Renault 4 2025

A Citroën nunca foi vulgar, se olharmos para ela iremos perceber que tanto vendia ao "pobre como ao rico".

O maior problema é a perda de identidade das marcas, porque se meteu na cabeça dos compradkres que apenas um determinado tipo de carros/modelos é que eram/são bons. [s)]
 
A Citroën nunca foi vulgar, se olharmos para ela iremos perceber que tanto vendia ao "pobre como ao rico".

O maior problema é a perda de identidade das marcas, porque se meteu na cabeça dos compradkres que apenas um determinado tipo de carros/modelos é que eram/são bons. [s)]

experimenta ter comprado um citroen hidropneumático em novo e depois vem falar sobre meter na cabeça que só determinados outros carros são bons [:p]
 
experimenta ter comprado um citroen hidropneumático em novo e depois vem falar sobre meter na cabeça que só determinados outros carros são bons [:p]

A manutenção de um hidrosuspenso pode sair mais barata do que comprar 4 amortecedores. E mexer no sistema nem é complicado, é moroso e requer rigor, que é coisa que um Tuga nem sempre tem.

A fiablidade do sistema foi evoluindo ao longo do tempo, para melhor. Do BX para o Xantia foi um salto enorme neste particular.
 
É muito impressionante sim!

o pior que pode acontecer à Renault é mesmo vulgarizar-se.

Aconteceu à Citroen e estão agora a tentar corrigir. Creio que a eles vai correr muito bem.

Não deixo de concordar com a parte a negrito, mas ao mesmo tempo questiono-me em que sentido a Renault se vulgarizou. Apesar de a Renault continuar a oferecer os melhores produtos dos segmento b e c (basta ver pelo reviews ao longo dos últimos anos), as vendas não correspondem a tal. Será que esta filosofia de design (germânica) de continuidade e a aposta em materiais de maior qualidade para o interior faz sentido nas marcas francesas? Creio que neste momento a Citroen é a única marca francesa que continua realmente a arriscar e criar produtos disruptivos em termos de design. Já não imagino a Renault atual a criar um Megane com design tão arriscado como o II, a produzir algo tão criativo como o Twingo I ou até os malogrados Velsatis e Avantime. Até a própria Kangoo tem um "ar sério", quando sempre pareceu um cartoon. [:D]
 
a renault nunca ofereceu o melhor produto do segmento C, isso é uma completa ilusão [;)]

nem sequer perto.
 
a renault nunca ofereceu o melhor produto do segmento C, isso é uma completa ilusão [;)]

nem sequer perto.

O Mégane II andou lá perto. Aliás, se esqueceres a fiabilidade quase desastrosa, dificilmente tens algo tão completo no segmento na altura. Até porque apartir daí, sempre a descer...
 
Depende sempre do que se considera "melhor".

Não é assim tão simples e linear como parece. Porque na realidade é raro ver um modelo de uma marca a brilhar em todos os parâmetros analisáveis.

Por outro lado, mesmo se procurassemos alguma homogeneidade nesses parâmetros, não era isso que eu alguma vez esperaria de um Renault.

Acho que quem conheceu a marca ao longo de algumas décadas sabe mais ou menos o que a definia. Hoje vejo muito pouco disso.

Não é exclusivo da Renault, muitas marcas foram-se descaracterizando, em busca da tal homogeneidade.

Não deixa de ser triste para quem gosta de "carros".

É um pouco como saber que o próximo Punto será mais uma versão do 208, tal como o Corsa já é. Não deixa de ser algo triste, mesmo não sendo um fã da Fiat. Se há algo que eles eram bons era a fazer segmentos B.

Imaginem como seria a Renault com o Tavares à frente... Foi provavelmente o maior erro que cometeram.
 
O Mégane II andou lá perto. Aliás, se esqueceres a fiabilidade quase desastrosa, dificilmente tens algo tão completo no segmento na altura. Até porque apartir daí, sempre a descer...

além da parca fiabilidade, não tinha o espaço ou mala e a qualidade de construção era fraca...

o renault do segmento C mais completo para o seu tempo ainda foi o R19 [:p]

no mégane I trabalharam pelo mínimo: era apenas um R19 com biodesign. Valeu pelo spinoff da Scénic.

no II apostaram tudo no design e segurança mas fruto da fase terrível de fiabilidade e falta de qualidade de construção da marca foi tudo ao charco.

o III um enorme sensaborão a tentar corrigir a asneirada dos problemas do anterior

o IV sempre foi um produto simplesmente esquecível: não falha em nada, nunca é o melhor em nada, não deslumbra em nada.

vamos ver se agora com o eléctrico conseguem fazer melhor. Com as falhas de produto do ID3 e o atraso da PSA/Pug na proposta VE, abre-se uma janela de oportunidade que há muito não acontecia.
 
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Depende sempre do que se considera "melhor".

Não é assim tão simples e linear como parece. Porque na realidade é raro ver um modelo de uma marca a brilhar em todos os parâmetros analisáveis.

Por outro lado, mesmo se procurassemos alguma homogeneidade nesses parâmetros, não era isso que eu alguma vez esperaria de um Renault.

Acho que quem conheceu a marca ao longo de algumas décadas sabe mais ou menos o que a definia. Hoje vejo muito pouco disso.

Não é exclusivo da Renault, muitas marcas foram-se descaracterizando, em busca da tal homogeneidade.

Não deixa de ser triste para quem gosta de "carros".

É um pouco como saber que o próximo Punto será mais uma versão do 208, tal como o Corsa já é. Não deixa de ser algo triste, mesmo não sendo um fã da Fiat. Se há algo que eles eram bons era a fazer segmentos B.

Imaginem como seria a Renault com o Tavares à frente... Foi provavelmente o maior erro que cometeram.
Se o Tavares estivesse à frente da Renault, provavelmente aconteceria aquilo que lamentas da Stelantis...na realidade já acontece em todos os grupos.
além da parca fiabilidade, não tinha o espaço ou mala e a qualidade de construção era fraca...

o renault do segmento C mais completo para o seu tempo ainda foi o R19 [:p]

no mégane I trabalharam pelo mínimo: era apenas um R19 com biodesign. Valeu pelo spinoff da Scénic.

no II apostaram tudo no design e segurança mas fruto da fase terrível de fiabilidade e falta de qualidade de construção da marca foi tudo ao charco.

o III um enorme sensaborão a tentar corrigir a asneirada dos problemas do anterior

o IV sempre foi um produto simplesmente esquecível: não falha em nada, nunca é o melhor em nada, não deslumbra em nada.

vamos ver se agora com o eléctrico conseguem fazer melhor. Com as falhas de produto do ID3 e o atraso da PSA/Pug na proposta VE, abre-se uma janela de oportunidade que há muito não acontecia.
A Break tinha 500l de mala, o que para a altura era excelente e, se não me engano, era o mesmo da Laguna.
 
Se o Tavares estivesse à frente da Renault, provavelmente aconteceria aquilo que lamentas da Stelantis...na realidade já acontece em todos os grupos..

O Tavares conseguiu criar uma identidade à Peugeot e à Citroen... e esteve envolvido directamente na criação dos Renaults com mais caracter. Com ele à frente não teríamos seguramente estes carros que não são carne nem peixe.
 
O Tavares conseguiu criar uma identidade à Peugeot e à Citroen... e esteve envolvido directamente na criação dos Renaults com mais caracter. Com ele à frente não teríamos seguramente estes carros que não são carne nem peixe.
Creio que te referes ao Arkana. Este carro será um case study daqui a uns anos... De qualquer forma a partilha de componentes e plataformas seria inevitável. Quanto à Peugeot, creio que a atual linguagem de design começou antes dele, isto é, com os anteriore 208, 308, 3008. Estarei equivocado?

Desde que nasci, 99% dos kms foram dentro de Renaults e entendo o que dizem, mesmo tendo dificuldade em materializar em palavras.

De qualquer forma, também tenho pena que o Tavares não tenho sucedido ao Carlos Ghosn, uma vez que é um tipo que conhece a marca há décadas e extremamente talentoso.
 
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Faz sentido. No fundo era a única coisa que faltava ao modelo original.


Só lhe faltava voar.
 
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