O meu se coubesse no elevador trazia-o para casa.... Mas infelizmente não, fica na garagem mesmo. Mas isto sou eu, que tenho uma certa pancada por carros...![]()
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O meu se coubesse no elevador trazia-o para casa.... Mas infelizmente não, fica na garagem mesmo. Mas isto sou eu, que tenho uma certa pancada por carros...![]()
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Mas os carros existem para nos servir ou nós a eles? Daqui a pouco só falta o meter na cama, para dormir quentinho e ficar à temperatura ideal.
O meu se coubesse no elevador trazia-o para casa.... Mas infelizmente não, fica na garagem mesmo. Mas isto sou eu, que tenho uma certa pancada por carros...![]()
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O beijinho de boa noite parece me muito importante, senão ele é capaz de não conseguir dormir bemrealmente só falta mesmo mete-los na cama com um leitinho, bolachas e um beijinho de boa noite! []

O S&S não desliga o motor quando as temperaturas estão altas. Aliás, basta fazer uma viagem longa em AE e parar no trânsito para concluir que o carro não se desliga.Alguma coisa deve ter mudado muito nos turbos.
No século passado todos os carros que tive com turbo tiveram esse componente avariado. Neste século nem um. Ora, tendo eu mantido sempre o mesmo tipo de cuidado a redução no número de avarias só poderá estar relacionado com um aumento da robustez ou protecção dos turbos. Pior, a minha utilização é que se alterou, antigamente esperava um pouco antes de andar com o carro e antes de o desligar, mas de há uns 5 anos a esta parte deixei esse cuidado.
Aliás repare-se, com a massificação dos sistemas stop/start onde entra esse cuidado de deixar o motor trabalhar 1 minuto antes de desligar. []
Todos os carros são iguais, não é? Aliás, um diesel até se compara a um bloco pequeno turbocomprimido a gasolina a debitar mais de 200cv, não é? [Eu tive um carro em que fiz mais de 300000km. Revisões sempre de 30 em 30 mil. Nunca esperei para arrancar, nem esperei depois de viagem. Carro atual, mais de 170 mil km. Revisões de 30 em 30 mil. Também nunca espero, e farto-me de interromper regenerações. Ambos diesel.
Se o fabricante diz que é de 30 em 30 mil, quem sou eu para fazer de outra forma?
Os carros são para nos servir.
Como disse, no século passado não tive um carro em que esse componente não desse problemas, neste século nem um deu. É bastante contrastante e baseado num período de análise bastante longo. Não digo que não partam mas certamente partem bastante menos. Se calhar agora, porque há mais carros com turbo, isso poderá dar a sensação errada de que eles ainda partem muito, mas isso não me parece verdade.O S&S não desliga o motor quando as temperaturas estão altas. Aliás, basta fazer uma viagem longa em AE e parar no trânsito para concluir que o carro não se desliga.
É lógico que os turbos estão cada vez mais robustos, mas turbos estalados não é propriamente uma coisa do passado.
Todos os carros são iguais, não é? Aliás, um diesel até se compara a um bloco pequeno turbocomprimido a debitar mais de 200cv, não é? []
É que tem tudo a ver.
E mudas de óleo preconizadas nem sempre devem ser cumpridas, especialmente as absurdas, tipo essas de 30k km.
Um bom exemplo disso foi a Opel, que com esses intervalos ridículos o que se conseguiu foram correntes partidas.
Nenhum mecânico ou alguém minimamente conhecedor sobre mecânica vai aconselhar alguém a fazer mudas de 30 em 30 mil km.
Depende da gestão do motor, do tipo de motor que é e sobretudo do tamanho do turbo e as pressões que faz.Como disse, no século passado não tive um carro em que esse componente não desse problemas, neste século nem um deu. É bastante contrastante e baseado num período de análise bastante longo. Não digo que não partam mas certamente partem bastante menos. Se calhar agora, porque há mais carros com turbo, isso poderá dar a sensação errada de que eles ainda partem muito, mas isso não me parece verdade.
Em relação ao S/S daqueles com que ando de origem grupo VW uns, BMW outros, todos desligam logo que param na área de serviço da AE.
Portanto tu é que sabes os intervalos das mudanças. Os construtores é que não sabem nada.
Portanto tu é que sabes os intervalos das mudanças. Os construtores é que não sabem nada.
Nem me lembrei das regenerações! Realmente é obra, preconizar mudas de 30 mil em 30 mil mesmo inserindo na equação a inevitável contaminação do óleo [Cada um faz o que entender, mas também não aconselho essas mudas de óleo a 30 000kms, é um período de tempo demasiado longo. Já fiz exames a óleos e os os que tinham 30 000 kms tinham demasiada água, provavelmente proveniente de regenerações do FAP interrompidas e etc. Aliás, até houve alguns construtores que anunciavam que o óleo deveria ser mudado de 30 em 30 000kms e depois mudaram a política para de 15 em 15 000kms (ou de 20 em 20). Este caso aconteceu com a Mitsubishi se não estou em erro.
Depois lembra-te que convém às marcas anunciarem intervalos de manutenção superiores, é um factor que ajuda a vender e que os morcões dos jornalistas do ramo automóvel valorizavam, dando nota superior nos "custos de utilização" a motores com intervalos de manutenção superiores [8b]. Enfim.
A Renault, quando lançou o motor 1.9 dCi de 120 cv, cometeu um erro grave na estipulação da qualidade do óleo a usar versus intervalos de mudança do óleo, que levou à quebra de milhares e milhares de turbos.Portanto tu é que sabes os intervalos das mudanças. Os construtores é que não sabem nada.
Depende da gestão do motor, do tipo de motor que é e sobretudo do tamanho do turbo e as pressões que faz.
Já experimentei no meu carro, depois de um lanço em AE e ele não desligou, por exemplo.
Tu fazes o que quiseres, chama-se livre arbítrio. Mas é cómico alguém ainda acreditar nessas mudas miraculosas de 30 em 30 mil, mesmo com óleos sintéticos.
Depende muito do turbo e as rotações que atinge.
Em relação ao "arrefecer," é mesmo literalmente deixar o óleo arrefecer um pouco enquanto lubrifica o turbo e baixa as temperaturas da turbina em si. Quando estás ao ralenti, as pás não estão a rodar à mesma velocidade que rodam em "full boost." É mesmo uma questão de deixar o turbo arrefecer um pouco ao mesmo tempo que o óleo vai arrefecendo.
O que acontece ao desligares o motor com a turbina quente é que a pressão de óleo baixa pouco depois e o óleo a ferver permanece no turbo e não tem hipótese de voltar ao circuito de maneira a arrefecer.
E sim, caso seja um turbo que faça pressões altas, e depois de uns esticões em AE, o ideal é conduzir normalmente uns 10~15 minutos. No mínimo, deixar o carro ao ralenti uns minutos.
Nem penses nisso. Não te rejas por esses planos parvos que as marcas preconizam.
Se uma pessoa quer um motor turbo a gasolina saudável, convém mudar de 10.000 em 10.000. No máximo em intervalos de 15.000. Ou lá está, anualmente.
E isto nem é aquela típica conversa de mecânico que quer "ganhar uns cobres."
Por experiência própria, é mesmo o melhor a fazer.
No meu carro, um 1.4 turbo com uma potência idêntica ao do teu, está explicito no manual que as mudas são de 10.000 em 10.000, por exemplo.
Se tu achas que um óleo sintético com 20 ou 30.000 km em cima lubrifica bem o motor e protege os componentes como um com 10.000, quem sou eu para dizer o contrário [Os planos são parvos porque tu dizes?
Parvo é mandar óleo em estado ok para o lixo para não falar da poluição.
O S&S não desliga o motor quando as temperaturas estão altas. Aliás, basta fazer uma viagem longa em AE e parar no trânsito para concluir que o carro não se desliga.
É lógico que os turbos estão cada vez mais robustos, mas turbos estalados não é propriamente uma coisa do passado.
Todos os carros são iguais, não é? Aliás, um diesel até se compara a um bloco pequeno turbocomprimido a gasolina a debitar mais de 200cv, não é? []
É que tem tudo a ver.
E mudas de óleo preconizadas nem sempre devem ser cumpridas, especialmente as absurdas, tipo essas de 30k km.
Um bom exemplo disso foi a Opel, que com esses intervalos ridículos o que se conseguiu foram correntes partidas.
Nenhum mecânico ou alguém minimamente conhecedor sobre mecânica vai aconselhar alguém a fazer mudas de 30 em 30 mil km.