O estilo Sócrates

Exacto! Uma investigação era fundamental. Limpavam-se as duvidas. Será que são os jornais que não querem quem investigue em paralelo a eles? Será o Pinto de Sousa?
Quem???
O Arq. Pinto de Sousa??
Que fiscalizou obras da empresa do Prof. António Morais na Covilhã, investigada pela PJ, e que foi o Profesor do filho dele na Universidade Independente a 4 (quatro) cadeiras????
 
Exacto! Uma investigação era fundamental. Limpavam-se as duvidas. Será que são os jornais que não querem quem investigue em paralelo a eles? Será o Pinto de Sousa?

E quem pensas que vai fazer a investigação? Se for por pessoas tão independentes como as do Tribunal de Contas ou do Banco de Portugal vamos muito longe.. Se for feita pelos jornais será sempre desacreditada politicamente.. :sh)
 
Essa dos que pensam pela propria cabeça é de rir... porque quem deu a ideia de tudo foi os jornais... estou para perceber quem é que pensa pela propria cabeça...

Os jornais levantaram a lebre, cada um tira as suas próprias conclusões.

Dado o panorama da coisa, deves achar que quem pensa pela própria cabeça é quem acha que o desgraçado está a ser vítima de perseguição, por isso continua a rir.
 
Acho que isto não acaba já...ainda vão enrolar mais uns tempos...

O único problema são mesmo os alunos...principalmente os finalistas!

Quanto aos alunos também está para ver como se vão materializar as promessas de serem integrados noutras universidades.

Há que ter em conta que alguns alunos das privadas não têm nota para entrar nas públicas; por outro lado, há alunos sem nota para entrar na pública também não têm dinheiro para ir para uma privada. Por isso, estou curioso em ver como vão resolver a coisa.

A isto, acresce o facto de haver alunos de cursos que não existem em mais lado nenhum. O que vão fazer a estes?
 
Há que ter em conta que alguns alunos das privadas não têm nota para entrar nas públicas; por outro lado, há alunos sem nota para entrar na pública também não têm dinheiro para ir para uma privada. Por isso, estou curioso em ver como vão resolver a coisa.

Há que ver tb q até 1996 (curioso...) quantos alunos entraram no técnico, na nova na feup em coimbra em aveiro no minho etc com notas negativas.

Não me parece correcto por parte das públicas virem agora dizer que não aceitam alunos que entraram com notas negativas na UNI quando formaram durante muito anos pessoas nessa situação.

Eu até vos posso dar nomes de pessoas com doutoramentos e mestrados "antigos" que entraram com notas negativa na pública. Aliás, docentes em universidades públicas também.

Desde quando uma avaliação feita a jovens com 18 anos consegue avaliar parâmetros como inteligência ou capacidade para concluir uma curso superior?

Nota de entrada é uma falsa questão.
 
Acabei de ler no Diário Digital. A relação não é directa mas pode existir:

Vara recorreu a instituto público para fazer casa particular
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Armando Vara, quando era secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, recorreu ao director-geral do GEPI (Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações do MAI) e a engenheiros que dele dependiam para projectar a moradia que construiu perto de Montemor-o--Novo.

A notícia faz manchete na edição desta sexta-feira do diário Público, o qual, no seu artigo, afirma ainda que, para fazer as obras, o dirigente socialista serviu-se de uma empresa e de um grupo ao qual o GEPI adjudicava muitos dos seus concursos públicos.
Com 3500 contos (17.500 euros) o actual administrador da Caixa Geral de Depósitos e licenciado pela Universidade Independente tornou-se dono, em 1998, de 13.700 m2 situados junto a Fazendas de Cortiços, a três quilómetros de Montemor-o-Novo. Em Março de 1999 requereu à câmara o licenciamento da ampliação e alteração da velha casa ali existente.
O diário revela que o objectivo era fazer uma casa nova, com 335 m2, a partir de uma quase ruína de 171 m2. O alvará foi emitido em 2000 e a moradia, que nunca teve grande uso e se encontra praticamente abandonada, ficou pronta meses depois.
Já em 2005, Vara celebrou um contrato para a vender a um particular por 240 mil euros, mas o negócio acabou por não se concretizar.
Onde a história perde a banalidade, refere o Público, é quando se vê quem projectou e construiu a moradia: o projecto de arquitectura tem o nome de Ana Morais, os projectos de estabilidade e das redes de esgotos e águas foram subscritos por Rui Brás, as instalações eléctricas são da responsabilidade de João Morais e o alvará da empresa que fez a casa diz que a mesma dá pelo nome de Constrope.
A arquitecta Ana Morais era à época casada com António José Morais, o então director do GEPI, que fora assessor de Armando Vara entre Novembro de 1995 e Março de 1996.
Nessa altura, recorda o Público, António José Morais foi nomeado director do GEPI por Armando Vara - cargo em que se manteve até Junho de 2002 - e era professor de quatro das cinco disciplinas que deram a José Sócrates o título de licenciado em Engenharia pela UnI.
Quanto a Rui Brás e a João Morais, trata-se de dois engenheiros que trabalhavam (e continuam a trabalhar) no GEPI, o gabinete então dirigido por Morais e tutelado por Armando Vara nos ministérios sucessivamente dirigidos por Alberto Costa e Jorge Coelho.
Por esse gabinete, garante o diário, passavam as adjudicações de todas as empreitadas e aquisições de equipamentos destinados às forças de segurança e a todos os serviços dependentes do MAI, no valor de muitas dezenas de milhões de euros por ano.
Quanto à Constrope, era uma firma de construção civil sediada em Belmonte, que também trabalhava para o GEPI e tinha entre os seus responsáveis um empresário da Covilhã, Carlos Manuel Santos Silva, então administrador da Conegil - uma empresa do grupo HLC que veio a falir e à qual o GEPI adjudicou dezenas de obras no tempo de Morais. Santos Silva está também ligado a outras empresas, entre as quais a Proengel, um gabinete de projecto com o qual António Morais mantém relações profissionais através de uma das suas empresas, a Geasm.
O processo de licenciamento da moradia de Armando Vara foi coordenado pelo então director do GEPI, existindo na Câmara de Montemor-o-Novo um fax que o prova, em papel timbrado do gabinete do secretário de Estado adjunto do MAI, dirigido a António Morais para o fax 213147060, precisamente o número do seu gabinete.
Nesse fax, de 17/2/1999, a secretária de Vara escreve: «Conforme combinado com sua excelência o secretário de Estado adjunto do MAI, junto envio documentos referentes a Montemor-o-Novo.». Os documentos são as quatro folhas do registo predial da propriedade de Vara, necessárias para pedir o licenciamento.
Contactados telefonicamente para o GEPI, Rui Brás e João Morais começaram por, segundo o Público, negar qualquer ligação ao caso e acabaram a dizer que não falavam sobre o assunto. «Isso é com o director», disse João Morais.
Quanto a António Morais, Ana Morais, Armando Vara, Santos Silva e os actuais administradores da Constrope, não responderam aos recados ontem deixados pelo Público, c0nclui o diário. 20-04-2007 9:11:58
 
Parece... todos os santos dias tentam enterrar o homem... lol...

Estão a disfarçar bem!

Proximas:

Socrates deixou de ser virgem aos 25 anos!

Socrates uma vez deitou-se tarde! Passava das 2h da matina!

Mae de socrates bateu no filho!

etc etc
 
Parece... todos os santos dias tentam enterrar o homem... lol...

Estão a disfarçar bem!

Proximas:

Socrates deixou de ser virgem aos 25 anos!

Socrates uma vez deitou-se tarde! Passava das 2h da matina!

Mae de socrates bateu no filho!

etc etc

Nenhuma dessas situações é criminosa ou moralmente censuravel.
Já o que é noticia nos jornais....
 
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