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Estou bastante curioso para ver o resultado final. Sera concorrente do Alfa 4C ou do TT e RCZ?
Entre o 4C e o Cayman, segundo o director da Alpine.
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Bernard Ollivier, CEO de Alpine, dio algunos detalles acerca del nuevo y esperado Alpine a los compañeros de profesión del Argus. Y es que si en un principio el futuro Alpine iba a ser desarrollado en colaboración con Caterham, el divorcio de las dos empresas ha levantando nuevas preguntas.
Al final el nuevo Alpine será un modelo 100 % Renault que proveerá las motorizaciones, el chasis y la tecnoogía. Sin embargo, no se verá ningún rombo en la carrocería ni mención a Renault. Es algo primordial si se quiere posicionar el coche como modelo de gama alta. (Y no repetir los errores del pasado...).
El diseño ya está fijado, fue poco antes de este verano, y es obra del equipo de Laurens van Der Acker. Todavía no hay filtraciones en imágenes, pero cuentan que el coche no se parecerá en nada al concept car A110-50 y que tampoco será una reinterpretación del mítico A110 original. Renault no cree en los diseños neoretros al estilo del Volswagen Beetle o del Ford Mustang para sus modelos de calle, así que el nuevo Alpine tendrá un diseño totalmente nuevo. El único guiño al pasado, serían unas ópticas delanteras circulares.
En cuanto a nivel técnico, sólo sabemos que el motor estará en posición central trasera y que la opción más probable para animar el coche será el 4 cilindros 2.0 litros turbo del Mégane R.S. Bernard Ollivier no confirmó ni desmintió esas afirmaciones, pero sí se atrevió a dar objetivos de ventas.
Alpine espera vender unos 3.000 coches al año a nivel mundial con un tercio de la producción, de entre 750 y 1.000 unidades, sólo en Francia. 3.000 coches a nivel mundial no es mucho, ciertamente, pero hay que tener en cuenta que el nuevo Alpine se enfrentará a rivales importantes de la talla del Alfa Romeo 4C y Lotus Exige, y que sobre todo se venderá exclusivamente en Europa, Japón y China. Todavía barajan la posibilidad de también venderlo en Rusia. El continente americano se quedaría sin Alpine.
En cuanto a la participación de Alpine en competición, ésta no pasa por los rallies debido a un reglamento que favorece los coches del segmento B. Bernard Ollivier confirma que seguirán compitiendo en Resistencia añadiendo que para Alpine los campeonatos GT ofrecen un gran potencial, abriendo así la puerta a un Alpine de GT4 o incluso de GT3...
Depois do novo desportivo, derivado do Alpine A 110-50 concept, previsto para 2016, deverá seguir-se uma nova família de modelos.
A Renault anunciou que já concluiu o desenho do modelo que marca o regresso da marca Alpine. Trata-se de um desportivo que será inspirado no Alpine A 110-50 concept (na imagem) apresentado em 2012, que esteve em vias de ser desenvolvido em conjunto com a Caterham. A Renault contudo continua a acreditar no projeto e, de acordo com declarações do responsável pelo design da marca francesa à Autocar, este desportivo, que deverá ser lançado entre o fim de 2015 e o início de 2016, deverá ser apenas o primeiro de uma nova família de modelos com o selo da Alpine.
Laurens van den Acker espera que a satisfação demonstrada pelos responsáveis da Renault depois de terem visto o produto final do primeiro Alpine da era moderna seja sinónimo de novas apostas com o mesmo emblema. Para o designer, o sucesso do projeto depende da sua aceitação no mercado: “Adoramos os Alpine mas também queremos ganhar dinheiro. Vamos acertar com o primeiro modelo e depois espero conseguir fazer Alpine até ao fim dos meus dias”.
Pouco se sabe sobre o aspeto final deste novo Alpine, contudo o patrão da Renaulsport foi dizendo que o modelo – do qual se espera que ronde os 250 cv de potência - pouco tem em comum com o concept. Patrice Ratti avançou ainda que será um modelo “mais virado para o prazer da condução do que para a potência”. Recorde-se que o novo Alpine encontra-se neste momento na fase final dos testes dinâmicos, tendo sido já avistado em ação disfarçado com a carroçaria de um Lotus Exige.
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The revived Alpine under the guidance of Renault is nearing reality, with the exterior and interior design signed off, engines in place and Australian importation confirmed for the production model due in 2016.In a Paris motor show interview with CarAdvice, Alpine CEO Bernard Ollivier described the positioning of the Alpine as “somewhere between a Porsche Cayman and an Alfa 4C.”
“Porsche Cayman, why? It is of course a very good car, but it’s very premium especially for the interior design, it’s very easy to be used daily.
“In the other side, 4C is very, very frugal, very simple … and it’s not very practical for the daily use.”
“Where is Alpine? Alpine will be premium, with a French touch. Very free, very simple … for France, not for Germany. [We will be] not like a Porsche. We will be very simple, not many accessories, only what is needed for the driving of the car. But very, very good materials, premium materials. And daily use, very important for us. A very real sports car, agility, a rocket, so … like 4C.”
Two years on from the reveal of the (pictured) Alpine A110-50 concept, a clearly enthusiastic Ollivier explained that around 2000 to 3000 units will be built per year when the new Alpine launches in 2016 and confirmed that “the car will go in Australia, of course, it will be right-hand drive of course”.
But it literally won’t be anything like a Caterham, following the divorce of Renault from the UK brand that purchased half of the brand from Renault in 2012.
Caterham was expected to assist with the costs of creating the new Alpine, and while Ollivier says Renault’s 50 per cent repurchase of Alpine was amicable, there “was a difficulty from Renault because the separation had an important impact on the profitability of the project”.
Despite this, however, the CEO adds that “we continued because frankly everyone in the top management thinks the car is absolutely fantastic, everyone in Renault is ready to help us because Alpine is great”.
That also means Alpine can “get the best of the Renault group” including borrowing key ingredients from its Alliance partner Nissan.
“Alpine can make quite affordable cars, but very strong sports cars, because we can use all the parts of Renault in the past and now the Alliance [with Nissan],” Ollivier continues. “We can get parts very competitively, it’s essential for the strategy. If it wasn’t possible, we couldn’t be affordable. We will be less expensive than a Cayman, because of that.”
Yet because Ollivier nominates lightness and agility as the most important points for the Alpine, both the body and rear-wheel-drive chassis will be Alpine exclusives, with the aim of delivering a circa-1000kg kerb weight similar to the Alfa 4C.
He confirms the engine will be a four-cylinder turbocharged unit, but adds that “the engine is a derivative of an existing engine”, almost certainly locking in the Renault Clio RS and Nissan Pulsar/Juke 1.6-litre direct-injection four-cylinder as the powertrain of choice.
What the engine mates to, however, is more of a mystery. Asked whether a manual transmission is essential, Ollivier gasps at the question.
“Ahhh! I won’t give you the exact solution we have chosen, but … I explained the modernity [and] in five or 10 years it’s finished the manual transmission. Today we have to choose for our customers what is the best solution.”
Meanwhile Renault Australia managing director Justin Hocevar has pointed to Alpine being sold in Australia only through specialist Renault dealerships who have a connection with the brand.
“In one instance you could have a vision of stand-alone stores, temples devoted to Alpine, but you have to make this a commercial reality,” he explained. “We would be following a very similar pricing strategy as here in Europe – so if you say it’s positioned between the two [4C and Cayman] then we’d follow the same.”
Asked whether that means a circa-$90K price tag, Hocevar responded: “I don’t think it will be anywhere near that high, that would be the absolute upper end … depending on the final value proposition we see, that’s going to help us decide what price, but it’s certainly going to be north of the $60K mark and south of the $90K mark.”
O modelo de competição virtual, que também já existe em formato real, serve para assinalar seis décadas da Alpine. Inspirará o próximo modelo de produção.
A Renault desvendou o Alpine Vision Gran Turismo (ver vídeo), um modelo de competição que estará disponível para download no jogo de consolas Gran Turismo 6 e que assinala o 60.º aniversário da marca Alpine, que deverá regressar em força no próximo ano. Este modelo, que também existe em tamanho real – estreou ontem no Festival Automobile International em Paris – é um carro de corridas de estilo barchetta que mistura elementos estéticos do A110, sobretudo na secção dianteira, do A210 e do A220 na traseira, do capot em forma de “V” e luzes LED que recuperam o carro de ralis Berlinette dos anos de 1960, além do A450 que venceu as 24 Horas de Le Mans e a European Le Mans Series. Contudo, o protótipo projeta também o futuro, com um pacote aerodinâmico agressivo que inclui o difusor dianteiro para canalizar o ar para as zonas laterais, entradas de ar proeminentes e barbatanas alongadas na secção traseira. As jantes inspiram-se também no A110, com o modelo a beber inspiração também no mundo da aeronáutica, sobretudo os travões aerodinâmicos acionados hidraulicamente. O habitáculo mostra um desenho típico dos sport-protótipos, tendo volante à direita.
O responsável de design da Alpine, Antony Villain, diz que este projeto aponta para a direção que será adotada no novo modelo de produção, previsto para o próximo ano.
O Alpine Vision GT é animado pelo motor central V8 4.5 com 450 cv (às 6500 rpm) e 580 Nm de binário (às 2000 rpm), surgindo acoplado a uma caixa sequencial de sete relações. Este modelo de tração traseira é capaz de alcançar uma velocidade máxima de 320 km/h. A base deste protótipo com 900 kg é feita em fibra de carbono.
Alpine Vision Gran Turismo - Genesis // Alpine Vision Gran Turismo - Genèse