[Antevisão] Renault Alpine (2017)

Lancement-Alpine-Vision-29.jpg



Lancement-Alpine-Vision-15.jpg




Lancement-Alpine-Vision-23.jpg




Lancement-Alpine-Vision-28.jpg




Lancement-Alpine-Vision-31.jpg




Lancement-Alpine-Vision-25.jpg




Lancement-Alpine-Vision-27.jpg




Lancement-Alpine-Vision-17.jpg




Lancement-Alpine-Vision-20.jpg
 
É bom que o carro seja uma máquina muito excitante por detrás do volante para convencer potenciais clientes...
Porque colar o estilo ao A110, só mesmo os auto-nerds para estabelecer a relação. Apesar de novinho, já parece ter muitos anos em cima.
Não é a forma correcta de ressuscitar uma marca, que, verdade seja dita, faz mais parte de um passado distante e muito pouca gente conhece.
Se hoje em dia, poucas pessoas sabem o que é uma Lotus e eles têm presença constante no mercado, imagine-se agora o trabalho dantesco que a Alpine terá de efectuar para pelo menos saberem que voltaram à vida.

Seria necessário que este novo capítulo da existência da marca tivesse um primeiro passo mais ousado, mais marcante.
Os concepts iniciais eram mais prometedores, apesar de, visualmente, serem mais indicados para superdesportivos.
Deviam ter tentado colar-se mais ao Dezir e menos ao A110.

Referências ao passado deveriam ter sido apenas ligeiras evocações visuais, pormenores, como por exemplo, as óticas circulares frontais, e não "adaptarem" um A110 ao séc XXI. Revela uma falta enorme de imaginação.
O resultado final não consegue cativar como o A110, obviamente. Esta criatura é bastante sólida e estática, direi até, com aspecto demasiado robusto, não conseguindo transmitir os valores de agilidade e ligeireza que é o que prometem, ao prever-se um peso a rondar a tonelada ou até menos.

Não que o carro esteja mal desenhado em si. Mas é tudo muito desinspirado, insipido. Faz lembrar a segunda geração do TT, não na estética, mas na forma como perdeu tanto para o seu icónico antecessor, apesar de partilharem proporções e formas gerais.

Decidiram fazer uma aposta segura. Não choca, não divide, é consensual.
Uma abordagem muito germânica. As comparações que tenho lido em que parece uma fusão de Porsche Cayman/Boxster com tiques de Audi TT não diverge muito da minha opinião.

Ao vivo a coisa poderá melhorar. Se as dimensões forem compactas q.b., até poderá atenuar a percepção de excesso de robustez.

Felizmente o interior parece muito apelativo e cuidado, quando comparado, por exemplo, com o 4C. E não parece tão sério e adulto como o de um TT ou um Cayman.
O meu receio é que os tais 20% que eles dizem que separam este showcar do carro de produção, se reflictam sobretudo, no interior final. Veremos.


Entretanto, a Renault tem isto nos circuitos

car_photo_598078.jpg


Uma versão civilizada disto, com menos aparato aerodinâmico, daria um Alpine muito mais convincente.
 
Quantos Alfas 4C se vendeu em 2015 nos EU? 663

E Porsche Cayman? 3561

A Lotus ? 80

Portanto o mercado EU n é crucial, nem o Eldorado para este tipo de carros ..radicais.

Os números do Alfa e principalmente do Cayman são bastante bons para o tipo de carros de que estamos a falar.

Para tu teres uma noção, a Renault disse que prevê vender cerca de 3000/4000 unidades do Alpine por ano.

Logo, se nos EUA fossem vendidos 1000, já seria uma grande ajuda para conseguirem atingir os objectivos.

Não estamos a falar de carros de grande volume. Muito pelo contrário.

Na minha opinião, a Alpine não irá conseguir atingir os seus objectivos de vendas sem estar presente nos EUA.
 
Última edição:
É bom que o carro seja uma máquina muito excitante por detrás do volante para convencer potenciais clientes...
Porque colar o estilo ao A110, só mesmo os auto-nerds para estabelecer a relação. Apesar de novinho, já parece ter muitos anos em cima.
Não é a forma correcta de ressuscitar uma marca, que, verdade seja dita, faz mais parte de um passado distante e muito pouca gente conhece.
Se hoje em dia, poucas pessoas sabem o que é uma Lotus e eles têm presença constante no mercado, imagine-se agora o trabalho dantesco que a Alpine terá de efectuar para pelo menos saberem que voltaram à vida.

Seria necessário que este novo capítulo da existência da marca tivesse um primeiro passo mais ousado, mais marcante.
Os concepts iniciais eram mais prometedores, apesar de, visualmente, serem mais indicados para superdesportivos.
Deviam ter tentado colar-se mais ao Dezir e menos ao A110.

Referências ao passado deveriam ter sido apenas ligeiras evocações visuais, pormenores, como por exemplo, as óticas circulares frontais, e não "adaptarem" um A110 ao séc XXI. Revela uma falta enorme de imaginação.
O resultado final não consegue cativar como o A110, obviamente. Esta criatura é bastante sólida e estática, direi até, com aspecto demasiado robusto, não conseguindo transmitir os valores de agilidade e ligeireza que é o que prometem, ao prever-se um peso a rondar a tonelada ou até menos.

Não que o carro esteja mal desenhado em si. Mas é tudo muito desinspirado, insipido. Faz lembrar a segunda geração do TT, não na estética, mas na forma como perdeu tanto para o seu icónico antecessor, apesar de partilharem proporções e formas gerais.

Decidiram fazer uma aposta segura. Não choca, não divide, é consensual.
Uma abordagem muito germânica. As comparações que tenho lido em que parece uma fusão de Porsche Cayman/Boxster com tiques de Audi TT não diverge muito da minha opinião.

Ao vivo a coisa poderá melhorar. Se as dimensões forem compactas q.b., até poderá atenuar a percepção de excesso de robustez.

Felizmente o interior parece muito apelativo e cuidado, quando comparado, por exemplo, com o 4C. E não parece tão sério e adulto como o de um TT ou um Cayman.
O meu receio é que os tais 20% que eles dizem que separam este showcar do carro de produção, se reflictam sobretudo, no interior final. Veremos.


Entretanto, a Renault tem isto nos circuitos

car_photo_598078.jpg


Uma versão civilizada disto, com menos aparato aerodinâmico, daria um Alpine muito mais convincente.


Há uma pequena/grande diferença entre a Alpine e a Lotus, que é o canal de distribuição Renault ao dispor da primeira.

Acho que só um posicionamento comercial demasiado ousado poderá condicionar as vendas desejadas para este carro, não que o ache fabuloso na aparência, mas a colagem ao passado até poderá ser um ponto a favor (se calhar só em França cumprem o objetivo) e há tão poucos carros deste gênero...
 
Há uma pequena/grande diferença entre a Alpine e a Lotus, que é o canal de distribuição Renault ao dispor da primeira.

Acho que só um posicionamento comercial demasiado ousado poderá condicionar as vendas desejadas para este carro, não que o ache fabuloso na aparência, mas a colagem ao passado até poderá ser um ponto a favor (se calhar só em França cumprem o objetivo) e há tão poucos carros deste gênero...

Concordo com a tua teoria. Gostaria de ver este modelo cumprir as vendas previstas apenas no mercado interno [:cool:], tipo Fiat 500 :)
 
Mas então não queres que ele venda bem, para manter alguma exclusividade? A exclusividade paga-se muitas vezes com o desaparecimento de marcas..

? Nada disso.

A Fiat quando lançou o 500, tinha revisto vender x unidades no mundo, certo? Acontece que a procura interna foi tanta, que esse valor foi atingido apenas no mercado italiano. Se a Alpine pretende vender 3500 unidades no mundo (por ex, nao sei o valor certo), eu gostaria que a procura interna fosse também ela muita e que esse valor fosse atingido apenas em França [;)]. Vai acontecer? Provavelmente não, mas isso já é outra história.
 
? Nada disso.

A Fiat quando lançou o 500, tinha revisto vender x unidades no mundo, certo? Acontece que a procura interna foi tanta, que esse valor foi atingido apenas no mercado italiano. Se a Alpine pretende vender 3500 unidades no mundo (por ex, nao sei o valor certo), eu gostaria que a procura interna fosse também ela muita e que esse valor fosse atingido apenas em França [;)]. Vai acontecer? Provavelmente não, mas isso já é outra história.

Já percebi o que querias dizer/escrever [;)]
 
É bom que o carro seja uma máquina muito excitante por detrás do volante para convencer potenciais clientes...
Porque colar o estilo ao A110, só mesmo os auto-nerds para estabelecer a relação. Apesar de novinho, já parece ter muitos anos em cima.
Não é a forma correcta de ressuscitar uma marca, que, verdade seja dita, faz mais parte de um passado distante e muito pouca gente conhece.
Se hoje em dia, poucas pessoas sabem o que é uma Lotus e eles têm presença constante no mercado, imagine-se agora o trabalho dantesco que a Alpine terá de efectuar para pelo menos saberem que voltaram à vida.

Seria necessário que este novo capítulo da existência da marca tivesse um primeiro passo mais ousado, mais marcante.
Os concepts iniciais eram mais prometedores, apesar de, visualmente, serem mais indicados para superdesportivos.
Deviam ter tentado colar-se mais ao Dezir e menos ao A110.

Referências ao passado deveriam ter sido apenas ligeiras evocações visuais, pormenores, como por exemplo, as óticas circulares frontais, e não "adaptarem" um A110 ao séc XXI. Revela uma falta enorme de imaginação.
O resultado final não consegue cativar como o A110, obviamente. Esta criatura é bastante sólida e estática, direi até, com aspecto demasiado robusto, não conseguindo transmitir os valores de agilidade e ligeireza que é o que prometem, ao prever-se um peso a rondar a tonelada ou até menos.

Não que o carro esteja mal desenhado em si. Mas é tudo muito desinspirado, insipido. Faz lembrar a segunda geração do TT, não na estética, mas na forma como perdeu tanto para o seu icónico antecessor, apesar de partilharem proporções e formas gerais.

Decidiram fazer uma aposta segura. Não choca, não divide, é consensual.
Uma abordagem muito germânica. As comparações que tenho lido em que parece uma fusão de Porsche Cayman/Boxster com tiques de Audi TT não diverge muito da minha opinião.

Ao vivo a coisa poderá melhorar. Se as dimensões forem compactas q.b., até poderá atenuar a percepção de excesso de robustez.

Felizmente o interior parece muito apelativo e cuidado, quando comparado, por exemplo, com o 4C. E não parece tão sério e adulto como o de um TT ou um Cayman.
O meu receio é que os tais 20% que eles dizem que separam este showcar do carro de produção, se reflictam sobretudo, no interior final. Veremos.


Entretanto, a Renault tem isto nos circuitos

car_photo_598078.jpg


Uma versão civilizada disto, com menos aparato aerodinâmico, daria um Alpine muito mais convincente.

Ainda bem que não se colaram ao DeZir, tinha muito pouco de imagem de Alpine.
Já quanto ao Renault R.S 01, acredito que a Alpine pegue nele para fazer um GT topo da sua gama, é sabido que irá ter mais modelos que o AS1, e que tenha versão GT3/GTE.
 
Soberbo [;)] Só ainda não percebi quem foi o "Ideota" que decidiu meter aquele coiso vermelho ao pé do ecrã atrás do volante, é que em caso de acidente não dá lá muito geito. Espero que a versão de produção não traga essa "bugiganga", que ainda nem percebi para que serve...
 
Voltar
Superior