[Antevisão] Peugeot iOn

andred

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Antes de mais, peço desculpa caso já haviam falado deste novo modelo. Mas por mais pesquisas que fiz não encontrei.

FUi agora ao site da Peugeot e reparei no canto inferior esquerdo o modelo iOn. Suscitou-me a curiosidade e resolvi partilhar convosco este novo modelo.

Já li que vai estar disponível no final de Dezembro.

Não é o esplendor de beleza mas pode ser uma boa opção de compra.


Site: Minisite Peugeot iOn



precio_peugeot_ion.jpg


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peugeot-ion-02.jpg
 
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É um Mitsubishi I-miev. Segundo me lembro, o preço sobe para os 30.000€, na medida em que as baterias são compradas e não alugadas.
 
E também tem um irmão Citroen. O preço parece-me um completo exagero, dado o segmento em q se insere, e as críticas têm-no apontado como um carro algo deficiente em áreas como insonorização (leia-se, do rolamento, não do motor [:D]), pois parece q cortaram em refinamentos para o carro ter um preço mais baixo (?)

Para mais, ainda q o desenvolvimento tenha estado todo a cargo da Mitsubishi, vai ser mais um caso do género dos 107/C1/Aygo. Três marcas a vender o mesmo carro, com custos de produção partilhados, e isso não se nota minimamente nos preços :sh)

Ainda assim, gosto bastante das jantes desse azulinho [:cool:]
 
Já andei num... Rápido qb para uma utilização diária em cidade, ruídos apenas do rolamento, o motor é completamente mudo, o que até pode ser perigoso...

Por dentro desilude um pouco, especialmente a consola central... As portas parecem ser mais finas que num carro normal deste segmento... No pequeno test drive à pendura não estive muito atento à qualidade de contrução.

A autonomia é mais que suficiente para uma utilização diária, mas o preço é completamente absurdo :sh)
 
Porque é que estes carros eléctricos têm de ser todos tão "feios"? :sh)

O Peugeot Ion, ou melhor, o Mitsubishi i com simbolo Peugeot não nasceu como carro eléctrico.
Podes comprá-lo no Japão com motores de combustão interna.
É um tipico "kei"-car japonês, com um pequeno tricilindrico de 660cc, e na versão turbo com uma potência de 64cv.

Podem-no considerar feio, mas é um dos pontos altos da década que passou do design automóvel.
E tudo devido ao packaging do mesmo.

É basicamente um Smart de 4lugares e 5portas. Motor atrás e rodas nos extremos da carroçaria (2.55m de distância entre-eixos) a beneficiarem cotas de habitabilidade, que são muito boas tendo em conta que se trata de um carro com apenas 3.4m de comprimento.

Tendo em conta o bom layout, a adaptação para carro eléctrico até correu melhor que em outros carros.

ou seja, não é feio por ser eléctrico. É apenas ... feio[:D]
 
Se os eléctricos pouco sentido fazem, estes ainda menos. 40.000€ por um segmento A eléctrico? Mas quem é que raio pensou que isto poderia ter sucesso? :sh)

Como é que há gestores que aprovam projectos destes? Depois estão em crise, enfim gestão de amadores...
 
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Se os eléctricos pouco sentido fazem, estes ainda menos. 40.000€ por um segmento A eléctrico? Mas quem é que raio pensou que isto poderia ter sucesso? :sh)

Como é que há gestores que aprovam projectos destes? Depois estão em crise, enfim gestão de amadores...

Realmente. Não sei o que lhes passou pela cabeça.
 
Os carros eléctricos são caros porque são efectivamente caros.
Um pack de baterias acrescenta ao preço de qualquer carro 6-8000€.
Não é uma questão politica, é uma questão de custo. E para mais, produzidos no Japão, esse país simpático com moeda forte...[:D]

A inocência da coisa era esperar volumes de 100 000 unidades anuais.
Na Mitsubishi dizem que é medida temporária esta paragem de produção. Talvez dê para escoar uns stocks.
MAs dada a situação da PSA, duvido que se volte a ver estas criaturas a serem produzidas.
 
O carro está muito sem sal por dentro. E por fora também não tem grande apelo...

Aquela consola central...:(

O interior, o formato, o segmento em q se insere, a autonomia, equipamento, qualidade , etc. O preço era obsceno, mesmo por metade não sei se teria mais sucesso. Com modelos como o Leaf da Nissan (segmento acima e preço semelhante), o Yaris HSD q está aí a rebentar e outros tantos prometidos, os iOn/CZero nunca deveriam ter existido.
 
O que esta notícia prova é essencialmente 2 coisas:

1. Algo que surge apenas como resposta e na pressa de chegar antes do outro...dá asneira.

Isto porque a PSA avançou para o rebadge dos iOn e C-Zero após a Renault anunciar toda uma gama ZE. Óbvio que tinha que dar no que deu. Foi tanta a precipitação em ser dos primeiros a meter eléctricos no mercado e pumba.

Btw, a PSA parece não conseguir ter sorte com os eléctricos. Isto porque já em meados dos anos 90 tentaram quando mais ninguém o fazia...

2. As parcerias com a Mitsubishi têm-se revelado sempre ruinosas.

Os C-Crosser/4007 tinham um sobrecusto elevado face ao Outlander, apenas cumpriram os objectivos de produção nos primeiros 2 anos. Downhill a partir daí.

Ou muito me engano ou o C4 Aircross e 4008 provavelmente vão pelo mesmo caminho, apesar de a PSA ter como destino principal (70% acho) os mercados extra-Europa (apesar de os vender cá também). E aí temos uma estratégia nova que é vender esses rebadge em mercados menos exigentes.

Porque na Europa já se percebeu que ninguém está disposto a pagar mais por um Mitsubishi e/ou pagar por um PSA que não está ao nível da restante gama própria.
 
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E tanto o iOn como o C-Zero vão dizer adeus.

A PSA já não se pode dar ao luxo de perder dinheiro [:p]

Curiosamente vi hoje um ion de test drives a circular.

Gostaria de saber que argumentos de venda usam para impingirem uma amostra de carro por mais de 30k (que dá para um segmento B porreiro e muuuuito combustível).

Também sou da opinião que vai ser um grande flop.
 
Ainda não li o tópico todo. Deixo aqui uma foto do que esteve ao serviço do CINE-ECO 2012 em Seia[;)]
http://forum.autohoje.com/road-book...19-apagar-matriculas-2872.html#post1066892709

Pontos positivos: Vidros eléctricos atrás (melhor que o 208 que tem vidros traseiros de abertura manual); silencioso (até demais).

Pontos negativos: Cabeceiras traseiras desconfortáveis; sem chapeleira na mala; autonomia para 150km; bateria carregar 5h; Preço exorbitante para uma espécie de Tata Nano
 
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