Que vinho bebem?

...Continuação da lista, mais um grande vinho, desta vez o J de José de Sousa 2014, foram produzidos 2600 litros, dá pouco mais de 3400 garrafas, não sei se há garrafas magnum.
J de José de Sousa - Red Wine - Super Premium - Wines - José Maria da Fonseca

A garrafa é linda!

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hoje estive para comprar este vinho para oferecer, e outra para mim.
o que achaste?
 
hoje estive para comprar este vinho para oferecer, e outra para mim.
o que achaste?

Ainda não achei nada [:D], foi uma das compras da minha lista em que vou anotando alguns vinhos que tenho interesse. [;)]
As notas de prova que li sobre o vinho são excelentes, julgo que é uma opção bastante acertada. :)
E continuando com essa lista, o seguinte é o Quinta do Monte Xisto 2016, não havia na altura o de 2015 ou 2014, mas não estou preocupado, é um vinho com provas dadas ano após ano, o problema é que se fosse de 2015 ou anterior ia abri-lo brevemente, assim é arriscar muito.

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É na vinha que se começa a fazer o vinho. “Acreditamos que quanto mais simples é o processo de vinificação, melhor se consegue traduzir a especificidade de um vinho, do seu terroir. Quanto menos se intervir neste processo, mais fiel será o resultado.” E assim é vinificado o vinho Quinta do Monte Xisto, em lagares de granito com pisa a pé seguido de um estágio de 18 meses em pipas de 600 litros. As castas presentes são a Touriga Nacional, a Touriga Francesa e o Souzão.

De aparência luminosa e brilhante, o seu nariz prenuncia franqueza projetando-nos para o universo da Quinta. Quanto mais nos envolvemos somos surpreendidos por novos aromas frutados e silvestres, suportados por uma estrutura elegante e equilibrada. Cheio de personalidade, termina de forma expressiva e reflexiva.

Provar um vinho é uma experiência cultural e social, mas acima de tudo pessoal, sendo determinante a nossa predisposição para viajarmos ao sabor dele.
 
Ainda não achei nada [:D], foi uma das compras da minha lista em que vou anotando alguns vinhos que tenho interesse. [;)]
As notas de prova que li sobre o vinho são excelentes, julgo que é uma opção bastante acertada. :)
E continuando com essa lista, o seguinte é o Quinta do Monte Xisto 2016, não havia na altura o de 2015 ou 2014, mas não estou preocupado, é um vinho com provas dadas ano após ano, o problema é que se fosse de 2015 ou anterior ia abri-lo brevemente, assim é arriscar muito.

Esta questão dos anos é muito interessante. Tem sido motivo de conversa com alguns amigos enofilos franceses (muito mais "ortodoxos")

Este artigo é excelente para quem se interessa sobre o assunto:

https://www.publico.pt/2018/11/24/fugas/noticia/vinhos-precisam-tempo-sao-vendidos-novos-1851627

A palavra chave no processo parece ser a "extracção". Gostava de saber mais sobre esta parte técnica, vou aprendendo aos poucos.
 
Um clássico acompanhar bife seguido de bacalhau.
Excelente

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Engraçada coincidência, ontem fui ver o que estava esquecido na garrafeira e tenho lá uma de tinto, Crasto Superior de 2013, mas decidi guardar para um refeição mais especial, lembro-me que foi uma garrafa mais cara do que costumo comprar, mas não me lembro quanto paguei por ela.
 
Deixo aqui um desafio aos entendidos de vinhos aqui do fórum:

Quero comprar 1/2 duzia de garrafas de vinho até ao preço de 10-12€ mas que não sejam daqueles que se encontram facilmente à venda no supermercado e que possa comprar facilmente, estou a pensar em encomendar no site da garrafeira nacional.

O primeiro que já pus na lista graças ao que li por aqui foi o Churchill's Estate de 2013 que está lá a 9,90€.

Que outros vinhos sugerem, sendo que dou preferência aos tintos?
 
Deixo aqui um desafio aos entendidos de vinhos aqui do fórum:

Quero comprar 1/2 duzia de garrafas de vinho até ao preço de 10-12€ mas que não sejam daqueles que se encontram facilmente à venda no supermercado e que possa comprar facilmente, estou a pensar em encomendar no site da garrafeira nacional.

O primeiro que já pus na lista graças ao que li por aqui foi o Churchill's Estate de 2013 que está lá a 9,90€.

Que outros vinhos sugerem, sendo que dou preferência aos tintos?




3 escolhas minhas, sem estoirar muito dinheiro.

Acrescenta aí o Touriga Nacional da Ermelinda Freitas. Na minha opinião um dos melhores monocastas da Penisula de Setubal, e bem acima do medalhado Sirah.

Também colocaria aí o Convento de Aguiar reserva. Para mim um dos melhores compromissos das Beiras no segmento dos 10 euros

E o sempre seguro Altano dos Symington - Douro

Dos Brancos, peninsula de Setubal, Quinta do Alcube - Selecção
 
Esta questão dos anos é muito interessante. Tem sido motivo de conversa com alguns amigos enofilos franceses (muito mais "ortodoxos")

Este artigo é excelente para quem se interessa sobre o assunto:

https://www.publico.pt/2018/11/24/fugas/noticia/vinhos-precisam-tempo-sao-vendidos-novos-1851627

A palavra chave no processo parece ser a "extracção". Gostava de saber mais sobre esta parte técnica, vou aprendendo aos poucos.

A questão dos anos é um pouco complexa. Já apanhei vinhos em que 9 anos depois pareciam que estavam novos demais para os abrir, depois já apanhei vinhos em que 2 anos depois de abrir a primeira garrafa a evolução foi gigante, outros no entanto pouco evoluem.
O Chryseia por exemplo, abri um do ano 2014 em 2017, demasiado cedo, é mesmo para esquecer abrir um vinho destes com tão poucos anos. Quinta da Leda do ano 2013 provado em 2016, a mesmíssima coisa, demasiado cedo, não vale a pena. O que me surpreendeu mais ainda foi o O. Leucura cota 200 de 2008 que abri no ano passado, na altura não percebi, parecia um vinho recente ao provar e certamente ainda era cedo para o abrir, é daqueles muito especiais que só devem "funcionar" muitos anos depois.
Depois temos vinhos que são muito satisfatórios bebê-los já (do ano 2105) e que a tendência é só para melhorar com uma "janela" ideal da plenitude do vinho.
Acima de tudo é preciso conhecer o vinho ao longo dos anos, de preferência do mesmo ano e ir abrindo as garrafas em datas separadas para saber a sua evolução, ora isso leva muito tempo só num vinho de uma safra. Esse conhecimento só o produtor o tem ou alguém que compre e vá provando ao longo dos anos. Alguns produtores indicam os anos da plenitude do vinho (para mim a informação mais importante), outros só a longevidade por exemplo, e outros só dão uma perspectiva.
 
Diamond plus, já deste cabo do Lua Nova?

Quanto ao Paulo Laureano Vinhas Velhas tinto, também gostei bastante.
 
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