tenho mais que fazer, tenho trabalho a fazer, como a grande maioria por aqui
tentei responder às questões, nalguns casos foi perda de tempo, porque mostraram má vontade que fez que não percebessem aquilo que disse
sobre visão mística ou facto físico, eu com 14 anos, sem ninguém me explicar, apenas pensando sobre o assunto, percebi que seriam visões místicas, logo aqueles que agora afirmam que o discurso sobre o tema mudou apenas mostram as suas limitações, que as suas ideias sobre estas coisas são bastante imaturas, infantis
sobre a ideia do
Demoneeth de que imensa coisa é pecado, logo estaríamos condenados, vale a pena uma pequena análise
somos imperfeitos, logo é natural que cometamos muitos erros, muitas falhas éticas, morais e quem se analisar sem se tentar autojustificar assim reconhecerá
mas Deus também sabe da nossa fraqueza, na perspetiva cristã não nos salvamos por sermos bons, por não termos pecados, mas sim pela misericordia e pelo amor de Deus, que nos amou de tal forma que encarnou em Jesus Cristo e morreu por nós e pela remissão dos nossos pecados
perdoou a um salteador que morria ao seu lado, disse-lhe "hoje mesmo estarás comigo no paraíso"
um salteador era alguém que se emboscava nos caminhos perigosos de outrora, assaltava e frequentemente matava, os viajantes
poucos de nós terão pecados tão graves
não é não termos pecados que nos salva, mas a misericordia e o amor de Deus
para isso basta ter o desejo de abandonar os pecados mais graves, mesmo reconhecendo que não seremos capazes
não é Deus que nos condena, nós é que nos podemos nos condenar se recusarmos abandonar algo muito grave, como por exemplo matar alguém inofensivo, o inferno será estar fora de Deus, pois Deus é a origem de todo o bem
Deus não nos afasta de si, morreu por nós, mas nós podemos recusá-lo terminantemente, recusando terminantemente abandonar algo gravemente mau, esse é o inferno
o problema dos sofrimento dos inocentes deriva essencialmente de considerarem apenas a perspetiva da vida terrena