...

Sobre esses senhores ocorre-me: vendidos (para não usar outro termo profissional mais facilmente reconhecível...)!
 
:) A oposição está tão fraquinha que o Sócrates ainda tem de fazer oposição a ele mesmo.

Não é a oposição que é fraquinha. É o governo que governa tão bem que não há oposição possivel. ..

Basta ver estas ideias sobre o código do trabalho. É incrivel como as vozes que se levantaram contra Bagão Félix agora nem se ouvem. O silêncio dessas pessoas é acima de tudo uma falta de vergonha.

E também aqui no fórum se nota esse fenomeno.
 
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