O que é que nos distingue dos animais?

São a mesma.

A consciência, reforçada pelo afirmar, da auto-referência, significa que o nível de consciência não é primário: o reconhecer do objecto mas não do sujeito que reconhece, como sucede entre os restantes animais superiores.

A auto-referência é o processo do «reflexo no espelho do sujeito» face a si mesmo. Resulta da capacidade de bipolaridade só observada na espécie humana.
 
Estranho é que foram precisas tantas respostas para que alguém dissesse a simples palavra (autoconsciência) ou algum significado parecido.
É bem evidente que muita pouca gente procura o auto-conhecimento e e consciência de si e dos outros...
 
citação:Originalmente colocada por Tuareg

São a mesma.

A consciência, reforçada pelo afirmar, da auto-referência, significa que o nível de consciência não é primário: o reconhecer do objecto mas não do sujeito que reconhece, como sucede entre os restantes animais superiores.

A auto-referência é o processo do «reflexo no espelho do sujeito» face a si mesmo. Resulta da capacidade de bipolaridade só observada na espécie humana.

Como o homem, o chimpanzé consegue reconhecer a própria imagem no espelho, (capacidade que poucos animais apresentam, como o elefante), utilizar ferramentas, aprender a linguagem de sinais.
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por Tuareg

São a mesma.

A consciência, reforçada pelo afirmar, da auto-referência, significa que o nível de consciência não é primário: o reconhecer do objecto mas não do sujeito que reconhece, como sucede entre os restantes animais superiores.

A auto-referência é o processo do «reflexo no espelho do sujeito» face a si mesmo. Resulta da capacidade de bipolaridade só observada na espécie humana.

Como o homem, o chimpanzé consegue reconhecer a própria imagem no espelho, (capacidade que poucos animais apresentam, como o elefante), utilizar ferramentas, aprender a linguagem de sinais.
São conceitos de reconhecimento completamente diferentes. O chimpanzé reconhece por memorização e associação.
enquanto que o reconhecimento de si mesmo é mais complexo é o conceito dos seus actos e contextualizar.
 
citação:Originalmente colocada por um.dois

São conceitos de reconhecimento completamente diferentes. O chimpanzé reconhece por memorização e associação.
enquanto que o reconhecimento de si mesmo é mais complexo é o conceito dos seus actos e contextualizar.
É famosa a experiência do chimp que estando adormecido foi pintado nas costas e depois de acordado ao espelho toca nas marcas e prova a tinta.
 
Nthor, o reconhecimento do sujeito por si mesmo vai muito para além do reconhecimento de uma sua imagem.

Essencialmente, a auto-referência do sujeito deve ser capaz de se desenvolver sem qualquer auxílio material externo. Implica uma elaboração mental do sujeito não dependente de um impulso externo a esse mesmo sujeito.
 
E?????????
Não tem nada a ver com auto-consciência.
Achas que esse chimp era capaz de compreender a expressão "penso logo existo" ou então "quem sou eu" ou então "porque é que penso"?
 
citação:Originalmente colocada por Tuareg

Nthor, o reconhecimento do sujeito por si mesmo vai muito para além do reconhecimento de uma sua imagem.

Essencialmente, a auto-referência do sujeito deve ser capaz de se desenvolver sem qualquer auxílio material externo. Implica uma elaboração mental do sujeito não dependente de um impulso externo a esse mesmo sujeito.
Mas é disso que falo no post acima.

A experiência referida foi precisamente para verificar se o reconhecimento ao espelho do chimp era um comportamento aprendido ou influenciado pelo contacto humano ou se pelo contrario ele sabia exactamente quem era e o que estava "a mais" no seu corpo.
 
citação:Originalmente colocada por um.dois

E?????????
Não tem nada a ver com auto-consciência.
Achas que esse chimp era capaz de compreender a expressão "penso logo existo" ou então "quem sou eu" ou então "porque é que penso"?
Uma vez perguntaram a um chimp que sabia linguagem gestual o que acontecia depois da morte e o que era a morte, ele respondeu:

"Tristeza, fim".

De qql maneira não sabemos se terá havido algum de entre eles que tenha chegado a essa conclusão "Cogito, ergo sum", mas se houve, provavelmente foi algo mais divertido ;).
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por um.dois

E?????????
Não tem nada a ver com auto-consciência.
Achas que esse chimp era capaz de compreender a expressão "penso logo existo" ou então "quem sou eu" ou então "porque é que penso"?
Uma vez perguntaram a um chimp que sabia linguagem gestual o que acontecia depois da morte e o que era a morte, ele respondeu:

"Tristeza, fim".
Sim, também já tinha lido isso!...
 
O chimpazé expressa uma singularidade de transição: sabe-se já que não é simplesmente unipolar mas está muito distante da bipolaridade humana.

O que a maiorias das pessoas não sabe (ou faz de conta que não sabe...) é que essa extraordinária bipolaridade mental da espécie humana, só se desenvolve verdadeiramente após o nascimento.

Por exemplo, para sonhar não é necessário deter consciência auto-referente. Muitos dos animais superiores sonham.
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

citação:Originalmente colocada por um.dois

E?????????
Não tem nada a ver com auto-consciência.
Achas que esse chimp era capaz de compreender a expressão "penso logo existo" ou então "quem sou eu" ou então "porque é que penso"?
Uma vez perguntaram a um chimp que sabia linguagem gestual o que acontecia depois da morte e o que era a morte, ele respondeu:

"Tristeza, fim".
Assim já não tenho mais argumentos... :D
Acho q isso é auto-consciência. Espero é que não evoluam muito em inteligência senão podem-se tornar no animal homem [:p] às tantas ainda chegamos à conclusão que até é mais inteligente e consegue ter um maior auto-controlo dos seus actos [8)]
 
citação:Originalmente colocada por Tuareg

O chimpazé expressa uma singularidade de transição: sabe-se já que não é simplesmente unipolar mas está muito distante da bipolaridade humana.

O que a maiorias das pessoas não sabe (ou faz de conta que não sabe...) é que essa extraordinária bipolaridade mental da espécie humana, só se desenvolve verdadeiramente após o nascimento.

Por exemplo, para sonhar não é necessário deter consciência auto-referente. Muitos dos animais superiores sonham.
Sim, sonhar é vulgar nos cães e nos gatos!
 
O perigo das comunicações dos animais (sobretudo por linguagens gestuais afinadas por seres humanos) é o da resposta imitativa, memorizada, associada a uma memória comunicacional passada (por exemplo quando se tentam adestrar os animais na manifestação de respostas-tipo que são padronizadas pelo ser humano).

Já no século XIX houve desenvolvimebntos deslumbrantes com cavalos que sabiam fazer mais do que contar linearmente: sabiam somar e subtrair!

Após aturada investigação descubriu-se que o que faziam resultava da memorização de sinais (por vezes inconscientes ao emissor!) recebidos durante o muito treino repetitivo, e a sua associação aos diferentes resultados do programa de treino recompensa-punição.
 
citação:Originalmente colocada por um.dois

às tantas ainda chegamos à conclusão que até é mais inteligente e consegue ter um maior auto-controlo dos seus actos
Anda por aí um tópico onde se fala de uma experiência de sobrepopulação com ratos de lab e os resultados desastrosos desde o canibalismo ao infanticídio.

Foi feita uma semelhante com chimps, a resposta inata deles foi reforçar o que habitualmente fazem para diminuir o stress, aumentou o catar do pelo, as demonstrações de amizade como os abraços e os sorriso tornaram-se regra obrigatória, assim como o sexo e uma coisa fascinante tb aconteceu, as fêmeas passaram a ter mais importância na escala social, uma em particular chegou a esbofetear o Alpha do grupo que estava a comer sem partilhar.

Resta referir que estes "animais" não se conheciam e estabeleceram rapidamente uma hierarquia baseada na idade e sem qql confronto físico, mesmo quando eram adicionados novos elementos e a população aumentava e os recursos diminuíam.
 
citação:Originalmente colocada por Tuareg

O perigo das comunicações dos animais (sobretudo por linguagens gestuais afinadas por seres humanos) é o da resposta imitativa, memorizada, associada a uma memória comunicacional passada (por exemplo quando se tentam adestrar os animais na manifestação de respostas-tipo que são padronizadas pelo ser humano).

Já no século XIX houve desenvolvimebntos deslumbrantes com cavalos que sabiam fazer mais do que contar linearmente: sabiam somar e subtrair!

Após aturada investigação descubriu-se que o que faziam resultava da memorização de sinais (por vezes inconscientes ao emissor!) recebidos durante o muito treino repetitivo, e a sua associação aos diferentes resultados do programa de treino recompensa-punição.
Isso é o que tenho vindo a dizer.
O Nthor disse que o chimp sabia que a morte significava o fim,eu tenho duvidas que ele tenha chegado a essa conclusão sozinho. Provavelmente alguém lhe disse em lingua gestual que morte tinha esse significado como por exemplo para maçã associava o gesto ao fruto, isto são comportamentos apreendidos, é normal e não vejo nada de auto-consciente.
 
citação:Originalmente colocada por Tuareg

O perigo das comunicações dos animais (sobretudo por linguagens gestuais afinadas por seres humanos) é o da resposta imitativa, memorizada, associada a uma memória comunicacional passada (por exemplo quando se tentam adestrar os animais na manifestação de respostas-tipo que são padronizadas pelo ser humano).

Já no século XIX houve desenvolvimebntos deslumbrantes com cavalos que sabiam fazer mais do que contar linearmente: sabiam somar e subtrair!

Após aturada investigação descubriu-se que o que faziam resultava da memorização de sinais (por vezes inconscientes ao emissor!) recebidos durante o muito treino repetitivo, e a sua associação aos diferentes resultados do programa de treino recompensa-punição.

Precisamente, daí vem também a teoria de Pavlov.

Na minha opiniao o que nos diferencia dos animais é o racicionio abstracto, aprender coisas, compreende-las e aplica-las em diversas situações completamente diferentes das situações em que foram apreendidas. Ponham um macaco que sabe mexer no computador a fazer uma pesquisa no google sobre um tema que ele nunca ouviu falar e digam-me os resultados disso, o macaco nunca chega ao mesmo nível de resultados que um ser humano obtém a menos que ja tenha sido previamente treinado para fazer isso. É tão simples quanto isso.
 
para mim, a diferença principal é a linguagem. Eles só nao podem falar, mas acredito que também tenham pensamento
 
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