Tópico do crime

https://observador.pt/2024/12/21/ciclista-morre-em-atropelamento-e-fuga-em-lisboa/

Atropela um ciclista de forma fatal, não só não presta auxílio como se põe em fuga, apresenta-se horas mais tarde na esquadra ainda com álcool no sangue e mesmo assim fica em liberdade. A vida humana vale muito pouco em Portugal.



A nata da sociedade tuga.[:vm)]

Eu já levei uma pancada por trás, dentro da cidade aí por volta de umas 16h da tarde, eu estava parado dentro do carro e o tipo nem travou... estava com 2,7 de álcool no sangue...

Daqui dá para ver se ele tivesse apanhado um ciclista.

Lembro-me que na semana seguinte calhei a vê-lo a conduzir outro carro dentro da cidade...

Regras, leis? O que é isso?
 
https://observador.pt/2024/12/21/ciclista-morre-em-atropelamento-e-fuga-em-lisboa/

Atropela um ciclista de forma fatal, não só não presta auxílio como se põe em fuga, apresenta-se horas mais tarde na esquadra ainda com álcool no sangue e mesmo assim fica em liberdade. A vida humana vale muito pouco em Portugal.



A nata da sociedade tuga.[:vm)]

Aqui na terra há uns anos houve caso parecido. O beberranas que matou um motociclista apanhou uma pena suspensa.

Em portugal matar fica barato porque os nossos politicos preferem construir estadios de futebol em vez de prisoes.
 
A suposta tentativa de fuga da cadeia de Coimbra veio pôr a nu como os nossos serviços prisionais ainda estão no século XX. As máfias internacionais estão a borrifar-se para a reinserção social, pois sonham em fugir das cadeias para voltar ao crime. Tão simples como isso.

A notícia tem duas leituras possíveis no imediato, mas existe uma terceira, talvez a mais pertinente. Foi noticiado que a cadeia de Coimbra, através de um telefonema anónimo, descobriu que elementos do Primeiro Comando Capital (PCC) – a máfia brasileira – se preparavam para dizer adeus aos seus ‘aposentos’. «Não chegou a acontecer a tentativa de evasão porque nós detetámos, através do sistema de informação e segurança, que funcionou, que havia seis indivíduos que pertencem ao Primeiro Comando Capital (PCC) do Brasil, que estão lá presos, que iriam [no sábado] tentar fugir da cadeia de Coimbra», segundo contou, à Lusa, Frederico Morais, presidente do Sindicato do Corpo da Guarda Prisional.

O mesmo dirigente acrescentou que foram mobilizados 30 guardas prisionais que estavam de folga ou de férias, tendo também sido destacada uma equipa do Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP), «procedimento proposto por análise de acontecimento pela Direção de Serviços de Segurança e exclusivamente autorizado pelo diretor-geral da DGRSP».

O Governo, pelos vistos, achou a história meio hilariante, e a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) emitiu um comunicado onde concluía que é falso que «a alegada fuga tenha sido detetada ou impedida pelos guardas prisionais; Que todos os reclusos em causa pertençam ao Primeiro Comando Capital (PCC) do Brasil; Que tenha havido qualquer intervenção dos Serviço de Informações e Segurança (SIS)».

A DGRSP acrescentava ainda que «está em curso o apuramento de eventuais responsabilidades (disciplinares ou criminais) sobre os factos causadores do alarme social e da perturbação no funcionamento do Estabelecimento Prisional de Coimbra».

Como é óbvio, para quem leia atentamente o comunicado, a DGRSP diz aquilo que não queria dizer, pois se afirma que é falso «que todos os reclusos em causa pertençam ao PCC do Brasil», é porque, de facto, existe um grupo de reclusos que queria fugir.

Mas vamos agora à terceira leitura, que não anula as duas anteriores – só um burro com ideias próprias é que pode achar isso. O que este acontecimento veio pôr a nu é que o sistema prisional português vive no passado e acha que os ‘bandidos’, usando uma linguagem da imprensa brasileira, estão interessados na reinserção social.

Nas cadeias portuguesas não faltam criminosos internacionais perigosos, que tudo farão para fugir das prisões para continuarem a cometer crimes. Qualquer elemento do PCC que o consiga, passa automaticamente a ser considerado herói pela cúpula da organização. Da mesma forma que um doente sonha ter alta do hospital, um prisioneiro afeto às máfias internacionais sonha com a fuga. E as prisões portuguesas não estão preparadas para este novo fenómeno e é bom que alguém acorde para a nova realidade.

Vamos imaginar que os supostos ‘fugitivos’ conseguiam sair da cadeia, misturando-se de imediato com a população de Coimbra. Como seriam descobertos? E se houvesse tiros? Faz algum sentido nos dias de hoje existirem cadeias no centro de cidades? Parece-me que não.

As cadeias são o fim da linha da criminalidade, supostamente quem comete crimes ‘paga’ com estadas na prisão. Mas se defendo que os novos tempos exigem novas medidas para o funcionamento das cadeias, também acho que, nesta nova realidade da globalização, será necessário repensar a célebre história de que é preferível ‘deixar’ 100 culpados à solta do que incriminar um inocente.

Os inocentes têm sempre de ser defendidos, ninguém pode pagar pelo que não fez, mas não podemos continuar a ‘permitir’ que os 100 culpados continuem à solta.

Não vá espalhar-se pelo mundo fora que em Portugal as cadeias não têm paredes ou que as penas são coisas para ‘meninos’. Quem quiser ver o problema pelo prisma ideológico continuará a caminhar em direção ao abismo…

Criminalidade: o pior cego é o que não quer ver (sapo.pt)

Percepções.​
 
Traído pela tatuagem na cara e pela roupa: Quem é o jovem que assaltou uma ourivesaria à mão armada em Benfica

"Tem 19 anos e cadastro em Portugal e no Brasil.

A tatuagem junto ao olho direito não o deixou passar despercebido. O jovem brasileiro de 19 anos, que entrou armado numa ourivesaria em Benfica, em Lisboa, esta sexta-feira para cometer um assalto, foi apanhado pela PSP numa das ruas adjacentes ao local do crime pouco tempo depois do alerta, traído pela marca no rosto e pela roupa.

O assaltante vive na Margem Sul e tem cadastro em Portugal e no Brasil. Foi detido com o mesmo vestuário usado para cometer o crime: casaco azul com capuz escuro e umas calças de fato de treino claras. O roubo ocorreu por volta das 11h10. O jovem entrou na ourivesaria Bim Bam e agrediu a proprietária deixando-a desmaiada. Partiu os vidros das montras e roubou todas as joias. O proprietário de uma loja vizinha ouviu barulho e correu em auxílio da vítima, tendo sido também agredido.

A arma e o produto do roubo não foram encontrados e a PSP acredita que o suspeito os tenha ocultado depois de se aperceber que estava montada uma caça ao homem.​"


https://www.cmjornal.pt/portugal/de...altou-uma-ourivesaria-a-mao-armada-em-benfica
 
PSP de folga esfaqueado por menor em bar de Chaves

"(...)A ocorrência teve lugar pelas 03h20, no bar ‘Cavalo Cansado’, situado na Alameda Tabolado, em Chaves. O agente, ao aperceber-se dos distúrbios causados pelo trio de suspeitos, já referenciado pela autoria de desordens na zona, identificou-se como elemento policial. Foi de imediato agredido, e atacado com uma faca de cozinha pelos três civis.(...)"


https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/psp-de-folga-esfaqueado-por-menor-em-bar-de-chaves
 
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​Jornalistas, camaradas e seguranças(?), percepções, percepções, está em voga esta palavra de facto...
 
O que se terá passado neste caso? Porque motivo terá sido ameaçado desta forma?

Grupo ameaça homem a passear cão. Elementos foram detidos com arsenal de armas de fogo

"A queixa de um homem, que foi ameaçado com armas de fogo por um grupo enquanto passeava o cão, no sábado à noite, na zona de bares do Parque das Nações, em Lisboa, levou a PSP a intervir, e deter sete homens. Na posse dos suspeitos estava um verdadeiro arsenal de armas de fogo, armas brancas e munições."


https://www.cmjornal.pt/portugal/de...os-foram-detidos-com-arsenal-de-armas-de-fogo
 
Curiosamente...ou não noticiado pelos "preocupados".
agente já se encontra em recuperação após intervenção em desacatos de grupo num jantar.
Talvez o mediador politico preocupado vindo do meio dos vândalos da bola tenha uma ventura sobre.....
https://observador.pt/2024/12/22/de...ra-envolveram-membros-da-claque-no-name-boys/

Nem sequer percebo os "preocupados" que omitem isto, fico na duvida se relamente são preocupados com os agentes de segurança ou apenas "preocupados".
coitado do agente da psp que não serve para a retórica, a ser atacado que seja por.......
 
As "máfias" à porta dos restaurantes. Como se organizam os estafetas para recolher mais pedidos — e impedem outros de trabalhar

​Rixa que aconteceu em agosto trouxe às autoridades uma nova realidade: luta pelo território da distribuição de refeições. Há "máfias" nos pontos de recolha que ameaçam e agridem quem chega.



Facas, capacetes e chaves que servem para mudar pneus. Na noite de 31 de agosto deste ano, à porta do centro comercial Vasco da Gama, em Lisboa, todos os objetos que estavam à mão de vários estafetas de entrega de comida foram utilizados para agredir outros trabalhadores das plataformas de transporte de refeições. Segundo a PSP, nunca tinha sido registado um caso tão violento de agressões entre estafetas14 suspeitos foram identificados esta semana —, mas os desacatos têm acontecido em vários pontos da zona de Lisboa, com relatos de ameaças, pneus furados e motas riscadas. Tudo para afastar a concorrência e para lutar pelo território dos pontos de recolha.

Quando a PSP chegou ao centro comercial Vasco da Gama, entre as 19h e as 20h — período em que o número de pedidos de entrega de comida habitualmente sobe — encontrou várias pessoas feridas. Algumas foram assistidas naquele local e quatro tiveram mesmo de ser transportadas para o hospital. “O cenário não foi grave no quadro final, mas as agressões teriam essa capacidade”, explicou fonte da unidade de investigação da PSP ao Observador, referindo-se às armas brancas utilizadas.

“Há máfias dos pontos de recolha onde há muitos pedidos”


Este episódio de violência que aconteceu na zona do Parque das Nações, praticamente no final do verão, teve como ponto de partida várias ameaças. Um grupo de trabalhadores que estava perto do centro comercial e que esperava pelos alertas dos restaurantes para recolha de pedidos tentou afastar os estafetas que iam chegando ao mesmo sítio, ameaçando-os. Como aqueles que foram ameaçados não quiseram ir embora, acabaram por ser agredidos.

O relato foi feito pelas vítimas à PSP, que conseguiu perceber durante a investigação que esta tinha sido a causa da rixa. Mas este não é caso único. Dos cerca de 50 mil estafetas de entrega de refeições inscritos nas várias aplicações que existem, muitos já viram ou foram alvo de ameaças ou agressões por parte de outros colegas.

Isto acontece, explicaram os estafetas que falaram com o Observador, por causa dos pontos definidos pelos restaurantes nas aplicações para fazer as entregas das encomendas — muitas vezes a 200 ou 300 metros do restaurante. Quem estiver junto àquele ponto tem prioridade na distribuição dos pedidos, por uma questão de proximidade. Os pedidos só começam a ser distribuídos por quem está afastado dos tais pontos quando não há nenhum estafeta disponível nesses pontos — ou porque está fora a fazer uma entrega, ou porque não aceitou o pedido, que acontece muitas vezes quando as entregas são de valor muito baixo.

Só quem está no sítio definido é que recebe os alertas no seu telemóvel e os pedidos só começam a ser distribuídos por quem está afastado dos tais pontos quando não há nenhum estafeta disponível nesses pontos. Siga-nos no Instagram

O método de distribuição das encomendas reflete-se naquilo que se tem visto, e vê cada vez mais, pelas ruas da capital: zonas em que se concentram dezenas de estafetas. E isto acontece sobretudo perto de locais como centros comerciais, dark kitchens, ou cozinhas fantasma, que fazem refeições de vários restaurantes e ainda de restaurantes como o KFC e o McDonald’s.

E com a concentração de muitos estafetas no mesmo ponto, começaram a surgir “as máfias dos pontos de recolha”, como definiram vários estafetas ao Observador. Estas “máfias” são, no fundo, grupos que se formam em cada um dos pontos, cujo objetivo é impedir a aproximação de novos trabalhadores, para que os pedidos sejam distribuídos sempre pelos mesmos. Quem não consegue entrar nesses grupos fica obrigado a manter-se mais longe dos pontos e entregue à sorte de nenhum estafeta do ponto querer um pedido. “Há máfias dos pontos de recolha onde há muitos pedidos”, acrescentou um dos estafetas. Número limite de estafetas por pontos, motas riscadas e pneus furados


Apesar de este cenário se multiplicar pela grande Lisboa, os grupos, explicou também quem trabalha todos os dias nas entregas de refeições, não estão relacionados uns com os outros. Não há uma “máfia” centralizada, mas sim uma “máfia” que nasce em cada um dos pontos de recolha, motivada pela necessidade de afastar a concorrência. E também não é uma “máfia” relacionada com uma nacionalidade: “Há grupos de portugueses, grupos de brasileiros, grupos de paquistaneses, depende do sítio.”

Certo é que, ainda que sem relação entre si, as regras que impõem acabam por ser muito semelhantes. “Cada ponto tem as suas regras e as suas leis. Se não cumprir, corre o risco de apanhar muito”, sublinhou um dos estafetas. Uma das regras apontadas é precisamente a de vedar a entrada a novos estafetas e acontece em vários pontos existir um número limite de estafetas. “No McDonald’s das Mercês e de Mem Martins, só podem estar 18 estafetas, não deixam entrar mais no ponto”, acrescentou o mesmo trabalhador. Caso alguém queira entregar refeições destes dois restaurantes e fique impedido de entrar no ponto, tem de ficar mais afastado.

"Cada ponto tem as suas regras e as suas leis. Se não cumprir, corre o risco de apanhar muito. No McDonald’s das Mercês e de Mem Martins, só podem estar 18 estafetas, não deixam entrar mais no ponto", contou um dos estafetas. Instale a App do Observador

“Quando uma pessoa quer ir para o ponto, eles intimidam. Se a pessoa não tiver respeito, eles partem para a agressão“, disse outro estafeta, que garantiu já ter sido ameaçado várias vezes e ter visto agressões entre trabalhadores. Se alguém não cumprir as regras definidas por quem já conseguiu dominar o território de determinado ponto, as hipóteses são várias e repetem-se pelos pontos: “Já vi motas partidas, motas riscadas, pneus furados, tudo para afastar as pessoas”.

E outro estafeta acrescentou: “Já me partiram o vidro da frente do carro, porque às vezes uso carro. Já vi amassarem as motas. As pessoas transformam-se em leões famintos.” PSP viu matrículas das motas nas câmaras de vigilância e seguiu estafetas até casa

Esta “máfia dos pontos de recolha” ficou visível para quem não conhece esta realidade com o caso do Parque das Nações e serviu também para ficar no radar das autoridades, que agora têm já registo da existência destes grupos e noção da violência que pode resultar. Aliás, a investigação da PSP começou por aqui, ao perceber que se tratava de uma rixa e quais os motivos, que foram adiantados pelas várias vítimas.

Como os suspeitos fugiram do local, a PSP não conseguiu identificá-los logo e, por isso, teve consultar as câmaras de videovigilância para recuperar o momento dos desacatos. Nas imagens, os agentes conseguiram identificar os agressores, ver as matrículas das motas de cada um deles e chegar às respetivas identidades.

Depois desta identificação, começou o trabalho no terreno, através do acompanhamento de todos os passos destes suspeitos. Um dos trajetos que a unidade de investigação da PSP acompanhou foi o caminho até casa, o que permitiu pedir ao Ministério Público a emissão de dois mandados de busca, que foram cumpridos na passada segunda-feira.

Esta "máfia dos pontos de recolha" ficou visível para quem não conhece esta realidade com o caso do Parque das Nações e serviu também para ficar no radar das autoridades.

As buscas resultaram na identificação de 14 suspeitos, mas há ainda outro ponto que foi descoberto pelos agentes quando entraram nas casas dos suspeitos e que é, afinal, o reflexo das condições em que vivem muitos estafetas de entrega de comida: a sobrelotação. “Percebemos que a residência tinha uma tipologia que foi alterada e que não suportava o número de pessoas que estaria naquela casa“, explicou fonte ligada à investigação, que acrescentou ainda que estas informações foram enviadas para as entidades competentes — juntas de freguesia e câmaras municipais.

Até agora, as agressões que aconteceram no Parque das Nações são o único caso grave relacionado com “as máfias dos pontos de recolha”, havendo registo de “casos pontuais” em vários pontos da Grande Lisboa. “Mas nunca com estas dimensões”, sublinhou a PSP.

O inquérito aberto por ofensas à integridade física continua a decorrer e, ao Observador, fonte oficial da Uber referiu apenas, em resposta às várias questões relacionadas com os grupos que existem nos pontos de recolha, que condena “veemente qualquer violação da lei”. “Sempre que algum utilizador incorre no incumprimento da lei, ao pôr em causa a segurança e ordem públicas, colaboramos prontamente com as autoridades em todas as investigações e tomamos as devidas diligências relativamente às contas destes utilizadores, sejam de estafetas, motoristas, parceiros ou consumidores”, acrescentou.

Artigo editado às 19h40 do dia 23 de dezembro com uma correção: ao contrário do que era dito na versão original, os estafetas não são obrigados a ficar imóveis num determinado ponto de recolha. O critério usado pelas plataformas de entrega é o da proximidade a cada ponto de recolha definido pelos restaurantes.
 
Aproveitar que hije não estão por cá, para voa mostrar a sala de espera dos Glovos desta vida. Local onde já por, pelo menos, duas vezes a PSP teve de intervir.

Aonde é que andam os sindicatos e partidos defensores da importação de MO barata e miséria? :sh)

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Aproveitar que hije não estão por cá, para voa mostrar a sala de espera dos Glovos desta vida. Local onde já por, pelo menos, duas vezes a PSP teve de intervir.

Aonde é que andam os sindicatos e partidos defensores da importação de MO barata e miséria? :sh)

É isto que a esquerda têm para oferecer aos convidados!
 
Algumas das notícias de hoje...

Criança de 10 anos participa em assalto a estafeta na Amadora. Vítima foi ameaçada com arma de fogo e catana

https://www.cmjornal.pt/portugal/de...vitima-foi-ameacada-com-arma-de-fogo-e-catana

Disparam contra multidão a partir de carro em andamento na Cova da Moura

"Dois homens atingidos por disparos quando estavam junto a um café na Cova da Moura. Terceira vítima surgiu, com ferimento de uma facada, na urgência do Hospital Amadora-Sintra.

​Três homens sofreram esta quinta-feira ferimentos graves, em mais um episódio de crime violento no Bairro da Cova da Moura, na Amadora. Disparos de arma de fogo, feitos a partir de um carro em andamento, feriram dois homens numa multidão, junto a um café do bairro.(...)"


https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/disparam-contra-multidao-a-partir-de-carro-em-andamento

Encapuzados armados espancam transeunte em assalto junto à estação da CP de Carcavelos

"Homem atacado junto à estação da CP. Foi agredido e teve uma pistola encostada ao corpo. Foi forçado a entregar os bens pessoais aos ladrões.(...)"


https://www.cmjornal.pt/portugal/de...-espancam-transeunte-em-assalto-em-carcavelos
 
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