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Bem pessoal mt obrigado pelas respostas []
O carro não é para mim é para um colega meu já agora o carro é de 2001 e o stand pede por ele 4000€ é justo? Tem 70.000km e tem todos extras...
Assitencia complicada? Porque? []
deixa ca ver.. Diz-me onde sao superiores ao 45 os seguintes carros..
Renault Megane 1
Opel Astra G
Ford Focus 1
Honda Civic []
e agora vamos nivelar com carros que estao ao mesmo preço:
Daewoo Matiz []
Fiat Seicento []
ja chega ou queres mais.?
quanto a confianca.. tenho mais confianca no meu K14 que num TDI com toda a sua electronica []
e que.. Turbo's + Mafs e afins ainda dao para uma quantidade consideravel de juntas []
A menos que te esteja a ser proposto por um excelente preço, não é grande carro para se comprar hoje, considerando propostas da mesma altura.
rca33 disse:Utilizando a tua analogia e grafismo, 300 contos dão para comprar algumas maf's e turbos. []
Sem dúvida, tal como dão para trocar diversas juntas de cabeça.
Tens de ver que uma junta de cabeça custa 50€ e que o kit completo de reparação da Land Rover (o tal novo, da junta reforçada que ainda trás 16 vedantes de válvulas, junta do colector de admissão e escape, kit de colagem do cam carrier, oil rail etc), anda à volta dos 200€. Por pouco mais de 300 contos compras um motor K-Series novo.
E mantenho o que disse.
A vantagem dos Rover neste momento é que têm uma fraca valorização, e assim podem ser comparados com carros do mesmo preço e vencer, dado que vão ser comparados com carros mais antigos ou de segmento inferior (como fizeste).
Mas isto não desculpa o facto de esse carro em 2001 já ser um carro antiquado. Foi um modelo com bases que se arrastaram ao longo de anos e os quais a Rover na sua mestria de rejuvenescer carros antigos lhe meter uma série de plásticos diferentes para tentar fazer de um carro antigo um carro actual (à época).
Das sugestões que enunciaste, considero que um Focus I é um carro muito mais actual do que um Rover, principalmente em design. Perde no capítulo do motor (onde é uma desilusão na versão 1.4) e ganha imenso na dinâmica, onde foi a referência do segmento durante anos.
O interior parece ter 10 anos de diferença para o Rover.
Não sei porque puseste o smile no Honda Civic, porque é efectivamente um carro melhor, e sobretudo fiável (coisa que o Rover não é).
Não sei porque trouxeste TDI's para o barulho, mas deixa-me discordar das tuas contas, porque em 2001 o Rover 200 com que andava levou uma reparação de mais de 300 contos na Rover na sequência de ter queimado a junta da cabeça.
Utilizando a tua analogia e grafismo, 300 contos dão para comprar algumas maf's e turbos. []
Ah, e também acredito mais na fiabilidade de um TDI do que de um Rover, com experiências próprias a comprova-lo.
Isto não é dizer mal do Rover, porque até acho que tem um motor algo apaixonante para um 1.4 e não o acho objectivamente mau. O historial do Rover que tive não foi péssimo, teve apenas um problema de injecção no início, a junta queimada aos 130.000 kms e a mala completamente ferrugenta ao fim de 6 anos.
Mas também não é aquela maravilha que é pintada aqui por alguns donos.
Mas foi esse o valor pago na Rover pela reparação.
Na sequência do sobre-aquecimento, algumas válvulas empenaram.
Vejamos, o que eu disse foi:
E mantenho o que disse.
A vantagem dos Rover neste momento é que têm uma fraca valorização, e assim podem ser comparados com carros do mesmo preço e vencer, dado que vão ser comparados com carros mais antigos ou de segmento inferior (como fizeste).
Mas isto não desculpa o facto de esse carro em 2001 já ser um carro antiquado. Foi um modelo com bases que se arrastaram ao longo de anos e os quais a Rover na sua mestria de rejuvenescer carros antigos lhe meter uma série de plásticos diferentes para tentar fazer de um carro antigo um carro actual (à época).
Das sugestões que enunciaste, considero que um Focus I é um carro muito mais actual do que um Rover, principalmente em design. Perde no capítulo do motor (onde é uma desilusão na versão 1.4) e ganha imenso na dinâmica, onde foi a referência do segmento durante anos.
O interior parece ter 10 anos de diferença para o Rover.
Não sei porque puseste o smile no Honda Civic, porque é efectivamente um carro melhor, e sobretudo fiável (coisa que o Rover não é).
Não sei porque trouxeste TDI's para o barulho, mas deixa-me discordar das tuas contas, porque em 2001 o Rover 200 com que andava levou uma reparação de mais de 300 contos na Rover na sequência de ter queimado a junta da cabeça.
Utilizando a tua analogia e grafismo, 300 contos dão para comprar algumas maf's e turbos. []
Ah, e também acredito mais na fiabilidade de um TDI do que de um Rover, com experiências próprias a comprova-lo.
Isto não é dizer mal do Rover, porque até acho que tem um motor algo apaixonante para um 1.4 e não o acho objectivamente mau. O historial do Rover que tive não foi péssimo, teve apenas um problema de injecção no início, a junta queimada aos 130.000 kms e a mala completamente ferrugenta ao fim de 6 anos.
Mas também não é aquela maravilha que é pintada aqui por alguns donos.
Bem...há pontos nos quais não se vai chegar a lado nenhum.
O Focus I é um carro nitidamente diferente do 45. O 45 aposta em soluções mais clássicas e típicas dos carros ingleses, e o Focus é um carro com um design inovador por fora, quiçá até lembra um monovolume pela traseira alta, por ser tão encorpado. Eu pessoalmente prefiro o 45, mas não acho que se possa dar vantagem a um ou outro aqui. São...diferentes!
No interior passa-se o mesmo. O Focus pretende ser mais moderno e o 45 mais clássico, mais arrumado, e talvez mais requintado, com o uso de madeiras, por exemplo. E estas filosofias diferentes resultaram nisto:
E nisto:
![]()
De notar que isso nem Rover 45 é, é um 400 de 96!, com o nível de interior básico, nem rádio leitor de cd's tinha, nem madeira na consola central.
Quanto ao Focus, acho francamente feio, apesar de mais moderno, nisso concordo. No entanto, para mim neste caso nem há vantagem em parecer mais moderno. Só se for a vantagem de um dia ser mais fácil vender, porque o interior irá abranger um número maior de interessados, talvez (há muita gente que abomina madeiras no interior de um carro.)
Passando a outro ponto, o Rover 45 é basicamente um restyling do Rover 400, que saiu no final de 1995. Ou seja, a ideia da Rover era que o 45 continuasse a ser vendido até 2002-2003, altura em que seria substituído. Não o foi, por falta de fundos, e então surgiu o 45 mk2.
Simplificando o que acabei de dizer, face á concorrência quem estava desactualizado era o 45 mk2, que pouco podia contra o novo Astra H, Golf V, Megane II. E surpreendentemente ainda conseguia fazer jogo igual em alguns parâmetros...
O Rover 45 mk1 estava perfeitamente alinhado pela concorrência.
O interior tem mais qualidade do que por exemplo um Megane I phase II, é tão confortável como este, curva melhor, tem sensivelmente o mesmo espaço por dentro e um motor um pouco mais rápido, com consumos ligeiramente mais altos, fiabilidade semelhante (sim...um queima juntas, outro bobines).
E o Megane I phase II era um bom carro. Onde o Rover perdia era, como já disse no início do tópico, na resistência à fadiga por parte dos travões.
Outra coisa. O Civic MA8 não é um carro melhor que o Rover 45. E sim, ganha na fiabilidade, só pela questão da junta. No entanto, também conheço quem tenha comprado um Civic MA8 usado e dias depois queimou a junta...foi ao meeting MG-Rover e tudo. []
Quanto à questão da junta, se não forem afectados outros componentes, com 250-300 euros a reparação é feita, sem qualquer perda de performance ou fiabilidade por parte do motor. O "teu" 214 Si teve uma reparação tão elevada porque provavelmente o motor ficou deveras empenado. Se logo na altura do primeiro sobreaquecimento esse problema tivesse sido resolvido, não gastavas esse dinheiro todo. []
Continuando, dizes acreditar mais na fiabilidade de um TDI do que de um Rover. Pois...acho que te enganaste. Porque a Rover teve ao longo da sua vida vários motores.
Além dos k-series, há os S-series, sem problemas crónicos, os T-series, sem problemas crónicos, os L-series apenas têm de mudar o turbo do intercooler de 100 000 km em 100 000 km, coisa que custa 50 euros, fora isso sem problemas crónicos, e o mais engraçado é que também há os D16 e D13 que são blocos Honda. E o D16 é conhecido por um consumo algo elevado de óleo...[]
Para finalizar, não estamos a falar do 214 Si mas sim do Rover 45.
É um carro alguns furos acima. Além do mais, o 214 Si tem de facto um problema, que é ganhar ferrugem nas soldas das dobradiças da mala, mas é invulgar a mala ficar cheia de ferrugem como dizes.
A Rover não é perfeita. mas também não é tão má como algumas pessoas querem fazer parecer.
E em princípio este tipo de participação minha neste tópico fica por aqui, porque quem quiser saber mais sobre estes carros vai ao www.mg-rover.pt.vu e se quiser ver a história de desenvolvimento dos RT (400, 45, ZS) passa por aqui: http://www.aronline.co.uk/
Bom proveito. []
Eu também preferia não mexer no que vem de fábrica, mas as juntas são sensíveis, é um facto. Hoje já há uma opção muito resistente para o caso de ser necessário trocar a de origem.Por acaso admiro os entusiastas Rover deste fórum (e digo-o sem ironia).
Talvez pela herança Britânica, existe bastante conhecimento e especialização nos detalhes técnicos destes carros.
No entanto não concordo com o nível a que colocam este carro, e eu nem falo de cor, dado que tive um como meu carro principal durante uns anos, tendo sido vendido com mais de 200.000 kms.
Foi um carro interessante, no seu tempo, mas parece-me que se esquecem do fraco sistema de travagem, da caixa pouco precisa, do barulho desconfortável em AE, e mais alguns pontos, que deveriam ser enunciados por quem tão bem conhece estes Rover.
A cereja em cima do bolo é a questão das juntas, que por mais barato que seja (com mão de obra nunca é assim tão barato) pode facilmente implicar ficar apeado a meio de uma grande viagem, e isso para mim num carro é fatal.
Tudo bem que depois se pode reparar melhorando uma série de componentes, mas eu gosto dos motores fechadinhos como sairam da fábrica.
O pack de resistências custa cerca de 50€.As forras das portas com o passar dos anos tendem a esgaçar/descolar, por estarem em tensão em alguns pontos. E as velocidades 1 e 2 da ventilação ao fim de anos deixam de funcionar. Um novo pack de resistências e está feito.
O pack de resistências custa cerca de 50€.
Quanto à forra (talvez a mensagem do carrega-lhe não esteja 100% perceptível), o que descola é uma parte do tecido que está na forra da porta, ficando com uma pequena folga. []