Pastelaria caseira! Dúvidas!

Pittboxer

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Boas!
A minha esposa, excelente ex-pasteleira de doçaria conventual (um elogio para ela[:D]), veio com a conversa que gostava de voltar a fazer pastelaria, pois deixou devido ao nascimento do pequeno, mas que agora está a pensar em fazer bolos em casa e vender para fora.
Sábado a 8 já tem uma encomenda de um bolo de casamento de 30kg para fazer, e já tem feito mais bolos para outros eventos.
A questão é que ela agora falou-me que quer agarrar a isso com unhas e dentes e começar também a fazer outro tipo de confeitaria, desde bolos secos, a broinhas, pastéis de amêndoas e por aí fora, para poder vender a unidade.

A Nossa duvida reside no seguinte:
Caso ela decida vender numa banca (neste caso pertence a câmara, e já é destinada a que os produtores regionais possam vender os seus produtos lá), ao domingo a tarde e a segunda de manhã, aqui na vila, que subsiste muito a base de turismo, terá que abrir atividade?
Terá ela eventualmente problemas com a ASAE?
Quais são todos os procedimentos legais?

Questiono, pois apesar de agora inicialmente o objetivo seja vender apenas por encomenda, futuramente consoante o volume de vendas seria bom pensar numa estratégia de Marketing de acordo com a lei.
 
Boas!
A minha esposa, excelente ex-pasteleira de doçaria conventual (um elogio para ela[:D]), veio com a conversa que gostava de voltar a fazer pastelaria, pois deixou devido ao nascimento do pequeno, mas que agora está a pensar em fazer bolos em casa e vender para fora.
Sábado a 8 já tem uma encomenda de um bolo de casamento de 30kg para fazer, e já tem feito mais bolos para outros eventos.
A questão é que ela agora falou-me que quer agarrar a isso com unhas e dentes e começar também a fazer outro tipo de confeitaria, desde bolos secos, a broinhas, pastéis de amêndoas e por aí fora, para poder vender a unidade.

A Nossa duvida reside no seguinte:
Caso ela decida vender numa banca (neste caso pertence a câmara, e já é destinada a que os produtores regionais possam vender os seus produtos lá), ao domingo a tarde e a segunda de manhã, aqui na vila, que subsiste muito a base de turismo, terá que abrir atividade?
Terá ela eventualmente problemas com a ASAE?
Quais são todos os procedimentos legais?

Questiono, pois apesar de agora inicialmente o objetivo seja vender apenas por encomenda, futuramente consoante o volume de vendas seria bom pensar numa estratégia de Marketing de acordo com a lei.

Pelo menos a atividade tem que abrir, se está a vender ao público, num local público, qualquer pessoa lhe pode pedir o recibo da transação.
O que acontece na realidade nesse tipo de vendas é que ninguém passa recibos e provavelmente não tem qualquer atividade aberta.
 
A minha maria volta e meia vende artesanato em algumas feiras e sim tem de abrir actividade para isso.
Quanto à questão da ASAE já não te sei ajudar porque ela não vende produtcos alimentares.
 
Mete no facebook anuncios.

Não convem é fazer como a maioria, anuncia salgados/bolos etc e quando o comprador recebe as coisas, só de olhar dá vomitos.
 
Já não é a primeira vez que vejo por lá pessoal mostrar a javardice que recebeu, rissois todos torrados, bolos estragados e com massa crua etc.
 
Boas!
A minha esposa, excelente ex-pasteleira de doçaria conventual (um elogio para ela[:D]), veio com a conversa que gostava de voltar a fazer pastelaria, pois deixou devido ao nascimento do pequeno, mas que agora está a pensar em fazer bolos em casa e vender para fora.
Sábado a 8 já tem uma encomenda de um bolo de casamento de 30kg para fazer, e já tem feito mais bolos para outros eventos.
A questão é que ela agora falou-me que quer agarrar a isso com unhas e dentes e começar também a fazer outro tipo de confeitaria, desde bolos secos, a broinhas, pastéis de amêndoas e por aí fora, para poder vender a unidade.

A Nossa duvida reside no seguinte:
Caso ela decida vender numa banca (neste caso pertence a câmara, e já é destinada a que os produtores regionais possam vender os seus produtos lá), ao domingo a tarde e a segunda de manhã, aqui na vila, que subsiste muito a base de turismo, terá que abrir atividade?
Terá ela eventualmente problemas com a ASAE?
Quais são todos os procedimentos legais?

Questiono, pois apesar de agora inicialmente o objetivo seja vender apenas por encomenda, futuramente consoante o volume de vendas seria bom pensar numa estratégia de Marketing de acordo com a lei.

Se ela for a câmara, e já que a banca é deles, a partida devem-na informar quais os trâmites legais a que deve obedecer. Mas sim, deve ter de ter actividade aberta. O resto, lá na câmara devem-na informar. E muita força nisso, se correr bem daqui a nada estás a largar o teu trabalho para ajudar a ela! [:D]
 
Já não é a primeira vez que vejo por lá pessoal mostrar a javardice que recebeu, rissois todos torrados, bolos estragados e com massa crua etc.

Não duvido nada disso, mas colo disse, esses não ficam muito no ativo, coitados é dos desgraçados que tiveram de levar com eles enquanto duraram.
 
Boas!
A minha esposa, excelente ex-pasteleira de doçaria conventual (um elogio para ela[:D]), veio com a conversa que gostava de voltar a fazer pastelaria, pois deixou devido ao nascimento do pequeno, mas que agora está a pensar em fazer bolos em casa e vender para fora.
Sábado a 8 já tem uma encomenda de um bolo de casamento de 30kg para fazer, e já tem feito mais bolos para outros eventos.
A questão é que ela agora falou-me que quer agarrar a isso com unhas e dentes e começar também a fazer outro tipo de confeitaria, desde bolos secos, a broinhas, pastéis de amêndoas e por aí fora, para poder vender a unidade.

A Nossa duvida reside no seguinte:
Caso ela decida vender numa banca (neste caso pertence a câmara, e já é destinada a que os produtores regionais possam vender os seus produtos lá), ao domingo a tarde e a segunda de manhã, aqui na vila, que subsiste muito a base de turismo, terá que abrir atividade?
Terá ela eventualmente problemas com a ASAE?
Quais são todos os procedimentos legais?

Questiono, pois apesar de agora inicialmente o objetivo seja vender apenas por encomenda, futuramente consoante o volume de vendas seria bom pensar numa estratégia de Marketing de acordo com a lei.

Sendo realista, duvido que haja alguém a fazer o que a tua mulher quer fazer de forma completamente legal em PT.

Para além de abrir atividade, o espaço onde é feita a produção deve responder a uma série de legislação existente para a área, nomeadamente do ponto de vista da higiene e segurança alimentar.

Conheço meia dúzia de casos de pessoas que tentaram estar de acordo com a legislação em vigor, não conheço nenhuma que tenha conseguido. Pior, conheço uma que depois de não ter conseguido continuou a produzir e teve problemas com a ASAE.
 
Boas!
A minha esposa, excelente ex-pasteleira de doçaria conventual (um elogio para ela[:D]), veio com a conversa que gostava de voltar a fazer pastelaria, pois deixou devido ao nascimento do pequeno, mas que agora está a pensar em fazer bolos em casa e vender para fora.
Sábado a 8 já tem uma encomenda de um bolo de casamento de 30kg para fazer, e já tem feito mais bolos para outros eventos.
A questão é que ela agora falou-me que quer agarrar a isso com unhas e dentes e começar também a fazer outro tipo de confeitaria, desde bolos secos, a broinhas, pastéis de amêndoas e por aí fora, para poder vender a unidade.

A Nossa duvida reside no seguinte:
Caso ela decida vender numa banca (neste caso pertence a câmara, e já é destinada a que os produtores regionais possam vender os seus produtos lá), ao domingo a tarde e a segunda de manhã, aqui na vila, que subsiste muito a base de turismo, terá que abrir atividade?
Terá ela eventualmente problemas com a ASAE?
Quais são todos os procedimentos legais?

Questiono, pois apesar de agora inicialmente o objetivo seja vender apenas por encomenda, futuramente consoante o volume de vendas seria bom pensar numa estratégia de Marketing de acordo com a lei.

A tua esposa vai ter de ter um plano de HACCP, para a produção, o próprio espaço onde vai confeccionar tem de cumprir varias regras, mesmo que seja em casa, depois tens o problema das rotulagens/alergénicos, é um mundo um pouco complexo, sei do quem se está a legalizar numa situação idêntica, e contratou uma empresa de consultadoria para ajudar a ter tudo o mais legal possível.
 
Sendo realista, duvido que haja alguém a fazer o que a tua mulher quer fazer de forma completamente legal em PT.

Para além de abrir atividade, o espaço onde é feita a produção deve responder a uma série de legislação existente para a área, nomeadamente do ponto de vista da higiene e segurança alimentar.

Conheço meia dúzia de casos de pessoas que tentaram estar de acordo com a legislação em vigor, não conheço nenhuma que tenha conseguido. Pior, conheço uma que depois de não ter conseguido continuou a produzir e teve problemas com a ASAE.

Conheço uma pessoa que decidiu enveredar para a venda de pão sem gluten, e coisas do género nestes moldes de fazer tudo legal e arranjou um espaço próprio para o efeito e é como dizes, está a pensar em fechar o negócio pois o que produz e vende mal dá para pagar as contas e já conseguiu entrar no mercado de vender a lojas especializadas e tudo, mas segundo ela trabalha para pagar as contas e isso não vale a pena, se não der a volta até ao fim do ano para e começa a fazer em casa para vender na "cadonga" ou volta a trabalhar no antigo ramo.
 
Boas!
A minha esposa, excelente ex-pasteleira de doçaria conventual (um elogio para ela[:D]), veio com a conversa que gostava de voltar a fazer pastelaria, pois deixou devido ao nascimento do pequeno, mas que agora está a pensar em fazer bolos em casa e vender para fora.
Sábado a 8 já tem uma encomenda de um bolo de casamento de 30kg para fazer, e já tem feito mais bolos para outros eventos.
A questão é que ela agora falou-me que quer agarrar a isso com unhas e dentes e começar também a fazer outro tipo de confeitaria, desde bolos secos, a broinhas, pastéis de amêndoas e por aí fora, para poder vender a unidade.

A Nossa duvida reside no seguinte:
Caso ela decida vender numa banca (neste caso pertence a câmara, e já é destinada a que os produtores regionais possam vender os seus produtos lá), ao domingo a tarde e a segunda de manhã, aqui na vila, que subsiste muito a base de turismo, terá que abrir atividade?
Terá ela eventualmente problemas com a ASAE?
Quais são todos os procedimentos legais?

Questiono, pois apesar de agora inicialmente o objetivo seja vender apenas por encomenda, futuramente consoante o volume de vendas seria bom pensar numa estratégia de Marketing de acordo com a lei.

Um tipo tão indignado com os camionistas e agora vem perguntar se pode vender sem factura? [:cool:]
 
futuramente consoante o volume de vendas seria bom pensar numa estratégia de Marketing de acordo com a lei.

Um tipo tão indignado com os camionistas e agora vem perguntar se pode vender sem factura? [:cool:]

Ah ah ah! Já me alegraste o dia! É bom saber que já fiz amigos aqui no fórum! E que consigo provocar comichão por virem comentar algo que nada tem que ver com o tema! Mas eu respondo te, sou um gajo porreiro!
Como viste acima, re lê lá o que escrevi com o teu doutoramento de motorista, e diz me lá onde mostrei que o meu objetivo é vender sem fatura?
E digo mais, mesmo que fosse, não vou fazer greve por causa disso![:p][:D]

Move to the Next One!
 
Pelo menos a atividade tem que abrir, se está a vender ao público, num local público, qualquer pessoa lhe pode pedir o recibo da transação.
O que acontece na realidade nesse tipo de vendas é que ninguém passa recibos e provavelmente não tem qualquer atividade aberta.

Sei que existe um incentivo qualquer em que até 10000€ de faturação no primeiro ano não paga iva, estou errado?
 
Sei que existe um incentivo qualquer em que até 10000€ de faturação no primeiro ano não paga iva, estou errado?

Se tiveres facturação até 10 000€, nunca pagas IVA. no primeiro ano, como não tens histórico, também não pagas iva, mesmo que ultrapasses esse valor. daí para a frente, sim, se no ano anterior tiveres ultrapassado os 10 000€ já pagas.

Sinceramente, faço votos de que pagues IVA. e muito! [:D]

Quer dizer, isto em regime de recibos verdes. Se abrir empresa individual, já não sei como se processa.

https://www.contasconnosco.pt/artigo/o-iva-nos-recibos-verdes
 
Mete no facebook anuncios.

Não convem é fazer como a maioria, anuncia salgados/bolos etc e quando o comprador recebe as coisas, só de olhar dá vomitos.

Sempre ouvi dizer que os olhos são os primeiros a comer![:D]
Mas sim, queremos divulgar, nas redes sociais. Mas também queremos ir com calma, não adianta dar um passo maior que a perna.

Neste caso queremos contar com produtos bons visualmente mas também bons em qualidade. Mesmo que tenhamos que ganhar menos nos inícios, queremos apostar na qualidade do produto, pois a confiança e a qualidade é que faz as pessoas comprar novamente!
Neste momento ainda é tudo muito embrionário, mas já temos alguns produtores locais, para os ingredientes de forma a assegurar a melhor qualidade e de forma mais biológica possível. Ainda falta arranjar alguns, mas estamos a trabalhar nesse sentido!
 
Faz uma página no Facebook e Instagram com boas imagens, pagas uns anúncios, e se estiveres bem localizado geograficamente ainda tira mais que o vosso ordenado...
Inicialmente, eu não queria saber da parte da facturação e da legalidade, ninguém te vai pedir recibos disso...

Parabéns pela iniciativa, aos poucos estás a desenvolver o tal mindset!
 
Pelo menos a atividade tem que abrir, se está a vender ao público, num local público, qualquer pessoa lhe pode pedir o recibo da transação.
O que acontece na realidade nesse tipo de vendas é que ninguém passa recibos e provavelmente não tem qualquer atividade aberta.

Pois lá está, nessas barraquinhas estão normalmente os velhos e pessoal ao fim de semana a vender fruta, tremoços, coisas assim, a questão é que ali, é perto de um ponto turístico onde passa muito estrangeiro, nomeadamente chineses e franceses que adoram este tipo de confeitaria!
Agora duvido também que eles sequer tenham atividade aberta, mas como estamos a falar de produto confeccionado, que mexe até com saúde pública tenho as minhas dúvidas daí a questão.
 
Pelo menos a atividade tem que abrir, se está a vender ao público, num local público, qualquer pessoa lhe pode pedir o recibo da transação.
O que acontece na realidade nesse tipo de vendas é que ninguém passa recibos e provavelmente não tem qualquer atividade aberta.

Pois lá está, nessas barraquinhas estão normalmente os velhos e pessoal ao fim de semana a vender fruta, tremoços, coisas assim, a questão é que ali, é perto de um ponto turístico onde passa muito estrangeiro, nomeadamente chineses e franceses que adoram este tipo de confeitaria!
Agora duvido também que eles sequer tenham atividade aberta, mas como estamos a falar de produto confeccionado, que mexe até com saúde pública tenho as minhas dúvidas daí a questão.
 
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