Presidenciais Americanas - Obama eleito

Presidenciais Americanas - Obama eleito

  • Barack Obama

    Votos: 167 89,3%
  • John McCain

    Votos: 13 7,0%
  • Ralph Nader

    Votos: 7 3,7%

  • Total de eleitores
    187
  • Sondagem encerrada .
Será que é desta que a mulher desiste?

http://www.nypost.com/seven/0523200...ll_wont_drop_out__bobby_kennedy_wa_112232.htm

"My husband did not wrap up the nomination in 1992 until he won the California primary somewhere in the middle of June, right? We all remember Bobby Kennedy was assassinated in June in California. I don't understand it"

Tá marada a mulher? Agora está à espera que alguém mate o Obama?

Eu sei que não é essa a ideia... mas a mulher não sabe falar? Está pior que o Bush!
 
Última edição:
Gaffe

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EPA“We all remember Bobby Kennedy was assassinated in June in California.”

Foi a pior justificação que um candidato já terá dado para permanecer numa campanha eleitoral quando a matemática e a política sugerem o afastamento da corrida.
Esta manhã, Hillary Clinton explicava que não percebia os apelos à desistência, dizendo que era normal as campanhas estenderem-se até Junho, quando proferiu uma estranha afirmação:
"My husband did not wrap up the nomination in 1992 until he won the California primary somewhere in the middle of June, right? We all remember Bobby Kennedy was assassinated in June in California." Billl Clinton, em 1992, só em Junho conseguiu confirmar a nomeação, ao ganhar na Califórnia. Todos nos lembramos, Bobby Kennedy foi assassinado em Junho na Califórnia.
Os analistas ficaram de boca aberta! Hillary Clinton estava a tocar num dos aspectos mais sensíveis desta campanha que tem a ver com a segurança do primeiro candidato afro-americano com reais possibilidades de chegar à Casa Branca.
Será que a candidata estava a sugerir que alguma coisa trágica poderá acontecer a Obama? Ou está cansada, desgastada e tem que se entender esta frase à luz do stress que uma campanha tão longa e intensa como esta inevitavelmente provoca?
Qual o verdadeiro significado desta afirmação na boca de uma política tão disciplinada e profissional como Hillary Clinton?
Estas palavras tiveram um impacto enorme nos mediae provocaram uma recação imediata da campanha de Obama: "Sen. Clinton's statement was unfortunate and has no place in this campaign", as declarações de Hillary foram infelizes e não têm lugar nesta campanha.
A controvérsia suscitada obrigou Hillary Clinton a explicar-se esta tarde. Com ar pesaroso, disse que a referência às primárias de 92 e 68, pretendia apenas sublinhar que há momentos em que as primárias se prolongam até Junho.
Sublinhou que não estava a admitir que Obama pudesse ser assassinado mas apenas a referir que há factos importantes que acontecem em Junho, porque há alturas em que nessa altura a decisão do Partido Democrata ainda não está tomada."That's an historic fact”, é um facto histórico, disse aos jornalistas.
Lamentou que a frase pudesse ser interpretada como ofensiva, garantindo que não teve qualquer intenção de ofender quem quer que fosse.
A generalidade dos analistas considerou que se tratou de uma gaffe. Rachel Maddow, na MSNBC, sintetizou a polémica afirmando que se não é um erro é nojento: "If it is not a mistake it's disgusting".



por : Vítor Gonçalves
 
O marido da H.Clinton já está a tentar arranjar lugar para ela na VP.

Penso que agora é tarde. Extremaram-se muito as posições. Reconciliá-las é difícil.
 
Obama com bons olhos o vejo, será sem dúvida um facto histórico, muito mais que uma mulher na presidência, mas tenho as minhas dúvidas que irá dar uma volta de 180º, sem dúvida que tem mais carácter que o actual, mas será que terá todos os apoios necessários para a mudança ou terá de se "vender" para não variar [:vm)] ...

A Hilary transpira a uma máquina, não é ela que lá está, mas sim uma organização (pelo que me parece), "chefiada" por grandes empresários, apenas dá a cara, espero que perca...
 
Obama terá de pensar em mudanças e não em rupturas. [;)]

Será capaz de efectuar a mudança? e é esta necessária para o povo norte-americano?, este tem a vontade própria de a fazer?

Uma coisa é observar do exterior com óbvios objectivos a serem alcançados em teoria com a vitória democrata outra coisa totalmente diferente é a nível interno e parece que o candidato republicano apesar de conservador em alguma matérias parece ter um discurso positivo e bem estruturado no geral.
 
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17 mil pessoas escutaram as palavras de vitória de Barack Obama, em St. Paul, Mineapolis.
Um discurso que entra para a história política dos Estados Unidos.





“Tonight, I can stand here and say that I will be the Democratic nominee for president of the United States of America.”
"America, this is our moment. This is our time. Our time to turn the page on the policies of the past. Our time to bring new energy and new ideas to the challenges we face. Our time to offer a new direction for the country we love.
The journey will be difficult. The road will be long. I face this challenge with profound humility, and knowledge of my own limitations.
But I also face it with limitless faith in the capacity of the American people.
Because if we are willing to work for it, and fight for it, and believe in it, then I am absolutely certain that generations from now, we will be able to look back and tell our children that this was the moment when we began to provide care for the sick and good jobs to the jobless; this was the moment when the rise of the oceans began to slow and our planet began to heal; this was the moment when we ended a war and secured our nation and restored our image as the last, best hope on Earth.
This was the moment - this was the time - when we came together to remake this great nation so that it may always reflect our very best selves, and our highest ideals. "
 
Última edição:
Será capaz de efectuar a mudança? e é esta necessária para o povo norte-americano?, este tem a vontade própria de a fazer?
Claro que todos (os que apostam no Obama) pretendemos uma mudança significativa naquilo que é um hábito das políticas das diversas administrações USA.

A nossa visão fora dos USA é ligeiramente diferente dos domésticos, mas tenderá a conciliar-se, pois uma boa saúde económica em casa é o princípio para um mundo melhor.

Agora que o mundo é um sítio complexo para viver, isso é.

E hoje o Obama fez uma coisa que não gostei. Numa conferência sobre o Estado de Israel lá fez a sua profissão de fé do costume, incluíndo o reconhecimento de Jerusalém como capital do Estado Judeu. Coisa que até agora o tio Sam tinha excluído da sua agenda. Para os USA a capital é Tel Aviv e esta é uma questão que costuma icendiar o mundo árabe.

Não percebi se o Obama anda a tentar conquistar o eleitorado judeu, importante para assegurar uma vitória sobre McCain, ou se anda a congeminar uma estratégia em arco que irá promover cedências na política da região, ou se é apenas por ingenuídade....

Não gostei.
 
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