Tópico Bentley - Apresentação novo Continental GT

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O site: Bentley Mulsanne, the all-new grand Bentley | www.Mulsanne.BentleyMotors.com

[br:)][br:)][br:)]
 
É impressão minha ou a Bentley está a ficar com uma gama enorme??

- Arnage
- Azure
- Brooklands
- Continental GT / GTC
- Flying Spur
- Mulsanne.........
:sh)

E que fabulosa gama[:cool:]

- Continental GT
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- Continental GT Speed
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- Continental GTC
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- Continental GTC Speed
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- Continental Supersports
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- Continental Flying Spur
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- Continental Flying Spur Speed
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- Arnage
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Última edição:
Não gostei da traseira, dá ideia de já ser um bocado datada, mas de resto parece-me muito elegante e com uma imagem tipicamente Bentley.
 
Considero, com toda a honestidade, a traseira a melhor parte do carro.

O pormenor da porta da mala é delicioso[br:)]

Eu digo q me parece datada pq me lembra imenso uns sedans americanos da década de 80 q tb tinham a bagageira pronunciada para fora da carroceria. É apenas uma referência visual [;)]
 
Algo desapontante, tendo em conta a abordagem evolucionária.

Este é a primeira grande berlina da Bentley desde os anos 30. Desde essa altura, os Bentley pouco mais foram que exercicios de badge engineering da Rolls Royce.

Seria de esperar, que agora, soltos dessas amarras, e depois do excelente Continental GT, dessem um salto maior, de modo a redefenir toda a linguagem/identidade da marca.

A RR fez um trabalho fenomenal de reinvenção. Foi às suas raízes, sem no entanto cair no retro, e goste-se ou não, o Phantom é um desenho memorável a diversos niveis.
Tem personalidade, não tenta ser "sporty", é a perfeita expressão visual do que deve ser um RR. Majestoso!

Este Bentley, parece ainda ter saído dos tempos do badge engineering. Quase que passava como um restyling do Arnage, apesar de ser algo totalmente novo.

Traz à baila muito do trabalho desenvolvido no Continental.
Sinceramente, estava à espera de algo mais distinto deste novo Mulsanne, que pretende atingir outro tipo de cliente.

Não deixa de ter aspectos interessantes. A linha de cintura, ou a aresta que define aquele ombro, é uma evolução do simples "friso" que definia a a lateral do Arnage, dando um pouco mais de músculo, como acontece no GT.

Os grandes faróis frontais, e devido à forma como foram executados, acabam por ser bons elementos identificativos. Também fiz logo essa associação do seu recheio a metralhadoras...[:D]
O que não resulta tão bem, são os grupos ópticos mais pequenos posicionados ao lado dos faróis principais.
Estão ali "esmagados" entre 2 arestas. Parecem ter um tamanho a mais, porque não existe ar entre os mesmos e essas arestas.
Talvez os tivesse feito mais pequenos (se possivel), ou então reposicionado-os.

O elemento do pára-choques que sobressai da frente, e onde se encontra a matricula, também não parece estar muito bem encaixado na carroçaria.
Faz lembrar soluções mais antigas, quando os párachoques eram elementos mais... proeminentes. Apenas adiciona mais umas quantas linhas desnecessariamente.

Mas é na traseira que poderá gerar-se o maior "buzz".
a tampa da bagageira definida por aquelas 2 superficies planas é uma solução invulgar, mas compreensivel.
É uma reinterpretação moderna de uma solução algo comum no desenho das bagageiras nos modelos pré-2ª Guerra, e que se prolongou em alguns modelos esporádicos nos anos 50 e 60.

Acaba por dar carácter a um carro, a meu ver, que fica algo estagnado no campo estilistico.

Neste pequeno segmento, fica entre a excelência do Phantom e a mediocridade do Maybach.

Não é um mau desenho, longe disso, apenas algo timido para o que se esperava.
 
Bentley Mulsanne 2011

1.080Nm a 1.800rpm
"Par de camión, a revoluciones casi casi de camión también. Eso es lo que nos ha dejado con la boca abierta al conocer las cifras del nuevo Mulsanne de Bentley. Vale que el aparato no es precisamente ligero, y por tanto, si miramos la relación par-potencia pierde algo de su encanto, pero no cabe duda que con más de 1.000 Nm de par, el Bentley será capaz de destrozar el asfalto si se lo propone seriamente.

El corazón de la bestia es un 6,75 litros V8 de 505 caballos, de nueva factura, con bloque en aluminio (si no ya pesaría por sí mismo casi como un Clio) y trae muchas novedades técnicas a la marca, como la variación de alzada y fase de las válvulas, el cigüeñal forjado o la desactivación selectiva de cilindros.

La potencia se sirve a las ruedas traseras de 265/45 R20 (opcionales en 265/40 R21) a través de una caja de ocho velocidades. No hay tracción total, pero con el peso que gravita sobre el eje trasero, se nos hace inimaginable ver a este coche perdiendo la compostura.

Y cuando toca parar la mole, tenemos los discos más grandes jamás montados en un coche de producción, unos carbonocerámicos de 420 mm de diámetro (el récord actual lo tenía, curiosamente, el Continental GT).

Con un equipo de audio OEM de 2.200 vatios (el más potente de serie en la producción mundial) y mil filigranas electrónicas, seguro que no te aburres dentro del impresionante interior. Vale, lo sé, cuesta más de lo que casi nadie pagaría por un coche, pero oye, sus clientes tiene, y seguro que salen contentos."

Fonte: autoblog
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1.020 Nm a 1.800 rpm!!

Par de camión, a revoluciones casi casi de camión también. Eso es lo que nos ha dejado con la boca abierta al conocer las cifras del nuevo Mulsanne de Bentley. Vale que el aparato no es precisamente ligero, y por tanto, si miramos la relación par-potencia pierde algo de su encanto, pero no cabe duda que con más de 1.000 Nm de par, el Bentley será capaz de destrozar el asfalto si se lo propone seriamente.

El corazón de la bestia es un 6,75 litros V8 de 505 caballos, de nueva factura, con bloque en aluminio (si no ya pesaría por sí mismo casi como un Clio) y trae muchas novedades técnicas a la marca, como la variación de alzada y fase de las válvulas, el cigüeñal forjado o la desactivación selectiva de cilindros.

La potencia se sirve a las ruedas traseras de 265/45 R20 (opcionales en 265/40 R21) a través de una caja de ocho velocidades. No hay tracción total, pero con el peso que gravita sobre el eje trasero, se nos hace inimaginable ver a este coche perdiendo la compostura.

Y cuando toca parar la mole, tenemos los discos más grandes jamás montados en un coche de producción, unos carbonocerámicos de 420 mm de diámetro (el récord actual lo tenía, curiosamente, el Continental GT).

Con un equipo de audio OEM de 2.200 vatios (el más potente de serie en la producción mundial) y mil filigranas electrónicas, seguro que no te aburres dentro del impresionante interior. Vale, lo sé, cuesta más de lo que casi nadie pagaría por un coche, pero oye, sus clientes tiene, y seguro que salen contentos.


autoblog

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