ShakesBeer
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É mesmo esse o design do futuro alpine?
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É mesmo esse o design do futuro alpine?
Mulas. Habitual na industria automóvel.
E usar modelos de outras marcas para "vestir" as novas entranhas ainda resulta mellhor para despistar os paparazzi da indústria auto.
Não é muito comum, mas já existe um historial longo. Alguns exemplos como no Mercedes SLS, que usou carroçaria de Viper nos primeiros testes dinâmicos, e a Fiat/PSA quando lançaram os seus MPV's nos anos 90, usaram carroçarias da Espace para disfarçar.
E acho que ainda continuam a usar partes do Elise como mula de testes, porque aposto que este novo Alpine vai ser redesenhado, devido À recepção algo fria ao concept apresentado. Não é um carro que gere uma resposta emocional ao nível de um 4C só de olhar.
Tratando-se de um desportivo com potência q.b., que aposta num peso baixo para evidenciar as performances e batalhar num patamar acima do dele, e que provavelmente, e tal como no 4C, irá estar posicionado num nicho algures entre os mais radicais desportivos ingleses e desportivos mais "user-friendly" como o Boxster, com esta carroçaria expressa objectivos mais próximos de um GT do que um puro sports-car.
Onde é que está o sex-appeal da coisa?
Este Alpine parece que vai ser um RCZ da Renault, certo![]()
Não percebo como é que em França não existe um super desportivo digno desse nome, eles fazem muito bons pequenos desportivos, mas super desportivos de estrada não há, de pista há alguns como os Oreca, Ligier, Pescarolo, 908 HDi, etc.. O país que foi o berço do desporto automóvel acho que poderiam investir num super desportivo de estrada, road legal, para competir com o Nissan GTR ou os P1/LaF/918.
Rendering
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Mais depressa convence a mula que o concept []
Animais completamente distintos.
O RCZ é o Audi TT da Peugeot. Plataforma de carro familiar compacto vestido com carroçaria distinta (estou a ser redutor). Devido à base técnica é um tudo à frente, e apesar de não querer diminuir a qualidade do resultado alcançado, o Alpine é desportivo concebido de raiz para o ser.
Este Alpine começou vida como projecto conjunto entre Renault e Caterham e tem base própria, com motor central traseiro, tracção traseira, e peso a rondar a tonelada. Está mais próximo do 4C conceptualmente.
Quanto ao facto da França não ter um super desportivo, alguns poderão afirmar que a Bugatti tem esse papel, apesar das origens italianas.
Existia a Venturi, com forte veia desportiva, mas actualmente, têm apenas alguns modelos elétricos que acho que não passam mais do que concepts para vender a tecnologia.
Tinhamos também a Mega, que lançou o mega monstro Track, fundindo superdesportivo com conquistador do deserto, equipado com V12 Mercedes e tracção às 4. Também com motor V12 Mercedes, lançaram o MonteCarlo, que tinha um estilo e performances capazes de concorrer com Ferraris e Lambos da época. Isto tudo nos anos 90. APós problemas para colocar este modelo em produção, a Mega, detida pela Aixam, voltou a dedicar-se apenas à construção de quadriciclos.
Resta a Alpine, apesar desta nunca ter tido superdesportivos no seu portfolio, com os seus últimos modelos a serem mais GT's, concorrentes do 911, e partilhando a arquitectura de motor traseiro.
Com a Alpine a participar em LeMans, e caso este novo modelo consiga encontrar sucesso comercial, talvez para a próxima década haja espaço para criar uma criatura que possa atacar LeMans como as estradas.
Animais completamente distintos.
O RCZ é o Audi TT da Peugeot. Plataforma de carro familiar compacto vestido com carroçaria distinta (estou a ser redutor). Devido à base técnica é um tudo à frente, e apesar de não querer diminuir a qualidade do resultado alcançado, o Alpine é desportivo concebido de raiz para o ser.
Este Alpine começou vida como projecto conjunto entre Renault e Caterham e tem base própria, com motor central traseiro, tracção traseira, e peso a rondar a tonelada. Está mais próximo do 4C conceptualmente.
Quanto ao facto da França não ter um super desportivo, alguns poderão afirmar que a Bugatti tem esse papel, apesar das origens italianas.
Existia a Venturi, com forte veia desportiva, mas actualmente, têm apenas alguns modelos elétricos que acho que não passam mais do que concepts para vender a tecnologia.
Tinhamos também a Mega, que lançou o mega monstro Track, fundindo superdesportivo com conquistador do deserto, equipado com V12 Mercedes e tracção às 4. Também com motor V12 Mercedes, lançaram o MonteCarlo, que tinha um estilo e performances capazes de concorrer com Ferraris e Lambos da época. Isto tudo nos anos 90. APós problemas para colocar este modelo em produção, a Mega, detida pela Aixam, voltou a dedicar-se apenas à construção de quadriciclos.
Resta a Alpine, apesar desta nunca ter tido superdesportivos no seu portfolio, com os seus últimos modelos a serem mais GT's, concorrentes do 911, e partilhando a arquitectura de motor traseiro.
Com a Alpine a participar em LeMans, e caso este novo modelo consiga encontrar sucesso comercial, talvez para a próxima década haja espaço para criar uma criatura que possa atacar LeMans como as estradas.
Já agora, Crash, tenho outra questão.
Quanto é que seria necessário em termos de orçamento para a Oreca construir uma versão de estrada "road legal" deste carro: Oreca-Nissan 05.
Foi o vencedor da categoria LMP2 das 24h de Le Mans 2015 com a equipa KCMG.
Custa fazeres tudo de novo para cumprir testes de emissões e de segurança...
Custa fazeres tudo de novo para cumprir testes de emissões e de segurança...
É como o marelo disse.
Acredito que fosse projecto a começar do zero.
LMP's não necessitam de ser homologados com uma pequena produção para modelos de estrada, como acontecia com os GT1.
Logo, não existe consideração nenhuma na sua concepção para essa possibilidade. Mesmo considerando uma produção limitada a um par de centenas de unidades, os custos de desenvolvimento deveriam ascender a alguns milhões.
A não ser que considerassem em futuros desenvolvimentos uma versão de estrada, mesmo assim, deveria haver diferenças expressivas entre os dois modelos.
Temos exemplos recentes nessa tentativa de ter o melhor de dois mundos:
Maserati 12C e sobretudo o SGC 003, que se parece com um protótipo, mas compete na categoria GT3.
Ou então criaturas como os Radical ou os Ultima, que são basicamente carros de competição homologados para andar em estrada.
Só que os LMP estão num universo à parte. Nem sequer têm, ou pretendem ter, a minima ligação a modelos de estrada.
E não sei se seria desejável, pois carros para estrada exigem sempre algum tipo de compromisso, que pode afectar a sua performance em competição.
Para uma marca como a Alpine, que está a tentar regressar dos mortos, apesar de ser louvável o esforço, regressando à competição, não se não seria mais eficaz como ferramenta de promoção participar em categorias onde se recorra a carros de produção, como os GT3 e GT4, de modo a promover também o regresso aos carros de estrada.
Mais facilmente cria uma ligação entre os dois universos, potenciando a imagem da marca e do veículo.