Protector solar. Existem perigos?

Não uso protector porque detesto estar ao Sol entre as 11 e as 16. Já apanhei escaldões de morte em África na cara e nos braços e não achei grande piada.

Como tenho olhos azuis e sinais tenho bastante cuidado com o Sol e fico bronzeado com facilidade.
 
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É uma camisola de licra vulgar, como é usual os surfistas usarem...
Como se pode molhar à vontade, mantem o corpo fresco mais tempo.
E uma vez que uso a licra, prescindo do top do bikini.
 
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Protector solar. Existem perigos?

... O valor de SPV está inteiramente relacionado com o período de exposição. Este indica multiplicando pelo período de exposição solar sem protecção e sem ocorrência de queimadura, o período de exposição sem ocorrência de queimadura com o filtro solar aplicado. Assim, se este período for de 30 minutos e o utilizador usar um filtro com SPV 20, poderá estar até 600 minutos (10 horas) exposto ao sol até à ocorrência de queimadura.

PS: Como não me acho mais conhecedor que outro alguém, se estiver naturalmente errado em algum ponto posso ser alvo de objecção sem qualquer problema e até fico agradecido. [;)]


Atenção que isto não é verdade. Não sei qual a fundamentação mas o meu médico disse-me com todas as letras que esta interpretação do SPF é totalmente incorrecta.
 
Apesar de te citar, o conteúdo do meu post não se dirige exclusivamente a ti, servindo de esclarecimento....


Vejo recorrentemente pessoas referirem-se com surpresa/ suspeição à existência daquilo a que chamam químicos, em diversos produtos.


Pois bem, QUIMICOS são TODAS e quaisquer substancias, materiais, sólidos, líquidos, gasosos, à face da terra e universo, sejam elas naturais, sintéticas ou artificiais!


Posto isto, se tudo quando existe à face da terra tivesse que ter uma lista de constituintes, até a mais inofensiva alface teria uma lista gigantesca de compostos químicos. Portanto é um erro usar a palavra "químicos" no contexto a que se referem com sendo sinónimo de contaminante ou tóxico, ou xenobiótico, ou sintético ou artificial. Por sua vez todas estas palavras tem um significado especifico e um contexto de aplicação definido, não sendo novamente sinónimos ou termos equivalentes.



Por sua vez, toda a matéria, ou seja todos os químicos, podem ser classificados quanto à sua formação como naturais, sintéticos, ou artificiais.


Por exemplo, uma molécula de água é sempre ou natural ou sintética, sem que absolutamente nada as distinga.


O simples facto de algo ser sintético não implica qualquer toxicidade especifica por este facto. Quimicamente, uma determinada substancia natural é indistinguivel da mesma substancia sintética.



Por sua vez, as substancias artificiais são compostos antropogénicos, que não existiam na natureza, embora sejam constituídos pelos mesmos elementos químicos que quaisquer outra substancia.



Isto porque: Toda a matéria, ou seja todos os químicos, por sua vez são constituídos por elementos que constam da tabela periódica. Estes elementos participam num ciclo químico de matéria, reciclando-se sem nunca perderem as suas propriedades elementares, pelo que um átomo de oxigénio constituinte da mais pura molécula de água, pode esse átomo de oxigénio ter já feito parte da urina de um dinossauro, ou do efluente de uma lixeira.



De igual modo às anteriores categorias, o simples facto de uma substancia ser artificial, não implica qualquer toxicidade inerente a este facto.



A área do conhecimento que se dedica ao estudo da interação de qualquer tipo de substancia ( natural, sintética, artificial) com qualquer organismo ou seu constituinte, é a toxicologia.

O que define a toxicidade de qualquer tipo de substancia é essencialmente a sua dose ou concentração, e não a sua origem natural sintética ou artificial.



Qualquer produto á venda no mercado passivel de certificação e que cumpra escrupulosamente todos os critérios da mesma, passou obrigatoriamente por um processo de ensaios toxicológicos para averiguar a sua segurança quer para o utilizador quer para o ambiente.


A esmagadora dos produtos certificados são os medicamentos, mas com a actual implementação do sistema REACH, esta certificação é extensível a todos os tipos de produtos á venda no mercado europeu.


Resumindo este testamento: Há pessoas que se dedicam ao testes de toxicidade e que preocupam com esse tipo de questões, para que quem as use o faça em segurança.

Para um consumidor final leigo, a lista de constituintes de um qualquer produto é mais uma fonte de duvidas e preocupações infundadas do que informação relevante.

Acho que não comprendeste o que a maioria do pessoal quis dizer como químicos...

É óbvio que um químico é tudo aquilo que disseste. Ainda mais óbvio é, que um portector solar tem vários químicos. Uns mais prejudicais que outros e, ainda, outros que, muito provavelmente, até poderão ser totalmente inócuos. (Se é que há algo que seja totalmente inócuo :sh))

Isso não implica que não haja substâncias que até sejam prejudicais, como a oxibenzona. Depende da dose e/ou concentração? Certamente. Isso não implica toda a parte negativa desta substância.

Outros deles, até já foram proibídos pela UE. Devemos ganhar fobia ao protector solar? Óbvio que não. Mas devemos considerar se o queremos usar diariamente, sem que haja patologia médica que assim o exija, ou quando a exposição solar nem é muito prolongada.

Dados experimentais... Bom, por mais que eu defenda a ciência, e todos os estudos por trás de todas as substâncias que "entram" no uso humano, às vezes também falha.

Vê o caso da talidomida, que todos os médicos juravam ser segura e, no fim, vai-se a ver e nascem crianças sem pernas e sem braços...:sh)

Edit: Eu uso um protector solar, no meu caso, 50+, da mesma forma que uso um medicamento (apenas exemplificar, não o entendam como uma comparação entre protectores solares e medicamentos): quando os seus benefícios, superam os riscos. É simples.
 
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Atenção que isto não é verdade. Não sei qual a fundamentação mas o meu médico disse-me com todas as letras que esta interpretação do SPF é totalmente incorrecta.

Até agora não vi uma única vez um tipo de interpretação que não fosse nesta linha.

Retirado do website da SPDV (Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia).

Um bom protector solar deve possuir algumas características que são fundamentais. Em primeiro lugar deve ser resistente à água para manter elevada actividade mesmo depois do banho e após sudação intensa. Esta propriedade depende da natureza dos princípios activos mas, também, da formulação do veículo. Além disso deve ser cosmeticamente bem concebido de modo a que a sua utilização seja bem aceite. Não deve ter acção irritativa local, nem conter subst âncias susceptíveis de criar problemas de sensibilização. Finalmente é indispensável que seja eficaz na protecção contra as radiações nocivas cujos efeitos se pretende neutralizar.
A eficácia dos protectores solares é avaliada através do chamado factor de protecção (FP), expresso por um número que representa a relação entre a dose de radiação necessária para produzir um determinado grau de eritema na pele protegida pelo produto em causa e a dose necessária para produzir o mesmo eritema na pele não protegida. As doses referidas são, habitualmente, as doses eritematosas mínimas.


Sociedade Portuguesa de Dermatologia Sol e Pele

Retirado do website da SunMax (empresa brasileira pertencente à Stiefel que integra o grupo da GlaxoSmithKline)

O FPS mede a eficácia de um protetor solar, indicando quantas vezes o tempo de exposição ao sol, sem risco de vermelhidão, pode ser aumentado com o uso do protetor.2,3

É importante destacar que o FPS é determinado em condições específicas (testes clínicos padronizados), portanto, o período de tempo durante o qual a pele ficaria protegida com protetor solar é um dado numérico, o que não significa que uma pessoa possa ficar 5 horas sem reaplicar o protetor solar. Hoje a padronização é reaplicar o protetor a cada 2 horas.[SUP]3

[/SUP]http://www.sunmax.com.br/fotoprotecao/para-que-serve-o-fatar.htm[SUP]l[/SUP]


1. Como é que eu escolho o Factor de Protecção Solar correcto?

A escolha de um Factor de Protecção Solar depende do tempo que a pele consegue estar exposta ao Sol sem protecção sem sofrer uma queimadura solar. Dependendo do tipo de pele, localização e estação do ano, pode demorar entre 5 a 30 minutos. O FP dá-nos uma indicação sobre o grau de protecção contra queimaduras solares. À medida que o FP aumenta, a quantidade de radiação UV, que provoca as queimaduras ao entrar em contacto com a pele, é reduzida. O FP deve ser escolhido consoante o tipo de pele, estação e localização. Por favor, veja no nosso Guia NIVEA SUN que tipo de protecção a sua pele precisa.

Conselhos NIVEA SUN | Conselhos sobre Factor de Protecção Solar & Produtos - NIVEA

E em quaisquer outros sites vejo frequentemente esta explicação já colocada por mim anteriormente. Se alguém quiser adicionar alguma coisa construtiva para a discussão seria bastante esclarecedor. Pois, parece-me ser já do senso comum a explicação por mim colocada.
 
Atenção que há ainda outros factores que nos dias de hoje se esquece muito, que é a alimentação. Uma dieta, principalmente no verão rica em antioxidantes ajuda e de que maneira. Eu sempre gostei de comer coisas variadas, mas nestes dias como muita fruta de cor escura. O melão, melancia, cereja, tomate, pêssego, manga, mamão, etc, são muito bons para proteger a pele. Por outro lado o açafrão e a cenoura são muito bons também.

Tudo bem que nem toda a gente come disso, mas acaba também por ser eficaz.
 
Protector solar. Existem perigos?

Nferrari, a questão não é a linha de raciocínio (maior SPF, maior tempo de exposição), mas sim o cálculo que resulta do período de exposição sem protector sem correr risco de queimadura, multiplicado pelo valor do SPF. Esse cálculo é que está totalmente incorrecto. Como aliás as citações que retiraste da net confirmam. Não podemos simplesmente pensar: se às 13:00 eu aguento 10 minutos sem começar a queimar, então meto um projector com SPF 30 e posso ficar 5 horas ao sol sem problemas.
 
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Nferrari, a questão não é a linha de raciocínio (maior SPF, maior tempo de exposição), mas sim o cálculo que resulta do período de exposição sem protector sem correr risco de queimadura, multiplicado pelo valor do SPF. Esse cálculo é que está totalmente incorrecto. Como aliás as citações que retiraste da net confirmam. Não podemos simplesmente pensar: se às 13:00 eu aguento 10 minutos sem começar a queimar, então meto um projector com SPF 30 e posso ficar 5 horas ao sol sem problemas.

As minhas citações apesar de não o confirmarem declaradamente, não o invalidam e seguem a mesma linha de pensamento.

Retirado do website da Universidade da Califórnia (UCSF, School of Medicine)

Sunblock protects your skin by absorbing and/or reflecting UVA and UVB radiation. All sunblocks have a Sun Protection Factor (SPF) rating. The SPF rating indicates how long a sunscreen remains effective on the skin. A user can determine how long their sunblock will be effective by multiplying the SPF factor by the length of time it takes for him or her to suffer a burn without sunscreen.

For instance, if you normally develop a sunburn in 10 minutes without wearing a sunscreen, a sunscreen with an SPF of 15 will protect you for 150 minutes (10 minutes multiplied by the SPF of 15). Although sunscreen use helps minimize sun damage, no sunscreen completely blocks all wavelengths of UV light. Wearing sun protective clothing and avoiding sun exposure from 10 a.m. to 3 p.m. will also help protect your skin from overexposure and minimize sun damage.

Sunblock

PS: Peço desculpa por estar em inglês, mas dado estar no smartphone não conseguiria fazer uma boa tradução.
 
Nao sei se ja foi dito mas os protectores solares protegem (ajudam) a pele de envelhecer ao sol, mas está provado em laboratorio que nao protegem do cancro. É uma das grandes burlas do mundo dos cosméticos.

Alias as "provas " de que os protectores solares protegiam do cancro nunca existiram. O que se sabe é que protegem de escaldoes solares e nada mais. Em laboratorio animais e pele humana mantida vida atraves de cultivo em vitro, com ou sem proteccao solar, a evolucao e percentagem de casos em que apareceram cancro da pele sempre foram exactamente os mesmos. É uma grande mentira mesmo. Eu uso para proteger de escaldoes e pq gosto da sensacao de estar a alimentar a pele. Mas nada mais

EXTRA :Em leitura agora na internet ja aparecem estudos a indicar que incidencia de cancro é menor em quem coloca protector do que os q nao coloca, Dados obtidos em laboratorio em desgraçados de alguns animais... Apos lembrar-me que à cerca de 3 anos varios cientistas ingleses comprovaram ser falso, apenas posso dizer que muita gente e muito estudo deve ser fortemente comprada. A questao foi ate falada na televisao. Existem pelos vistos resultados para todos os gostos. Viva o dinheiro da industria dos cosméticos... Acho extraordinario toda a informacao ou desinformacao online
 
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Atenção que há ainda outros factores que nos dias de hoje se esquece muito, que é a alimentação. Uma dieta, principalmente no verão rica em antioxidantes ajuda e de que maneira. Eu sempre gostei de comer coisas variadas, mas nestes dias como muita fruta de cor escura. O melão, melancia, cereja, tomate, pêssego, manga, mamão, etc, são muito bons para proteger a pele. Por outro lado o açafrão e a cenoura são muito bons também.

Tudo bem que nem toda a gente come disso, mas acaba também por ser eficaz.

A ter algum, será um efeito residual e indireto, não compete minimamente, nem é comparável com a acção directa e eficaz de um protetor solar.

O creme protetor actua fisicamente e directamente na parte exterior da pele, onde incidem os raios solares.

Os anti-oxidantes, alem da sua função primária não estar relacionada directamente com a protecção contra danos solares, tem uma acção indirecta por via fisiológica e interior, não substituem minimamente a acção protetora de um creme.

Podes beber e tomar banho em anti-oxidantes, que não te livram de danos solares directos nenhuns.
 
Costumo ir para a praia quando me dá na real gana e não uso protetor nenhum ( só oculos). Vou para o sol gradualmente e não le lembro de apanhar nenhum escaldão. Era só o que me faltava o médico dizer-me a que horas devo fazer o que me apetece.
E outra coisa engraçada é que quando por vezes chego á praia o meu medico já lá está, e a horas ditas indecentes, frequentamos a mesma praia.
 
Fico feliz por nao ser o unico a nao gostar de praia. Ja agora quando compram um protetor convem que diga a quantidade de uva tambem, nao so uvb.
 
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