SEC XXI

citação:Originalmente colocada por rui_cruz

citação:Originalmente colocada por M6

Creio que a probabilidade de chegar em alcatrão é superior à probabilidade de chegar fora do alcatrão! [:p]
Mas isto sou eu, a especular sobre probabilidades! :D

Tenho as minhas dúvidas, quanto mais não seja pelo risco de acidente. :D
Estás a dizer que é mais fácil desviares-te de um pinheiro do que um buraco? :D

citação:
De qualquer das formas, os expoentes máximos de fiabilidade continuam a evitar ao máximos as electricidades e as electrónicas, porque será? [:p]
Podia dizer-te que é pelo facto de apostarem em teconologias mais maduras ou simplesmente porque ficaram parados no tempo, não evoluiram e não conhecem mais nada...
Mas a verdade é que essa tua afirmação não tem base de sustentação, mas estou curioso em saber a resposta para esta pergunta: Qual é o expoente máximo da fiabilidade?

citação:
Posso garantir que 95% dos problemas que tive em carros são eléctricos "barra" electrónicos. E incluo carros alemães, espanhóis e ingleses. O japonês, por acaso, não padece da maleita mas a única coisa electrónica digna de nota é o ABS...
Curioso, o meu caso é precisamente o oposto. Os únicos problemas electricos/electrónicos que presenciei foram apenas 3 chaves descodificadas (algo "estupidamente irritante"), tudo o resto foi mecânico.
 
Sem quotes, para não complicar.

1 - O pinheiro - vê-se a uma distância maior. :D

2 - Tem, tem. Destaco as diferentes versões consoante o desenvolvimento estrutural dos mercados, desde a rede de assistência às condições climatéricas e rodoviárias.

Qual o expoente máximo de fiabilidade? Fácil, facílimo - todo e qualquer veículo que seja mais simples que o vizinho do lado. Menos sistemas, menos componentes implicam menor propensão a avarias (desde que os veículos sejam concebidos de igual forma para se poderem comparar).

3 - Não sei a que condições são sujeitas os veículos que consolidam a tua experiência.
 
citação:Originalmente colocada por rui_cruz

Sem quotes, para não complicar.

1 - O pinheiro - vê-se a uma distância maior. :D
Isso é um facto, tens razão! :D

citação:
2 - Tem, tem. Destaco as diferentes versões consoante o desenvolvimento estrutural dos mercados, desde a rede de assistência às condições climatéricas e rodoviárias.

Qual o expoente máximo de fiabilidade? Fácil, facílimo - todo e qualquer veículo que seja mais simples que o vizinho do lado. Menos sistemas, menos componentes implicam menor propensão a avarias (desde que os veículos sejam concebidos de igual forma para se poderem comparar).
Mas isso nada tem a ver com o facto de ser "mais mecânico" ou "mais electrónico", a tua lógica rege-se apenas pelo número de componentes e a tua regra é "menos compontentes = mais fiabilidade"

citação:
3 - Não sei a que condições são sujeitas os veículos que consolidam a tua experiência.
Mercedes Benz, Clio e Skoda foram os das chaves descodificadas. Quanto aos veículos onde já pus a mão em kms suficientes para que os considere um exemplo significativo (posso esquecer-me de algum e em alguns casos conduzi mais de uma versão, mas dá para ficar com uma ideia):
- Citroen BX
- Clio II
- Astra
- Almera
- Lanos
- Mazda 6
- Saxo
- Ibiza
- Cordoba
- 206 e 206 SW
- Matiz
Enfim, principalmente um expectro relativamente interessante em carros dos segmentos baixos.
 
citação:Originalmente colocada por paulinhuu

citação:Originalmente colocada por dysplay21

citação:Originalmente colocada por M6

citação:Originalmente colocada por Mad Dragon

citação:Originalmente colocada por João bernardo

Já repararam que antigamente para se poder ter um carro potente era preciso ter um motor "grande" duplo carburador,um bom distribuidor,umas velas de 4polos etc.....etc...Hoje com um mero chip ou uma repogramacão conseguimos ganhos de 30,40cv ou mais!!!![:0]!!!Até parece que os carros de hoje andam através de doping!!!:D

Hoje em dia é tudo electronico e compoturizado, ao passo que antigamente era tudo mecânico. E eram bons velhos tempos.

VOLTEM CARBURADORES!!! voltem....
NÃO VOLTEM!!! Fiquem onde estão...

Gosto muito de ter uma pastilha de silicio a controlar o meu carro, a baixar o consumo, a aumentar a segurança, etc.. Não sinto saudades nenhumas (no dia-a-dia) de "abrir o ar", carburadores, consumos maiores, menos segurança nem de "macânicos" que achavam que resolviam qualquer problema com uma chave de fendas e uma marreta mas que depois iam tentando adivinhar de onde seria a origem do problema por "tentativa e erro"...

[^]dito! os carros antigos sao mto bonitos para fins recreativos e tal, agora dia-a-dia n me tirem a minha tecnologia sff.
exacto [:X]

Mas isto é tudo "maria vao com todos"?[}:)]

Discordo de tudo o que disseram.
Só o som de um motor a carburador é música para os meus ouvidos![8D]
 
Ningém inventou grande coisa nos automóveis dos últimos 20 anos a nível mecânico sem serem geridos pela electrónica. Daí que esta última seja responsável pelo aparecimento de mais sistemas a bordo dos carros. Mais sistemas que dizer...

Os circuitos integrados simplesmente baixaram custos, daí a sua proliferação. Paradoxalmente, os topos de gama são cada vez mais caros... e porquê? Porque estreiam soluções a nível de electrónica! Mais tarde descem pelos vários segmentos mas até lá dão muita barracada.

E aqui chego aos veículos que referes. Todos eles são bastante simples, não têm muita coisa para avariar. Dos que referes, destaco o Ibiza. Tive 2, um com injecção mecânica e outro com injecção electrónica. O segundo foi uma dor de cabeça simplesmente por causa de uma ficha com sujidade. E dar com o gato? Não sei quantas idas à oficina, dinheiro mal gasto com uma MAF, dores de cabeça sem razão de ser, enfim.
 
citação:Originalmente colocada por rui_cruz

Ningém inventou grande coisa nos automóveis dos últimos 20 anos a nível mecânico sem serem geridos pela electrónica. Daí que esta última seja responsável pelo aparecimento de mais sistemas a bordo dos carros. Mais sistemas que dizer...

Os circuitos integrados simplesmente baixaram custos, daí a sua proliferação. Paradoxalmente, os topos de gama são cada vez mais caros... e porquê? Porque estreiam soluções a nível de electrónica! Mais tarde descem pelos vários segmentos mas até lá dão muita barracada.
Muita barracada? Nem tanto. Corre-se sempre um risco quando se aposta em algo novo, e efectivamente essas cenas estreiam-se nos topos de gama, mas daí a dizer que dão barracada...

citação:
E aqui chego aos veículos que referes. Todos eles são bastante simples, não têm muita coisa para avariar. Dos que referes, destaco o Ibiza. Tive 2, um com injecção mecânica e outro com injecção electrónica. O segundo foi uma dor de cabeça simplesmente por causa de uma ficha com sujidade. E dar com o gato? Não sei quantas idas à oficina, dinheiro mal gasto com uma MAF, dores de cabeça sem razão de ser, enfim.
Simples? Bem, talvez pela tua definição... Todos a partir do final da década de 90 têm bastante electricidade/electrónica, não só na injecção/maf, mas também em ABS, ETC, AB e noutras coisas mais banais como VE, antena electrica, FC, chaves codificadas (as tais das dores de cabeça)...

A minha opinião é que os "mais mecânicos" não são mais fiáveis/robusto, o que acontece é que os problemas que temos agora são distintos dos que tinhamos há 20 anos atrás, nada mais.
 
2 exemplos de barracadas: Range Rover P38 e Mercedes Classe E W??? que não sei qual é o chassis (que levou o próprio presidente da Mercedes a admitir os erros relativamente à aposta desmesurada na electrónica...)

Problemas com airbags, volta e meia, aparecem. Ah, e tal, sensibilidade dos sensores... Olha, tive um que abriu quando se deu à chave. Simpático, não é? O que vale é que era lateral.

Para ilustrar aquilo a que me refiro: compare-se dois modelos de uma só marca. Exemplo: HZJ105 vs HDJ100 da Toyota. E vê lá se o primeiro tem as mariquices do segundo - algumas das quais dão problemas recorrentes.
 
citação:Originalmente colocada por rui_cruz

Ningém inventou grande coisa nos automóveis dos últimos 20 anos a nível mecânico sem serem geridos pela electrónica. Daí que esta última seja responsável pelo aparecimento de mais sistemas a bordo dos carros. Mais sistemas que dizer...

Os circuitos integrados simplesmente baixaram custos, daí a sua proliferação. Paradoxalmente, os topos de gama são cada vez mais caros... e porquê? Porque estreiam soluções a nível de electrónica! Mais tarde descem pelos vários segmentos mas até lá dão muita barracada.
Muita barracada? Nem tanto. Corre-se sempre um risco quando se aposta em algo novo, e efectivamente essas cenas estreiam-se nos topos de gama, mas daí a dizer que dão barracada...

citação:
E aqui chego aos veículos que referes. Todos eles são bastante simples, não têm muita coisa para avariar. Dos que referes, destaco o Ibiza. Tive 2, um com injecção mecânica e outro com injecção electrónica. O segundo foi uma dor de cabeça simplesmente por causa de uma ficha com sujidade. E dar com o gato? Não sei quantas idas à oficina, dinheiro mal gasto com uma MAF, dores de cabeça sem razão de ser, enfim.
Simples? Bem, talvez pela tua definição... Todos a partir do final da década de 90 têm bastante electricidade/electrónica, não só na injecção/maf, mas também em ABS, ETC, AB e noutras coisas mais banais como VE, antena electrica, FC, chaves codificadas (as tais das dores de cabeça)...

A minha opinião é que os "mais mecânicos" não são mais fiáveis/robusto, o que acontece é que os problemas que temos agora são distintos dos que tinhamos há 20 anos atrás, nada mais.
 
citação:Originalmente colocada por M6

citação:Originalmente colocada por rui_cruz

Ningém inventou grande coisa nos automóveis dos últimos 20 anos a nível mecânico sem serem geridos pela electrónica. Daí que esta última seja responsável pelo aparecimento de mais sistemas a bordo dos carros. Mais sistemas que dizer...

Os circuitos integrados simplesmente baixaram custos, daí a sua proliferação. Paradoxalmente, os topos de gama são cada vez mais caros... e porquê? Porque estreiam soluções a nível de electrónica! Mais tarde descem pelos vários segmentos mas até lá dão muita barracada.
Muita barracada? Nem tanto. Corre-se sempre um risco quando se aposta em algo novo, e efectivamente essas cenas estreiam-se nos topos de gama, mas daí a dizer que dão barracada...

citação:
E aqui chego aos veículos que referes. Todos eles são bastante simples, não têm muita coisa para avariar. Dos que referes, destaco o Ibiza. Tive 2, um com injecção mecânica e outro com injecção electrónica. O segundo foi uma dor de cabeça simplesmente por causa de uma ficha com sujidade. E dar com o gato? Não sei quantas idas à oficina, dinheiro mal gasto com uma MAF, dores de cabeça sem razão de ser, enfim.
Simples? Bem, talvez pela tua definição... Todos a partir do final da década de 90 têm bastante electricidade/electrónica, não só na injecção/maf, mas também em ABS, ETC, AB e noutras coisas mais banais como VE, antena electrica, FC, chaves codificadas (as tais das dores de cabeça)...

A minha opinião é que os "mais mecânicos" não são mais fiáveis/robusto, o que acontece é que os problemas que temos agora são distintos dos que tinhamos há 20 anos atrás, nada mais.

Já estás a gaguejar, é um princípio. [}:)]
 
Eu acho que hoje utilizam electronica a mais!!por ex:o sitema falow me home,acham mesmo necessario???isto é como um bocado a moda dos cromados dos anos 70\80...falta sempre qualquer coisinha!!!!
 
citação:Originalmente colocada por João bernardo

Eu acho que hoje utilizam electronica a mais!!por ex:o sitema falow me home,acham mesmo necessario???isto é como um bocado a moda dos cromados dos anos 70\80...falta sempre qualquer coisinha!!!!

Se morares numa quinta por exemplo ou num meio rural (existe vida para lá das cidades) é um extra muito útil. Melhor só mesmo os Volvo com o comando à distancia para ligar os faróis.
 
citação:Originalmente colocada por rui_cruz

citação:Originalmente colocada por M6

citação:Originalmente colocada por rui_cruz

Ningém inventou grande coisa nos automóveis dos últimos 20 anos a nível mecânico sem serem geridos pela electrónica. Daí que esta última seja responsável pelo aparecimento de mais sistemas a bordo dos carros. Mais sistemas que dizer...

Os circuitos integrados simplesmente baixaram custos, daí a sua proliferação. Paradoxalmente, os topos de gama são cada vez mais caros... e porquê? Porque estreiam soluções a nível de electrónica! Mais tarde descem pelos vários segmentos mas até lá dão muita barracada.
Muita barracada? Nem tanto. Corre-se sempre um risco quando se aposta em algo novo, e efectivamente essas cenas estreiam-se nos topos de gama, mas daí a dizer que dão barracada...

citação:
E aqui chego aos veículos que referes. Todos eles são bastante simples, não têm muita coisa para avariar. Dos que referes, destaco o Ibiza. Tive 2, um com injecção mecânica e outro com injecção electrónica. O segundo foi uma dor de cabeça simplesmente por causa de uma ficha com sujidade. E dar com o gato? Não sei quantas idas à oficina, dinheiro mal gasto com uma MAF, dores de cabeça sem razão de ser, enfim.
Simples? Bem, talvez pela tua definição... Todos a partir do final da década de 90 têm bastante electricidade/electrónica, não só na injecção/maf, mas também em ABS, ETC, AB e noutras coisas mais banais como VE, antena electrica, FC, chaves codificadas (as tais das dores de cabeça)...

A minha opinião é que os "mais mecânicos" não são mais fiáveis/robusto, o que acontece é que os problemas que temos agora são distintos dos que tinhamos há 20 anos atrás, nada mais.

Já estás a gaguejar, é um princípio. [}:)]
Gaguejar??? Não gagueijo nem percebo o que queres dizer com isso e muito menos porque tal é motivo de risota...
 
citação:Originalmente colocada por rui_cruz

2 exemplos de barracadas: Range Rover P38 e Mercedes Classe E W??? que não sei qual é o chassis (que levou o próprio presidente da Mercedes a admitir os erros relativamente à aposta desmesurada na electrónica...)

Problemas com airbags, volta e meia, aparecem. Ah, e tal, sensibilidade dos sensores... Olha, tive um que abriu quando se deu à chave. Simpático, não é? O que vale é que era lateral.

Para ilustrar aquilo a que me refiro: compare-se dois modelos de uma só marca. Exemplo: HZJ105 vs HDJ100 da Toyota. E vê lá se o primeiro tem as mariquices do segundo - algumas das quais dão problemas recorrentes.
Foi o que disse: é um risco que se corre.
Esse tipo de problemas não é instrinceso à electrónica, mesmo quando tens algo mecanico, se é novidade, corres esse risco.
 
citação:Originalmente colocada por eduardomaio

citação:Originalmente colocada por João bernardo

Eu acho que hoje utilizam electronica a mais!!por ex:o sitema falow me home,acham mesmo necessario???isto é como um bocado a moda dos cromados dos anos 70\80...falta sempre qualquer coisinha!!!!

Se morares numa quinta por exemplo ou num meio rural (existe vida para lá das cidades) é um extra muito útil. Melhor só mesmo os Volvo com o comando à distancia para ligar os faróis.
Ou até mesmo quando sais do carro numa garagem onde não há sensores de movimento para ligar a luz automaticamente, ou, melhor exemplo ainda, se estacionares no parque do Estádio da Luz (para um destes o parque é bem escurinho)...
 
M6, estão dois posts teus iguais na página anterior, um das 16h20 e outro das 16h34.
Daí o soluço do gaguejo. Mas não há motivos para preocupação que aqui mais ninguém se ri.
 
citação:Originalmente colocada por rui_cruz

M6, estão dois posts teus iguais na página anterior, um das 16h20 e outro das 16h34.
Daí o soluço do gaguejo. Mas não há motivos para preocupação que aqui mais ninguém se ri.
Ah, OK, deve ter sido quando tive um timeout no primeiro post, mas pensei que o primeiro havia falhado...
 
citação:Originalmente colocada por M6



A minha opinião é que os "mais mecânicos" não são mais fiáveis/robusto, o que acontece é que os problemas que temos agora são distintos dos que tinhamos há 20 anos atrás, nada mais.

Pois eu tenho uma opinião diferente.
Enquanto que hoje em dia tens um chip avariado e o carro não te anda mais.
Outro exemplo é a falta de bateria. Antigamente um gajo empurrava o carro e não havia problema nehum. Hoje em dia na mesma situação não nos é aconselhado empurrar pois pode eventualmente ir gasolina não queimada para o catalisardor e incendiar. (com o carro a quente)
E isto são só dois entre muitos exemplos.
 
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