Até há mt pouco tempo eu andava diaramente mesmo muito de transportes publicos, uns 100 KM, 2 linhas da CP, 2 linhas do metro, mas de facto há mts anos que nao ando de autocarros.
Mas e porque este topico adora reparar nas cores, mais que nas situações em si, sim, o que eu via ( vale o que vale, dependerá mt de cada zona ) era por ex no metro, os pretos à hora de ponta é um vê se te avias....parece que estão com pressa para tudo. E estão mesmo ! muitos deles eu via a atropelarem-se para entrar nas carruagens na linha verde no CSodre, tudo para ir na 1ª e 2ª carruagens forçosamente...enfim. E iam mesmo com pressa pa caçar ligações fluviais depois no terreiro do paço por ex.
Era tudo malta de trabalho, mochila as costas, muitos com fardas e roupas das obras, etc, mas sem duvida que pra eles o mundo parece que vai acabar...
Ainda sobre monhes ou indostanicos ou o que queiram chamar, eu vivo com muitos deles à volta, mas isto n é guetto, eles estão espalhados entre o resto de tugas que sao a maioria, juntamente com zucas, é casa-trabalho-casa, e n fazem mal a uma mosca, isso até poderia servir pa formar 1 opiniao mas como referi acima, depende das zonas.
Os meus pais vão muito a LX centro ( eu só passava la no metro ) e eles conhecem a cidade hà décadas e queixam-se que aquilo está mt descaracterizado, MMoniz, e afins, bue gente mal amanhada, tudo a cheirar mal, enfm, e logo por aqui se vê que cada caso é um caso e tudo o que é guettização seja em bairros sociais seja os vale formosos da vida, vai dar smp problemas.
Agora se me perguntarem se noto diferenças mesmo nos monhes que é casa-trabalho-casa face aos que via há 30 anos nos autocarros nas periferias de LX para o centro da capital, ai noto e bem. Maneira de vestir, maneira de falar, a forma como olham as pessoas etc. Tudo para melhor, claro, na geração de há 30 anos, que mais que geração, deve ter a ver com o extracto social da origem.