Acho que ouvi mal as notícias hoje.
Quem está a tratar do caso Freeport, sente que está a ser espiado.
Fez queixa às autoridades competentes e estas, falaram com o sr. director do SIS o qual disse que não havia nada e pronto, caso encerrado.
Estou estupefacto![8b]
Já estou a ver. Um assaltante chega ao tribunal, o juiz pergunta se ele fez fez um assalto e ele responde que não e o sr. Juíz manda-o embora. A palavra chega!:sh)
Esta porcaria está pior que a PIDE.[8b]
"Rangel pede explicações a Sócrates sobre alegadas escutas do SIS a magistrados
O líder da bancada parlamentar do PSD questionou hoje, no Parlamento, o primeiro-ministro sobre as notícias que vieram a público na Imprensa em torno de alegadas escutas dos serviços de Informação, o SIS, a magistrados envolvidos no caso Freeport.
O líder da bancada parlamentar do PSD questionou hoje, no Parlamento, o primeiro-ministro sobre as notícias que vieram a público na Imprensa em torno de alegadas escutas dos serviços de Informação, o SIS, a magistrados envolvidos no caso Freeport.
A pergunta de Paulo Rangel provocou o momento mais quente do debate (que ainda decorre), com José Sócrates a insurgir-se contra uma pergunta que considerou “insultuosa”.
“Enquanto eu for primeiro-ministro, nada será feito acima da lei”, começou por afirmar o primeiro-ministro, que acusou Paulo Rangel de ter feito a pergunta “apenas para trazer ao debate o caso Freeport”.
Rangel ripostou: “Se é o primeiro-ministro o responsável máximo do SIS, tem de responder perante o Parlamento. Ou acha que há perguntas tabu?”.
Rangel garantiu ainda que “desta bancada, nunca verá uma única vez, um único segundo, um qualquer aproveitamento político de um caso judicial”.
Mas Sócrates não ficou convencido, e na resposta ao líder parlamentar social-democrata insistiu na tese de que o que moveu Rangel foi a tentativa de o atingir pessoalmente.
“Se acham que é o insulto que vos dão votos, estão enganadas. Porque o insulto é a arma dos fracos”.
Sócrates acusou ainda os sociais-democratas de terem utilizado a JSD para fazer os cartazes que o apresentam como mentiroso (Pinocrates), garantindo que nunca permitira que a JS fizesse cartazes para “atacar pessoalmente um adversário político”."
Estou parvo!

Será que Pinocrates (desculpem, Sócrates) teve mesmo a lata de não responder à pergunta e ainda por cima critica e faz insinuações como arma de resposta?
Que lata! Desviou a conversa, criticou mas a resposta ao assunto, NADA!
"És grande ó Sócrates"[8b]