citação:Originalmente colocada por mario_renato
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Foste tu que a usas-te?
citação:Originalmente colocada por mario_renato
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citação:Originalmente colocada por Sôtor
citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
citação:Originalmente colocada por LiteOn
tb ja passei por la ,bons velhos tempos[}][}
]
licenciatura em engenharia mecanica 98-2004[^]
cps
6 anos?
Só queria fazer o curso em 6 também[xx(]
Filipe 6 anos? ahahahah deixa-me rir... é mais pos 10
[]
Em vigor a partir das inscrições 2006/07citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
Alguém me explica O que é que mudou com o processo de Bolonha na FEUP???
A licenciatura não é de 3 anos???
Não encontro nada sobre o assunto...
[8)]
citação:Originalmente colocada por semchumbo
Em vigor a partir das inscrições 2006/07citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
Alguém me explica O que é que mudou com o processo de Bolonha na FEUP???
A licenciatura não é de 3 anos???
Não encontro nada sobre o assunto...
[8)]
Licenciatura: 3 anos
Mestrado incorporado(MSc): +2 anos (além da licenciatura)
Doutoramento (PHd): +3 anos (além da licenciatura e do mestrado incorporado)
Para efeitos de inscrição na Ordem dos Engenheiros vai ser necessário o MSc.
No teu caso vai à secretaria e pede uma adequação do plano de estudos actual para o plano de estudos de Bolonha. O mais natural é que daqui a 5 anos tenhas um MSc em engenharia. Entretanto o valor da propina dos dois anos de MSc vai ser exactamente igual aos 3 anos da nova "licenciatura". No entanto repito: para inscrição na Ordem dos Engenheiros vai ser necessário um MSc.citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
Em vigor a partir de 2006/2007?
Eu estou no 1º ano e vão alterar já o meu plano de estudos... Não vou ser abrangido por Bolonha?
citação:Originalmente colocada por semchumbo
No teu caso vai à secretaria e pede uma adequação do plano de estudos actual para o plano de estudos de Bolonha. O mais natural é que daqui a 5 anos tenhas um MSc em engenharia. Entretanto o valor da propina dos dois anos de MSc vai ser exactamente igual aos 3 anos da nova "licenciatura". No entanto repito: para inscrição na Ordem dos Engenheiros vai ser necessário um MSc.citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
Em vigor a partir de 2006/2007?
Eu estou no 1º ano e vão alterar já o meu plano de estudos... Não vou ser abrangido por Bolonha?
Não me recordo mas o nome é algo desse género, mas tenho a ideia que vai ter nomes diferentes conforme o curso, mas será sempre algo meio vago e muito abrangente (e que vai corresponder à realidade desses 3 primeiros anos, uma formação mais geral, não tão específica).citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
A Licenciatura tem a designação de "Licenciatura em Ciência de Engenharias" não é?
Sim e não...citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
Alguém me explica O que é que mudou com o processo de Bolonha na FEUP???
A licenciatura não é de 3 anos???
Não encontro nada sobre o assunto...
[8)]
citação:Originalmente colocada por worldtiki
Sim e não...citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
Alguém me explica O que é que mudou com o processo de Bolonha na FEUP???
A licenciatura não é de 3 anos???
Não encontro nada sobre o assunto...
[8)]
Ao fim de 3 anos recebes logo o diploma (Licenciatura) mas só terminas o curso no final dos 5 anos (Mestrado).
Podes abandonar a faculdade quando receberes o primeiro diploma mas não te vai servir de muito, estas "licenciaturas" não vão ser reconhecidas pela Ordem dos Engenheiros...
É mais uma obrigação do que uma coisa com algum significado real/prático.
ps: e sai um tiro para o gajo que escolheu os nomes [8)]
Todos os cursos na FEUP são de 5 anos, não existem licenciaturas mas sim mestrados integrados ("pacote" licenciatura + mestrado).citação:Originalmente colocada por Filipe Braga
Esta licenciatura "equivale" à licenciatura do ISEP(3 anos)?
http://paginas.fe.up.pt/~firstjob/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=64&Itemid=75O Quick Job Hunting tem como objectivo dar resposta às necessidades das empresas e diplomados, oferecendo-lhes um espaço de breves entrevistas, em sistema rotativo e num ambiente reservado mas, simultaneamente, “menos formal” do que o habitual das entrevistas de selecção.
Esta actividade poder-se-à traduzir para os estudantes em ”15 minutos para agarrar um emprego” e para as empresas poder-se-à constituir como um espaço para a (re)definição do perfil do candidato a recrutar e uma fonte de recrutamento nova e rápida.
Neste encontro os estudantes têm não só a oportunidade de entregarem os seus Cv’s, mas também de vivenciarem e adquirirem, para muitos deles, uma primeira experiência de recrutamento e entrevista de selecção. As empresas, por sua vez, têm a possibilidade de recolher os CV’s dos alunos, apreenderem uma primeira impressão dos futuros candidatos aos seus processos de recrutamento e de mais facilmente dialogarem individualmente com os alunos.
http://economia.publico.pt/Noticia/...aposta-no-fomento-do-empreendedorismo_1487111O último inquérito mostra que 84 por cento dos alunos da instituição que terminaram o curso em 2009 conseguiram colocação nos seis meses seguintes. Feiras de emprego dão forte ajuda.
Não se sabe se o emprego conseguido é precário ou não. Certo é que os recém-formados da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) não dão um grande contributo para as fileiras do desemprego nacional.
As grandes e pequenas empresas, nacionais e multinacionais, procuram os quadros formados na instituição - como parece revelar a adesão que têm tido as Feiras de Emprego organizadas todos os anos. E a própria faculdade estimula alunos e professores a apostarem na criação do próprio emprego, o que quase transforma a FEUP numa incubadora de empresas.
A taxa de empregabilidade mantém-se elevada, apesar de revelar uma ligeira contracção. O último inquérito feito em Maio apurou que 84 por cento dos alunos que terminaram a sua graduação em 2009 encontraram o primeiro emprego num período de seis meses após a conclusão do curso. No ano anterior, a taxa de empregabilidade nos primeiros seis meses rondava os 91 por cento.
Estes números podem ajudar a quantificar o resultado do esforço que é feito pela Divisão de Cooperação da FEUP, o organismo responsável pela organização das Feiras de Emprego (ver segundo texto). É no seio desta divisão que funciona um Gabinete de Apoio ao Empreendedorismo, onde se destaca uma equipa que tem como missão a transferência de tecnologia, nomeadamente a criação de spin-offs, dando apoio aos estudantes e docentes na criação das suas empresas.
Pedro Coelho, que pertence a essa estrutura, é o economista que ajuda engenheiros e candidatos a engenheiros a avaliar a potencialidade de uma ideia para a criação de um negócio, e a proporcionar as ferramentas que são necessárias para o arranque de uma empresa. "Muitos alunos têm a percepção de que a sua empregabilidade terá de passar pela criação da sua própria empresa. E a FEUP pode dar um apoio considerável, ainda que indirectamente", explica.
Pedro Coelho refere-se aos vários mestrados que existem na instituição, entre os quais se destaca o Mestrado em Inovação e Empreendedorismo Tecnológico (MIET), no âmbito do qual já surgiram três start-ups. Mas também se refere aos quatro pólos do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, o UPTEC, cuja taxa de ocupação é garantida, em cerca de 60 por cento, por alunos e professores da Faculdade de Engenharia. Nesses quatro pólos, estão instaladas 91 empresas - e já foram 95, mas quatro delas saíram da "incubadora" para arriscar novos voos.
A preocupação em colocar na comunidade académica a semente do empreendedorismo é transversal na FEUP. O que ajudará, também, a perceber por que é que é no seio da própria faculdade que surgiram mais spin-offs, inclusive em número superior aos institutos de interface, como são o Inesc Porto e o Inegi - onde também muitas ideias de investigação e patentes são transformadas em tecnologias e produtos comercializados por empresas criadas para esse efeito.
Dois exemplos. A empresa BERD - Projecto, Investigação e Engenharia em Pontes, resultou de uma tese de doutoramento de um professor da FEUP. A tese trabalhou uma tecnologia (o sistema OPS) que culminou numa patente, e que agora é vendida para todo o mundo. A Tomorrow Options é outra empresa. A ideia partiu de dois alunos do MIET, que perceberam que poderiam alterar o âmbito de aplicação de uma tecnologia à base de sensores desenvolvida na faculdade. Em conjunto com dois investigadores da FEUP que estudaram essa tecnologia, avançaram para uma empresa que comercializou dispositivos portáteis para a prevenção do pé diabético.
Num esforço de rastrear o número de empresas que, nos últimos dez anos, professores, estudantes e até mesmo técnicos da FEUP criaram nas mais diversas áreas - química, civil, informática, etc. -, a Divisão de Cooperação contabilizou 62 empresas, a envolver mais de 100 alunos e professores. O que dá uma média de seis novas empresas criadas por ano. Pedro Coelho não tem provas, mas tem a clara convicção de que anualmente são criadas muitas mais. "Esse foi o levantamento possível. Temos noção que o número de empresas criadas aumentou significativamente nos últimos anos. Só no âmbito de spin-offs no universo FEUP, temos contabilizado o surgimento de três a quatro empresas por ano", assegura.