O estilo Sócrates

É só para isso?

E para se usar dinheiro vindo sabe-se lá de que negócio, não? Ou para "lavar" esse mesmo dinheiro não?[;)]

Sim ou não !

O facto de haver offshores através das quais se lava dinheiro não quer dizer que TODAS as offshores sejam utilizadas para lavar dinheiro.

Isso é o mesmo que dizer que por haver empresas em Portugal que fogem ao fisco, TODAS as empresas fogem ao fisco.

Não se deve generalizar.

Contudo, e mesmo admitindo que dada empresa sediada em paraíso fiscal lava dinheiro, eu ao estar a adquirir-lhe um bem ou serviço não estou a cometer nenhum ilícito.
 
A escritura deve ser efectuada pelo valor de transacção do imóvel. Valor esse que é o valor acordado entre as partes para a realização do negócio ![;)]



Pagar menos impostos do que pagaria se estivesse sediado no país de origem. Mecanismo legal e aceite na grande maioria dos países.

Mas não respondeste à minha pergunta.

E já agora faço outra, sabes quantos simples "cidadãos" constituem offshores para comprar imóveis e pagar um IMT muito mais reduzido? Dou-te uma pista, vai consultad as escrituras públicas dos imóveis da Quinta do Lago e de Vale do Lobo . [;)]

Como eu disse, é prática generalizada e penaliza o País. Mas é um problema que todos os Governos se deparam, não é exclusivo nosso.
 
O meu post não era dirigido a ninguém em particular nem uma forma extensa de dar agulhadas.

Se me quiser dirigir a ti faço pelo nome ("nick", para o caso). :)

Estou só a alertar para o seguinte: parece que estamos a assistir a duas facções:
- Os AJS (Anti José Sócrates)
- Os PJS (Pró José Sócrates)
Curiosamente, todos condenam a investigação policial, a justiça com base nos media. Os próprios media são por sua vez condenados. Mas as informações sobre o caso chegam-nos exactamente pelos media.

Afinal, afinal, porque se abre uma excepção para Sócrates?

Se é para nos fundamentarmos nos media e fazer a lapidação na praça pública, porque não são todos farinha do mesmo saco?

E se vamos a desculpabilizar porque a justiça popular é enviesada e o tribunal da TV uma aberração, porque não estão todos desculpabilizados também?

A unica facção com que me identifico, é onde estao todos os que recusam a "moda" dos linchammentos publicos, á devassa, e aos "julgamentos mais ou menos precipitados e pouco racionais, de foruns e blogs que abundam por aí.

agora verifica se o que escrevi não está coerente e presente desde o meu 1º post.[;)][:D]
 
Aqui há uma coisa que um ditado popular se aplica e define e bem o que se passa:

"Cesteiro que faz um cesto faz um cento"

E o que se vê, o que não deve ser esquecido, é que:

Estudo da OCDE apresentado por Socrates sobre a educação era falsificação!

Nicholas Negroponte ; Intel ; José Sócrates - O PC até 100 Doláres

Onde está a verdade ? Embuste do Titulo? Habilitações de Sócrates.!

Licenciatura de Socrates: desistencia da queixa contra blogger


A triste realidade, é a de uma figura publica que desempenha o mais alto cargo governativo, que falta à verdade, e se move com uma aureola de mentiroso, umas provam-se:

1º Magalhães não é um projecto 100% nacional como foi demonstrado, mas que o sr. clamou ser.

2º O estudo não é da OCDE (mas que o sr. se esforçou por que parecesse e afirmou ser), e até pediu ao amigo Ferro Rodrigues - que está na OCDE - que o assim confirmasse.


A eterna duvida sobre o seu Inglês Técnico "concluido ao Domingo".

A eterna duvida sobre a verdadeira influência do sr. por intermédio da sua familia no caso do "Porto Livre".


Estas ultimas duvidas esmiuciar-se-iam se na realidade houvesse empenho, empenho e coragem, mas não há, e assim temos alguém que sabendo de antemão como se procede em Portugal deixa no ar um "nim", sei o que sou, sou inocente até prova em contrário e sei que ninguém irá até ao fim, PONTO.


Já o disse uma vez, este gajinho, se fosse um gajinho com tomates, demitia-se dos cargos e dissociava-se da politica, e se inocente está, colocava um processo ao quem o anda a difamar na praça publica, e até poderia processar o estado Português por permitir que no seu sistema existam fugas selectivas como ele diz, fugas essas que o impedem ou condicionam de desempenhar as funções para a qual foi eleito legitimamente.

Este gajo se está inocente, provava-o por A + B incluindo C e D na equação e com a idemnização do processo mandava esta piolheira de politicos ás urtigas.

Claro se estivesse inocente e tivesse 100% de certezas quanto, à sua honestidade e conduta.

Assim ... para muitos ... será um mero Pinóquio com a execelnte aura que já angariou, alguém que não deseja que a verdade seja esclarecida, mas que se esconde no cargo e nos interesses do cargo que ocupa.

Disseste tudo. :)

É basicamente isto que ando a tentar transmitir.
Não é o Freeport em si que me faz confusão - o Freeport é a gota de água no copo transbordante.

Nenhuma das polémicas/alegadas cabalas que o envolvem são/foram repudiadas e explicadas de forma determinante.

Falta a polémica dos projectos assinados na Câmara Municipal da Covilhã.
(Aquela dos mamarrachos que supostamente projectou, mas dos quais os proprietários nunca o viram ou contrataram).

Dou de barato que esteja absolutamente inocente no caso Freeport - embora seja estranho o envolvimento familiar (nomeadamente o e-mail do primo a exigir contrapartidas).

Mas já chega.

Para quem tem uma máquina de propaganda tão eficaz, o relacionamento com os media é demasiado mau no que respeita às polémicas pessoais.

O Cavaco também tinha sempre o Independente à perna - e de que maneira... - e nunca os escândalos inexplicáveis lhe bateram à porta como ao Socas.

E do Cavaco, sabemos que ganhou um porradão de queixas metidas em tribunal contra o Portas.
Do Sócrates, nunca li que tenha metido um jornal ou TV em tribunal.

Quanto à sua demissão, é-me indiferente.
O que quero é um comunicado que repudie terminantemente o que é alegado em público.

E não venham com lapsos de memória - se o Min.Ambiente não se rege por uma agenda (que é geralmente religiosamente guardada para as "memórias" futuras), então somos muito mal geridos.
Só queria um documento com a descrição pormenorizada e datada do processo. Não é difícil.
E se está inocente, seria o primeiro interessado em esclarecer o assunto.
 
Ministra da Educação na Assembleia da Republica

Ministra da Educação na Assembleia da Republica

Entretanto a Ministra da Educação foi á Assembleia da Republica a pedido dos deputados, onde prestou mais alguns esclarecimentos relativos ao estudo alegadamente da OCDE.
Revelou quanto custou o estudo:
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2188366.html

Explicou o que se entende por "Metodologia da OCDE"
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2187633.html

Entretanto o Ministério já começou a pagar anuncios nos jornais fazendo publicidade ás conclusões deste estudo
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2187872.html
:sh)
 
Entretanto a Ministra da Educação foi á Assembleia da Republica a pedido dos deputados, onde prestou mais alguns esclarecimentos relativos ao estudo alegadamente da OCDE.
Revelou quanto custou o estudo:
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2188366.html

Explicou o que se entende por "Metodologia da OCDE"
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2187633.html

Entretanto o Ministério já começou a pagar anuncios nos jornais fazendo publicidade ás conclusões deste estudo
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2187872.html
:sh)

Manipulação típica do pré 25 de Abril.
Nada que já não se tivesse notado.
Amizades com o sr. "porta-Chávez"...
A sra. MM da DREN...
Tratado de Lisboa sem referendo...
Acordo ortográfico sem referendo...
Chips nas matrículas...
Intimidação da comunicação social...

Nem me admira que Salazar tenha ganho a votação do Grande Português...
Afinal Pinócrates também ganhou...
Pelo menos o sr. "porta-Chávez" já assumiu que quer lá ficar 50 anos...
 
Um palhaço este gajo. É do pior que há. Abomino o pinócrates. É o exemplo claro de tudo o que um político tem de mau. mas o povo é ignorante e vai votar nele outra vez, para mal dos pecados dos portugueses todos.

Realço a última frase sobre o controlo da comunicação social. Este governo deve ser o governo que mais controlou, manipulou e utilizou a comunicação social. Desde o tempo de antena dedicado à exaltação do governo e do ps na voz do antónio vitorino, àquele programa que se tornou numa ferramente de propaganda, agora já sem qualquer pudor ou vergonha, que é os prós e contras. Esse tipo devia estar numa cela forrada a espelhos para não se sentir sózinho.
 
Última edição:
Sim senhor aqui está um bom exemplo do que é o nosso primeiro...
Pinóquio é pouco...
Já agora aonde andam os seus apoiantes? Isto aqui está muito calmo...
Pois....
 
Este está muito mau mesmo. Então o Ministério manda publicar no JN um artigo como se fosse escrito de facto pelos jornalistas a auto-elogiar-se?????????? Como é possível? [8b]


Incrivel. Melhor só mesmo o Magalhães...

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Um palhaço este gajo. É do pior que há. Abomino o pinócrates. É o exemplo claro de tudo o que um político tem de mau. mas o povo é ignorante e vai votar nele outra vez, para mal dos pecados dos portugueses todos.

Realço a última frase sobre o controlo da comunicação social. Este governo deve ser o governo que mais controlou, manipulou e utilizou a comunicação social. Desde o tempo de antena dedicado à exaltação do governo e do ps na voz do antónio vitorino, àquele programa que se tornou numa ferramente de propaganda, agora já sem qualquer pudor ou vergonha, que é os prós e contras. Esse tipo devia estar numa cela forrada a espelhos para não se sentir sózinho.

Ele e os outros...

Ou só ele é que é mau?
 
Previa a mesma carga humana e de veículos, a situação que mais preocupava
Estudo aprovado do Freeport tinha conclusões semelhantes às do chumbado
05.02.2009 - 09h13 Ricardo Garcia
Um foi chumbado, o outro aprovado. Mas os dois estudos de impacte ambiental do centro comercial Freeport, em Alcochete – cujo licenciamento está a ser investigado, por suspeita de corrupção – praticamente não diferem um do outro, em termos de resultados. Apesar de mudanças substanciais no projecto feitas entre um e outro, os principais efeitos identificados em ambos são os mesmos.

O projecto do Freeport foi primeiro chumbado pelo Ministério do Ambiente a 6 de Dezembro de 2001. Um parecer do então Instituto da Conservação da Natureza (ICN) identificava, como uma das preocupações, “a elevada carga de visitantes prevista”. Tal como sugeria o ICN, no novo estudo de impacte ambiental o projecto aparece modificado, eliminando-se um hotel, health-club, bowling e discoteca e reduzindo-se substancialmente o parque de estacionamento.

Mas a carga de visitantes que o estudo apresenta é exactamente a mesma do estudo anterior. O Freeport atrairia 19.300 pessoas numa sexta-feira e 26.800 no sábado. Mantinha-se em 500 mil o número de visitantes esperados no primeiro ano, 750 mil no segundo e um milhão no terceiro. E o movimento esperado de automóveis também era o mesmo: 6750 num sábado e 1700 por hora nos momentos de maior procura.

Projecto de arquitectura à parte, o segundo estudo, apresentado no dia 18 de Janeiro de 2002, continha modificações cirúrgicas, na tentativa de reflectir as modificações no projecto. Mas, ainda assim, trazia muitas referências aos elementos que tinham sido eliminados.

Ainda se previa, por exemplo, um fluxo de cerca de 900 automóveis diários para o hotel e os equipamentos de animação, que já não existiam, representando cerca de 20 por cento do total num dia de semana. Os efeitos concretos da eliminação desta fatia do tráfego não foram avaliados em detalhe.
O hotel voltava a aparecer nas referências às áreas de construção em cada piso do empreendimento. E o estudo voltava a falar dos potenciais impactes da demolição da antiga fábrica de pneus Firestone, que entretanto já tinha sido deitada abaixo.

O facto não passou despercebido da comissão de avaliação do estudo ambiental, que pediu à Freeport para “retirar todas as referências ao hotel, demolição, etc.”. Mesmo com as correcções, o estudo mantinha essencialmente os mesmos impactes ambientais que já constavam do anterior, chumbado em 2001 - salvo modificações muito pontuais. E também não alterava o essencial: a carga de visitantes e de veículos prevista.

Mesmo assim, a comissão de avaliação deu-se por satisfeita com as alterações ao projecto e acabou por aceitar “um aumento da carga humana e da área edificada” no local onde antes estava a fábrica da Firestone, dado que, com a sua demolição, “anula-se um uso industrial e descontaminam-se os solos”.
O PÚBLICO tentou ouvir ontem, sem sucesso, a técnica que presidiu à comissão de avaliação. A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo - à qual está vinculada - remeteu quaisquer dúvidas técnicas para o processo que está disponível para consulta pública.

A aprovação do Freeport, à terceira tentativa - um primeiro estudo tinha sido devolvido - ocorreu em 55 dias, o prazo mais curto para uma avaliação ambiental, pelo menos desde 1995.

A existência de uma data para concluir o processo - 14 de Março de 2002, três dias antes das eleições que tirariam o PS do poder - consta de uma informação de uma técnica do Ministério do Ambiente.

A ex-directora regional do Ambiente, Fernanda Vara, que tutelou a avaliação do Freeport, admitiu ao PÚBLICO que solicitou urgência na análise, a pedido da Câmara de Alcochete. Mas rejeita que tenha sido ela a determinar um prazo ou a fixar a data de 14 de Março, constante na informação da técnica. “É o único sítio onde vejo essa data. E não foi nenhum dirigente que a fixou”.

lá está o público! [;)]
 
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