O PS subiu quatro pontos percentuais no Barómetro Marktest para o DN e TSF, hoje divulgado, reforçando a maioria absoluta, enquanto o PSD desceu um ponto percentual e o CDS registou a maior queda, com menos três pontos.
Se as eleições se realizassem agora, os socialistas teriam 47 por cento, contra 43 por cento em Janeiro, mais dois pontos percentuais do que os obtidos nas legislativas de há dois anos.
No sentido inverso está o PSD, que no Barómetro de Fevereiro caiu um ponto percentual, quedando-se nos 27 por cento (menos um ponto percentual que nas legislativas).
O PCP e o Bloco de Esquerda têm situações opostas: os comunistas sobem um ponto percentual para os 10 por cento, enquanto os bloquistas descem um ponto, de 8 para 7 por cento.
Os democratas-cristãos liderados por Ribeiro e Castro, que nos últimos meses registavam uma subida constante nas intenções de voto do Barómetro da Marktest para o DN e TSF, caíram agora três pontos, de 8 para 5 por cento.
A nível do governo, o ministro da Administração Interna, António Costa, continua a ser o preferido dos inquiridos no Barómetro, com um saldo positivo de 21 por cento, seguido de Mariano Gago (Ciência e Ensino Superior), com 17 por cento, e Luís Amado (Negócios Estrangeiros), com 16 por cento.
No extremo oposto estão o ministro da Saúde, Correia de Campos, que detém um resultado negativo de 29 por cento, embora tenha registado uma melhoria de 11 pontos percentuais, a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, com 13 por cento negativos, e o ministro da Agricultura, Jaime Silva, com 10 por cento negativos.
Destaque ainda para a queda, em seis pontos percentuais, do ministro da Economia, Manuel Pinho, que o Diário de Notícias atribui à gaffe cometida durante a visita do primeiro-ministro à China, quando quis convencer os empresários chineses a investir em Portugal argumentando com os baixos salários dos trabalhadores portugueses.
O Barómetro da Marktest para o DN e TSF foi realizado entre 13 e 16 de Fevereiro, depois do referendo de 11 de Fevereiro, com 810 entrevistas, sendo a margem de erro de 3,44 por cento para um intervalo de confiança de 95 por cento.
Diário Digital / Lusa