Tecnologia e ciência-O Tópico

Fóssil revela elo entre peixes e animais terrestres

Rebecca Morelle

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O fóssil foi encontrado no Canadá em ótimo estado

Fósseis de animais encontrados no Canadá revelam o "elo perdido" que explicaria a evolução dos peixes em animais terrestres, segundo um estudo de paleontólogos americanos publicado na revista científica Nature.

As descobertas estão dando a pesquisadores uma visão inédita desse estágio fundamental da evolução da vida na Terra.
Os espécimes, de 383 milhões de anos, são descritos como animais semelhantes aos crocodilos, com barbatanas ao invés de membros, e que provavelmente viveram em águas rasas.
Antes dessas descobertas, os paleontólogos sabiam que peixes de nadadeiras lobadas (em forma de lóbulo, arredondadas) evoluíram para criaturas terrestres durante o período Devoniano.
Mas os registros de fósseis mostravam um intervalo entre o Panderichthys - um peixe que viveu há cerca de 385 milhões de anos e que mostra sinais de evolução para criaturas que sobrevivem em ambientes terrestres - e o Acanthostega - o primeiro quadrúpede conhecido, que data de 365 milhões de anos atrás.
Sorte grande
Em 1999, os professores de paleontologia Neil Shubin, da Universidade de Chigago, e Edward Daeschler, da Academia de Ciências Naturais da Filadélfia, começaram uma exploração da parte ártica do Canadá na tentativa de encontrar o "elo perdido" que explicaria a transição da água para a terra.
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Cientistas acreditam que animal viveu em águas rasas

Após vários anos de buscas, com pouco sucesso, eles tiraram a sorte grande em 2004.
"A incrível descoberta veio quando um dos membros da equipe encontrou o focinho de um animal de cara achatada despontando de um penhasco - e isso é totalmente o que você quer encontrar porque, se tiver sorte, o resto do esqueleto estará enterrado no penhasco", disse Shubin à BBC.
A equipe encontrou três fósseis da nova espécie Tiktaalik roseae, em bom estado de conservação e quase completos, em uma área do Ártico chamada Território Nunavut. O maior fóssil tem quase 3 metros de comprimento.
"Quando nós voltamos ao laboratório, retiramos a rocha do osso e começamos a achar coisas realmente significativas", disse Shubin.
Crocodilo
O fóssil tem algumas características dos peixes, como barbatanas e escamas nas costas.
Mas ele também tem várias características em comum com criaturas terrestres. O animal tem uma cabeça chata com os olhos no topo, semelhante à de um crocodilo, e o início de um pescoço, o que não existe em peixes.
"Quando nós olhamos dentro da barbatana observamos um ombro, um cotovelo e uma versão inicial de um pulso, o que é muito similar a animais que também habitam a terra", afirmou Shubin.
"Essencialmente nós temos um animal feito para poder se sustentar no chão."
Os cientistas acreditam que a posição dos olhos da criatura significa que ela provavelmente viveu em águas rasas.
"Nós estamos capturando uma transição muito significativa em um momento-chave. O que é significativo nesse animal é que se trata de um fóssil que borra a distinção entre duas formas de vida - entre um animal que vive na água e um animal que vive em terra."
Andrew Milner, um paleontólogo do Museu de História Natural da Grã-Bretanha, disse que é raro encontrar um fóssil em condições tão boas.
"Esse material é incrível porque inclui um esqueleto quase completo - o que é sempre útil porque ao invés de montar o fóssil a partir de pedaços podemos ver o esqueleto inteiro e ter certeza de que se trata da forma como o animal era composto."
A professora Jennifer Clack, da Universidade britânica de Cambridge, disse que a descoberta pode acabar virando um "ícone evolutivo" tão importante quando o Archaeopteryx, um animal que marca a transição de répteis para aves.
Um molde do fóssil será exibido no Museu da Ciência de Londres a partir desta quinta-feira.



Fonte
 
Última edição:
Cientistas encontram proteína que liga dinossauro a galinha
Paul Rincon

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Animais teriam mesma linha evolutiva, avaliam pesquisadores

Proteínas extraídas dos ossos de um tiranossauro rex com 68 milhões de anos estão ajudando cientistas a entender melhor a ligação evolutiva entre dinossauros e aves.

Em um estudo publicado na revista Science, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, dizem ter comparado moléculas orgânicas preservadas em um fóssil de tiranossauro com as encontradas em animais vivos, e descobriram que elas se parecem com as das galinhas.
Os restos do dinossauro incluíam um crânio, os dois fémures e ambas as tíbias, e foram encontrados em rochedos no leste do Estado americano de Montana.
As proteínas encontradas nesses ossos pertencem às fibras conectivas, também conhecidas como colágeno, responsáveis por dar suporte a tecidos do corpo.

Colágeno
Cientistas sabem que, quando minerais são removidos de ossos humanos, uma matriz de colágeno é deixada.
Os pesquisadores americanos realizaram o mesmo procedimento com o fóssil do tiranossauro, e encontraram o que parecem ser traços de colágeno.
Isso mostrou que o material do tiranossauro continha sequências de aminoácidos típicos do colágeno.
Ao comparar os padrões de seqüência encontrados nos fósseis com so de animais vivos, em uma base de dados, os cientistas descobriram uma estrutura semelhante no colágeno da galinha.
Mary Schweitzer, uma das autoras da pesquisa, disse que a similaridade com a galinha foi exactamente o que se esperava, "dada a relação que existe entre as aves modernas e os dinossauros".
Também foram encontradas semelhanças com as proteínas presentes em sapos e salamandras.
A descoberta de proteína em ossos de dinossauros é uma surpresa, pois até agora se acreditava que material orgânico não sobrevivia tanto tempo.



Fonte
 
Fóssil de réptil de duas cabeças é encontrado na China

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O fóssil foi encontrado em rochas no nordeste chinês

Cientistas descobriram na China o que pode ser o primeiro exemplo de fóssil de um réptil de duas cabeças já registrado.

"Até onde sei, este é o único registro de fóssil de vertebrado com este tipo de anomalia", disse Eric Buffetaut, diretor de pesquisa do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS) em Paris, França e que liderou a equipe de
pesquisadores.
"O número de répteis nascidos com duas cabeças é muito pequeno, portanto as chances de se encontrar um fóssil como este são extremamente baixas."
O réptil aquático, do tipo choristoderan, viveu na época dos dinossauros e foi descoberto no nordeste da China.
Ferimentos
Ele podia atingir até um metro de comprimento quando adulto e viveu em grandes números na região, durante o período cretáceo (entre 144 e 65 milhões de anos atrás).
Detalhes sobre a descoberta foram divulgados na publicação científica britânica Biology Letters.
Acredita-se que este tipo de deformidade seja causada por ferimentos nos embriões.
O fóssil está sendo mantido no museu da cidade chinesa de Shenzen.




Fonte
 
Livro medieval revela comentário antigo sobre Aristóteles
Rebecca Morelle

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Comentário sobre Aristóteles está escondido no pergaminho


Especialistas descobriram comentários sobre uma das obras mais importantes de Aristóteles em um pergaminho medieval.
Uma equipe internacional analisou um livro de orações no qual já havia sido encontrado um trabalho do matemático Arquimedes e do político Hipérides, um político ateniense do século 4 a.C.
O livro é conhecido como Palimpsesto de Arquimedes. O palimpsesto é um antigo material de escrita, um tipo de pergaminho. Devido à escassez deste material, ou ao seu alto preço, ele era usado duas ou três vezes, depois de passar por uma raspagem do texto anterior.
Os dois textos foram encontrados no livro de oração medieval em 2002. Agora, com uso de tecnologia mais avançada, os especialistas encontraram o terceiro texto, um comentário mais antigo do que os outros dois a respeito da obra de Aristóteles.
A obra comentada é Categorias, considerada como fundação para o estudo da lógica na história ocidental e foi encontrada devido a uma série de pistas, como um nome importante na margem de uma página.
Reciclagem
O livro de orações foi escrito no século 13 por um copiador chamado John Myronas. Ao invés de usar pergaminhos novos para o trabalho, ele usou páginas de cinco livros já existentes.
"É um processo brutal, mas significava que era possível reaproveitar um pergaminho se o material estivesse em falta. Tira-se o livro da prateleira, o texto é esfregado até apagar, os livros são cortados e aí você tem um novo livro", disse William Noel, diretor do projeto.
Noel também é curador dos manuscritos no museu americano Walters Art e co-autor de um futuro livro sobre o Palimpsesto de Arquimedes.
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Arquimedes era um matemático da Grécia antiga

Em 1906, foi descoberto que um dos livros reciclados para formar o manuscrito medieval continha um trabalho único de Arquimedes.
"Você imagina que conseguir encontrar um palimpsesto é muita sorte, encontrar dois é surpreendente. Mas algo ainda mais extraordinário aconteceu", afirmou o pesquisador.
Um dos livros reciclados era de leitura extremamente difícil, de acordo com Roger Easton, professor de ciência de imagem no Instituto de Tecnologia Rochester, nos Estados Unidos.
"Estávamos usando uma técnica chamada imagem multiespectral", disse.
A técnica de imagem digital usa fotografias tiradas em diferentes extensões de onda para destacar características particulares de uma área analisada.
Ajustes sutis deste método permitiram que as palavras escondidas fossem reveladas.
"Mesmo não entendendo grego antigo, apenas o fato de que eu podia ver as palavras me deu arrepios", disse Easton.
Trechos
Estudos mais detalhados revelaram que o autor mais provável destes comentários da obra de Aristóteles é Alexandre de Afrodisias, segundo o professor Robert Sharples do University College de Londres.
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Iluminuras e palavras do livro de orações cobrem trabalhos antigos

Se isso for verdade, segundo o professor, o manuscrito "nos dá parte de um comentário que pensávamos estar perdido, feito por um dos mais importantes comentaristas da obra de Aristóteles na Antigüidade".
Uma tradução temporária está sendo feita e revela o debate sobre alguns aspectos da teoria de classificação de Aristóteles como: se a expressão "que tem pés" pode ser usada para classificar algo mais, como uma cama.
"Pois como 'pé' é ambíguo quando aplicado a um animal e para uma cama, assim como 'com pés' e 'sem pés'. Então, por 'em espécies' aqui (Aristóteles) está afirmando 'em fórmula'."
"Pois se alguma vez acontece que o mesmo nome indica a diferença de gêneros que são diferentes e não subordinados um ao outro, eles não são, em qualquer classificação, a mesma fórmula."
Segundo o professor William Noel, "não existe um filósofo mais importante no mundo do que Aristóteles".
"Temos um livro que contém três textos do mundo antigo que são absolutamente centrais para nosso entendimento de matemática, política e, agora, filosofia", disse.




Fonte
 
Os primeiros europeus viveram há 31 mil anos na República Checa


Revista Nature publica o estudo

:: 2005-05-18
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Os primeiros europeus conhecidos viveram há 31.000 anos onde é actualmente a República Checa, concluíram investigadores austro-americanos, baseados nas primeiras ossadas com data precisa provenientes das grutas de Mladec – informa um take da LUSA citando um artigo publicado na revista científica Nature de quinta-feira. Segundo aquele trabalho, os homens do paleolítico superior encontrados no jazigo mineiro situado no centro da Morávia, a 200 quilómetros a leste de Praga, foram durante muito tempo considerados os representantes mais antigos da cultura aurignaciana. Usavam utensílios de pedra, mas a sua idade exacta permanece desconhecida.
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Eva Wild, da universidade de Viena, e Maria Teschler-Nicola, do museu de História Natural da capital austríaca, e os seus colegas obtiveram uma data precisa que remonta a cerca de 31.000 anos atrás, através de espectrometria de massa a quatro dentes, e a uma omoplata cuja data não pode ser apurada com precisão, mas que parece ser mais recente.Estes dados, explicam os investigadores, são, contudo, suficientes para confirmar que as ossadas de Mladec são dos "primeiros homens modernos da Europa" e que eles ocupam como consequência "um lugar central nos debates acerca da emergência do homem moderno no noroeste do velho continente e o destino do homem de Neandertal".
Descobertas em 1826, as grutas de Mladec foram objecto de pesquisas a partir de 1881. Elas contêm registos dos restos de uma dúzia de seres humanos, que suscitaram numerosas interrogações devido às características arcaicas de alguns deles, que lembram o homem de Neandertal. Contudo, análises recentes ao seu ADN não mostraram nenhum parentesco.
A maior parte dos fósseis foram destruídos na segunda guerra mundial, durante um incêndio no castelo de Mikulov, onde estavam expostos. Somente os fósseis conservados em Viena "sobreviveram".

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=973&op=all



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Astronomia: Descoberto planeta oito vezes maior que Júpiter

Astrónomos norte-americanos anunciaram hoje a descoberta do maior planeta extra-solar até agora encontrado, situado a 440 anos-luz da Terra.

Com oito vezes a massa do maior planeta do Sistema Solar, Júpiter, este «exoplaneta» tem também uma enorme força de gravidade, indica um comunicado do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian.

Segundo os astrónomos, uma pessoa com 70 quilos na Terra pesaria cerca de uma tonelada nesse planeta, baptizado como HAT-P-2b.
Além disso, tem um movimento de translação de apenas 5,63 dias e move-se numa órbita elíptica que o coloca a distâncias de entre 5 e 15,3 milhões de quilómetros do seu Sol.

O planeta gira em torno de uma estrela de tipo F, que são quase duas vezes maiores e mais candentes do que o nosso Sol, situada na constelação de Hércules.

Quando se observa da Terra, passa em frente da sua estrela cada cinco dias e 15 horas, causando o que os astrónomos chamam «mini-eclipses».
Foi este movimento que lhes ofereceu uma «oportunidade única» de medir o seu tamanho, refere o comunicado.

«Este planeta era tão estranho que no princípio nos pareceu um falso alarme, porque não parecia ser um planeta», afirmou Gaspar Bakos, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian.
«Eliminámos todas as possibilidades e acabámos por concluir que estávamos na presença de um planeta estranho», concluiu.

Diário Digital / Lusa

in: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&id_news=274404
 
Porque fazem falta eventos e inciativas como esta, talvez assim um pais deixasse de ter muitos jovens com o objectivo supremo de ser jogador de futebol.

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O mais potente e compacto motor a dois tempos

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Bmw

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A BMW volta a inovar.

Toda a sua gama BMW disponibilizará já em 2007 Rádios com recepção HD (High definition), será o primeiro fabricante mundial a incorporar esta inovação nos seus veículos de série.

Announcement Extends BMW's Leadership Position Among Auto Manufacturers in the Rollout of Digital AM and FM Radio
DETROIT - BMW expands its pioneering position in providing high-quality audio systems by becoming the first automotive firm to offer a factory-installed digital HD Radio(TM) receiver as an option across its entire 2007 product line. This option, which now includes HD Radio multicast reception capability, will be available in the spring on all 2007 3, 5, 6, and 7 Series models, as well as X3, X5, and Z4.
HD Radio technology is one of the most significant advances in radio broadcasting history, providing listeners with enhanced digital audio quality and clear, noise-free reception, as well as multicasting and on-screen text information. The HD Radio multicasting feature allows FM stations to broadcast multiple channels of digital programming simultaneously on a single frequency.
Of the more than 1,100 stations across the country broadcasting with HD Radio technology, more than 500 FM stations are offering a second (HD2) and, in many cases, a third (HD3) multicast channel. For example, WAMU in Washington, DC, offers three channels: 88.5-1, a simulcast of its news/talk analog channel; 88.5-2, a simulcast of an innovative Baltimore music station not available in DC; and 88.5-3, bluegrass music. These channels are free but can only be found on HD Radio receivers. As with all HD Radio programming, there are no fees or additional costs associated with multicast channels.
The number of HD Radio stations is growing daily and expected to exceed 3,000 within the next few years. A current list of HD Radio stations and multicast stations can be found at www.hdradio.com.
Today's announcement continues BMW's history of groundbreaking premium audio offerings. In the fall of 2005, the company announced the first OEM availability of HD Radio technology in its 2006 7 and 6 Series models. In June 2006, the company announced that HD Radio receivers would be offered in its 2007 5 Series models and last month it announced the first factory- installed multicast capable HD Radio in the new 2007 3 Series Convertible.
The HD Radio option will have a Suggested Retail Price of $500.


About iBiquity Digital
iBiquity Digital Corporation is the developer of the HD Radio(TM) system, which is powering the AM/FM digital radio revolution. This transformational technology allows AM and FM stations to broadcast digital signals in tandem with their analog signals, providing broadcasters with a platform to offer multiple channels of programming on the same frequency (HD2 multicasting); crystal-clear, CD-quality sound; services such as real-time traffic updates; and scrolling text and graphics content. HD Radio technology is now being tested and adopted in many countries, including Australia, Brazil, Canada, Indonesia, New Zealand, Philippines, Poland, Switzerland, Thailand and Ukraine. iBiquity's investors are global leaders in the technology, broadcasting, manufacturing, media and financial industries.
Fonte Automotive News
 
A Boeing desenvolveu uma Tinta especial sensível à pressão.

Permite através de imagens computorizadas monitorizar as áreas sujeitas a maior pressão e os índices da mesma.

Pressure me, please!

Boeing has deployed a high-tech paint that measures pressure on wind-tunnel models


It looks like paint you'd find in a hardware store. But it has properties that are helping Boeing aircraft designers to estimate closely the performance of airplanes in actual flight. Pressure-sensitive paint - a high-tech coating that allows surface pressures on wind-tunnel models to generate colorful images on a digital video screen - is proving valuable in the testing of the latest Boeing products.
"The process complements the conventional experimental and computational methods that aircraft designers have available to them," says Pressure Sensitive Paint program manager Mike Benne. "It increases the knowledge they have about a vehicle in flight and is a valuable addition to their toolbox. It's a good example of how Phantom Works has found and deployed an idea that has the potential to reduce the cycle time and cost of wind tunnel testing while improving the quality of the results and the performance of the ultimate design."
The technology has found wide acceptance within Boeing for current and future commercial and military products. Pressure Sensitive Paint has been used on the Joint Direct Attack Munition, the F-15E, the High Speed Civil Transport and the X-32 programs. The Phantom Works' pressure-sensitive paint team recently demonstrated the process to the Sonic Cruiser program. The Ford Motor Co. is even using it to test cars and vans.
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When Pressure Sensitive Paint is used in wind tunnel testing, digital cameras record the brightness of the painted surface, and a computer calculates the distribution of surface pressure based on the brightness. The pressure over most of the surface of the model can be examined on an interactive, three-dimensional color-coded display. Color-coded images may also be printed, and the numerical pressure data used to compute forces and various aerodynamic coefficients.
The conventional method of obtaining surface pressure is to drill a very small hole, called a pressure tap, into the model surface and connect the hole to a remote pressure transducer by a tube routed inside the model. A conventional "pressure model" contains hundreds, even thousands, of pressure taps. Pressure sensitive paint generally reduces the number of taps that must be hand crafted and connected individually in the model. Some taps are still used to calibrate the measured surface pressure.
Pressure taps are difficult to use in thin wing sections, highly curved areas, or on vehicle control surfaces. Pressure-sensitive paint, on the other hand, offers the potential for continuous measurement over all types of surfaces.

Fonte: Boeing


Os principos da tinta sensível à pressão

SIMPLY STATED
Pressure-sensitive coating is based on a phenomenon called "oxygen-quenched luminescence," which occurs in some chemical compounds. When "excited" by light, such compounds glow with an intensity that is inversely proportional to the amount of oxygen present - that is, the less oxygen, the greater the intensity. Such a compound is mixed with an oxygen-permeable binder to form pressuresensitive paint. The paint is applied to an aircraft model, which is then placed in a wind tunnel and illuminated during tests.
 
A roupa pode salvar-lhe a vida !!

A roupa pode salvar-lhe a vida !!

Desde Funções medicinais (ministrar medicamentos) e monotorização de sinais vitais ou funções do corpo humano, isto pode permitir a pessoas com doenças crónicas afastarem-se de casa por períodos de tempo mais alargados, com a preocupação da monitorização constante.


Futuristic Clothing May Be Medical Lifesaver

High-tech clothing may one day monitor your health and deliver medicine through the skin.
By Denise Mann
WebMD Feature
Reviewed By Brunilda Nazario
Most of us can relate to clothing that can make you look sexy or how "skinny" jeans can make you feel slim, but in the future clothing may do a whole lot more. It may even save our lives.
But the days when you will visit your doctor for "prescription" jeans may still be pretty far off, experts tell WebMD.
Based on the same technology used for nicotine and oral contraceptive patches, the medicine in the clothing will be absorbed directly through the skin. Such medicated clothing can be hand-washed repeatedly without affecting its technology.
Besides clothing that slowly releases medicine, other smart garments will monitor vital signs such as heart rate and blood pressure via computerized chips and or electrodes. This may allow some chronically ill or elderly people to live independently at home for longer periods of time.
"This is an outgrowth of the fact that some of the patches being used today are so effective and as a result, I think people are accepting the idea that the skin is a really a good way to deliver some drugs," says Stephen Webster, MD, a staff dermatologist at Gunderson Lutheran Medical Center in La Crosse, Wis. Webster is also a clinical associate professor of dermatology at the University of Minnesota in Minneapolis.
"Eons ago, syphilis was treated by applying mercury ointment to the skin and getting absorption, so it's not a new idea, but it's being perfected," he says.
How 'Smart' Clothing Works
Today, the technology responsible for medicated clothing is broadly known as micro-encapsulation. It involves implanting tiny pellets designed to hold the chemicals and "bond" them within the fibers of fabric. As the wearer's body heats the fabric, the chemicals are released on to the skin. The clothing may one day treat everything from eczema to depression.
Besides treating existing ailments, such medicated clothing may stave off future illness by supplying vitamins, nutrients, moisturizers and anticellulite potions. Other medicated clothing may one day be pollen resistant, making it harder for potential allergens to take hold.
There's also a technology which incorporates pleasant scents into fabrics. Say you are looking to catch more zzz's naturally. Bed sheets and duvets can be treated with fragrances such as lavender and chamomile to help promote a soothing effect that may help the restless sleep. What's more, many athletic apparel companies are also looking into fabrics that repel odor and/or include aromas to pep you up during that postwork spinning class.
Hot flashes or chills may be a thing of the past, too. Researchers from England's University of Bath's Centre for Biomimetics are now creating a new fabric that may adjust automatically to changing body temperatures. Its design is based on the mechanism used by pine cones to shed their seeds.
'Buyer Beware'
But buyer beware, cautions Linda K. Frank, MD, an associate clinical professor of dermatology at New York University School of Medicine and the director of Gramercy Park Dermatology, both in New York City. Frank and other dermatologists contacted by WebMD for this story say that while this all sounds well and good, they have yet to see any studies to corroborate such claims.
"The ideas all have some credence, but it's asking a lot of a molecule to remain stable and to be smart enough to disengage from a textile and onto the skin. And then there's the washing problem," Frank says.
"Studies are necessary to prove the molecules remain stable on the clothing, can transfer effectively to the skin, penetrate the skin and stay in its active form before anyone can even think about making the claim of clothing being used as a route of medication delivery," she says.
"Like any of the cosmeceuticals, the first thing you have to prove is that the active ingredient is getting into the skin and getting into the skin in stable form," says Frank, noting that this is no easy or inexpensive task.
"If there were clothing that could deliver an anti-inflammatory to the skin of a small child with eczema in the crooks of her arms and behind the knees, that would be exciting," says Frank.
Webster, too, has concerns. "I think delivery can be irregular," he says. "On clothing, delivery depends on how tight the item is, how active an individual is, and the weather, so I think it is rather variable," he says.
At age 69, he tells WebMD that "I don't think I will live long enough to see doctors prescribing new outfits."
Sun-Protection Clothing Is Already Here
While many of these are far off, several clothing lines already have built-in sun protection factor (SPF) to protect wearers from the sun's harmful ultraviolet radiation and potentially lower the risk of skin cancer. And many "normal' clothing items can become smarter by adding an ingredient to your laundry which increases their SPF.
"RIT sun guard can easily change the SPF of a T-shirt from a four to 30," says Frank. "We also have clothing that has sunscreen built in that I frequently suggest to all my patients, especially those with a history of skin cancer," she says. Clothing with built-in insect repellent is also available, Webster points out.
High-Tech Haberdasheries
Computerized clothing currently being developed seamlessly incorporates wires and computer chips that can perform a host of functions. For example, VivoMetrics is studying a shirt that can monitor breathing patterns in children with cystic fibrosis for a study done in conjunction with the Cystic Fibrosis Foundation. When a child wears this shirt, his or her breathing patterns can be measured via wires embedded in the garment that surround the rib cage and abdomen. The data are then transferred to a card for analysis.

Fonte: Medicine Net
 
A OCZ lança a primeira pen drive FireWire

A OCZ lança a primeira pen drive FireWire

A OCZ lança a primeira pen drive FireWire

OCZ présente la première clé de mémoire flash sur Firewire
Haut-débit à prévoir

OCZ présente sur son stand du Computex une clé flash d'un nouveau genre : elle se branche non plus sur interface USB, mais sur Firewire !

Cette clé Pendrive est alors annoncée plus rapide que les clés USB traditionnelles. L'échantillon présenté lors du Computex n'est qu'un prototype, mais OCZ annonce déjà des débits ininterrompus de 45 à 50 Mo/s en lecture, et 40 à 45 Mo/s en écriture. Du jamais vu, si ces performances se confirment.


La PenDrive FireWire. Photo : FutureLooks

L'USB 2.0 reste capable d'un débit maximal de 480 Mbits/s, soit 60 Mo/s. Il devrait donc aussi être capable de tenir les débits annoncés de la Pendrive. Ici, le facteur limitant est clairement la rapidité de la mémoire flash intégrée dans la clé, et pas l'interface sur laquelle elle est branchée. Reste que si OCZ préfère ici le Firewire, c'est certainement pour se donner une certaine marge pour d'éventuelles augmentations de débit...

Cette clé devrait être disponible lors du troisième trimestre 2007, avec des capacités de 2 Go à 16 Go selon les modèles. Son prix n'est pas encore déterminé.


Rédigée par Bruno Cormier le mercredi 06 juin 2007 à 10h57

http://www.pcinpact.com/actu/news/36827-OCZ-cle-firewire-flash-pendrive.htm
 
Desde Funções medicinais (ministrar medicamentos) e monotorização de sinais vitais ou funções do corpo humano, isto pode permitir a pessoas com doenças crónicas afastarem-se de casa por períodos de tempo mais alargados, com a preocupação da monitorização constante.




Fonte: Medicine Net



Ora aqui está a área para onde as empresas do vale do ave se deviam virar, mas a realidade é o que conhecemos [8b][8b][8b]
 
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