Protestos em Moçambique - Maputo

O Estado permite estas situações, porque perdeu o respeito e a concideração pelos seus cidadãos que em determinado momento da historia lutaram (alguns deram a vida), pela defesa do que na altura eram os interesses do País.
Deixam-do muitos deles agora a viverem na miseria por esse País fora, enquanto que os traidores e desertores são louvados e recompensados pelos altos serviços prestados aos inimigos de antão.
Alguns deles são actualmente deputados, governantes e até candidato a PR.

Faz falta dizer mais alguma coisa?

Sim... o Paulo Portas andou a prometer o subsidio aos ex- combatentes e depois estando como ministro nunca o pagou[8b] o meu pai foi ex-combatente de Angola e tinha direito
 
Sim... o Paulo Portas andou a prometer o subsidio aos ex- combatentes e depois estando como ministro nunca o pagou[8b] o meu pai foi ex-combatente de Angola e tinha direito

Deves estar enganado, o Portas criou o subsidio e pagou, quem depois se esquecer de continuar a pagar foi.......adevinha quem?
 
Agora dinheiro dos nossos impostos é que não.

Trabalhem!!!

Vi há algum tempo uma reportagem sobre os Moçambicanos que remam durante dias até à rota dos arrastões estrangeiros da pesca do camarão, para mendigarem o peixe que estes arrastões capturam juntamente com o camarão e que normalmente deitam fora, quando com menos de um décimo do esforço podiam pescar o seu próprio peixe. Tanto lá como cá, quem está habituado a viver de esmolas, nunca terá iniciativa para trabalhar.
 
Um familiar afastado meu enriqueceu obcsenamente à custa da Frelimo.... Conta-se que organizou julgamentos em campos de futebol e deu sentenças de morte, não passa de um patife comuna que se encheu de dinheiro enquanto os africanos a quem prometeu este mundo e o outro continuaram a passar fome na palhota.

[8b]

É natural que a maior parte dos users do fórum não tenham a mínima noção do que é uma Frelimo ou um Eduardo dos Santos, afinal de contas metade da imprensa portuguesa descreve estes personagens como "empresários"....
 
Last edited:
Nos países onde a "casta" de gente que reúne a maior parte da riqueza é do tipo do que se vê em Moçambique e noutros países (africanos ou não) tende a ficar cada vez mais rica, relegando para cada vez maior pobreza cada vez mais gente, não se pode esperar senão este tipo de descambar social onde cada vez mais inocentes pagam aquilo de que apenas os crápulas são responsáveis...

Não se iludam, que ninguém se iluda, a miséria da maioria não pode ser a solução da Humanidade.

A solução da Humanidade é a repartição justa da riqueza produzida e envolvência de todos na respectiva produção!
 
A solução da Humanidade é a repartição justa da riqueza produzida e envolvência de todos na respectiva produção!

Sim, sem duvida.

Não é agora uns trabalharem e produzirem riqueza para sustentar outros que não fazem nenhum [;)] :sh)
 
A solução da Humanidade é a repartição justa da riqueza produzida e envolvência de todos na respectiva produção!

Lembro disso ser dito por uma outra pessoa bastante famosa da história e que tentou aplicar essa teoria, mas não lembro bem quem era.....................................Ah! Já sei quem foi....





142_310_lenin_preach.jpg
 
Sim, sem duvida.

Não é agora uns trabalharem e produzirem riqueza para sustentar outros que não fazem nenhum [;)] :sh)

[:D] Yah. E como vemos em sítios como o antigo URSS, China durante os tempos do Mao, o bloco de Leste, Venezuela, e Coreia de Norte. A distribuição de riqueza realmente funciona... E já para quem quer mencionar os países escandinavos, estou a ver os cidadãos de um nação africano a querer pagar 60% de impostos. É que estou mesmo a ver-lhes a fazerem fila, pronto para não ficar com tanto dinheiro que eles tem agora....

Agora, vais-me desculpar mas estou a fertilizar o meu jardim com pó de fada. Já volto.....
 
Sim, sem duvida.

Não é agora uns trabalharem e produzirem riqueza para sustentar outros que não fazem nenhum [;)] :sh)
Quem quiser ter o direito a receber tem de vergar o aço... [;)]

Lembro disso ser dito por uma outra pessoa bastante famosa da história e que tentou aplicar essa teoria, mas não lembro bem quem era.....................................Ah! Já sei quem foi....





142_310_lenin_preach.jpg
Talvez uma minoria a mamar à conta dos que bulem esteja mais certo, não?

A ideia não é do Lenine, pois já por cá andava antes dele... [:p] E, não, ninguém quer mais ditaduras, nem do proletariado! [:p]

O que se quer é que a ladroagem dos que se abotoam com a riqueza produzida pelos outros e os deixam na miséria termine de uma vez por todas! A riqueza tem de ser distribuída de forma justa, ou então regressaremos aos "gloriosos tempos da escravatura", de que muitos por cá parecem ter saudades... [8b]
 
Quem quiser ter o direito a receber tem de vergar o aço... [;)]

Chama-se esforço e trabalho.

Talvez uma minoria a mamar à conta dos que bulem esteja mais certo, não?

Ah, ou seja, a tua solução é tentar afogar a problema com subsídios. Acho que já houve bastantes casos práticos para mostrar que isso não resultou, nem vai resultar.

A ideia não é do Lenine, pois já por cá andava antes dele... [:p] E, não, ninguém quer mais ditaduras, nem do proletariado! [:p]
Não entendeste bem o que eu disse. Eu disse uma pessoa que pensava assim e tentou por em practica essa teoria.

O que se quer é que a ladroagem dos que se abotoam com a riqueza produzida pelos outros e os deixam na miséria termine de uma vez por todas! A riqueza tem de ser distribuída de forma justa, ou então regressaremos aos "gloriosos tempos da escravatura", de que muitos por cá parecem ter saudades... [8b]

Para corrigir a situação africana, começa-se é pela implementação de uma sistema de justiça muito mais transparente e efectivo do que existe hoje em dia. Uma sistema que opera em plena autonomia para investigar, prender, julgar e castigar os que praticam actos de corrupção e trafico de influencias.

A problema com os países africanos nada tem a ver com a distribuição de riqueza, mas sim com a transparência das actividades e uma melhor educação e sensibilização dos cidadãos acerca dos seus direitos e o que podem e devem exigir aos seus representantes eleitos. Estamos a falar de países em que a nível de educação é notoriamente baixo e que os povos ainda tem a mentalidade que a guerra, motins e tumultos é que resolve tudo.

Isso começa-se pela reforma da mentalidade popular e com um esforço e investimento de longo prazo na educação, e principalmente um esforço extra a curto prazo dos meios de justiça para tornar-se muito mais transparentes.
 
Chama-se esforço e trabalho.
Há muito tempo que vergar o aço tem esse significado, que muitos, ao que parece, desconhecem...

Ah, ou seja, a tua solução é tentar afogar a problema com subsídios. Acho que já houve bastantes casos práticos para mostrar que isso não resultou, nem vai resultar.
Quem é que falou em subsídios? Mamar à conta dos que bulem é a exploração do trabalho para além do aceitável. A roçar a escravatura, para onde muitos sonham regressar e que hoje se constata estar a aproximar-se a passos largos, não só em África!...

Não entendeste bem o que eu disse. Eu disse uma pessoa que pensava assim e tentou por em practica essa teoria.
Pois não, não entendeste! A divisão justa da riqueza não é "leninista", como muitos dos que gostam de chavões pretendem fazer crer! Basta ir aos confins da História Humana conhecida e ver as sociedades humanas que pugnavam pela divisão dos bens de forma equitativa!...

Para corrigir a situação africana, começa-se é pela implementação de uma sistema de justiça muito mais transparente e efectivo do que existe hoje em dia. Uma sistema que opera em plena autonomia para investigar, prender, julgar e castigar os que praticam actos de corrupção e trafico de influencias.
África é gerida pela corrupção e, por isso, precisa de ajuda externa, já que os seus autóctones, os que podiam ajudar, emigraram...

A problema com os países africanos nada tem a ver com a distribuição de riqueza, mas sim com a transparência das actividades e uma melhor educação e sensibilização dos cidadãos acerca dos seus direitos e o que podem e devem exigir aos seus representantes eleitos. Estamos a falar de países em que a nível de educação é notoriamente baixo e que os povos ainda tem a mentalidade que a guerra, motins e tumultos é que resolve tudo.
Tem tudo e só a ver com a distribuição da riqueza. Países onde os seus líderes têm património espalhado por todo o mundo, viajam em primeira classe em voos privados ou em avião próprio para fazerem compras na Europa (...) e têm participações poderosas no mundo da alta finança europeia, enquanto o seu povo definha e as respectivas crianças surgem, cadavéricas, todos os dias nos jornais, não têm senão outra causa que não seja essa! Aliás, só com a conivência de alguns líderes europeus, envolvidos em toda uma panóplia de actividades rentáveis para além do legitimamente aceitável (...), é que essa pulhice pode continuar perpetuada!

Isso começa-se pela reforma da mentalidade popular e com um esforço e investimento de longo prazo na educação, e principalmente um esforço extra a curto prazo dos meios de justiça para tornar-se muito mais transparentes.
Desculpa lá, mas em países onde faliram há muitos as estruturas essenciais à vida humana com dignidade, isso são sonhos impossíveis!

Aliás, basta pensar-se no "triângulo das necessidades" para se perceber o absurdo de se começar a casa pelo telhado, pensando-se que é pelas mentalidades que se molda os comportamentos de pessoas que definham à fome!
 
Cidade de Maputo e Matola debaixo de "fogo"


Nada parecia prever os tumultos que já se fazem sentir em algumas zonas da cidade de Maputo e Matola. O aumento do preço dos transportes semi-colectivos de passageiros, vulgo “chapa”, de 7,5 meticais para 9 meticais, é o principal motivo para os distúrbios nas principais avenidas da cidade.

Avenida Acordos de Lusaka, avenida de Angola, Estrada Nacional nº 1 (EN1) – nas zonas da portagem, jardim e Benfica - foram os primeiros locais a desencadear a “manifestação”.

Por outro lado, o corpo policial e os militares estão a cercar as zonas do centro da cidade de Maputo, como é o caso das avenida, 24 de Julho, Marginal, Eduardo
Mondlane com vista a evitar que os distúrbios se alastrem para esses locais e outros locais.



Desde o inicio da manhã que as redes móveis nacionais, concretamente a Mcel e a Vodacom, estão sem comunicações e mal se consegue falar ou enviar
sms’s.

Este governo não aprende. Todas as empresas fecharam. Só quem vive numa ilusão é que não esperaria isto [8b][8b][8b][8b]
 
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