O estilo Sócrates

Coitadinho.... Agora a culpa é do outros! Os Ingleses é que querem as informações, JS (a vítima) dá a entender que isto é apenas uma manobra politica. Enfim.... Também com tantos telhados de vidro....

Por outro lado, começo a ficar sinceramente preocupado.... Primeiro vem o "outro" dizer que só nos resta olhar para o céu e guiar-mo-nos pelas estrelas, agora o PM diz que isto não passa de "uma campanha negra desencadeada por poderes "ocultos"".... [:D]

Cá para mim é por isso que o governo nunca acerta uma previsão, é tudo com base em consultas do Prof. Bambo meus amigos. E acham o TGV uma boa aposta e essas coisas.. Tá explicado!

[;)]
 
Pois pois JPIMENTA...

Pois pois JPIMENTA...

Adoro esse espírito revolucionário passivo!

Olha mais um...

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As verdades são f@didas e depois há quem goste de assobiar para o lado e defender o que por si só não tem defesa...a mentira!

Aliás o Sr. tem uma falta de memória fora do comum...A MEMÓRIA DE SÓCRATES
 
Última edição:
ouviram agora na rtp a senhora procuradora dizer que quem lançou a parte de suspeitas sobre o sócrates foram os investigadores portugueses...
É curioso que estes assuntos relacionados com Socrates tenham tendencia para irem parar á mesma pessoa. Já quando foi da questão da licenciatura foi tambem a magistrada Candida Almeida que foi encarregue de averiguar a situação, tendo concluido então que não havia indicios de ilegalidades. Agora, a proposito do Freeport cá está ela novamente
 
É curioso que estes assuntos relacionados com Socrates tenham tendencia para irem parar á mesma pessoa. Já quando foi da questão da licenciatura foi tambem a magistrada Candida Almeida que foi encarregue de averiguar a situação, tendo concluido então que não havia indicios de ilegalidades. Agora, a proposito do Freeport cá está ela novamente


ela é a salvadora da pátrica juridica![:D]
 
Opinião
Os casos Freeport


A quem interessa um outlet com lojas de roupa de marca mais baratas perto de Lisboa? Ao sexto homem mais elegante do mundo, certamente

Que dizer do caso Freeport que ainda não tenha sido referido por outros? Eis um problema que não afecta este vosso amigo. Vasco Pulido Valente, Pacheco Pereira e eu temos a mesma sorte: acontece com muita frequência os cronistas que nos precedem falharem o essencial. Entretêm-se com o supérfluo, esmiúçam os aspectos menos importantes dos assuntos e deixam, livre de toda a palha, o núcleo essencial dos problemas à mercê de ser colhido por nós. Foi o que sucedeu com o caso Freeport. Analistas atrás de analistas têm vindo a ignorar o facto central de todo este processo: Sócrates diz Freepor. Este é o primeiro ponto essencial que ninguém referiu. Toda a gente diz Freeport, menos José Sócrates, que diz Freepor. Parece claro, por isso, que Sócrates recusa revelar tudo neste caso, nomeadamente o t final de Freeport, que nunca articula. Parece impossível que um político que tanto se tem batido pelo ensino do inglês não seja capaz de pronunciar correctamente uma palavra inglesa. Portugal assiste, portanto, a dois casos em vez de um: o caso Freeport e o caso Freepor. Este último – que, recordemos, foi denunciado por mim –, acaba por ser mais rico e intrigante do que o primeiro, porquanto junta às suspeitas de corrupção o mistério do desaparecimento de uma consoante. Além disso, entronca num caso antigo, na medida em que recupera as dúvidas que existiam quanto às competências do primeiro-ministro no âmbito do inglês técnico.
O segundo ponto essencial que a imprensa tem esquecido é o motivo. Sócrates tinha ou não uma razão forte e privada para favorecer a construção do Freeport? Não é preciso pensar muito para concluir que sim. A quem interessa um outlet com lojas de roupa de marca mais barata perto de Lisboa? Ao sexto homem mais elegante do mundo, certamente. O Freeport permite-lhe manter a mesma elegância, mas a preços mais baixos. Não sei se o primeiro-ministro cometeu alguma infracção ética ou até algum delito no caso Freeport, mas não deve ser menosprezada a ambição, inerente à condição humana, de ultrapassar o Karl Lagerfeld em garbo.
O terceiro ponto menosprezado pela comunicação social tem a ver com o facto que precipitou a investigação. Ao que parece, o juiz desconfiou do modo como o projecto foi licenciado. De acordo com a descrição do magistrado, tudo se passou de forma impecável, célere e competente. Estava à vista de todos que alguma coisa estava mal. Em Portugal, este costuma ser um bom método para descobrir ilegalidades. Se um projecto é aprovado dentro do prazo, alguém anda a receber dinheiro por fora. Normalmente, quando alguma coisa corre bem, é sinal de que há moscambilha.




Cronica Ricardo Araujo Pereira in Visao - http://aeiou.visao.pt/Opiniao/ricardoaraujopereira/Pages/Os_casos_Freeport_Araújo_Pereira.aspx
 
"Here we go again".........[;)][:D][:)][:)]

Not today......maybe tomorrow......or the day after tomorrow (!!!) [:p][:)][:)][:D]

Mais um dia.....mais do mesmo.!!! [8b][8b]
 
"Here we go again".........[;)][:D][:)][:)]

Not today......maybe tomorrow......or the day after tomorrow (!!!) [:p][:)][:)][:D]

Mais um dia.....mais do mesmo.!!! [8b][8b]


Quase que cais no ridículo.


Não estou a dizer que Sócrates é culpado, até porque sinceramente, não acredito que algum dia isso venha a acontecer. Agora que meteu o "pé na poça" isso é certo.

Mas como sempre, existe sempre quem queira ser cego... e não há maior cego do que aquele que não quer ver.
 
Uns utilizam toda a sua máquina de propaganda e influências para abafar o mais possivel este caso, outros tentam o mais possivel levantar suspeições.
Engraçado este caso, não sei quem tem razão, mas uma coisa sei neste momento o Socras está a provar do propagandismo que passou estes anos a atirar aos outros e não parece gostar.
 
É curioso que estes assuntos relacionados com Socrates tenham tendencia para irem parar á mesma pessoa. Já quando foi da questão da licenciatura foi tambem a magistrada Candida Almeida que foi encarregue de averiguar a situação, tendo concluido então que não havia indicios de ilegalidades. Agora, a proposito do Freeport cá está ela novamente

Só mais uma coincidência.

http://amansarda.wordpress.com/2007...nte-directora-do-dciap-age-de-forma-estranha/


E ainda mais uma coincidência: Somos 10 milhoes de portugueses ..... dois dos envolvidos são familiares do socrates!
 
Última edição:
Cito:

Se um ministro tem conhecimento que estão a exigir uma importância elevadíssima para uma licença que ele próprio terá de assinar (decidir), como deve proceder?

1) Denunciar o caso às autoridades competentes ?
2) Calar-se e, após uma maratona muito estranha, aprovar o projecto dias antes da mudança de governo?
3) Fazer um preço melhor e depois aplicar a opção 2 ?

Responda quem souber
 
É curioso que estes assuntos relacionados com Socrates tenham tendencia para irem parar á mesma pessoa. Já quando foi da questão da licenciatura foi tambem a magistrada Candida Almeida que foi encarregue de averiguar a situação, tendo concluido então que não havia indicios de ilegalidades. Agora, a proposito do Freeport cá está ela novamente

In: Correio da Manhã

29 Janeiro 2009 - 09h00
Da Vida Real

Em estilhaços

“Ano Judicial abriu quando já estava aberto. O Governo aproveitou a cerimónia e foi, também ele, desfasado”

Anteontem ‘reabriu’ o Ano Judicial. Parece-me que o Ano Judicial deve abrir quando abre mesmo. Sem desconhecer a razão da tradição, o facto é que abriu quando já estava aberto. O Governo aproveitou o cerimonial e foi, também ele, desfasado.



Há anos atrás, o Congresso da Justiça e o Primeiro Pacto – entre magistraturas, advocacia, solicitadores, funcionários judiciais – uniram os operadores. Ganhou-se a consciência crítica da necessidade de diagnósticos e acções comuns, que se efectuaram e encetaram.


Pela primeira vez as tensões dentro do Sistema foram compreendidas e deram-se passos para obter uma cultura comum, tendo como objectivo primeiro o Cidadão. O Pacto para a Justiça travou a funcionalização das Magistraturas.


No discurso do Governo está tudo bem – e nós a saber que não. Sob o olhar preocupado do Presidente da República, desfilou o discurso da realidade virtual. Nem uma palavra sobre a independência dos Tribunais e a agonia do Ministério Público. Assim haja força para não o permitir.
As alterações ao Estatuto do Ministério Público conjugadas com o novo mapa judiciário violam princípios e garantias constitucionais e põem em causa a independência dos Tribunais.


O Conselho Superior do Ministério Público é esvaziado de poderes, a hierarquia pode movimentar como entender magistrados entre serviços situados em áreas do território entre as quais existem grandes distâncias; os procuradores-gerais nos Tribunais da Relação são nomeados em comissão de serviço (renováveis em função do parecer da hierarquia); sem concursos, a hierarquia coopta-se a si própria (os que forem de confiança); as escolhas das coordenações e chefias intermédias são feitas com base em indicação da hierarquia, violando o princípio da igualdade no acesso às carreiras públicas.

Princípios de independência, de inamovibilidade, de autonomia, são destituídos de sentido. Instala-se a falta de transparência na actuação do Ministério Público. Que importa, se é exactamente isto que o Governo pretende? Convém-lhe.


O Senhor Provedor da Justiça, os Grupos Parlamentares, não podem deixar de suscitar a fiscalização da constitucionalidade das alterações ao Estatuto.


A nós, compete-nos não deixar. Pelo menos aqueles que são livres e incondicionáveis.

Há que resistir à vontade do Governo de deixar a independência dos Tribunais em estilhaços.
 
Um pormenor interessante para se saber de onde veio e como começou está fulgurante "carreira de sucesso" do dito engenheiro Sousa...

socratesbilderberg1.jpg


Sócrates na reunião anual dos Bilderberg em Stresa, Itália, em 2004; algum tempo depois seria nomeado pelo partido como candidato a Primeiro-Ministro para Portugal sendo eleito em Marco de 2005, nesta mesma reunião estiveram Santana Lopes e o Bilderberg português, Francisco Pinto Balsemão.

A marioneta...

marioneta-socrates.jpg
 
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