Tópico das Carrinhas

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Nova família Energy

Renault Kangoo com motores desenvolvidos na Fórmula 1


A Renault introduziu novos motores diesel da família Energy, dCi 75 e dCi 90, na gama Kangoo, que permitem uma redução nos consumos e nas emissões. Os intervalos de manutenção, por sua vez, foram alargados para 40 mil quilómetros ou dois anos, o que permite baixar os custos de utilização em cerca de 14 por cento.


Os novos motores diesel Energy beneficiam da experiência tecnológica adquirida pela Renault na Fórmula 1 nos últimos 35 anos, designadamente através da introdução de novas tecnologias, desenvolvidas na alta competição e inéditas em veículos comerciais. Os motores Energy dCi 75 e dCi 90 possuem quatro cilindros, oito válvulas, uma cilindrada de 1.461 cc e sobrealimentação. Esta gama de propulsores diesel dispõem do sistema de recuperação de energia na desaceleração e travagem (Energy Smart Management) e do Stop & Start de última geração, que integra funções que têm como objetivo aumentar o conforto do condutor e passageiros, caso da manutenção em funcionamento da climatização, mesmo com o motor parado, uma vez que são alimentados diretamente por uma bateria onde é armazenada a energia recuperada. A recirculação a baixa pressão dos gases de escape (EGR), revestimento dos êmbolos de árvores de cames em DLC (Diamond-Like Carbon), injeção ANI (ângulo de injeção individualizado) são outras das novidades técnicas introduzidas nos motores Energy, que facilitam a sua adaptação às normas Euro 6.

Os motores diesel estão disponíveis nos níveis de potência de 75 e 90 cv, que, segundo a marca francesa, permitem obter um consumo médio no Kangoo de 4,4 l/100 km em ciclo misto NEDC, a que correspondem emissões de CO2 de apenas 115 g/km.

Paralelamente aos motores Energy, a gama Kangoo Express passou a contar com um conjunto de equipamentos que tornam a vida a bordo mais simpática. De série, todas as versões passam a incluir sensores de chuva e luminosidade, faróis de nevoeiro, rádio, retrovisores exteriores elétricos, porta-luvas fechado, jantes de 15 polegadas e proteções na parte interior da carroçaria.


Os novos motores já estão disponíveis em Portugal a partir de 17.480 euros para o Kangoo Express e 21.450 euros para o modelo de passageiros. As versões equipadas com os novos propulsores beneficiam da garantia integral de cinco anos ou 150 mil quilómetros.

 
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Até nove por cento

Opel Movano reduz consumos e emissões


A Opel disponibiliza novas versões do motor 2.3 CDTI, de origem, Renault que permitem reduzir os consumos e as emissões até nove por cento. As motorizações 2.3 CDTI de 100 e 125 cv estão associadas a uma caixa manual de seis velocidades.

As alterações introduzidas ao nível das bombas de óleo do motor e da direção, do óleo da caixa de velocidades e dos sistemas elétricos, a par de novos pneus de baixa resistência ao rolamento, foram determinantes para a redução de consumo de combustível e emissões de CO2 em toda a gama.

A Opel refere que nas versões do furgão de mercadorias com tração dianteira, a diminuição do consumo e das emissões pode chegar aos nove por cento em ambas as motorizações, com a versão L1H2 (chassis curto e teto médio) a registar apenas 7,8 l/100 km e 205 gr/km de CO2. Na variante mista de 9 lugares L1H1, também com tração à frente, a redução cifra-se em 7 por cento (7,2 l/100 km e 190 g/km de CO2) por comparação com o antecessor, em ambos os patamares de 100 e 125 cv de potência.

Em paralelo com as novas motorizações 2.3 CDTI, o Opel Movano passa a contar ainda com novos sistemas de informação e entretenimento, que incluem telefone mãos livres Bluetooth e conetividade USB para leitura de ficheiros de música MP3 armazenados em dispositivos portáteis, proporcionando melhorias significativas no capítulo do conforto e da segurança.

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Aquelas funcionalidades, às quais acresce ainda o controlo de leitores de MP3, estão disponíveis nos três sistemas R15, CD15 e CD35 que compõem a gama. Nas versões R 15 e CD15, a visualização das diversas funções é efetuada através de um ecrã situado no centro do tabliê, sendo a navegação efetuada pelo meio de teclas e um botão rotativo. Os modelos CD15 e CD35 contam ainda com comandos na coluna de direção, permitindo ao condutor manter as mãos no volante. A unidade topo de gama CD35 inclui também um ecrã suplementar, proporcionando ao condutor maior segurança e conforto sem ser necessário desviar a atenção da estrada, podendo a mesma ser associada em opção a um sistema de navegação TomTom com os mapas armazenados em cartão de memória SD.

No mercado português, a gama Movano estende-se por 101 versões, distribuídas por quatro comprimentos de chassis e três alturas diferentes, num total de 37 carroçarias. A oferta contempla três motores 2.3 CDTI com níveis de potência de 100 cv, 125 cv e 146 cv, acoplados a transmissões que podem ser de tração dianteira ou traseira, com rodado simples ou duplo. Os preços iniciam-se em 26.095 euros, na versão chassis cabine L2H1 3.5T 2.3 CDTI 125 cv.

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No mercado português

Mercedes lança comercial Citan em Novembro

A Mercedes-Benz Portugal vai lançar o novo comercial ligeiro Citan no próximo mês de novembro. O novo modelo, baseado na plataforma do Renault Kangoo, irá juntar-se ao Vito, ao Sprinter na gama de veículos comerciais ligeiros da marca alemã. Apesar de desenvolvido no âmbito da parceria com o construtor francês, o novo Citan tem um aspeto de Mercedes-Benz, por fora e por dentro.
Exteriormente parece um Mercedes-Benz Sprinter em ponto pequeno, designadamente na zona frontal, dominada pela grelha escura do radiador, que inclui em posição central a estrela de três pontas, como, de resto manda a tradição. Os grupos óticos são específicos e o capot em forma de seta com os seus rebordos claramente definidos contribuem para vincar o ADN da marca alemã. A tomada de ar trapezoidal no para-choques reforça o aspeto potente do Citan e trata-se de um elemento de estilo característico que pode ser encontrado em toda a gama, desde o Classe A de passageiros até ao novo Actros.


O novo modelo estará disponível em três versões: furgão de mercadorias, combi de passageiros e Mixto. A gama será proposta em igual número de variantes -- compacto, longo e extra-longo – que corresponde a comprimentos exteriores de 3,94 metros, 4,32 metros e 4,71 metros. O compartimento de carga disponibiliza comprimentos internos de 1,36 metros, 1,75 metros e 2,13 metros, dando origem a volumes de carga de 2,4 m3, 3,1 m3 e 3,8 m3. Dependendo do comprimento e peso bruto, a capacidade de carga é de 500 kg no Citan Compact, 650 kg no longo e 800 kg no longo com suspensão reforçada e no extra-longo. O acesso ao compartimento de carga pode realizar-se através de uma ou duas portas laterais deslizantes ou por duas portas traseiras assimétricas de batente. As versões Compact e Longa também estão disponíveis com abertura superior junto à porta traseira para transporte de objetos mais longos.

O Mercedes-Benz Citan será comercializado com o motor diesel “common rail” de 1.461 cc que está disponível em três níveis de potência: 75 cv (108CDI), 90 cv (109 CDI) e 110 cv (111 CDI). As duas primeiras variantes recebem uma caixa manual de cinco velocidades e a última de seis. Este modelo também estará disponível com tecnologia BlueEfficiency, que inclui função “Eco start/stop”, a qual desliga o motor sempre que o veículo se encontra em ponto morto e a velocidade é inferior a 4 km/h. O motor volta a ligar mal o veículo volte a rolar ou o condutor coloque o pé no pedal de embraiagem. O consumo anunciado para o Citan 108 CDI BlueEfficiency e 109 CDI BlueEfficiency é de 4,3 l/100 km.


O equipamento de série inclui sistema de anti-bloqueio das rodas, distribuição eletrónica da força de travagem, assistência hidráulica à travagem e auxiliar de arranque em subida. Em termos de preços, o Mercedes-Benz Citan irá posicionar-se acima do Renault Kangoo e ligeiramente abaixo do Volkswagen Caddy.


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por: Carlos Moura

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No Salão de Hannover

Peugeot e Citroën lançam pequenos furgões elétricos

O Grupo PSA Peugeot Citroën vai apresentar um novo veículo comercial elétrico que se destina a concorrer com o Renault Kangoo ZE. Direcionados para os clientes profissionais, os novos Citroën Berlingo Electric e Peugeot Partner Electric irão ser apresentados no Salão de Veículos Comerciais de Hannover. As novas propostas mantêm todas as outras caraterísticas das respetivas gamas, oferecendo um volume de carga até 4,1 m3 e uma capacidade de carga de 675 kg.

A marca Citroën, recorde-se, já tem uma tradição de 20 anos na produção de veículos elétricos, incluindo o C15, C25 e a primeira geração do Berlingo. Os novos produtos deverão entrar em comercialização no segundo trimestre de 2013.


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Boas, alguém sabe se esta Hiace se vende por cá? Tinha ideia que não, todavia, disseram-me que viram umas quantas na Salvador Caetano...
 
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Chega no segundo semestre 2013


Toyota vai substituir Hiace pela ProAce


A Toyota vai introduzir um novo veículo comercial ligeiro médio, denominando ProAce, que virá substituir o atual Hiace, um modelo já com 15 anos de existência e que conta com motores que deixarão de cumprir as normas ambientais europeias. O Toyota ProAce foi desenvolvido no âmbito de uma parceria com o grupo francês PSA Peugeot Citroën e será produzido na fábrica de Sével-Nord, perto de Valenciennes, em França. O novo veículo inclui detalhes específicos da Toyota como a grelha, as jantes, o interior e as portas traseiras.


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Tal como os modelos Citroën Jumpy e Peugeot Expert, o Toyota Hiace será proposto em duas distâncias entre-eixos – curto (3.000 mm) e longo (3.122 mm) – que permitem a disponibilização de dois comprimentos totais (4.805 mm e 5.135 mm), e duas alturas de teto (1.942 mm e 2.276 mm). O comprimento do compartimento de carga é de 2.254 mm e 2.584 mm, o que em combinação com as alturas de teto permite oferecer três volumes úteis de carga para o furgão: 5,0 m3, 6,0 m3 e 7,0 m3. A capacidade de carga é de 1.000 ou 1.200 kg.


Em termos mecânicos estarão disponíveis dois motores diesel Euro 5: 1.6 com 94 cv; 2.0 com 128 ou 163 cv. Todas as motorizações recebem um sistema de “controlo de voltagem” que tem como função gerir a carga da bateria pelo alternador, reduzindo a carga no motor sempre que possível para melhorar o consumo de combustível. A primeira motorização tem associada uma caixa manual de cinco velocidades, enquanto as restantes duas contam com transmissão de seis relações. Com um depósito para 80 litros de gasóleo, a Toyota anuncia uma autonomia até 1.250 km.


O novo comercial ligeiro médio da marca japonesa irá ser comercializado no segundo semestre de 2013 e o equipamento de série incluirá luzes de circulação diurna, controlo de estabilidade, sistema de antibloqueio das rodas (ABS) com distribuição eletrónica da força de travagem (EBD), luzes de nevoeiro, airbag passageiro, coluna de direção ajustável, vidros elétricos, fecho central de portas com telecomando, porta deslizante lateral.


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por: Carlos Moura


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será que é esta que vai deixar de ser produzida em Espanha para ser produzida numa nova fábrica a ser construida nesse país onde nacionalizam tudo chamado Argentina??????
 
será que é esta que vai deixar de ser produzida em Espanha para ser produzida numa nova fábrica a ser construida nesse país onde nacionalizam tudo chamado Argentina??????
Não faço ideia... as informações que recolhi estão na página anterior.

Mas penso que não terá base Renault... penso que será o modelo actual com algumas alterações, sendo uma delas a subida da frente, tal como vai suceder na nova Sprinter.


As viaturas de testes antes de andarem camufladas.


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