Tópico Cinéfilo v2.0

Os condenados de shawshank é um filme memorável, por acaso tive o privilégio de o ver no cinema quando saiu e ficou no meu top de preferências, com dois actores como o Morgan Freeman e o Tim Robins só poderia sair coisa boa!
 
Também fui ver o missão impossível e gostei bastante.

Destruir aquele M3 naquelas ruas deve ser uma adrenalina!

Quantos M 3 ele destruiu para fazer aquela cena?
 
Kajaki ( 2014 )

http://www.imdb.com/title/tt3622120/

Filme de guerra baseado em factos verídicos. Não tem acção propriamente dita ( tiroteios, combates, etc.), mas é muito bom. Por vezes previsível, mas com outras cenas de bastante tensão que nos transportam para dentro do filme, como se estivéssemos lá naquele preciso momento. Chamo a atenção para o grafismo de algumas cenas, não é para fracos de estômago.
 
Terror não é um género que me agrade particularmente mas achei esse serbian film muito fraco, aquilo é vontade gratuita de chocar é fazer cenas chocantes só porque sim, as cenas parecem ter caído de paraquedas no filme.

Parece-me ter feito sentido desde o inicio :confused: Se chamam de terror ou nao, achei horroroso, principalmente as cenas finais [:vm)]

Vistes a versao censurada?
 
"Mad Max: Fury Road voted best film of the year by the International Federation of Film Critics"

Dos que pude ver também o tenho como um dos melhores.

Os filmes votados foram exibidos desde 1 Julho de 2014.
 
"Mad Max: Fury Road voted best film of the year by the International Federation of Film Critics"

Dos que pude ver também o tenho como um dos melhores.

Os filmes votados foram exibidos desde 1 Julho de 2014.


Achei o Mad Max um filme completamente vazio de conteúdo, aquele argumento é uma treta.

Na lista dos nomeados estão o Stations of a Cross e Magical Girl que dão 15 a 0 ao Mad Max, mas lá está não tem correrias nem explosões mas deixam os espectadores a pensar o que pelos vistos não interessa para nada.
 
Last edited:



Entre os devaneios e os sonhos de uma cega, desenvolve-se o drama de uma mulher naquelas condições. Ela nunca sai do seu apartamento - apesar dos incentivos de um marido ausente e “workaholic” para que faça o contrário - mas os seus pensamentos e as suas histórias são sobretudo inspirados pelo que vem do exterior. Não será por acaso que ela passa grande parte do seu dia sentada junto a uma janela... No entanto, todas as realidades paralelas que ela vai criando no refúgio de sua casa reflectem, acima de tudo, os seus próprios sentimentos: a solidão, a insegurança, a reduzida auto-estima, o desejo, ou a falta dele.
Chega-se a um ponto em que se cria mais simpatia e carinho com as personagens que a rodeiam (ficcionadas ou reais) do que com a propria protagonista. Sobretudo quando percebemos que estamos só perante mais um caso de um casamento que caiu na rotina e entrou em ruptura. Uns dos sinais mais evidentes desse facto é quando a exploração da intimidade do outro já não se faz por qualquer indício de desejo, mas por suspeitas de infidelidade - como aquela cena em que ela, aproveitando o marido no banho, decide abrir o seu saco de desporto para cheirar a sua roupa.
Este “Blind”, do norueguês Eskil Vogt, é mais uma prova de que o cinema escandinavo está (muito) bem e recomenda-se.

 
Achei o Mad Max um filme completamente vazio de conteúdo, aquele argumento é uma treta.

Na lista dos nomeados estão o Stations of a Cross e Magical Girl que dão 15 a 0 ao Mad Max, mas lá está não tem correrias nem explosões mas deixam os espectadores a pensar o que pelos vistos não interessa para nada.

São opiniões, para mim é um momento de verdadeiro cinema.
 
Eu gostei bastante do Mad Max! Claro que não é um filme de conteúdos, nenhum dos "Mad Maxes" o é, mas que está bem feito, lá isso está!


Parece interessante
Também me cativou imenso! Se bem que a pontuação no IMDb (vale o que vale) já o manda um bocado cá para baixo: 7,1.
A ver!




Entre os devaneios e os sonhos de uma cega, desenvolve-se o drama de uma mulher naquelas condições. Ela nunca sai do seu apartamento - apesar dos incentivos de um marido ausente e “workaholic” para que faça o contrário - mas os seus pensamentos e as suas histórias são sobretudo inspirados pelo que vem do exterior. Não será por acaso que ela passa grande parte do seu dia sentada junto a uma janela... No entanto, todas as realidades paralelas que ela vai criando no refúgio de sua casa reflectem, acima de tudo, os seus próprios sentimentos: a solidão, a insegurança, a reduzida auto-estima, o desejo, ou a falta dele.
Chega-se a um ponto em que se cria mais simpatia e carinho com as personagens que a rodeiam (ficcionadas ou reais) do que com a propria protagonista. Sobretudo quando percebemos que estamos só perante mais um caso de um casamento que caiu na rotina e entrou em ruptura. Uns dos sinais mais evidentes desse facto é quando a exploração da intimidade do outro já não se faz por qualquer indício de desejo, mas por suspeitas de infidelidade - como aquela cena em que ela, aproveitando o marido no banho, decide abrir o seu saco de desporto para cheirar a sua roupa.
Este “Blind”, do norueguês Eskil Vogt, é mais uma prova de que o cinema escandinavo está (muito) bem e recomenda-se.

Mais um para a lista, que tu não costumas desiludir.[:D][;)]
 
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