Mas a questão é que há muito boato por aí. Que eles queimam juntas é inegável.
A questão é que fazem um drama por causa de uma junta e uma pessoa pergunta:
-"
Então, e que mais avariou, fora do normal?"
-"
Ah, nada. Mas queimou a junta!!!" [

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Francamente. 4 bobines para o meu carro, para resolver o ralenti instável e possível trabalhar a 3 cilindros, quando a coisa ficar preta, vão ficar pelos 300 euros já com mão-de-obra.
Trocar uma junta por uma reforçada e
oil rail também ele mais eficaz, junto com o faceamento da cabeça e tudo o que é necessário para o serviço ser bem feito fica, habitualmente, pelos 500 euros.
Depois é a velha questão. Há juntas que se vão aos 100 000, juntas que se vão aos 160 000 (como ainda agora aconteceu a um amigo meu).
Boa parte delas vão-se por causa dos sapateiros dos mecânicos com diagnósticos da treta. O carro aquece uma vez: é a junta! [

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Pode ser um radiador entupido, uma bomba de água lixada, um termostato colado (sempre fechado), uma simples fuga num tubo, uma tampa do vaso de expansão que deixa escapar líquido.
E isto, garanto eu, pode acontecer em qualquer carro. Qualquer carro tem um sistema de refrigeração.
É claro que é mau ter este problema. É claro que convém encontrar um bom mecânico para o trabalho ser feito em modos. Mas, no fundo, é o único problema que eles dão!
Considero bem mais chato andar a arranjar coisas talvez mais baratas mas em grande número.
Se alguém quiser um motor em que pode descurar mais a verificação de níveis, este não é o motor certo.
Foi o infeliz preço a pagar pela concepção exótica, que lhe permite a suavidade em baixa rpm e o fôlego em altas muito bom para a cilindrada que tem, aliados a um bloco muito resistente a nível de desgaste interno (mais junta menos junta, vão aparecendo vários acima dos 200 000 kms, ainda sem sinais de cansaço).
Seja o 1.1 montado no 100, seja o 1.4 montado num 214.