Terá sido Fátima um engano?

A vida é extraordinária mas tem limitações. A morte também é extraordinária porque permite a evolução, sendo um ponto final na vida de alguém.

É lógico que tenha limitações...por um lado, incita a cada um de nós a transcende-las, por outro, pode baixar o fumo das nossas ilusões...As limitações trazem segurança também.
 
Ok, então imagina que eu passo a vida toda em pecado. Autêntico deboche!! Dos 10 mandamentos, falhei em 12.
Foi a mulher do vizinho, ouvir black metal, meter cruzes ao contrário, etc.
Estou às portas da morte e peço misericórdia. Nesse caso já posso ir para o céu?

E já agora, tinha-te perguntado porque é que alguns são elegíveis para milagres e outros não.
Como é que deus todo poderoso permite que crianças sofram brutalmente como acontece hoje em dia? E depois há um puto brasileiro que deve ter tirado a rifa da sorte divina e toma lá um milagre.
Não me vais responder com a cena do escreve direito por linhas tortas ou que essas crianças que sofrem vão estar a jogar à macaca no céu, pois não?

cruzes ao contrário não são símbolo satânico ao contrário do que muita gente pensa [:p]

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A menos que o Papa também venere Satanás.[:D]
 
Como é que transcendes a vida para além da morte?

Não estava a falar de transcender a morte. Pensei que falavas das limitações em geral.

Não vejo (pelo menos pessoalmente) que a morte seja algo a querer ser eliminado da vida de uma pessoa...penso que em determinada altura da vida vamos querer morrer.

A morte traz sentido a vida, de certa maneira.
 
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Como cristão e católico, vou tentar dar um contributo construtivo para esta discussão, há muito perdida em argumentos e "bitaites" de caráter infantil. Se queremos debater este tema, é hora de elevar o nível dos argumentos e acabar com o "ah, e tal, eu até acredito no Pai Natal" ou o "ah, isso explica-se com o compêndio de doenças e distúrbios mentais, e resolve-se com medicações e tal". Esta discussão é válida como qualquer outra, por muito que alguns a tentem desvalorizar.

Sou um jovem normal, tenho uma orientação política e ambições profissionais como todos nós, e digo isto porque muitos gostam de passar a ideia de que os crentes são um bando de lunáticos que vivem uma e em uma utopia, e que são intelectualmente inferiores aos outros, são incultos e analfabetos. Talvez alguns sejam, aqueles que são crentes mas não sabem em quê, aqueles que o são por mero ritual transmitido familiarmente, e aqueles que o são apenas porque sim. Eu sei muito bem em que acredito, e isso não me deixa espaço para dúvidas de fé que muitos experimentam.

Está na altura de deixarmos de ver a Igreja e a fé como algo transcendente. Ser cristão é acreditar e fazer acontecer a justiça, a liberdade, a igualdade, a paz, é sentir uma vontade constante de tornar o mundo melhor. O céu deve existir na Terra e devemos começar a construí-lo, e o Inferno é a ausência de amor. Deus é o amor. Como podem chamar-nos de incultos e limitados alguns ateus, se não conseguem entender as metáforas e a "linguagem de código" simbólica da Bíblia? Deveria ser-vos fácil, uma vez que não acreditam, desmistificar essas metáforas. Mas para criticarem, dá mais jeito aos ateus tomarem a Bíblia e todo o universo religioso da forma dogmática e metafórica.

Quanto ao assunto em questão neste tópico, as Aparições de Fátima e mais propriamente o Milagre do Sol, vou ser muito pragmático: setenta mil pessoas (estimativa) presenciaram. Eu não estava lá. Não vou dizer que indubitavelmente foi verdade, por que não vi. Mas também não vou desmentir algo que setenta mil pessoas viram. Alguma coisa viram, mesmo que não seja bem o que pensaram ver. Já ouviram falar em raio globular? Pois é, a forma como interpretam isto é a mesma como interpretam as Escrituras. À letra, pois assim é mais fácil rebater. Preocupam-se mais com as questões científicas do milagre, que são explicáveis, do que com o significado do mesmo. Mas preferem continuar a alimentar a falsa contradição entre a religião e a ciência. Ou acham que não acredito na ciência?

É curioso, quando o assunto é económico, social, ou político, são todos moderados e rejeitam massivamente os radicalismos. Quando se chega à religião, o bloquismo e o marxismo-leninismo passam a ser as ideologias dominantes neste forum...
 
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Como cristão e católico, vou tentar dar um contributo construtivo para esta discussão, há muito perdida em argumentos e "bitaites" de caráter infantil. Se queremos debater este tema, é hora de elevar o nível dos argumentos e acabar com o "ah, e tal, eu até acredito no Pai Natal" ou o "ah, isso explica-se com o compêndio de doenças e distúrbios mentais, e resolve-se com medicações e tal". Esta discussão é válida como qualquer outra, por muito que alguns a tentem desvalorizar.

Sou um jovem normal, tenho uma orientação política e ambições profissionais como todos nós, e digo isto porque muitos gostam de passar a ideia de que os crentes são um bando de lunáticos que vivem uma e em uma utopia, e que são intelectualmente inferiores aos outros, são incultos e analfabetos. Talvez alguns sejam, aqueles que são crentes mas não sabem em quê, aqueles que o são por mero ritual transmitido familiarmente, e aqueles que o são apenas porque sim. Eu sei muito bem em que acredito, e isso não me deixa espaço para dúvidas de fé que muitos experimentam.

Está na altura de deixarmos de ver a Igreja e a fé como algo transcendente. Ser cristão é acreditar e fazer acontecer a justiça, a liberdade, a igualdade, a paz, é sentir uma vontade constante de tornar o mundo melhor. O céu deve existir na Terra e devemos começar a construí-lo, e o Inferno é a ausência de amor. Deus é o amor. Como podem chamar-nos de incultos e limitados alguns ateus, se não conseguem entender as metáforas e a "linguagem de código" simbólica da Bíblia? Deveria ser-vos fácil, uma vez que não acreditam, desmistificar essas metáforas. Mas para criticarem, dá mais jeito aos ateus tomarem a Bíblia e todo o universo religioso da forma dogmática e metafórica.

Quanto ao assunto em questão neste tópico, as Aparições de Fátima e mais propriamente o Milagre do Sol, vou ser muito pragmático: setenta mil pessoas (estimativa) presenciaram. Eu não estava lá. Não vou dizer que indubitavelmente foi verdade, por que não vi. Mas também não vou desmentir algo que setenta mil pessoas viram. Alguma coisa viram, mesmo que não seja bem o que pensaram ver. Já ouviram falar em raio globular? Pois é, a forma como interpretam isto é a mesma como interpretam as Escrituras. À letra, pois assim é mais fácil rebater. Preocupam-se mais com as questões científicas do milagre, que são explicáveis, do que com o significado do mesmo. Mas preferem continuar a alimentar a falsa contradição entre a religião e a ciência. Ou acham que não acredito na ciência?

É curioso, quando o assunto é económico, social, ou político, são todos moderados e rejeitam massivamente os radicalismos. Quando se chega à religião, o bloquismo e o marxismo-leninismo passam a ser as ideologias dominantes neste forum...

Mas consegues isso tudo sem ser cristão. Daí voltamos à questão, porquê ser cristão?

Deus é amor? E o amor não pode existir sem Deus? Quer dizer que quem não conhece Deus não conhece o amor? Ou seja, é mais uma frase feita de significado vazio, porque o amor pode existir sem Deus.

Quanto à questão da crença em si, eu não a relaciono com inteligência ou falta dela, mas sim com "fraqueza de espírito" ou vulnerabilidade emocional com o suposto "divino". São pessoas que precisam de acreditar em algo superior para que a vida e valores façam sentido. Por exemplo, eu não tenho qualquer possibilidade de contacto com espíritos porque não acredito neles, isto dito por uma médium. Já outras pessoas que acreditam conseguem esse contacto. Coincidência? Não, é apenas a constatação de que vemos e acreditamos no que queremos.
 
Como cristão e católico, vou tentar dar um contributo construtivo para esta discussão, há muito perdida em argumentos e "bitaites" de caráter infantil. Se queremos debater este tema, é hora de elevar o nível dos argumentos e acabar com o "ah, e tal, eu até acredito no Pai Natal" ou o "ah, isso explica-se com o compêndio de doenças e distúrbios mentais, e resolve-se com medicações e tal". Esta discussão é válida como qualquer outra, por muito que alguns a tentem desvalorizar.

Sou um jovem normal, tenho uma orientação política e ambições profissionais como todos nós, e digo isto porque muitos gostam de passar a ideia de que os crentes são um bando de lunáticos que vivem uma e em uma utopia, e que são intelectualmente inferiores aos outros, são incultos e analfabetos. Talvez alguns sejam, aqueles que são crentes mas não sabem em quê, aqueles que o são por mero ritual transmitido familiarmente, e aqueles que o são apenas porque sim. Eu sei muito bem em que acredito, e isso não me deixa espaço para dúvidas de fé que muitos experimentam.

Está na altura de deixarmos de ver a Igreja e a fé como algo transcendente. Ser cristão é acreditar e fazer acontecer a justiça, a liberdade, a igualdade, a paz, é sentir uma vontade constante de tornar o mundo melhor. O céu deve existir na Terra e devemos começar a construí-lo, e o Inferno é a ausência de amor. Deus é o amor. Como podem chamar-nos de incultos e limitados alguns ateus, se não conseguem entender as metáforas e a "linguagem de código" simbólica da Bíblia? Deveria ser-vos fácil, uma vez que não acreditam, desmistificar essas metáforas. Mas para criticarem, dá mais jeito aos ateus tomarem a Bíblia e todo o universo religioso da forma dogmática e metafórica.

Quanto ao assunto em questão neste tópico, as Aparições de Fátima e mais propriamente o Milagre do Sol, vou ser muito pragmático: setenta mil pessoas (estimativa) presenciaram. Eu não estava lá. Não vou dizer que indubitavelmente foi verdade, por que não vi. Mas também não vou desmentir algo que setenta mil pessoas viram. Alguma coisa viram, mesmo que não seja bem o que pensaram ver. Já ouviram falar em raio globular? Pois é, a forma como interpretam isto é a mesma como interpretam as Escrituras. À letra, pois assim é mais fácil rebater. Preocupam-se mais com as questões científicas do milagre, que são explicáveis, do que com o significado do mesmo. Mas preferem continuar a alimentar a falsa contradição entre a religião e a ciência. Ou acham que não acredito na ciência?

É curioso, quando o assunto é económico, social, ou político, são todos moderados e rejeitam massivamente os radicalismos. Quando se chega à religião, o bloquismo e o marxismo-leninismo passam a ser as ideologias dominantes neste forum...

... já faltava essa, da "linguagem em código", das metáforas", na bíblia.

Imagino que também é um conceito que dá IMENSO. jeito.

Depende do descodificador, não é? Os "vossos" é que têm a chave para a descodificação, correcto?

Se "deus" é o amor... porra, chamem-lhe amor. Porque é que têm de elaborar as "estórinhas" com arbustos ardentes e falantes e outros delírios?

Deus é amor... uma treta. Deus, como descrito...(não venham com códigos e metáforas), é uma entidade sádica, prepotente, vingativa, com complexos que fazem com que necessite que exija a outros provas de fidelidade. O tipo, a divindade descrita na bíblia, tem problemas do foro psicológico.

Deixem-se de rodeios... de metáforas e códigos. O tipo é maldoso e vingativo... ou alinham, ou..
 
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a biblia tem várias interpretações, e as religioes guiam-se por elas...
ainda ha uns tempos uma rapariga penso que evangelista pois refere mais o nome de Jesus que Deus, que diz que o inferno existe tal como o conhecemos e é referido ,quem se suicida nao tem direito ao perdao(vai para o inferno)..já as testemunhas de jeova dizem que o inferno existe mas Deus nao as vai fazer sofrer...
em qual das interpretações acreditar ou seguir? eu muito sinceramente tenho curiosidade com estes assuntos, mas nao tenho cabeça para a religiao..é que nao tenho mesmo
 
Como cristão e católico, vou tentar dar um contributo construtivo para esta discussão, há muito perdida em argumentos e "bitaites" de caráter infantil. Se queremos debater este tema, é hora de elevar o nível dos argumentos e acabar com o "ah, e tal, eu até acredito no Pai Natal" ou o "ah, isso explica-se com o compêndio de doenças e distúrbios mentais, e resolve-se com medicações e tal". Esta discussão é válida como qualquer outra, por muito que alguns a tentem desvalorizar.

Sou um jovem normal, tenho uma orientação política e ambições profissionais como todos nós, e digo isto porque muitos gostam de passar a ideia de que os crentes são um bando de lunáticos que vivem uma e em uma utopia, e que são intelectualmente inferiores aos outros, são incultos e analfabetos. Talvez alguns sejam, aqueles que são crentes mas não sabem em quê, aqueles que o são por mero ritual transmitido familiarmente, e aqueles que o são apenas porque sim. Eu sei muito bem em que acredito, e isso não me deixa espaço para dúvidas de fé que muitos experimentam.

Está na altura de deixarmos de ver a Igreja e a fé como algo transcendente. Ser cristão é acreditar e fazer acontecer a justiça, a liberdade, a igualdade, a paz, é sentir uma vontade constante de tornar o mundo melhor. O céu deve existir na Terra e devemos começar a construí-lo, e o Inferno é a ausência de amor. Deus é o amor. Como podem chamar-nos de incultos e limitados alguns ateus, se não conseguem entender as metáforas e a "linguagem de código" simbólica da Bíblia? Deveria ser-vos fácil, uma vez que não acreditam, desmistificar essas metáforas. Mas para criticarem, dá mais jeito aos ateus tomarem a Bíblia e todo o universo religioso da forma dogmática e metafórica.

Quanto ao assunto em questão neste tópico, as Aparições de Fátima e mais propriamente o Milagre do Sol, vou ser muito pragmático: setenta mil pessoas (estimativa) presenciaram. Eu não estava lá. Não vou dizer que indubitavelmente foi verdade, por que não vi. Mas também não vou desmentir algo que setenta mil pessoas viram. Alguma coisa viram, mesmo que não seja bem o que pensaram ver. Já ouviram falar em raio globular? Pois é, a forma como interpretam isto é a mesma como interpretam as Escrituras. À letra, pois assim é mais fácil rebater. Preocupam-se mais com as questões científicas do milagre, que são explicáveis, do que com o significado do mesmo. Mas preferem continuar a alimentar a falsa contradição entre a religião e a ciência. Ou acham que não acredito na ciência?

É curioso, quando o assunto é económico, social, ou político, são todos moderados e rejeitam massivamente os radicalismos. Quando se chega à religião, o bloquismo e o marxismo-leninismo passam a ser as ideologias dominantes neste forum...

Caro, eu também sou católico. Uma coisa é Cristo e a Igreja Católica, outra completamente diferente são as Alucinações de Fátima. E é isso que se está a discutir aqui.
 
Caro, eu também sou católico. Uma coisa é Cristo e a Igreja Católica, outra completamente diferente são as Alucinações de Fátima. E é isso que se está a discutir aqui.

Peço desculpa se estiver a ser indelicado, porque a fé é algo que intrinsecamente não deve ser objectivamente analisado. Mas como é que se é católico não acreditando em santos?

O Concílio de Trento reafirmou o culto aos Santos e à Virgem Maria e ainda é uma das bases do culto católico.

Acho estranho, embora aceite, claro, que se faça do catolicismo uma espécie de rodízio que cada crente apenas come do que quer. Na sua expressão básica, acreditar nos Santos é uma das características essenciais que distingue o catolicismo dos restantes cultos a Cristo.
 
acreditar nos santos significa acreditar que podemos orar uns pelos outros e que aqueles que já partiram podem interceder por nós

isso não implica ter de se aceitar as aparições de Fátima, pode ser-se católico e não se acreditar na veracidade das visões de fátima

de qualquer modo não é boa ciência afirmar taxativamente que toda e qualquer visão mística é uma alucinação, isso é fazer do texto do livro algo mais forte que a experiencia concreta, é supor que ocorra o que ocorrer tudo tem de encaixar na nossa ideia das coisas


em fatima então teríamos umas dezenas de milhares de pessoas com um episodio de alucinação, uma multitudinária alucinação coletiva, anunciada com uns meses de antecedência por Lúcia e Jacinta e na quase totalidade dos casos episodio único na vida daquelas pessoas

depois de fatima há ainda as visões posteriores exclusivas de Lucia
e depois há ainda todo o percurso e afirmações posteriores de Lúcia, a colagem do estado novo ao fenómeno de Fátima (hoje é mais a colagem ao "fenómeno" Ronaldo), etc
e aqui é que está o engulho
 
Peço desculpa se estiver a ser indelicado, porque a fé é algo que intrinsecamente não deve ser objectivamente analisado. Mas como é que se é católico não acreditando em santos?

O Concílio de Trento reafirmou o culto aos Santos e à Virgem Maria e ainda é uma das bases do culto católico.

Acho estranho, embora aceite, claro, que se faça do catolicismo uma espécie de rodízio que cada crente apenas come do que quer. Na sua expressão básica, acreditar nos Santos é uma das características essenciais que distingue o catolicismo dos restantes cultos a Cristo.
As aparições de Fátima não são um dogma de fé. Não é necessário acreditar nelas para ser católico, segundo o Vaticano.
 
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