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percebo o que dizes e até te dou razão em parte..
Direitos preferenciais não digo, mas supõe que tens mais dois irmãos, e tu é que ficas responsável por fazer a velhice aos teus pais. Achas que não era justo ficares com 40% e o resto 30-30%?
Eu acho justo.
quanto a andar a saltar de semana eu até acho que é o mais correto, que assim todos sabem o que custa..
Quanto a serem dois ou três irmãos quererem, só posso dizer que mais tarde se irão arrepender e irão ver que o dinheiro/bens não irá compensar o trabalho, a não ser que os metam num lar claro.
Ao autor, um conselho: se contratar um advogado, não contrate um da terra. Às vezes as amizades sobrepõem-se ao profissionalismo.
percebo o que dizes e até te dou razão em parte..
Direitos preferenciais não digo, mas supõe que tens mais dois irmãos, e tu é que ficas responsável por fazer a velhice aos teus pais. Achas que não era justo ficares com 40% e o resto 30-30%?
Eu acho justo.
quanto a andar a saltar de semana eu até acho que é o mais correto, que assim todos sabem o que custa..
Quanto a serem dois ou três irmãos quererem, só posso dizer que mais tarde se irão arrepender e irão ver que o dinheiro/bens não irá compensar o trabalho, a não ser que os metam num lar claro.
Normalmente quem fica com os pais acaba por ficar com mais também, é bastante comum o idoso reconhecer que quem ficou com ele merece mais e por isso acaba por deixar mais aquele filho.
Se é justo ou não, quem tem de decidir é o pai, não os filhos. []
Isso seria "correcto" quando os pais possuem todas as faculdades mentais e o devido discernimento, o que não acontece na maioria dos casos que conheço, sendo facilmente influenciados. []
Á uns anos anos atrás quando os meus avós morreram os irmãos do meu pai juntaram-se e 'ficaram' com tudo. Terrenos, casa (onde um deles ja residia), levantaram todo o dinheiro dos bancos, joias e outros objectos pessoais. Inclusive até fizeram obras nas terras e anexaram ás propriedades deles.
Como na altura eles se mostraram indisponiveis para dialogar, com a excepçao de insultos e outras baixarias. E como os meus pais nao quiseram prosseguir para tribunal, cortaram-se todos os contactos e ficou-se por ai.
No entanto, e ás luz de outros acontecimentos, eu vim a a descobrir que esse problema mal resolvido está a ter um impacto negativo na minha paz de espirito.
Sendo assim o que eu vinha aqui perguntar por soluções. Inclusive ja pensei, na falta de melhor, em os meus pais venderem os direitos deles á herança (nao sei se é posssivel) ou mesmo doar a alguma fundaçao ou organizaçao social. Eu digo isto, porque a nao ser que voces saibam de algo que eu nao sei (dai o tópico), e optar pela via judicial, eles vao arrastar o processo por um tempo indefinido de tempo sem fazer conta a despesas. Nem eu nem os meus pais temos tempo ou paciência para isso, dai ter ficado tudo em águas de bacalhau da primeira vez.
Estou aberto a sujestões. Obrigado por lerem.
Já ouvi por diversas vezes idosos a referirem que o filho que tomar conta deles é que levará as coisas, a questão é que normalmente os outros filhos como foi dito e não escrito, não atribuem grande relevância.
Só interessa o que está escrito, mas como sabemos, não é bem assim.
Normalmente quem fica com os pais acaba por ficar com mais também, é bastante comum o idoso reconhecer que quem ficou com ele merece mais e por isso acaba por deixar mais aquele filho.
Se é justo ou não, quem tem de decidir é o pai, não os filhos. []
Exactamente. A doação de bens móveis não sujeitos a registo pode ser verbal. E muitas vezes assim acontece. Obviamente que essas doações não podem ofender a legítima dos herdeiros, caso esta exista.