Presidenciais Americanas - Obama eleito

Presidenciais Americanas - Obama eleito

  • Barack Obama

    Votos: 167 89,3%
  • John McCain

    Votos: 13 7,0%
  • Ralph Nader

    Votos: 7 3,7%

  • Total de eleitores
    187
  • Sondagem encerrada .
Entre as organizações que manifestaram até á data o seu apoio incondicional a Obama encontra-se tambem o lendário KU KLUX KLAN que já apelou publicamente ao voto em Obama
http://www.dailysquib.co.uk/?c=117&a=1227
normal_notice.jpg

Isto faz com que muita gente que não gosta do KKK vote noutros candidatos.

Penso que o objectivo é essse, senão porque é que não apoiam os candidatos republicanos?

E desde quando é que um racista (um tolo do "white power") prefere uma pessoa de outra raça a uma mulher?Acho estranho, mas vindo de quem vem...
 
[:D] [:D] [:D]

Ódio ao McCain? Quem é que pode odiar o McCain? [:cool:]

Ele até que seria um bom candidato, se não existisse o Obama. [;)]

O Obama parece um salvador mas ele à um ano atrás era um desconhecido e só veio à baila por ser preto. Senão fosse preto e se na América e em todo o Mundo não estivesse em voga a moda do ter pena dos oprimidos dos pretinhos[:vm)] ele ainda estava lá no seu cantinho. Isto vai dar mal resultado andar a escolher o presidente do mais poderoso país do Mundo com base em modas e tendências. Como se na América os racistas fossem os brancos, enfim...
 
O Obama parece um salvador mas ele à um ano atrás era um desconhecido e só veio à baila por ser preto. Senão fosse preto e se na América e em todo o Mundo não estivesse em voga a moda do ter pena dos oprimidos dos pretinhos[:vm)] ele ainda estava lá no seu cantinho. Isto vai dar mal resultado andar a escolher o presidente do mais poderoso país do Mundo com base em modas e tendências. Como se na América os racistas fossem os brancos, enfim...


Nao concordo nada contigo.... também esta na moda uma mulher a presidente!

O Obama em relação ao Mcain dá 20-0 a nivel da capacidade de comunicar....

Se o compararmos com o actual da 20-0 em tudo!
 
O Obama em relação ao Mcain dá 20-0 a nivel da capacidade de comunicar....

Se o compararmos com o actual da 20-0 em tudo!
As pessoas ainda não olha para a política de um modo sério. Mesmo para a política internacional, que vai acabar por nos afectar mais cedo ou mais tarde.

Barak Obama tem um discurso de mudança que os próprios Americanos gostam de ouvir. Não é líquido que ele ganha as eleições dada as reacções do eleitorado (as mesmas que por aqui...) à sua cor e outras origens.

Mas se mesmo assim, ainda conserva um avanço de 6 pontos sobre o McCain, é porque o homem é bom. Mesmo muito bom. [:cool:]
 
Bom, isto não tem muito a ver com o Obama...mas já que perguntas sempre te posso dizer que a nossa ideologia é de natureza separatista e racialista....daí que funcionemos na clandestinidade. Eis o nosso simbolo, que um dia será a bandeira do nosso estado:
Scan0161.JPG

E eis o nosso site:
http://ptl.home.sapo.pt/index1.html

AH malucos para tudo....

O teu maior problema é simplesmente este: Ignorância.

Lusitanos?? Não fazes a mínima ideia do que falas... e nem me admirava que na tua árvore genealógica tenhas mais sangue de origem "moura" do que de origem Lusitana. [:p]

Resumindo meu caro basucas, sofres do complexo de Michael Jackson. [;)]

E como já deu para perceber que o meu caro bazucas gosta de textos todos coloridos e falcolóricos aqui fica este para seu proveito.

Laboratório de Genética Humana - Universidade da Madeira

Foi sem surpresa que os cientistas confirmaram em estudos de genética populacional que os portugueses têm uma influência africana clara no seu património genético. A História já o contava noutra linguagem. Um dado intrigante emergiu, porém, das observações o de uma concentração da influência africana no Norte do País, sem aparente explicação. Um estudo da Universidade da Madeira veio agora esclarecer o mistério, ao estabelecer duas migrações africanas distintas para a Península, com milhares de anos de intervalo.

Que a influência genética de África exista no Sul do País, como de facto acontece, não surpreende ninguém. Estiveram ali estabelecidas durante vários séculos populações muçulmanas oriundas do Norte de África. Mas uma evidência tão marcada em terras nortenhas sempre pareceu estranha. O estudo internacional "HLA genes in Portugal inferred from sequence-based Typing in the crossroad between Europe and Africa", liderado pelo investigador Hélder Spínola, do Laboratório de Genética Humana da Universidade da Madeira, caracteriza pela primeira vez a população portuguesa para três genes que estão associados ao sistema imunitário: o chamado sistema HLA. Ao fazê-lo, lança uma nova luz sobre esta realidade. E também sobre a própria História.

De acordo com os resultados da pesquisa, que serão em breve publicados na revista científica "Tissue Antigens", as influências africanas identificadas a Norte e a Sul não são as mesmas, e correspondem, afinal, "a movimentos populacionais diferentes, com quatro a cinco mil anos de diferença entre si, e com origem em zonas distintas daquele continente", explica Hélder Spínola. E sublinha "Esta diferença entre as características de origem africana encontradas a Norte e a Sul do País era completamente desconhecida até agora".

Antepassados. A história poderia contar-se desta maneira. Há seis mil anos, quando a região fértil que então era a do Sahara entrou em processo de desertificação (que ainda hoje não terminou), as populações que ali residiam foram forçadas a iniciar um movimento migratório. Muitas dessas pessoas viajaram para norte e uma parte atravessou o oceano no estreito de Gibraltar, para se instalar na Península Ibérica, e no território que hoje é Portugal.

Passados mais de 4500 anos, chegou uma nova vaga africana, esta berbere e muçulmana, que hoje diríamos magrebina, e que é a marca africana, em termos genéticos, que caracteriza os portugueses no Sul do País.

Além da clarificação histórica, e deste novo "retrato bipolar", a pesquisa dos "detectives" genéticos trouxe outra novidade. A de que na região centro, aquelas características se diluem (tanto as do sul, como as do norte) sobressaindo, por outro lado, as marcas genéticas trazidas pelas migrações e invasões europeias (que a História conhece por bárbaras) e que ocorreram entre a primeira e a segunda vagas africanas.

"Isto não significa que a população portuguesa não seja toda a mesma", nota Hélder Spínola. "A base genética é a mesma, só que as diferenças agora encontradas permitem traçar as suas origens até muito longe no passado", diz. De resto, era este estudo antropológico, que não estava ainda feito, o primeiro objectivo do trabalho.

A interpretação para esta espécie de "enclave europeu" ao Centro é que ainda não é clara. "Pode ser que na mistura de populações as características africanas se tenham ali diluído porque as europeias eram mais fortes, ou as africanas eram mais fracas, ou ambas as coisas".

Não acabam aqui as novidades. Recorrendo ao estudo dos três genes ligados ao sistema imunitário, a pesquisa é mais um passo também para os transplantes, já que, ao caracterizar a população portuguesa para estes genes, ajudará a calcular com uma aproximação maior a probabilidade de dadores compatíveis (ver texto em baixo).

Variedade. Ao contrário de muitos outros genes, que são razoavelmente idênticos para a generalidade da espécie humana, os do sistema HLA, que se situam no cromossoma seis, possuem uma particularidade têm muitas variações possíveis (a que os geneticistas chamam polimorfismos), consoante as populações e as suas geografias.

"São estes polimorfismos, ou a enorme variedade de formas que podem apresentar, que fazem destes três genes um instrumento precioso para estes estudos antropológicos, ou de genética populacional", esclarece Hélder Spínola.

A investigação, que contou com a colaboração do Laboratório de Histocompatibilidade e Imunogenética do Hospital da Universidade do Ulster, em Belfast, Irlanda do Norte, avaliou um total de 145 pessoas das três regiões do Continente - Norte, Centro e Sul. "É uma amostra adequada para este tipo de pesquisas", diz o investigador. Uma das condições de participação era que a família dos indivíduos seleccionados em cada região aí vivesse há, pelo menos, três gerações, para "eliminar a possibilidade de desvio nos resultados".

E se o perfil genético da população continental está finalmente traçado para estes três genes, Madeira, Açores, Cabo Verde e Guiné, são as regiões e países que se seguem. "Já temos os dados tratados e estamos a ultimar a redacção dos artigos científicos", revela Hélder Spínola, que é também um dos co-autores.

Para os que ficam cheios de curiosidade, aqui se levanta uma pontinha do véu de todas as regiões portuguesas, sabe-se já que a Madeira é a que tem mais influências africanas, com 10 a 15% de características genéticas oriundas daquele continente. Uma herança dos tempos da escravatura que, no território do Continente, é aliás difícil de traçar em termos genéticos.



Fonte: D.N.

EDIT: Peço desculpa pelo off-topic.
 
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Há grande optimismo relativamente ao Obama mas não me pareçe que a vitória seja assim tão fácil.

É que as manifestações têm vindo da comunidd internacional (que nada conta a nivel de votos) e de uma parte (supostamente) mais esclarecida da opinião publica americana.

Sucede porém que pela análise directa dos resultados da anterior eleição verifica-se que o Al Gore ganhou nos estados "litorais" e no interior os republicanos ganharam em quase todos.

Por isso acho que a procissão ainda vai no adro e o Obama tem q fazer mta campanha nos estados interiores.
 
Vindo de ti, o homem é gay, violador de criancinha, a mulher é racista e já militou nos BP, enfim nada de novo.

Mesmo assim, ainda é capaz de ser presidente.
E ainda te digo mais....
obama_dog.jpg

Quanto à parceira dele, a Hillary....tambem não servia para muito mais do que isto:
hillary.jpg

Já não se fazem presidentes como este, para tratar da saude aos Obamas todos.
219px-Official_Portrait_of_President_Reagan_1981.jpg
 
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Candidatos à presidência dos EUA juntos na TV

Obama e McCain falaram sobre as suas falhas morais para cativar eleitores religiosos
17.08.2008 - 10h23 Agências

O candidato democrata à presidência dos EUA, Barack Obama, falou das suas experiências com drogas e álcool na juventude como a sua maior falha moral, durante um fórum televisionado para todo o país sobre fé e valores onde também esteve o candidato republicano, John McCain.

O senador democrata do Illinois abordou assuntos controversos na comunidade religiosa, como o seu apoio ao direito ao aborto ou às uniões civis para casais gay e lésbicos.

A discussão televisiva foi moderada por um dos principais evangelistas americanos, Rick Warren, e foi uma oportunidade para os dois candidatos chegarem aos votantes religiosos, que constituem um grupo chave para o desfecho das eleições de Novembro.

“Tive uma juventude difícil”, disse Obama quando Warren lhe perguntou qual a sua maior falha moral. “Houve períodos em que fiz experiências com drogas.” Obama já escrevera antes sobre o seu uso de drogas mas raramente o discutiu em público.

Obama disse atribuir aquele seu comportamento a “algum egoísmo” da sua parte, que fez parte do seu processo de crescimento. Disse também que considera que a maior falha moral dos Estados Unidos tem a ver com o seu tratamento dos pobres.

McCain contra aborto e uniões homossxuais

Obama e McCain encontraram-se por breves momentos no palco, no início da sessão e entre as respectivas entrevistas, que decorreram em separado. Primeiro Obama, depois McCain, que esperou numa sala onde não podia ouvir a conversa com Obama.

Para McCain, o maior falhanço moral da dos EUA foi a incapacidade dos americanos após o 11 de Setembro de investirem “em causas que transcendessem os seus próprios interesses”. No plano pessoal, lamentou ter falhado no seu primeiro casamento.

McCain apareceu mais em sintonia com os cristãos evangélicos, sublinhando a sua total oposição ao aborto, porque considera que “os direitos do ser humano começam na sua concepção. Também manifestou a sua oposição ao casamento e às uniões civis entre homossexuais.

A religião tem um papel incontornável nos EUA e o voto dos cristãos evangélicos desempenha um papel determinante. Durante muito tempo, os eleitores dessa comunidade constituíram uma importante reserva de votos dos republicanos.

Segundo uma sondagem recente da cadeia de TV ABC, 67 por cento dos cristãos evangélicos apoiam McCain, face a 25 por cento que dizem tencionar votar em Obama. Em 2000 e 2004, Geogre W. Bush beneficiou de 80 por cento dos seus votos.

Em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339246&idCanal=11
 
Quando o telefone toca...


É a grande dúvida do momento, em Washington, e a questão que está a suscitar maior especulação: quem será a personalidade escolhida por Barack Obama para o ticket presidencial?
Os jornais fazem apostas, num jogo de adivinhação. Os nomes mais referidos têm sido os seguintes:

Joseph Biden. Senador de Delaware. Presidente da Comissão de Relações Internacionais do Senado. Este fim de semana esteve em Tiblisi, na Geórgia, num gesto que foi entendido como um sinal de que está na corrida ao lugar. Joe Biden, daria a Obama a experiência e a "gravitas" que lhe faltam em matéria de negócios estrangeiros. É bom em debates. Esteve na corrida à nomeação democrata e, depois de saír, recusou anunciar publicament o apoio a qualquer dos candidato.

Evan Bayh. Senador do Indiana, antigo Governador deste Estado. Do ponto de vista geracional é mais próximo de Obama. A sua escolha reforçaria a ideia de mudança, a ideia de que é necessário mudar a página na política americana. Tem alguns contra. Foia favor da guerra do Iraque, no início e tem posições centristas em matérias sociais, o que poderia desagradar aos sectores mais progressistas do partido.

Timothy M. Kaine. Governador da Virgínia, um Estado tradicionalmente republicano mas que Obama acredita poder conquistar para os Democratas. É também um político da nova geração e tem tido um exercício muito elogiado como Governador. Não tem muita experiência política o que pode ser uma dificuldade sobretudo quando os Estados Unidos enfrentam desafios complexos no plano externo.

Kathleen Sebelius. Governadora do Kansas. É a única mulher referida como estando na "short list". Seria difícil escolher esta mulher como VP deixando de fora Hillary Clinton.

Hillary Clinton. Não parece provável, neste momento, mas seria a melhor forma para Obama conseguir o apoio daquele eleitorado que se empenhou na nomeação de Hillary e permanece frustrado com a vitória de Obama. Obama e Clinton formariam uma dupla forte, a grande questão é saber como é que Obama lidaria com uma Vice Presidente tão forte, bem como qual o papel que Bill Clinton teria como marido da Vice Presidente.
A dúvida será esclarecida nos próximos dias através de uma mensagem para o telemóvel dos apoiantes e daqueles que se inscreveram no web site do candidato







por : Vítor Gonçalves
 
Curioso estes dados no que diz respeito ao valor social de nome patriotismo, mesmo tendo em conta o erro de amostra da sondagem e mesmo para aqueles que duvidam da importância deste no eleitorado Norte-Americano.

Da mesma forma, 84 por cento dos eleitores avaliam McCain como muito patriota enquanto que apenas 55 por cento dos votantes têm essa opinião relativamente a Obama.

Nove por cento dos eleitores duvidam do patriotismo de McCain, mas esse número sobe para 35 por cento no caso do candidato democrata.

Em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1339677&idCanal=11
 
Última edição:
Imediatamente antes do início da Convenção Democrata (Denver, de 25 a 28 de Agosto), com o reforço dos ataques do candidato republicano e a estagnação nas sondagens, que se apresentam com uma vantagem mínima para os democratas, o senador Barack Obama vai aumentar o tom da sua "peleja" com uma nova campanha de publicidade.

Mais agressiva que de costume, a publicidade descreverá o candidato rival, o republicano John McCain, como uma pessoa desligada das questões económicas prementes. Este é um tema particularmente caro à classe média em cujo seio se encontra o suporte mais importante do eleitorado democrata.

A campanha está desenhada para passar em "prime time", à hora das transmissões das provas dos Jogos Olímpicos, em vários canais de televisão locais nos tais estados, Michigan, Wisconsin, Florida e Kentucky.

Os anúncios centram-se na falta de conhecimentos de economia de McCain citando episódios recentes da campanha e troçando do apoio do candidato republicano ao actual Presidente do Estados Unidos, George W. Bush.

A equipa de Barack Obama gastou nos últimos dois meses 32,6 milhões de euros nesta campanha de publicidade enquanto a de John McCain gastou 23 milhões de euros.

Em http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/392060

A pressão dos números das últimas sondagens, obriga a tal.
 
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