Tópico do Roland Ratzenberger

Omega

Well-known member
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Roland Ratzenberger (4 de Julho de 196030 de Abril de 1994) foi um piloto de Fórmula 1 natural da Áustria, falecido aos 33 anos de idade.

Uma curta temporada

Antes de correr pela Simtek - uma das equipes da Fórmula-1 em 1994 - o piloto austríaco havia participado de diversas categorias do automobilismo internacional, sobretudo no Japão e na Inglaterra. Sua chance de correr na temporada de 94 previa um contrato de cinco corridas para que ele mostrasse um bom desempenho.
No início da temporada, ele dizia que não iria expôr o carro a acidentes, já que a equipe encontrava-se em sérias restrições orçamentárias. No GP do Brasil, não conseguiu se classificar para correr; em Aida, no Japão, largou em 22º e chegou em 11º. Nos treinos livres para o GP de San Marino, Ratzenberger fazia uma tentativa de classificação quando, ao final da curva Tamburelo, a asa dianteira do Simtek soltou-se e o piloto, sem controle do carro, chocou-se violentamente contra o muro na curva Villeneuve, a cerca de 308 Km/h.
Ratzenberger teve fraturas múltiplas no crânio e no pescoço. Logo após o acidente, uma tentativa de reanimação cardíaca foi feita na própria pista. Mas o pior não pôde ser evitado: sua morte foi anunciada oito minutos após o piloto ter dado entrada no Hospital Maggiore de Bologna. Após o acidente, a equipe Simtek anunciou que não iria se retirar da corrida, alegando que Roland gostaria que David Brabham, seu companheiro de equipe, participasse da corrida.
Lembrando que nesse mesmo final de semana, no dia seguinte à morte de Ratzenberger, mais uma tragédia aconteceu: a morte do piloto Ayrton Senna, que minutos antes da largada, cogitou a hipótese de não participar daquele GP.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Roland_Ratzenberger
 
A imagem do acidente é simplesmente arrepiante, sobretudo quando o carro pára e a cabeça do piloto também fica caída [s)] Eu até pensei que ele já estaria morto nessa altura..

Rest in Peace
 
A imagem do acidente é simplesmente arrepiante, sobretudo quando o carro pára e a cabeça do piloto também fica caída [s)] Eu até pensei que ele já estaria morto nessa altura..

Rest in Peace


Não tenho dúvidas que teve morte imediada, afinal partiu o pescoço.
Na pista é que era muito mau anunciar a morte do piloto.[s)]

Foi mesmo um fim de semana trágico. Só não percebo como Imola continuou a receber o GP.
E como só a morte de Senna é que ainda hoje merece ser analisada como se houvesse um culpado.
 
Realmente não deve haver memória de um fim de semana tão negro a nível de pilotos na Fórmula 1. [s)]

Também me lembro de me revoltar completamente por a morte de Ayrton Senna ter remetido a um silêncio total a de Ratzenberger, como se o maior talento, currículo ou fama de um fizessem a morte dele mais trágica que a do outro! [8b] [8b] [8b]

Aliás, quem a remeteu ao silêncio foi mais uma vez a "brilhante" jornalha que o mundo tem!!! [8b] [8b] [8b]
 
Roland Ratzenberger merece ser lembrado como um exemplo de sacrifício e de profissionalismo.

Embora membro de uma família de industriais austríacos, Roland contrariou a família ao insistir em tornar-se piloto profissional na vez de se dedicar ao negócios familiares. Pagou um elevado preço por isso: a família recusou-lhe todo e qualquer apoio financeiro, espererançada que estava no abandono da profissionalização por parte de Roland quando este se deparasse com as dificuldades de monta que o profissionalismo automobilístico geralmente acarreta para a grande maioria dos jovens pilotos pretendentes a profissionais.

Roland teve que se desenvencilhar sem a ajuda da família, tendo admitido em entrevista, poucos dias antes do seu acidente fatal, que a sua chegada à F1 teria sido bem mais fácil e rápida caso tivesse podido dispôr do apoio financeiro da família, como sucedeu com outros pilotos provenientes de famílias ricas, que chegaram mesmo a ser campeões do mundo na disciplina.

Quanto mais não fora por esta dura prova de vida, Roland merece ser recordado e homenageado como o homem que foi capaz de optar pela via mais difícil para não renegar os seus sonhos.
 
Realmente não deve haver memória de um fim de semana tão negro a nível de pilotos na Fórmula 1. [s)]

Também me lembro de me revoltar completamente por a morte de Ayrton Senna ter remetido a um silêncio total a de Ratzenberger, como se o maior talento, currículo ou fama de um fizessem a morte dele mais trágica que a do outro! [8b] [8b] [8b]

Aliás, quem a remeteu ao silêncio foi mais uma vez a "brilhante" jornalha que o mundo tem!!! [8b] [8b] [8b]

Em Portugal houve mesmo quem se passasse de vez e declarasse que mais valia ter morrido o Lamy do que o Senna!... Como se se pretendesse instaturar um mercado da vez no que toca à morte...

Revoltante.

Como se já não bastasse a tragédia da morte de qualquer piloto...
 
Realmente não deve haver memória de um fim de semana tão negro a nível de pilotos na Fórmula 1. [s)]

Também me lembro de me revoltar completamente por a morte de Ayrton Senna ter remetido a um silêncio total a de Ratzenberger, como se o maior talento, currículo ou fama de um fizessem a morte dele mais trágica que a do outro! [8b] [8b] [8b]

Aliás, quem a remeteu ao silêncio foi mais uma vez a "brilhante" jornalha que o mundo tem!!! [8b] [8b] [8b]



Exactamente o que senti na altura e ainda hoje....[s)]
 
Ambos devem de ser lembrados, como vitimas da sua propria paixão. Mas acima de tudo devia-se de ter sido posto em causa a falta de seguraça da pista, pois na sexta tinha havido uma acidete com Rubens Barrichelo que só por acaso não deu em Tragédia. Só o que me revolta foi nessa altura os pilotos não terem tomado a mesma atitude que se tomou em 2005 no GP da america apos o despiste do Ralf Shumcher, Se em 1994 tivessem boicotado o GP de San Marino se calhar não heveria a tragedia que houve e pouparia-se 2 vidas. Foi pena ter morrido o piloto que queria fazer isso porque o outro que decidiu continuar a corrida acabou por ganhar a mesma.

Paz a alma de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna.
 
E não devemos esquecer que o próprio acidente do Lamy, no início deste GP, provocou mais uma morte: a de um espectador!!

A roda saltou do carro e caiu na assistência...
 
Realmente não deve haver memória de um fim de semana tão negro a nível de pilotos na Fórmula 1. [s)]

Também me lembro de me revoltar completamente por a morte de Ayrton Senna ter remetido a um silêncio total a de Ratzenberger, como se o maior talento, currículo ou fama de um fizessem a morte dele mais trágica que a do outro! [8b] [8b] [8b]

Aliás, quem a remeteu ao silêncio foi mais uma vez a "brilhante" jornalha que o mundo tem!!! [8b] [8b] [8b]

100% de acordo!
 
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Roland Ratzenberger (4 de Julho de 196030 de Abril de 1994) foi um piloto de Fórmula 1 natural da Áustria, falecido aos 33 anos de idade.

Uma curta temporada

Antes de correr pela Simtek - uma das equipes da Fórmula-1 em 1994 - o piloto austríaco havia participado de diversas categorias do automobilismo internacional, sobretudo no Japão e na Inglaterra. Sua chance de correr na temporada de 94 previa um contrato de cinco corridas para que ele mostrasse um bom desempenho.
No início da temporada, ele dizia que não iria expôr o carro a acidentes, já que a equipe encontrava-se em sérias restrições orçamentárias. No GP do Brasil, não conseguiu se classificar para correr; em Aida, no Japão, largou em 22º e chegou em 11º. Nos treinos livres para o GP de San Marino, Ratzenberger fazia uma tentativa de classificação quando, ao final da curva Tamburelo, a asa dianteira do Simtek soltou-se e o piloto, sem controle do carro, chocou-se violentamente contra o muro na curva Villeneuve, a cerca de 308 Km/h.
Ratzenberger teve fraturas múltiplas no crânio e no pescoço. Logo após o acidente, uma tentativa de reanimação cardíaca foi feita na própria pista. Mas o pior não pôde ser evitado: sua morte foi anunciada oito minutos após o piloto ter dado entrada no Hospital Maggiore de Bologna. Após o acidente, a equipe Simtek anunciou que não iria se retirar da corrida, alegando que Roland gostaria que David Brabham, seu companheiro de equipe, participasse da corrida.
Lembrando que nesse mesmo final de semana, no dia seguinte à morte de Ratzenberger, mais uma tragédia aconteceu: a morte do piloto Ayrton Senna, que minutos antes da largada, cogitou a hipótese de não participar daquele GP.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Roland_Ratzenberger


Muito bem relembrado.

apr:)
 
Realmente não deve haver memória de um fim de semana tão negro a nível de pilotos na Fórmula 1. [s)]

Também me lembro de me revoltar completamente por a morte de Ayrton Senna ter remetido a um silêncio total a de Ratzenberger, como se o maior talento, currículo ou fama de um fizessem a morte dele mais trágica que a do outro! [8b] [8b] [8b]

Aliás, quem a remeteu ao silêncio foi mais uma vez a "brilhante" jornalha que o mundo tem!!! [8b] [8b] [8b]


Verifiquem se os verdadeiros reponsáveis, por essa "jornalha" não somos todos nós.

Na altura não ouvi vozes de protesto, nem que alguém relembrasse o Ratzenberger, cá, neste pais, viveu-se Senna, Senna e mais Senna, sem lhe querer retirar qualquer mérito a vida de ambos tinha o mesmo valor, independentemente dos méritos desportivos, ou do peso instituicional na F1.

A cobardia dos que fazem da F1 um desporto de grande audiência e repleto de idolos, é que foi cobarde, não houve a coragem de elevar mais alto as vozes da vergonha e da verdade, face ao negocio do Lobbies e do €€€€.


Todos tivemos culpa pelo quase esquecimento da Morte do Roland Ratzenberger.
:sh)
 
Ambos devem de ser lembrados, como vitimas da sua propria paixão. Mas acima de tudo devia-se de ter sido posto em causa a falta de seguraça da pista, pois na sexta tinha havido uma acidete com Rubens Barrichelo que só por acaso não deu em Tragédia. Só o que me revolta foi nessa altura os pilotos não terem tomado a mesma atitude que se tomou em 2005 no GP da america apos o despiste do Ralf Shumcher, Se em 1994 tivessem boicotado o GP de San Marino se calhar não heveria a tragedia que houve e pouparia-se 2 vidas. Foi pena ter morrido o piloto que queria fazer isso porque o outro que decidiu continuar a corrida acabou por ganhar a mesma.

Paz a alma de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna.

Isso não foi bem assim.....

O Ralf Schumacher teve o despiste no muro de Indianapolis no ano 2004.

A situação que contas em 2005, foi que a Michelin descobriu que o lote de pneus que mandou para a corrida de USA, não era a adequada para pista oval e ao longo dos treinos os pneus apresentavam defeitos na segurança de aderência. Então na impossibilidade de mudarem de lotes de pneus (pois estes já estavam marcados para a corrida) pela FIA, a Michelin disse às suas equipas-clientes que nâo garantia a segurança para os seus carros e as equipas equipadas com pneus michelin não partiram para a corrida, deixavam as equipas com pneus Bridestone a correram sozinhas (Ferrari, Jordan e Minardi)
 
Na altura, o Autosport escreveu na capa (sob fundo negro) "O fim-de-semana mais negro de sempre da Fómula 1". Pode parecer um exagero e até um título sensacionalista, mas analisado a frio, penso que não é.

Já muitas mortes houve na F1 e até já houve GP's onde morreu mais gente mas isto acontece numa altura em que se julgava que a morte estava erradicada da F1 (salvo erro, desde 1982 que não morriam pilotos em corrida). No mesmo fim-de-semana, morrem Ratzemberger nos treinos, Senna em corrida, um espectador no seguimento de uma acidente na partida e Barrichello sobrevive quase por milagre a um acidente nos treino-livres. Foi demais para a imagem da Fórmula 1: os jornais sensacionalistas caíram em cima dum desporto "assassino" e para ajudar a FIA correu a lançar medidas desesperadas para tentar aumentar a segurança dos carros. Claro que tudo o que é feito à pressa acaba por dar maus resultados e a F1 viveu dias conturbados. Lamy quase acabava com a sua carreira ao ser vítima de um acidente em Silverstone quando testava novas medidas de segurança para a FIA (sobreviveu com as pernas partidas). A ajudar "à festa", o grave acidente de Karl Wendlinger no Mónaco umas semanas depois ainda serviu para agravar mais as críticas que caíam sobre a Fórmula 1. Foi uma época muito conturbada para a Fórmula 1.

Como sempre foi preciso haver mortes para que os construtores começassem a ter exigências muito mais apertadas em termos de segurança mas ao menos acredito que foi graças a esse "acordar" que Kubica continua vivo após o acidente no GP do Canadá deste ano assim como Alonso, por exemplo, após o espectacular acidente que teve no Brasil em 2003
 
Topico que aplaudo!

A morte de Senna ofuscou a perda deste piloto, mas recordo-me pois na altura ainda assistia à F1 e lembro-me bem destes 2 despistes!
 
Já se passou tanto tempo, lembro-me como se fosse ontem!

Lembro-me da cena do despiste e da cabeça do piloto tombar para o lado..e do acidente de Ayrton e um pneu que saltou para a cabeça dele...eram só fotos do desastre ans revistas, a cara dele ensanguentada, o funeral em directo...até na escola se comentava isso.
 
A morte de Ratzberger tem o mesmo valor que qualquer vítima que ocorra neste preciso momento.
Quando chorarem essas mortes podem reclamar da diferença de atenção que foi dada ao Senna e ao Ratzenberger.
Nada mais...
 
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