Presidenciais Americanas - Obama eleito

Presidenciais Americanas - Obama eleito

  • Barack Obama

    Votos: 167 89,3%
  • John McCain

    Votos: 13 7,0%
  • Ralph Nader

    Votos: 7 3,7%

  • Total de eleitores
    187
  • Sondagem encerrada .
Huckabee scores first Super Tuesday win



The first results have begun to filter through for Super Tuesday, the pivotal day in deciding which Democrat and Republican hopefuls face off in the race for the White House. In West Virginia, Republican Mike Huckabee took a majority of the votes in a second round of balloting,..

in cnn.com
 
EUA
05-02-2008 19:42
Huckabee vence na West Virginia
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O antigo governador do Arkansas Mike Huckabee ganha a nomeação republicana no estado de West Virgínia. A informação está a ser avançada pelos media norte-americanos.

Nos lugares seguintes ficaram, segundo as projecções, os favoritos John McCain e Mitt Romney.

Vai ser uma noite longa de resultados e pode ser decisiva para Republicanos e Democratas.

De recordar que hoje é a “Super Terça-feira”, dia em que 24 estados dos Estados Unidos escolhem os seus candidatos para a corrida à Casa Branca.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=235581
 
Eleições nos EUA
Os candidatos da "super terça-feira"

Hoje, em mais de 20 estados, os americanos escolhem os seus candidatos presidenciais.

Teoricamente, ainda estão na corrida três Democratas e quatro Republicanos, dos mais de vinte que anunciaram a sua candidatura há mais de um ano. Na prática, apenas restam dois de cada lado: Mitt Romney e John McCain pelos Republicanos e Hillary Clinton e Barack Obama pelos Democratas.

Nas últimas duas semanas, McCain tem subido tanto nas sondagens que a maioria dos analistas antevê que ele possa dar um duro golpe a Romney e ser, na quarta-feira, o grande nomeado Republicano. Romney, que tem uma fortuna pessoal avaliada em 250 milhões de dólares, tem gasto dezenas de milhões do seu bolso para manter a sua campanha acesa. Do lado dos Democratas, Obama tem-se adiantado a Clinton rapidamente, o que torna o resultado imprevisível e levanta a possibilidade de a nomeação dos Democratas não se resolver antes da Convenção Nacional do partido, em Agosto.

Hillary Clinton

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Dawn Villella/AP

Hillary Clinton, 61 anos, casada com o ex-presidente Bill Clinton, foi eleita para o Senado pelo estado de Nova Iorque em 2000. Aos 20 anos, foi presidente da Associação de Estudantes da prestigiada Universidade de Wellesly. Vangloria-se de estar na vida pública há 35 anos. Trabalhou como advogada para o comité do Senado que investigava o escândalo Watergate. Apregoa que os oito anos que passou na Casa Branca como Primeira-Dama foram uma experiência equivalente à de um vice-presidente. O cerne da sua campanha é a experiência. Diz que, se for eleita, está pronta para começar a trabalhar imediatamente, ao contrário de Obama. Nega-se a pedir desculpa por ter apoiado a guerra no Iraque e não se compromete a ordenar a retirada de todas as tropas americanas. Tem um projecto detalhado para a criação de um sistema universal de saúde. Na realidade, tem projectos detalhados para todas as áreas políticas de relevo mas, a nível político, há poucas diferenças reais entre ela e Obama. De modo que, além da experiência, o seu argumento assenta na sua reconhecida magnitude: os Republicanos odeiam-na tanto que usaram todas as armas que podiam contra ela, pelo que não haverá surpresas.

Barack Obama

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Jason Reed/Reuters

Barack Hussein Obama tem 46 anos. O seu pai era um negro do Quénia, a sua mãe era uma branca do Kansas e o seu padrasto era indonésio. Nasceu e cresceu no Havai, tendo vivido quatro anos na Indonésia. Estudou Direito na Universidade de Harvard, onde foi o primeiro editor de raça negra da prestigiada "Law Review". Recusou vários empregos bem remunerados nas melhores sociedades de advogados para trabalhar como organizador comunitário e advogado especialista em direitos civis nos guetos de Chicago. Foi senador do estado de Illinois entre 1997 e 2004, ano que entrou para o Senado norte-americano. É casado com Michelle e tem duas filhas. As suas políticas são muito idênticas à de Hillary Clinton, por isso Obama baseia o seu apelo em dois factores essenciais: na sua capacidade para unir e inspirar as pessoas e na sua alegada sabedoria e juízo superiores, demonstrados pela sua oposição à guerra no Iraque. Os seus apoiantes alegam que os EUA e o mundo atingiram o limite, um momento de mudança transcendente no aquecimento global, de relações com o mundo em desenvolvimento, sobretudo com o mundo Árabe, o descalabro da classe média americana provocado pela globalização e a criação de uma "classe supérflua" e de cuidados de saúde. Dizem que estes assuntos têm sido antagónicos e que só com grande carisma e eloquência se podem forjar essas coligações. Afirmam que Obama tem essa característica inspiradora.

John McCain

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Douglas Healey/AP

John McCain tem 71 anos. Seria o homem mais velho a ser eleito Presidente. A sua experiência foi adquirida como prisioneiro no Vietname durante cinco anos e meio. Foi brutalmente torturado mas nunca quis ser libertado, a não ser que os homens capturados antes dele também fossem soltos. Adoptou uma menina do Bangladesh e tem dois filhos militares, que serviram no Iraque. Tem reputação de ter um "discurso honesto" e de não disfarçar nem manipular tanto como os outros políticos. Tem um génio colérico e costuma insultar os seus colegas senadores, chamando-lhes "palermas" e dizendo-lhes que "se lixem". Tem enfrentado alguns líderes Republicanos, apoiando os esforços para reduzir o papel do capital das empresas na política, condenando a influência dos fundamentalistas cristãos no partido, opondo-se ao uso da tortura e apoiando medidas ambientais. Por estes motivos, muitos dos seus colegas do Senado, quase todos conservadores, não confiam nele e muitos independentes adoram-no. Uma vez que os sete anos da Administração Bush deixaram o partido Republicano gravemente debilitado, McCain parece ser o seu candidato mais forte. No entanto, ele não só apoiou a guerra no Iraque, como foi o apoiante mais fervoroso de Bush no Congresso a respeito da "incursão". Ele disse que "haveria mais guerras" e que as tropas norte-americanas talvez tivessem de permanecer no Iraque durante 100 anos. Numa altura em que a maior preocupação dos eleitores é a economia, ele confessou saber pouco do assunto.

Mitt Romney

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Steve Nesius/Reuters

Mitt Romney tem 61 anos e tem tido uma vida de encantar. Nasceu no seio de uma notável família Mórmon endinheirada e o seu pai foi governador do estado do Michigan. É alto, bem-parecido e tem cinco filhos igualmente formosos, mas nenhum deles seguiu a carreira militar, embora se proclame um sincero apoiante da guerra no Iraque. Foi um empresário extremamente bem sucedido e a sua fortuna pessoal foi avaliada em 250 milhões de dólares. Em 1998 foi recrutado para salvar os Jogos Olímpicos de Inverno, a realizar na cidade de Salt Lake em 2002, que já apresentavam um défice de quase 400 milhões de dólares. Mas, quando os Jogos terminaram, contabilizaram-se 100 milhões de lucro. Em 2003 tornou-se governador do Massachussetts. Foi eficiente e relativamente progressista. Acabou com o défice orçamental daquele estado, estimado em 1 bilião de dólares, defendeu o aborto e as uniões civis entre homossexuais e aprovou a lei do primeiro sistema de saúde universal da América. Apesar da sua história, Romney repudiou essas políticas, afirmando tratar-se de "erros" e agora diz que é o candidato mais conservador na corrida às eleições. Estas mudanças de posição flagrantes fizeram com que os outros candidatos presidenciais os desprezassem. Ele diz que, em termos políticos, "não há diferenças" entre McCain e Clinton. Mas se não fosse a sua fortuna pessoal já teria sido forçado a abandonar a corrida.

Em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/233609
 
Parece que já vai tarde mas, faço um apelo do que deveria ser óbvio, este tópico é essencialmente para informar.

Assim sendo, agradecia a quem não tem nenhum contributo para o tema que se abstenha de participar, pela razão anteriormente exposta.

---//---

Voltando ao tema..

Este modelo do sufrágio universal indirecto apoia-se na expectativa de que os delegados eleitos são supostamente pessoas mais capacitadas para escolher o melhor de entre os candidatos.

Ainda assim o Jorge Arbusto foi eleito presidente e mais do que uma vez, tal como muitos incompetentes antes dele, o que definitivamente põe em causa o modelo.

Não acham?






 
Parece que já vai tarde mas, faço um apelo do que deveria ser óbvio, este tópico é essencialmente para informar.

Assim sendo, agradecia a quem não tem nenhum contributo para o tema que se abstenha de participar, pela razão anteriormente exposta.

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Voltando ao tema..

Este modelo do sufrágio universal indirecto apoia-se na expectativa de que os delegados eleitos são supostamente pessoas mais capacitadas para escolher o melhor de entre os candidatos.

Ainda assim o Jorge Arbusto foi eleito presidente e mais do que uma vez, tal como muitos incompetentes antes dele, o que definitivamente põe em causa o modelo.

Não acham?







O partido é que escolhe o candidato depois conforme os votos da população os delegados votam no candidato do seu partido, os delegados limitam-se a executar a vontade do povo, ou seja o quem escolhe o presidente é o povo e não os delegados.
 
50 estados americanos.

Imaginem que nesses 50 estados, o partido republicano vence 51% contra 49% em 24 deles, e nos restantes 26 o partido democrata vence com 100% dos votos.

No total houve muito mais votos no partido democrata. Porém, mesmo ganhando mais "estados", nada garante que o presidente seja democrata... basta que nos 24 estados onde os republicanos "ganharam", tenham direito a mais "Grandes Eleitores" para assim poderem escolher o presidente.

Agora digam-me se isto é democrático.

Um país onde a maioria dos votantes não garante a vitória para mim não vive em democracia.

No entanto, há que considerar que para além do Presidente americano, também há a Casa dos Representantes, que não faço ideia como é eleita. Aí presumo que todos os votos contem por igual, porque uma coisa é certa: para eleger o Presidente um voto num estado pode valer menos do que um voto noutro... e considerando o elevado poder centrado no Presidente, isto sim está muito errado com o sistema americano.
 
Última edição:
Parece que já vai tarde mas, faço um apelo do que deveria ser óbvio, este tópico é essencialmente para informar.
Assim sendo, agradecia a quem não tem nenhum contributo para o tema que se abstenha de participar, pela razão anteriormente exposta.​



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Voltando ao tema..





Este modelo do sufrágio universal indirecto apoia-se na expectativa de que os delegados eleitos são supostamente pessoas mais capacitadas para escolher o melhor de entre os candidatos.



Ainda assim o Jorge Arbusto foi eleito presidente e mais do que uma vez, tal como muitos incompetentes antes dele, o que definitivamente põe em causa o modelo.



Não acham?









Não, para quem apela a um raciocínio directo e objectivo sobre o tema em questão (modo de eleger/mecânica do processo da eleição do Presidente da República dos Estados Unidos da América) faz umas observações muito particulares sobre o funcionamento do dito e as opções de uma Nação Livre e respectivo Povo neste particular.​
 
Não, para quem apela a um raciocínio directo e objectivo sobre o tema em questão (modo de eleger/mecânica do processo da eleição do Presidente da República dos Estados Unidos da América) faz umas observações muito particulares sobre o funcionamento do dito e as opções de uma Nação Livre e respectivo Povo neste particular.​
Não é correcto ter opinião?

Mesmo não sendo cidadão da República dos Estados Unidos da América?

Não estou a ver muito bem onde queres chegar.







 
Não é correcto ter opinião?

Mesmo não sendo cidadão da República dos Estados Unidos da América?

Não estou a ver muito bem onde queres chegar.

Não fui eu que fiz uma derivação ao post inicial (como funciona a mecânica de eleição), nem irei colocar em causa o método (bom ou mal) escolhido pela dita Nação.

Limitei-me a observar o que foi escrito.

Algum de vocês entende de que forma se elege o presidente da América?

Parece que já vai tarde mas, faço um apelo do que deveria ser óbvio, este tópico é essencialmente para informar.
 
O partido é que escolhe o candidato depois conforme os votos da população os delegados votam no candidato do seu partido, os delegados limitam-se a executar a vontade do povo, ou seja o quem escolhe o presidente é o povo e não os delegados.
Os delegados que são eleitos para escolher, não tem partido?

Sabes que o povo se limita a escolher pessoas dentro de cada um dos partidos e que depois essas pessoas é que votam nos candidatos presidenciais? Não sabes?
 
Não estou a brincar, isto está mais do que escrito e provado, então é assim:


1) cada partida escolhe x macacos locais (embora os macacos também se possam auto-propor, mas estes saem do galho depressa).

2) cada macaco local tenta juntar o máximo de dinheiro possível, ficando a dever favores.

3) quem não junta dinheiro que chegue, sai fora e apoia outro gajo qualquer com o dinheiro que ganhou. Este dinheiro vai-lhe valer favores (e a quem lhe emprestou o dinheiro).

4) No final, já só há um gajo de cada partido, cada um com muito dinheiro e a dever muitos favores. Então faz-se uma última corrida a ver quem desses dois junta ainda mais dinheiro (e fica a dever mais favores).

5) No finalzinho, ganha o gajo que tiver junto mais dinheiro e tiver ficado a dever mais favores!


... mais simples do que isto não pode haver!!










(Espero que notem o tom de brincadeira, mas infelizmente a realidade anda muito próxima disto)
 
Não fui eu que fiz uma derivação ao post inicial (como funciona a mecânica de eleição), nem irei colocar em causa o método (bom ou mal) escolhido pela dita Nação.

Limitei-me a observar o que foi escrito.
Eu tb sei que as regras do fórum foram alteradas e que nessa alteração, não foi contemplado posts inúteis ou sem relação com o tema de um tópico, o apelo que fiz foi apenas ao bom senso.

E de acordo com o bom senso, pode-se discutir um tema, informando e opinando sobre o mesmo e ainda assim, dentro do tema.
 
Eu tb sei que as regras do fórum foram alteradas e que nessa alteração, não foi contemplado posts inúteis ou sem relação com o tema de um tópico, o apelo que fiz foi apenas ao bom senso.

E de acordo com o bom senso, pode-se discutir um tema, informando e opinando sobre o mesmo e ainda assim, dentro do tema.

Pois, cada um fica com a interpretação dada ao que escreveu acima e o que se tentava alcançar com a escrita.

Avançemos com o tópico Nthor.
 
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