RuiDCruz
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Retirado do Lifecooler. Já há algum tempo que andava para abrir um tópico subordinado ao tema mas só me lembrei agora. 
Geocaching
Em busca da "cache" perdida...
Paula Oliveira Silva 2005-03-01
"Pense num sítio, um lugar escondido ou à vista de toda a gente. Pode ser na cidade ou longe dela, uma montanha, um vale, uma planície. Esconda um tesouro ("cache"), que mais não é que uma caixa fechada e à prova de água (costuma aconselhar-se um tupperware) contendo um objecto que servirá de prémio e para troca.
Coloque ainda um caderno ("log book"), uma espécie de diário de navegação onde os descobridores deverão registar a sua comparência nesta aventura, o que trouxeram como recordação e aquilo que em troca, lá deixaram. E, muito importante, uma mensagem ("stash note") a explicar a quem a encontrar por acaso, que deixe tudo como estava pois trata-se de um jogo.
Publique as coordenadas (latitude e longitude) no site que mais abaixo lhe indicamos, conjuntamente com outras informações sobre o local do esconderijo e espere que alguém o descubra.
Já lhe chamaram jogo, desporto, aventura e até passatempo. E na verdade o geochaching é um pouco de tudo isso. Graças aos satélites que circundam a terra não há pedaço deste planeta sem endereço que não seja descodificado pelo Global Positionating System vulgo GPS. É a orientação que vai estar posta à prova, bem como o contacto com a Natureza que sai quase sempre beneficiado. Um dos objectivos passa precisamente por dar a conhecer sítios de rara beleza divulgados depois na internet. No entanto, entre o material indispensável ao geocacher deverá constar um saco de plástico que trará de volta o lixo. Uma preocupação ecológica impressa na máxima “cache in, trash out”.
A moda começou nos Estados Unidos nos anos 90 com a abertura do serviço GPS aos civis. Veio de certa forma, substituir o mapa do tesouro cujo local exacto era assinalado com um x, embora aqui o mais importante seja a busca.
Para cerca de três centenas de portugueses é já a principal actividade de lazer de fim-de-semana, um rally paper dos tempos modernos onde a velha tradição da orientação, as caminhadas e os percursos culturais e turísticos ganham cada vez mais adeptos. Mas para tal é preciso ser-se membro (os geocachers portugueses têm casa própria, o site www.geocaching-pt.net) e possuir um aparelho receptor. Por cerca de 100 euros já se compra um instrumento destes.
O portal deverá ainda indicar a data em que a "cache" foi colocada, o grau de dificuldade do terreno e o equipamento necessário a uma expedição destas. E para não se instalar a monotonia já existem variações ao tema. O "multi-cache" necessita de uma visita a algum ou alguns pontos intermédios para assim se chegar às coordenadas da cache final. A "cache-mistério" exige que se descubra um puzzle para assim a encontrar e a "cache virtual" é tão simplesmente um local de interesse paisagístico ou um monumento pesado em carga histórica que justifique o tempo investido.
São mais de 200 os países aderentes. Em Portugal existem 248 "caches" activas e a vizinha Espanha (por onde nos podemos espalhar mais um pouco) já chegou ao número 506. Para caçadas internacionais visite o site oficial www.geocaching.com.
Uma boa desculpa para conhecer Portugal, o Deserto ou inclusivamente a Antárctida."
Para mim, um óptimo pretexto para TT turístico.
Geocaching
Em busca da "cache" perdida...
Paula Oliveira Silva 2005-03-01
"Pense num sítio, um lugar escondido ou à vista de toda a gente. Pode ser na cidade ou longe dela, uma montanha, um vale, uma planície. Esconda um tesouro ("cache"), que mais não é que uma caixa fechada e à prova de água (costuma aconselhar-se um tupperware) contendo um objecto que servirá de prémio e para troca.
Coloque ainda um caderno ("log book"), uma espécie de diário de navegação onde os descobridores deverão registar a sua comparência nesta aventura, o que trouxeram como recordação e aquilo que em troca, lá deixaram. E, muito importante, uma mensagem ("stash note") a explicar a quem a encontrar por acaso, que deixe tudo como estava pois trata-se de um jogo.
Publique as coordenadas (latitude e longitude) no site que mais abaixo lhe indicamos, conjuntamente com outras informações sobre o local do esconderijo e espere que alguém o descubra.
Já lhe chamaram jogo, desporto, aventura e até passatempo. E na verdade o geochaching é um pouco de tudo isso. Graças aos satélites que circundam a terra não há pedaço deste planeta sem endereço que não seja descodificado pelo Global Positionating System vulgo GPS. É a orientação que vai estar posta à prova, bem como o contacto com a Natureza que sai quase sempre beneficiado. Um dos objectivos passa precisamente por dar a conhecer sítios de rara beleza divulgados depois na internet. No entanto, entre o material indispensável ao geocacher deverá constar um saco de plástico que trará de volta o lixo. Uma preocupação ecológica impressa na máxima “cache in, trash out”.
A moda começou nos Estados Unidos nos anos 90 com a abertura do serviço GPS aos civis. Veio de certa forma, substituir o mapa do tesouro cujo local exacto era assinalado com um x, embora aqui o mais importante seja a busca.
Para cerca de três centenas de portugueses é já a principal actividade de lazer de fim-de-semana, um rally paper dos tempos modernos onde a velha tradição da orientação, as caminhadas e os percursos culturais e turísticos ganham cada vez mais adeptos. Mas para tal é preciso ser-se membro (os geocachers portugueses têm casa própria, o site www.geocaching-pt.net) e possuir um aparelho receptor. Por cerca de 100 euros já se compra um instrumento destes.
O portal deverá ainda indicar a data em que a "cache" foi colocada, o grau de dificuldade do terreno e o equipamento necessário a uma expedição destas. E para não se instalar a monotonia já existem variações ao tema. O "multi-cache" necessita de uma visita a algum ou alguns pontos intermédios para assim se chegar às coordenadas da cache final. A "cache-mistério" exige que se descubra um puzzle para assim a encontrar e a "cache virtual" é tão simplesmente um local de interesse paisagístico ou um monumento pesado em carga histórica que justifique o tempo investido.
São mais de 200 os países aderentes. Em Portugal existem 248 "caches" activas e a vizinha Espanha (por onde nos podemos espalhar mais um pouco) já chegou ao número 506. Para caçadas internacionais visite o site oficial www.geocaching.com.
Uma boa desculpa para conhecer Portugal, o Deserto ou inclusivamente a Antárctida."
Para mim, um óptimo pretexto para TT turístico.