O estilo Sócrates

UIIIIIIIIIIIIIIIIII, um defensor do Governo no fórum...........

Onde é que estão as pedras, hum, onde estão [:D][:D][:D][:D][:D][:D]

Quem tiver boa memória, lembrar-se-á de eu ter defendido medidas tomadas pelo Durão Barroso/MFL.[;)]

Isto não tem a ver com defesa de ninguém, antes com o mostrar tudo e não apenas a parte que nos interessa, ou tens duvidas que se fosse outra noticia "escandalosa" não tinha sido criado um tópico logo ás 02:00h?[:D]
 
Quem tiver boa memória, lembrar-se-á de eu ter defendido medidas tomadas pelo Durão Barroso/MFL.[;)]

Isto não tem a ver com defesa de ninguém, antes com o mostrar tudo e não apenas a parte que nos interessa, ou tens duvidas que se fosse outra noticia "escandalosa" não tinha sido criado um tópico logo ás 02:00h?[:D]

Por acaso, podiam-se juntar os críticos do Sócrates aqui do fórum e não são poucos, formar um novo partido, por exemplo o PAH - Partido Auto-Hoje (e cujo slogan até podia ser "Ainda mais porreiro, PAH") e concorrer às legislativas e quem sabe seria a tal alternativa que não se vislumbra actualmente...
 
Concordo com quase tudo o que dizes, apenas acho que não se deveria desistir indiscriminadamente de todos os "grandes projectos" mas sim avaliar a real necessidade deles (por exemplo, o novo aeroporto que no médio/longo prazo é muito previsível venha a ser necessário e mais discutivelmente o TGV).
[;)]

Mas temos que ver que neste momento dinheiro não há muito.

O pouco que se arranjar que seja para dinamizar o quadro das micro e pequenas empresas em Portugal.

Não é dar dinheiro.

É dar projectos, trabalho, relançar a economia fazendo participar nela todo o ecosistema.

Há tempos o Governo falou num projecto de recuperação das Escolas a nível nacional. E porque não?

Em que as Autarquias e as Escolas pudessem ser chamadas a gerir os seus projectos, contratar as empresas locais, envolver as serralharias, vidrarias, pixelarias, marcenarias, electricistas e por aí adiante. Garantindo que não há nenhum master contractor e outros amigos do PS ou PSD.

É assim tão difícil saber o que é prioritário?

Eu já nem discuto de precisamos ou não do Aeroporto, AE, Barragens e TGV e o raio.

O que precisamos é de medidas imediatas para mexer com a economia.

Senão vamos ao fundo e depressa !!! :confused:
 
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Mas temos que ver que neste momento dinheiro não há muito.

O pouco que se arranjar que seja para dinamizar o quadro das micro e pequenas empresas em Portugal.

Não é dar dinheiro.

É dar projectos, trabalho, relançar a economia fazendo participar nela todo o ecosistema.

Há tempos o Governo falou num projecto de recuperação das Escolas a nível nacional. E porque não?

Em que as Autarquias e as Escolas pudessem ser chamadas a gerir os seus projectos, contratar as empresas locais, envolver as serralharias, vidrarias, pixelarias, marcenarias, electricistas e por aí adiante. Garantindo que não há nenhum master contractor e outros amigos do PS ou PSD.

É assim tão difícil saber o que é prioritário?

Eu já nem discuto de precisamos ou não do Aeroporto, AE, Barragens e TGV e o raio.

O que precisamos é de medidas imediatas para mexer com a economia.

Senão vamos ao fundo e depressa !!! :confused:

Fazer/recuperar escolas, hospitais e postos de policia custa menos e gera mais emprego e riqueza para as empresas portuguesas que fazer pontes, TGV's e SCUTS.

Mas como em tudo, há primeiro que ajudar os nossos amigos e depois os outros todos [8b]
 
Quem tiver boa memória, lembrar-se-á de eu ter defendido medidas tomadas pelo Durão Barroso/MFL.[;)]

Isto não tem a ver com defesa de ninguém, antes com o mostrar tudo e não apenas a parte que nos interessa, ou tens duvidas que se fosse outra noticia "escandalosa" não tinha sido criado um tópico logo ás 02:00h?[:D]

É obvio que estou a brincar, concordo plenamente contigo.
 
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Mas temos que ver que neste momento dinheiro não há muito.

O pouco que se arranjar que seja para dinamizar o quadro das micro e pequenas empresas em Portugal.

Não é dar dinheiro.

É dar projectos, trabalho, relançar a economia fazendo participar nela todo o ecosistema.

Há tempos o Governo falou num projecto de recuperação das Escolas a nível nacional. E porque não?

Em que as Autarquias e as Escolas pudessem ser chamadas a gerir os seus projectos, contratar as empresas locais, envolver as serralharias, vidrarias, pixelarias, marcenarias, electricistas e por aí adiante. Garantindo que não há nenhum master contractor e outros amigos do PS ou PSD.

É assim tão difícil saber o que é prioritário?

Eu já nem discuto de precisamos ou não do Aeroporto, AE, Barragens e TGV e o raio.

O que precisamos é de medidas imediatas para mexer com a economia.

Senão vamos ao fundo e depressa !!! :confused:


Hum... esse projecto das escolas já arrancou. Pelo menos umas 10 estão em fase de construção, disso tenho a certeza.
 
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Mas temos que ver que neste momento dinheiro não há muito.

O pouco que se arranjar que seja para dinamizar o quadro das micro e pequenas empresas em Portugal.

Não é dar dinheiro.

É dar projectos, trabalho, relançar a economia fazendo participar nela todo o ecosistema.

Há tempos o Governo falou num projecto de recuperação das Escolas a nível nacional. E porque não?

Em que as Autarquias e as Escolas pudessem ser chamadas a gerir os seus projectos, contratar as empresas locais, envolver as serralharias, vidrarias, pixelarias, marcenarias, electricistas e por aí adiante. Garantindo que não há nenhum master contractor e outros amigos do PS ou PSD.

É assim tão difícil saber o que é prioritário?

Eu já nem discuto de precisamos ou não do Aeroporto, AE, Barragens e TGV e o raio.

O que precisamos é de medidas imediatas para mexer com a economia.

Senão vamos ao fundo e depressa !!! :confused:

Concordo plenamente contigo... mas continuo a achar que não podemos simplesmente descartar projectos maiores que sejam realmente necessários no futuro...
 
Viva o TGV...

Viva o TGV...

...para nos dar cabo da vida a todos[:vm)]!!

Opção pela Alta Velocidade levará ao aumento de impostos e porá as finanças públicas numa situação ainda mais delicada
Há varinhas mágicas contra a crise que se podem virar contra nós. Esta é a premissa das críticas ao investimento público previsto para a Alta Velocidade, estudadas pelo economista Álvaro Santos Pereira.

No seu livro «O Medo do Insucesso Nacional», o professor universitário, que lecciona em Vancouver, no Canadá, explica porque será o TGV um erro para o país, com proporções colossais.
Em entrevista à Agência Financeira, o economista diz mesmo que esta opção fará com que os portugueses tenham de pagar mais impostos e poderá pôr as nossas finanças públicas numa situação ainda mais delicada do que a actual.
Para isso, analisa os estudos da RAVE e faz as contas: decifrando os números dos estudos, os custos mostram-se superiores aos benefícios em mais de mil e duzentos milhões de euros. Ou seja, os estudos encomendados pela própria RAVE só obtêm resultados positivos para o TGV quando incorporam impactos externos extremamente subjectivos, e que não se verificaram noutros países que optaram pela Alta Velocidade.
Quanto à dimensão do erro, Álvaro Santos Pereira não tem dúvidas em acreditar que será o maior dos últimos 50 anos.
Mas não trará o TGV nada de bom?
«Temos de escolher entre a Alta Velocidade e a alta competitividade. Gostaria muito de comprar um jaguar - chamado de TGV - mas desbaratar o pouco que temos, numa economia extremamente endividada, é uma loucura».
Para Santos Pereira, um TGV poderá ser útil no futuro, mas olha para o Reino Unido que não apostou na Alta Velocidade, mas sim na Alta Competitividade. E para o docente universitário não há dúvidas sobre as opções a tomar neste momento.
Bruxelas não é «irrazoável»
Aos que recordam que temos de aproveitar os fundos de Bruxelas para construir o TGV, e que se não os utilizarmos estes serão destinados para outros países, Santos Pereira acredita que a União Europeia não será tão irrazoável que não nos deixaria utilizar os fundos previstos para o TGV na Educação, na construção de hospitais ou em incentivos para as empresas com potencial inovador.
Numa analogia, Santos Pereira fala do pai que diz ao filho que tem 100 euros para gastar em rebuçados. E o avisasse de que, se ele não gostar de rebuçados, então dará o dinheiro aos outros filhos.
Por isso, para o economista, Bruxelas deveria mesmo aplaudir a nossa contenção despesistas e autorizar a utilização do dinheiro na construção do TGV. Mas só daqui a uns anos.
 
acima de tudo para mim a ligação porto lisboa é estupida e não tem nexo nenhum

quando a linha do norte tive modernizada o tgv vai ganhar ai o que 20 minutos ao pendular mas custa o triplo

eu nem sou bem a favor da ligação madrid lisboa, mas essa ja tem algum nexo, mas se fosse mesmo bom, nao tinhamos só 1 comboio por dia
 
Concordo plenamente contigo... mas continuo a achar que não podemos simplesmente descartar projectos maiores que sejam realmente necessários no futuro...
Esta é a altura em que o José Sócrates viria à TV e diria uma grande frase, do estilo Marquês de Pombal logo após o terramoto: "Vamos enterrar os vivos e cuidar dos mortos"
 
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Mas temos que ver que neste momento dinheiro não há muito.

O pouco que se arranjar que seja para dinamizar o quadro das micro e pequenas empresas em Portugal.

Não é dar dinheiro.

É dar projectos, trabalho, relançar a economia fazendo participar nela todo o ecosistema.

Há tempos o Governo falou num projecto de recuperação das Escolas a nível nacional. E porque não?

Em que as Autarquias e as Escolas pudessem ser chamadas a gerir os seus projectos, contratar as empresas locais, envolver as serralharias, vidrarias, pixelarias, marcenarias, electricistas e por aí adiante. Garantindo que não há nenhum master contractor e outros amigos do PS ou PSD.

É assim tão difícil saber o que é prioritário?

Eu já nem discuto de precisamos ou não do Aeroporto, AE, Barragens e TGV e o raio.

O que precisamos é de medidas imediatas para mexer com a economia.

Senão vamos ao fundo e depressa !!! :confused:

Concordo plenamente.
O que pode verdadeiramente relançar a economia dando trabalho às micro, pequenas e médias empresas são as obras espalhadas por todo o país. Obras que além de dinamizarem as empresas nacionais e criarem emprego local, melhoram as tão necessárias condições mínimas nas escolas, universidades e centros de investigação, centros de saúde e hospitais, esquadras de polícias e tribunais, ruas, saneamento, etc, para o país se desenvolver.
Como poderá o país estar a falar de choque tecnológico se as escolas e universidades têm condições deploráveis?
Como poderemos falar em desenvolvimento científico na área dos fármacos se o nosso serviço nacional de saúde está semelhante ao da América latina?
Como poderemos ter eficácia se a justiça não funciona e os tribunais estão piores do que há 20 anos atrás?

O TGV é a ficção de um povo que nunca soube ao certo ocupar o seu devido lugar, e se pôs sempre de bicos de pés para tentar mostrar ser aquilo que não é. Faz-me lembrar na época dos descobrimentos em que o nosso reino era dos mais ricos da europa, mas que o desgoverno era tal que, enquanto o povo vivia em plena idade média, o nosso monarca enviou uma comitiva para impressionar o papa onde, para além das inúmeras riquezas especiarias, sedas, etc, não faltavam elefantes e escravos, em algo que ficou realmente registado nos pergaminhos da história. Pouco tempo depois o país foi tomado pelos castelhanos.
Por isso, sempre fomos assim. Os 30 minutos que se irão poupar em cada uma das ligações por um preço de bilhete tão elevado, não justifica a despesa colossal para a sua construção e muito menos a elevada factura de manutenção que será uma herança económica pesada a pagar. Países com mais de mil quilómetros de uma ponta há outra da fronteira não têm TGV, mas nós temos de ter, dê por onde der.

Grande parte da indústria a ser beneficiada será a estrangeira, pois a maioria dos componentes para o seu fabrico virão do exterior, o que justifica tanta pressão por parte de Bruxelas. Por isso, a maioria dos postos de trabalho que se criarão serão ocupados por mão-de-obra pouco especializada imigrante que virá prestar esse serviço. Enquanto isso, as empresas nacionais irão morrendo e o desemprego aumentando como está a acontecer dia após dia.

Estes idiotas ainda não perceberam que os poucos empresários e turistas estrangeiros que irão utilizar o famigerado TGV não justifica os sacrifícios do povo. Qualquer dia isto é como Cuba, com bons aeroportos, transportes de alta velocidade, clínicas privadas de elevada qualidade, Resortes e instâncias de férias de luxo para os turistas, enquanto o povo pede esmola e se prostitui para sobreviver (à imagem do que acontece na Tailândia).
No Algarve os Estrangeiros que lá vivem já se queixam “desta gente que para aqui vem no Verão tirar-nos o sossego”. Pois é verdade: Portugal já não é nosso, mas sim de quem paga vulgos estrangeiros e alguma elite nacional.

Há que haver personalidade e coragem!
Como se diz em bom português: “Quanto mais te baixas mais o cu se te vê”.
De uma vez por todas, vamos pensar primeiro no povo. A ver se estes falhados ao verem o desespero em que está o país a mergulhar, se dignam fazer o que é certo (nem que para isso se faça um referendo). Afinal, o que está em jogo é só a qualidade de vida de um povo e o futuro da nação!
 
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