jfangio
Suspenso
Para esclarecer quem possa não saber, até porque está aqui no meu entender a maior entropia da imigração.
NÃO é possível viver de subsídios mal se chega a Portugal, isso não existe, nem com corrupção. Depois de cá estarem legais, funciona como para qualquer Português de gema.
Depois falaram do SEE e da PSI.
SEE é para crianças e para pagar terapias, se não as pagarem não recebem (não dá para viver portanto).
PSI é para pessoas com deficiência e incapacidade superior a 60%, só o podem pedir depois de legalizados, teorizando que têm alguém que os legaliza antes de chegarem, quando forem solicitar esta pensão (NÃO É UM SUBSÍDIO) serão sujeitos a uma junta médica, que está a demorar mais de 1 ano.
O que conseguem logo que chegam é aceder aos serviços públicos, creches, escolas, P1 para todo o tipo de terapias, hospitais, etc. Que é o que está a causar a entropia pois este serviço público não foi desenhado para a quantidade de crianças que está a chegar com problemas de saúde, o que invariavelmente deixa muita gente de fora.
NÃO é possível viver de subsídios mal se chega a Portugal, isso não existe, nem com corrupção. Depois de cá estarem legais, funciona como para qualquer Português de gema.
Depois falaram do SEE e da PSI.
SEE é para crianças e para pagar terapias, se não as pagarem não recebem (não dá para viver portanto).
PSI é para pessoas com deficiência e incapacidade superior a 60%, só o podem pedir depois de legalizados, teorizando que têm alguém que os legaliza antes de chegarem, quando forem solicitar esta pensão (NÃO É UM SUBSÍDIO) serão sujeitos a uma junta médica, que está a demorar mais de 1 ano.
O que conseguem logo que chegam é aceder aos serviços públicos, creches, escolas, P1 para todo o tipo de terapias, hospitais, etc. Que é o que está a causar a entropia pois este serviço público não foi desenhado para a quantidade de crianças que está a chegar com problemas de saúde, o que invariavelmente deixa muita gente de fora.

