Depois de ter sido enganado nas Diablo no Ebay, decidi nao baixar os braços e fazer o "TAL" sistema 2.0 apenas para musica, para desta forma acabar a pequena adega subterranea que tenho.
Optei pelo seguinte material que já ca tenho
Colunas: Focal Scala
Amp: Ayre mx-r monobloco
Pre-amp: Ayre kx-r
Leitor Cd's : Krell Evo 505 (Já o tinha mas é muito competente mesmo)
A questão é so uma, que leitor de vinil comprar?
Já tenho algumas ideias mas gostava de ouvir outras, para já nao divulgo o que tenho em mente para não influenciar
Opinioes?
Em vez de referências, penso que deves pensar no conceito do que se procura num gira-discos integrado no teu sistema e utilização.
O Technics mencionado aí para trás seria um disparate de todo o tamanho, pois esse é um gira-discos fabuloso para DJ, com direct-drive (e força para tirar um jipe da lama), uma construção tipo betão armado para não captar as vibrações de graves e outras microfonias nas discotecas, etc.
O que se pretende num gira-discos doméstico de qualidade é bastante diferente.
O peso continua a ser um ponto algo importante, pois é necessário que o gira-discos consiga um bom isolamento do meio que o rodeia, e sobretudo seja extremamente estável.
Depois é necessário ser belt-drive, ou seja, não ter o motor ligado directamente ao prato mas sim através de uma correia.
A vantagem desta solução é a não-transmissão de ruídos mecânicos do motor (e outros) para o prato, e consequentemente para a agulha -> (...) colunas.
Normalmente, tenta-se também colocar o transformador que alimenta o motor do gira discos o mais longe possível das partes mecânicas, ou mesmo externamente, novamente para eliminar possíveis interferências e ruídos.
A partir do momento em que estes pressupostos são atingidos (não vamos entrar na questão dos braços, assumindo que a este nível já são de muita qualidade), a agulha vai ter um papel determinante, e duas agulhas de qualidade mas de marcas diferentes podem soar
completamente diferentes, pois uma das características (tecnicamente é um defeito) do analógico é precisamente a sua falta de precisão, cujos desvios originam traços sónicos muito evidentes e demarcados.
Daí que entre a Thorens, Project e mais algumas é difícil de comprar uma coisa má, particularmente se sairmos dos modelos de entrada.
No entanto, eu investiria um bom valor na agulha, pois numa analogia com os automóveis, de nada adianta calçar um Porsche com uns pneus medida 155 chineses. O carro pode ser muito bom e o seu chassis é determinante no comportamento, mas o que entra em contacto com a estrada é a borracha.
Nos gira-discos é a agulha. [

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