O estilo Sócrates

Não preocupa nada o facto de o Socas ser ou não engenheiro.

De resto, já firmou plenamente os seus créditos como merceeiro.

Preocupa-me antes o facto de, a confirmar-se a suspeita, ser uma mentira que permitiu a subida ao poder de um comum aldrabão.

Se juntarmos a isto o facto de a instituição que o licenciou estar como está, correndo as suspeitas que correm sobre tráfico de diamantes e lavagem de dinheiro, se calhar começamos a interrogar-nos se o manifesto interesse e preocupação do nosso PM se deverão exclusivamente à nostalgia académica.

Mas deve vir um honoris causa a caminho...
 
Não preocupa nada o facto de o Socas ser ou não engenheiro.

De resto, já firmou plenamente os seus créditos como merceeiro.

Preocupa-me antes o facto de, a confirmar-se a suspeita, ser uma mentira que permitiu a subida ao poder de um comum aldrabão.


A sério? Acordou agora, querem ver?? [:D] [:)] [:)]
 
Encerrando definitivamente a minha participação neste tópico (do meu ponto de vista, já todas as teorias foram apresentadas), pergunto-me se realmente pensam que uma pessoa que, com as responsabilidades que tinha como ministro e hoje como primeiro-ministro, iria colocar em causa o seu futuro profissional desta forma...

Por muito que queiram encontrar uma razão para tirar Sócrates do governo, a minha convicção é que vamos ter de levar com ele por muito tempo ainda.

Ainda relativamente ao assunto do tópico, o Expresso noticia que a UnI está já a averiguar nos arquivos deles, e esta semana, para bem [e mal] do povo, o assunto será definitivamente encerrado (já cheirava mal [:vm)] ).

Cumps [;)]
 
...correndo as suspeitas que correm sobre tráfico de diamantes e lavagem de dinheiro, ...
...se o manifesto interesse e preocupação do nosso PM se deverão exclusivamente à nostalgia académica...

e o gajo seria o chefe do bando ou apenas um homem de mão [:D] [:D] [:D]
 
Desculpas por me citar a mim próprio mas.....

Desculpas por me citar a mim próprio mas.....

Este género de atitudes inquisitoriais são dispensáveis;)


Saiu um reportagem-entrevista no Jornal CRIME de 14 de Abril de 2005.
Página 8 e 9 (fora a primeira).

As acusações partem de uma pessoa identificada </u>que investigou e esbarrou no Muro de silêncio.

António Caldeira, professor e autor do blogue "doportugalprofundo".
O próprio jornal pediu de novo esclarecimentos a todos os envolvidos.
Aí tens todas as tentativas de esclarecimentos de um "Licenciatura fictícia".

E há duas hipóteses de actuação por parte da Universidade Independente ou do Sr. José Sócrates: Ou esclareciam ou processavam.

Como não fizeram nem uma nem outra...... e as datas falam por si podes tirar as conclusões que quiseres... por ti;).


A notícia saiu no CRIME em 14 de Abril de 2005.

2005.

Já antes o prof. Universitário António Caldeira tinha pedido elementos para "compreender" uma licenciatura pré 1ª fornada de licenciados e numa altura em que o Sr tinha cargos políticos.

Agora, e só agora, deixou ver o processo na U.I.
E mesmo assim, depois de tanto tempo - 2 anos, o processo está uma vergonha de incoerência.....

Já nada escamoteia o Sr. Engenheiro com licenciaturas da Farinha Amparo....

Triste e escusado.

Sr. Eng. da FARINHA AMPARO.
Perdão.
Sr. Licenciado em eng. da FARINHA AMPARO.
 
"O presidente do ISCTE, Luís Reto, assegurou hoje que o primeiro-ministro concluiu um MBA (Master of Business Administration) na instituição «em 2004 ou 2005», garantindo que José Sócrates foi «o melhor aluno do curso»
O dirigente do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) falou à Lusa para reagir à afirmação que o director do jornal Público fez na edição de hoje do Jornal das 9 da SIC Notícias.
Segundo José Manuel Fernandes, o primeiro-ministro «frequentou» um MBA (curso de pós-graduação) no ISCTE, mas «não completou».
«Os professores dizem que foi um aluno aplicado», afirmou o director do Público, assegurando que o José Sócrates «não completou [o MBA] porque, entretanto, entrou para o Governo», assegurou José Manuel Fernandes.
O presidente do ISCTE garantiu, no entanto, que «o engenheiro José Sócrates concluiu com êxito todas as disciplinas do MBA, tendo obtido a classificação de 17 valores, sendo - em ex-aequo com outro colega - o melhor aluno do curso».
Ainda de acordo com o presidente do ISCTE, «o primeiro-ministro concluiu o seu MBA em 2004 ou 2005».
As habilitações académicas do primeiro-ministro têm sido postas em causa, sobretudo na sequência da notícia da última edição do jornal Expresso que referiu que o primeiro-ministro completou a sua licenciatura em Engenharia Civil na Universidade Independente (UnI) num domingo de Setembro de 1996, dia em que foi assinado o diploma de final de curso.
De acordo com o jornal, a Universidade mostrou documentos que põem em causa a validade da licenciatura de José Sócrates, enquanto que responsáveis da universidade afirmaram nunca ter visto o primeiro-ministro na Independente enquanto aluno.
Reagindo à notícia, o gabinete de Sócrates considerou o caso como uma tentativa de descredibilizar o primeiro-ministro e divulgou um currículo de José Sócrates no qual é referido o seu bacharelato pelo ISEC, a licenciatura em Engenharia Civil pela Universidade Independente, com frequência no ISEL, e a pós-graduação com MBA em gestão de empresas pelo ISCTE."

Fonte: SOL


Só falta dizerem que foi o melhor aluno da historia. [:)]
 
Estudo diz que não houve nenhum diplomado no curso de Sócrates em 1996
04.04.2007 - 23h30 Ricardo Dias Felner


Um estudo do Ministério do Ensino Superior revela que em 1996 não houve nenhum aluno diplomado em Engenharia Civil, pela Universidade Independente (UnI). Este dado contraria os documentos, apresentados ao PÚBLICO como fazendo prova da licenciatura do primeiro-ministro, que indicavam que José Sócrates havia concluído o curso no dia 8 de Setembro de 1996. (Ver mais amanhã no PÚBLICO)
Em declarações ao PÚBLICO, o assessor de imprensa do primeiro-ministro, Luís Bernardo, reafirmou que “o primeiro-ministro acabou a licenciatura em 1996”, remetendo qualquer explicação sobre o resultado do estudo para a UnI. “Isso não é um problema do primeiro-ministro. A questão terá de ser colocada à UnI e ao Ministério do Ensino Superior.”

Contactado pelo PÚBLICO, o reitor da UnI à época, Luís Arouca, recusou-se a dar qualquer esclarecimento. “Estou em completo black out relativamente a esse assunto”, disse.

De acordo com o levantamento estatístico Diplomados (1993/2002), elaborado em 2004 pelo Observatório da Ciência e do Ensino Superior (OCES), só se licenciaram na UnI, no ano de 1996, alunos dos cursos de Ciências da Comunicação (67) e de Relações Internacionais (25).

A razão pela qual a maioria dos cursos ainda não tinha qualquer licenciado, nesse período, deve-se ao facto de a UnI ter começado a funcionar em 1994/95.

Na página 177 do documento do OCES pode ler-se que, para o curso de Engenharia Civil, os primeiros diplomados só surgem em 1997/98 — e são sete. Este número coincide com o valor apresentado num relatório de avaliação externa do curso de Engenharia Civil da UnI, elaborado por uma comissão independente.

A pista sobre este levantamento foi dada por um leitor anónimo do blogue Do Portugal Profundo, cujo autor, António Balbino Caldeira, tem levantado, desde 2005, dúvidas sobre o currículo académico de José Sócrates.

Os dados do documento (disponível no site da OCES) têm por base, como é escrito na introdução, “a resposta dos estabelecimentos de ensino superior ao inquérito estatístico anual realizado pelo OCES” — um organismo pertencente ao Ministério da Tecnologia, Ciência e Ensino Superior.

Em declarações ao PÚBLICO, há três semanas, o primeiro-ministro, o antigo reitor da instituição e o então director do departamento de Engenharia Civil garantiram que, logo em 1996, quando o curso tinha apenas dois anos, houve alunos, transferidos de outras instituições, a frequentar cadeiras dos terceiro e quinto anos da licenciatura em Engenharia Civil, entre os quais estava o próprio José Sócrates.

Esta versão foi contudo contrariada, na mesma altura, pelo director da Faculdade de Engenharia e vice-reitor, Eurico Calado. Este professor afirmou que em 1996 só funcionaram aulas dos primeiro e segundo anos do curso de Engenharia Civil.

Quem deu as aulas?

Esta não é, no entanto, a única contradição que subsiste relativamente à licenciatura de José Sócrates. Permanece pouco claro quem leccionou as cinco disciplinas que o actual primeiro-ministro terá concluído naquela instituição. O director à época do departamento de Engenharia Civil, António José Morais, afirmara ao PÚBLICO (ver edição de 22 de Março) que fora responsável por quatro dessas cadeiras, todas na área das estruturas. O ex-reitor Luís Arouca, por sua vez, acrescentara que Fernando Guterres dera algumas dessas aulas práticas. No “Expresso” da semana passada, por sua vez, António José Morais citou um outro docente, “o monitor Silvino Alves”, que também terá leccionado essas cadeiras.

Sucede que num currículo exaustivo de António José Morais, o docente apenas refere ter leccionado, em 1996, na UnI, as disciplinas de Betão Armado e Pré-Esforçado e Teoria das Estruturas. A primeira cadeira terá sido concluída por José Sócrates, mas a segunda não aparece sequer no plano curricular do curso.

De fora ficam, assim, três cadeiras que António José Morais dissera ter ministrado a José Sócrates nesse período: Análise de Estruturas (3º ano), Projecto e Dissertação (5º ano) e Estruturas Especiais (5º ano).

No mesmo currículo, com 43 páginas, António José Morais indica que só leccionou a cadeira de Projecto, em 1997, ou seja, quando José Sócrates já teria a licenciatura finalizada. Questionado por e-mail sobre estas contradições e sobre as aulas dadas pelo “monitor Silvino Alves”, António José Morais manteve que leccionou as quatro disciplinas de estruturas e que, “em todas”, teve “mais que um aluno”, acabando por concluir: “Desconheço que versão de currículo viu”. Acrescentaria depois que “Teoria é o mesmo que Análise”.


A explicação do Governo

O gabinete do ministro do Ensino Superior, contactado pelo PÚBLICO, afirmou que os dados do relatório do OCES quanto ao número anual de licenciados não incluem, “para qualquer dos cursos, os alunos que, tendo ingressado por transferência, tenham concluído a licenciatura através de um plano de estudos fixado na sequência de um processo de equivalência”. Este critério não está, contudo, explicado no relatório — antes pelo contrário. Na introdução do documento, onde se explica o âmbito do estudo, concretiza-se que as estatísticas se referem “ao grau de licenciado, obtido através de diferentes percursos académicos”. A explicação do Ministério do Ensino Superior parece também ser contraditória com o facto de, na própria UnI, nos cursos de Ciências da Comunicação e Relações Internacionais, serem indicados no relatório como diplomados, logo em 1996, dezenas de alunos que ali ingressaram por transferência.

fonte: www.publico.pt
 
Bom dia Panpipe

Vinha para colocar aqui a noticia, mas pelos vistos o sr. antecipou-se.

[;)]

Isto cada vez há mais contradições sobre este assunto.

O nosso PM - Pinóquio Ministro cada vez se enterra mais, se realmente tivesse interesse em clarificar a situação já o tinha feito e tinha matado os eventuais "boatos" de que diz ser vitima.
 
Bom dia Panpipe

Vinha para colocar aqui a noticia, mas pelos vistos o sr. antecipou-se.

[;)]

Isto cada vez há mais contradições sobre este assunto.

O nosso PM - Pinóquio Ministro cada vez se enterra mais, se realmente tivesse interesse em clarificar a situação já o tinha feito e tinha matado os eventuais "boatos" de que diz ser vitima.

Sem dúvida.
 
É sintomático da "pacovianice" que grassa por este país exigir que o primeiro ministro tenha de ser licenciado em alguma coisa, não interesse em quê nem onde, interessa é que tenha uma merd@ dum canudo na mão...

- Em nenhum lugar da nossa constituição se indica que o PM tem de ser licenciado...

- Em nenhum lugar da carta dos direitos do Homem se indica que um homem licenciado é mais capaz, mais inteligente, mais perspicaz, entre outros atributos do que um não licenciado...

É triste e revoltante ver ataques deste género... estou-me a cag@r que o gajo tenha uma licenciatura na Independente ou a 4ª classe na escola de correcção da Cova da Moura... isso é totalmente IRRELEVANTE!!! Eu EXIJO é que ele exerça o cargo para o qual foi eleito da melhor forma possível!

Deixem de ser pacóvios...
 
Bem, aguardemos as explicações que ele garantiu ir dar para a semana que vem! Esperemos que cumpra esta promessa...
 
É sintomático da "pacovianice" que grassa por este país exigir que o primeiro ministro tenha de ser licenciado em alguma coisa, não interesse em quê nem onde, interessa é que tenha uma merd@ dum canudo na mão...

- Em nenhum lugar da nossa constituição se indica que o PM tem de ser licenciado...

- Em nenhum lugar da carta dos direitos do Homem se indica que um homem licenciado é mais capaz, mais inteligente, mais perspicaz, entre outros atributos do que um não licenciado...

É triste e revoltante ver ataques deste género... estou-me a cag@r que o gajo tenha uma licenciatura na Independente ou a 4ª classe na escola de correcção da Cova da Moura... isso é totalmente IRRELEVANTE!!! Eu EXIJO é que ele exerça o cargo para o qual foi eleito da melhor forma possível!

Deixem de ser pacóvios...

Não está em causa ele ter ou não ter a licenciatura, mas sim, afirmar que é licenciado e não o ser (se for verdade o que dizem).[;)]
 
Exacto Rasec

MAS

Se isto servir ou contribuir de alguma forma para o mandarem abaixo, acho mto bem... ele que caia e rapido, por esta razao ou por outra qualquer desde que caia...
 
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